{"id":22,"date":"2015-12-01T06:05:36","date_gmt":"2015-12-01T06:05:36","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost\/laboratoriooswaldocruz.com.br\/site\/?page_id=22"},"modified":"2016-03-29T19:47:19","modified_gmt":"2016-03-29T19:47:19","slug":"exames","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/oswaldocruz.net\/site\/exames\/","title":{"rendered":"Exames"},"content":{"rendered":"<nav class=\"pag\">\n<ul class=\"pagination pagination-sm\">\n<li><a href=\"#A\">A<\/a><\/li>\n<li><a href=\"#B\">B<\/a><\/li>\n<li><a href=\"#C\">C<\/a><\/li>\n<li><a href=\"#D\">D<\/a><\/li>\n<li><a href=\"#E\">E<\/a><\/li>\n<li><a href=\"#F\">F<\/a><\/li>\n<li><a href=\"#G\">G<\/a><\/li>\n<li><a href=\"#H\">H<\/a><\/li>\n<li><a href=\"#I\">I<\/a><\/li>\n<li><a href=\"#\">J<\/a><\/li>\n<li><a href=\"#\">K<\/a><\/li>\n<li><a href=\"#L\">L<\/a><\/li>\n<li><a href=\"#M\">M<\/a><\/li>\n<li><a href=\"#N\">N<\/a><\/li>\n<li><a href=\"#\">O<\/a><\/li>\n<li><a href=\"#P\">P<\/a><\/li>\n<li><a href=\"#Q\">Q<\/a><\/li>\n<li><a href=\"#R\">R<\/a><\/li>\n<li><a href=\"#R\">S<\/a><\/li>\n<li><a href=\"#T\">T<\/a><\/li>\n<li><a href=\"#U\">U<\/a><\/li>\n<li><a href=\"#V\">V<\/a><\/li>\n<li><a href=\"#\">W<\/a><\/li>\n<li><a href=\"#\">X<\/a><\/li>\n<li><a href=\"#\">Y<\/a><\/li>\n<li><a href=\"#\">Z<\/a><\/li>\n<\/ul>\n<\/nav>\n<p><a name=\"A\"><\/a><\/p>\n<h2>Exames &#8211; A<\/h2>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>ACETILCOLINESTERASE ERITROCIT\u00c1RIA<\/p>\n<p>Material .:Sangue total com EDTA<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Colorimetrico c\/ acetilcolina ap\u00f3s hemolise em meio hipot\u00f4nico<\/p>\n<p>Resultado: 5 dias<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o .:Uso: diagn\u00f3stico e monitoramento de exposi\u00e7\u00e3o e intoxica\u00e7\u00e3o por compostos organofosforados e carbamatos (utilizados em agricultura comercial); triagem pr\u00e9-operat\u00f3ria de pacientes com sensibilidade a succilcolina (gen\u00e9tica ou secund\u00e1ria \u00e0 exposi\u00e7\u00e3o de inseticidas); estudos familiares de anomalias moleculares das colinesterases. Ver Colinesterase S\u00e9rica. A colinesterase intraeritrocit\u00e1ria (tamb\u00e9m conhecida como colinestarase verdadeira) \u00e9 irreversivelmente inibida pelos organofosforados e reversivelmente inibida pelos carbamatos. Embora a dosagem s\u00e9rica (da pseudocolinesterase ou colinesterase s\u00e9rica) seja mais \u00fatil no diagn\u00f3stico de intoxica\u00e7\u00f5es agudas por estes compostos, a colinesterase intraeritrocit\u00e1ria \u00e9 mais sens\u00edvel a processos cr\u00f4nicos. Valores aumentados: estados hemol\u00edticos como talassemias, esferocitose, anemia falciforme ativa, outras hemoglobinopatias e anemias hemol\u00edticas adquiridas. Valores diminu\u00eddos: toxicidade por organofosforados, hemoglobin\u00faria parox\u00edstica noturna, em alguns casos de anemias megalobl\u00e1sticas.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>AChE* : 2,77 a 5,57 U\/mL<\/p>\n<p>* AChE = Acetilcolinesterase Eritrocit\u00e1ria<\/p>\n<p>M\u00e9todologia Desenvolvida e validada pelo Alvaro Centro de An\u00e1lises e Pesquisas Cl\u00ednicas.<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>ACETONA<\/p>\n<p>Material .:urina do final da jornada de trabalho<\/p>\n<p>Resultado .:5 dias<\/p>\n<p>Coleta .:Coletar urina de final de jornada de trabalho ou aleat\u00f3ria em frasco de coleta de urina limpo e sem aditivo. Ap\u00f3s a coleta manter o frasco bem fechado e refrigerado. Para a determina\u00e7\u00e3o em plasma ou sangue total, coletar a amostra em tubo contendo fluoreto\/oxalato e enviar a amostra refrigerada ao laborat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o .:Fontes de Intoxica\u00e7\u00e3o : Acetona \u00e9 utilizada como dissolvente de esmalte e colas para pl\u00e1sticos. A\u00e7\u00e3o t\u00f3xica : Congest\u00e3o pulmoar, dispn\u00e9ia, torpor e edema.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>at\u00e9 1,0 mg\/L<\/p>\n<p>ATEN\u00c7\u00c3O: Os novos BEI(limite biol\u00f3gico de exposi\u00e7\u00e3o) 2011 para Acetona de acordo com a ACGIH s\u00e3o:<\/p>\n<p>At\u00e9 50,0 mg\/L para exposi\u00e7\u00e3o \u00e0 acetona<\/p>\n<p>At\u00e9 40,0 mg\/L para exposi\u00e7a\u00f5 ao 2-propanolisopropanol.<\/p>\n<p>ACETONA PR\u00c9 JORNADA<\/p>\n<p>Material .:Urina pr\u00e9-jornada de trabalho<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Cromatografia Gasosa<\/p>\n<p>Resultado .: 5 dias<\/p>\n<p>Coleta .:Coletar urina de pr\u00e9 jornada de trabalho em frasco de coleta de urina limpo e sem aditivo. Ap\u00f3s a coleta manter o frasco bem fechado e refrigerado.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o .:Fontes de Intoxica\u00e7\u00e3o : Acetona \u00e9 utilizada como dissolvente de esmalte e colas para pl\u00e1sticos. A\u00e7\u00e3o t\u00f3xica : Congest\u00e3o pulmoar, dispn\u00e9ia, torpor e edema.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>at\u00e9 1,0 mg\/L<\/p>\n<p>ATEN\u00c7\u00c3O: Os novos BEI(limite biol\u00f3gico de exposi\u00e7\u00e3o) 2011 para Acetona de acordo com a ACGIH s\u00e3o:<\/p>\n<p>At\u00e9 50,0 mg\/L para exposi\u00e7\u00e3o \u00e0 acetona<\/p>\n<p>At\u00e9 40,0 mg\/L para exposi\u00e7a\u00f5 ao 2-propanolisopropanol.<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u00c1CIDO 5 HIDROXI INDOL AC\u00c9TICO<\/p>\n<p>Material .:urina 24 horas<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:5-HIAA, Metab\u00f3lito de serotonina<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Cromatografia L\u00edquida de Alto Desempenho (HPLC)<\/p>\n<p>Resultado .: 8 dias<\/p>\n<p>Coleta .:Devido ao fato do \u00e1cido 5-hidr\u00f3xi indol ac\u00e9tico ser inst\u00e1vel em pH fortemente \u00e1cido a amostra deve ser coletada em frasco limpo contendo 10 mL de \u00e1cido ac\u00e9tico glacial. Amostras coletadas com \u00e1cido, mantidas PROTEGIDAS DA LUZ e REFRIGERADAS a 2-8\u00b0C s\u00e3o est\u00e1veis por at\u00e9 3 dias. Tr\u00eas dias antes da coleta suspender o uso de medicamentos e se poss\u00edvel dispens\u00e1-los. Caso os medicamentos n\u00e3o possam ser suspensos, conversar com o Laborat\u00f3rio ou com seu m\u00e9dico. Os medicamentos que mais interferem s\u00e3o: acetaminofeno, salicilatos, fenacetina, xaropes para tosse, naproxeno, mefenesina, metocarbamol, imipramina, isoniazida, inibidores da MAO, metenamina, metildopa, fenotiazina. No dia anterior \u00e0 coleta, evitar a ingest\u00e3o dos medicamentos acima, e dos seguintes alimentos: banana, abacate, chocolates, berinjela, tomates, amendoim, kiwi, abacaxi, ameixa, nozes e bebidas alco\u00f3licas. Observa\u00e7\u00f5es: Manter o frasco com a urina de 24 h sob refrigera\u00e7\u00e3o. Coletar todo o volume de urina emitido em 24 h.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o .:Uso: diagn\u00f3stico de tumores carcin\u00f3ides de c\u00e9lulas enterocromafins e de s\u00edndrome carcin\u00f3ide. O \u00e1cido 5 hidroxi indol ac\u00e9tico (5-HIAA) \u00e9 o principal metab\u00f3lito urin\u00e1rio da serotonina (produto final do metabolismo do triptofano). A serotonina (5-hidroxitriptamina) \u00e9 produzida pelas c\u00e9lulas enterocromafins, localizadas no trato gastrointestinal e, em menor grau, na mucosa br\u00f4nquica, trato biliar e g\u00f4nadas. Seus efeitos principais s\u00e3o a vasodilata\u00e7\u00e3o e agrega\u00e7\u00e3o plaquet\u00e1ria. Os tumores carcin\u00f3ides s\u00e3o capazes de produzir uma s\u00e9rie de subst\u00e2ncias, como histamina, triptofano, pept\u00eddeo intestinal vasoativo, alguns horm\u00f4nios, dependendo de sua localiza\u00e7\u00e3o e do processo fisiopatol\u00f3gico envolvido. Contudo, s\u00e3o a serotonina s\u00e9rica e o 5-HIAA urin\u00e1rio os marcadores com maior desempenho no seu diagn\u00f3stico, bem como no diagn\u00f3stico da s\u00edndrome carcin\u00f3ide, produzida pela libera\u00e7\u00e3o destas duas subst\u00e2ncias em quantidades consider\u00e1veis na circula\u00e7\u00e3o, com o aparecimento de diarr\u00e9ia, flush cut\u00e2neo, hipotens\u00e3o e taquicardia. Valores aumentados: tumores carcin\u00f3ides, s\u00edndrome carcin\u00f3ide, quadros mal absortivos (como espru, doen\u00e7a cel\u00edaca, doen\u00e7a de Whipple e fibrose c\u00edstica, por exemplo), obstru\u00e7\u00e3o intestinal cr\u00f4nica. Valores diminu\u00eddos: doen\u00e7as depressivas, ressec\u00e7\u00e3o intestinal, mastocitose, fenilceton\u00faria, doen\u00e7a de Hartnup. Limita\u00e7\u00f5es: o 5-HIAA pode ser encontrado dentro dos par\u00e2metros da normalidade mesmo em pacientes com tumores carcin\u00f3ides e at\u00e9 s\u00edndrome carcin\u00f3ide (especialmente na aus\u00eancia de diarr\u00e9ia), dependendo da situa\u00e7\u00e3o fisiopatol\u00f3gica envolvida, como localiza\u00e7\u00e3o, metabolismo an\u00f4malo da serotonina, etc. Interferentes: alguns medicamentos e alimentos podem elevar o 5-HIAA urin\u00e1rio falsamente, como acetaminofen, acetanilida, cafe\u00edna, cumar\u00ednicos, diazepam, efedrina, fluorouracil, guaiacolatos, anfetaminas, naproxeno, fenacetina, fenobarbital, fentolamina, rauwolfia, reserpina, abacate, bananas, abacaxi, tomates, nozes e amendoins, castanhas, etc. Outros medicamentos podem diminuir o 5-HIAA, como aspirina, clorpromazina, corticotropina, etanol, \u00e1cido gent\u00edsico, \u00e1cido homogent\u00edsico, hidrazina e derivados, imipramina, levodopa, inibidores da MAO, metenamina, metildopa, percloperazina, fenotiazinas, promazina, prometazina. Tais subst\u00e2ncias n\u00e3o devem ser ingeridas nos 3 dias que antecedem \u00e0 coleta do material, para a obten\u00e7\u00e3o de resultados confi\u00e1veis.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>2,0 a 9,0 mg\/24 horas<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u00c1CIDO DELTA AMINO LEVUL\u00cdNICO<\/p>\n<p>Material .:urina do final da jornada de trabalho<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:ALA-U<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Espectrofotometria<\/p>\n<p>Resultado .:7 dias<\/p>\n<p>Coleta .:coletar a amostra em coletor de urina \u00e2mbar, limpo e sem aditivo. Caso n\u00e3o disponha de coletor \u00e2mbar, proceder \u00e0 coleta em coletor de urina comum mantendo a amostra protegida da luz. As amostras mantidas refrigeradas a 2-8\u00b0C s\u00e3o est\u00e1veis por at\u00e9 4 dias. C\u00f3digo<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o .:Uso: diagn\u00f3stico de porfirias; diagn\u00f3stico de intoxica\u00e7\u00e3o por chumbo ou merc\u00fario; auxilio no diagn\u00f3stico de desordens hep\u00e1ticas. Valores aumentados: intoxica\u00e7\u00e3o por chumbo ou merc\u00fario, porfiria aguda (porfiria aguda intermitente, coproporfiria heredit\u00e1ria, porfiria variegata), porfiria cut\u00e2nea tardia, c\u00e2ncer hep\u00e1tico, hepatite. Interferentes: barbituratos +, griseofulvina +, vitamina E +.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>VR*: at\u00e9 4,5 mg\/g de creatinina<\/p>\n<p>IBMP**: at\u00e9 10,0 mg\/g de creatinina<\/p>\n<p>*Valor de Refer\u00eancia para pacientes n\u00e3o expostos.<\/p>\n<p>**\u00cdndice Biol\u00f3gico M\u00e1ximo Permitido (NR-7).<\/p>\n<p>M\u00e9todo desenvolvido \\\\\\\\\\\\\\&#8217;in house\\\\\\\\\\\\\\&#8217; pelo Alvaro Centro de An\u00e1lises e Pesquisas Cl\u00ednicas.<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u00c1CIDO F\u00d3LICO<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Folato<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Quimioluminesc\u00eancia<\/p>\n<p>Resultado .:5 dias<\/p>\n<p>Coleta .:Jejum n\u00e3o necess\u00e1rio.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o .:Uso: detec\u00e7\u00e3o de defici\u00eancia de folato (condi\u00e7\u00e3o inibit\u00f3ria da s\u00edntese de DNA desencadeadora de anemia megalobl\u00e1stica) em gestantes, usu\u00e1rios de medicamentos inibidores do folato e pacientes com s\u00edndromes malabsortivas (doen\u00e7a cel\u00edaca, doen\u00e7a de Crohn, outras); monitoramento de terapia com folato. Os folatos atuam como cofatores em rea\u00e7\u00f5es de transfer\u00eancia. Geralmente absorvidos no trato gastrointestinal, provenientes diretamente da dieta ou a partir de folato sintetizado por bact\u00e9rias intraintestinais, sua defici\u00eancia causa um quadro hematol\u00f3gico quase indistingu\u00edvel do causado pela defici\u00eancia de vitamina B12, estando associada \u00e0 diminui\u00e7\u00e3o da capacidade de s\u00edntese prot\u00e9ica e divis\u00e3o celular. A principal manifesta\u00e7\u00e3o cl\u00ednica da defici\u00eancia de folato \u00e9 anemia megalobl\u00e1stica. Valores aumentados: dieta vegetariana, defici\u00eancia de vitamina B12, neoplasias. Valores diminu\u00eddos: defici\u00eancia prim\u00e1ria de folato diet\u00e9tico, hipertireoidismo, anemia perniciosa, alcoolismo, m\u00e1 nutri\u00e7\u00e3o, doen\u00e7as hep\u00e1ticas, defici\u00eancia de vitamina B12, hemodi\u00e1lise cr\u00f4nica, doen\u00e7a cel\u00edaca adulta, anemia hemol\u00edtica, carcinomas, mielofibroses, gravidez. Interferentes: hem\u00f3lise, lipemia, exposi\u00e7\u00e3o \u00e0 luz, anticonvulsivantes, metotrexato, colchicina, estrog\u00eanios, contraceptivos orais, \u00e1lcool, \u00e1cido aminosalic\u00edlico, ampicilina, cloranfenicol, eritromicina, lincomicina, penicilina, tetraciclinas.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>2,0 &#8211; 19,7 ng\/mL<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u00c1CIDO HIP\u00daRICO<\/p>\n<p>Material .:urina do final da jornada de trabalho<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Tolueno<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Cromatografia L\u00edquida de Alto Desempenho (HPLC)<\/p>\n<p>Resultado .: 7 dias<\/p>\n<p>Coleta .:Coletar a amostra em coletor de urina limpo e sem aditivo. Manter a amostra refrigerada para o envio ao laborat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o .:Uso: Indicador biol\u00f3gico de exposi\u00e7\u00e3o ao tolueno. Interpreta\u00e7\u00e3o: O \u00e1cido hip\u00farico e o \u00e1cido metil hip\u00farico s\u00e3o os principais metab\u00f3litos do tolueno e xileno, respectivamente. Processos de exposi\u00e7\u00e3o ocupacional a estes solventes org\u00e2nicos podem ser monitorados pelo seguimento da excre\u00e7\u00e3o destes compostos na urina. Embora o \u00e1cido hip\u00farico seja marcador de exposi\u00e7\u00e3o ao tolueno, outros compostos como o estireno, o etilbenzeno e mesmo alguns conservantes alimentares podem estar associados ao aumento de seus n\u00edveis urin\u00e1rios. Como \u00e9 prontamente excretado na urina, os n\u00edveis s\u00e9ricos de \u00e1cido hip\u00farico podem ser utilizados como bons marcadores de fun\u00e7\u00e3o renal. A dosagem de \u00e1cido hip\u00farico e metil hip\u00farico \u00e9 realizada por cromatografia l\u00edquida de alta press\u00e3o (HPLC), em amostra urin\u00e1ria de fim de turno de trabalho ap\u00f3s, pelo menos, dois dias de trabalho consecutivos, conservada em refrigerador e enviada ao laborat\u00f3rio para an\u00e1lise. O tolueno e\/ou o xileno podem ser encontrados na maioria dos solventes utilizados na ind\u00fastria, especialmente em colas e combust\u00edveis. Trabalhadores expostos a estas subst\u00e2ncias podem desenvolver sinais e sintomas compat\u00edveis com intoxica\u00e7\u00e3o. Sua absor\u00e7\u00e3o pode ocorrer por inala\u00e7\u00e3o, ingest\u00e3o ou absor\u00e7\u00e3o d\u00e9rmica. Normalmente os sintomas desaparecem em alguns dias ap\u00f3s o afastamento do indiv\u00edduo da fonte contaminante, especialmente nos casos de toxicidade aguda. O diagn\u00f3stico \u00e9 realizado juntando dados cl\u00ednicos, epidemiol\u00f3gicos e laboratoriais, com o uso dos marcadores urin\u00e1rios e eventualmente s\u00e9ricos.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>VR: At\u00e9 1,5 g\/g creatinina<\/p>\n<p>IBMP*: At\u00e9 2,5 g\/g creatinina<\/p>\n<p>*IBMP: Ind\u00edce Biol\u00f3gico M\u00e1ximo Permitido (NR-7).<\/p>\n<p>M\u00e9todo desenvolvido \\\\\\\\\\\\\\&#8217;in house\\\\\\\\\\\\\\&#8217; pelo Alvaro Centro de An\u00e1lises e Pesquisas Cl\u00ednicas.<\/p>\n<p>**Limite de detec\u00e7\u00e3o do teste: 0,02 g\/g creatinina<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u00c1CIDO HIP\u00daRICO PR\u00c9 JORNADA<\/p>\n<p>Material .:Urina pr\u00e9-jornada de trabalho<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Tolueno<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Cromatografia L\u00edquida de Alto Desempenho (HPLC)<\/p>\n<p>Resultado .: 7 dias<\/p>\n<p>Coleta .:Coletar urina de pr\u00e9 jornada de trabalho em frasco de coleta de urina limpo e sem aditivo. Manter a amostra refrigerada para o envio ao laborat\u00f3rio. Amostras mantidas a temperatura ambiente s\u00e3o est\u00e1veis por at\u00e9 uma semana. Amostras refrigeradas entre 2-5\u00b0C s\u00e3o est\u00e1veis por at\u00e9 quinze dias. Amostras congeladas s\u00e3o est\u00e1veis por at\u00e9 2 meses. Evitar ciclos de congelamento e descongelamento.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o .:Uso: Indicador biol\u00f3gico de exposi\u00e7\u00e3o ao tolueno. Interpreta\u00e7\u00e3o: O \u00e1cido hip\u00farico e o \u00e1cido metil hip\u00farico s\u00e3o os principais metab\u00f3litos do tolueno e xileno, respectivamente. Processos de exposi\u00e7\u00e3o ocupacional a estes solventes org\u00e2nicos podem ser monitorados pelo seguimento da excre\u00e7\u00e3o destes compostos na urina. Embora o \u00e1cido hip\u00farico seja marcador de exposi\u00e7\u00e3o ao tolueno, outros compostos como o estireno, o etilbenzeno e mesmo alguns conservantes alimentares podem estar associados ao aumento de seus n\u00edveis urin\u00e1rios. Como \u00e9 prontamente excretado na urina, os n\u00edveis s\u00e9ricos de \u00e1cido hip\u00farico podem ser utilizados como bons marcadores de fun\u00e7\u00e3o renal. A dosagem de \u00e1cido hip\u00farico e metil hip\u00farico \u00e9 realizada por cromatografia l\u00edquida de alta press\u00e3o (HPLC), em amostra urin\u00e1ria de fim de turno de trabalho ap\u00f3s, pelo menos, dois dias de trabalho consecutivos, conservada em refrigerador e enviada ao laborat\u00f3rio para an\u00e1lise. O tolueno e\/ou o xileno podem ser encontrados na maioria dos solventes utilizados na ind\u00fastria, especialmente em colas e combust\u00edveis. Trabalhadores expostos a estas subst\u00e2ncias podem desenvolver sinais e sintomas compat\u00edveis com intoxica\u00e7\u00e3o. Sua absor\u00e7\u00e3o pode ocorrer por inala\u00e7\u00e3o, ingest\u00e3o ou absor\u00e7\u00e3o d\u00e9rmica. Normalmente os sintomas desaparecem em alguns dias ap\u00f3s o afastamento do indiv\u00edduo da fonte contaminante, especialmente nos casos de toxicidade aguda. O diagn\u00f3stico \u00e9 realizado juntando dados cl\u00ednicos, epidemiol\u00f3gicos e laboratoriais, com o uso dos marcadores urin\u00e1rios e eventualmente s\u00e9ricos.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>VR: At\u00e9 1,5 g\/g Creatinina<\/p>\n<p>IBMP*: At\u00e9 2,5 g\/g Creatinina<\/p>\n<p>*IBMP: Ind\u00edce Biol\u00f3gico M\u00e1ximo Permitido (NR-7).<\/p>\n<p>M\u00e9todo desenvolvido \\\\\\\\\\\\\\&#8217;in house\\\\\\\\\\\\\\&#8217; pelo Alvaro Centro de An\u00e1lises e Pesquisas Cl\u00ednicas.<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u00c1CIDO L\u00c1TICO<\/p>\n<p>Material .:Plasma fluoretado &#8211; Acido l\u00e1tico<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Lactato sang\u00fc\u00edneo<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Enzim\u00e1tico<\/p>\n<p>Resultado .: 5 dias<\/p>\n<p>Coleta .:Jejum n\u00e3o obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o .:Uso: avalia\u00e7\u00e3o de acidose l\u00e1ctica; indicador de hipoperfus\u00e3o tecidual localizada ou difusa; miopatias; fator progn\u00f3stico em avalia\u00e7\u00e3o de choque; diagn\u00f3stico de metabolismo defeituoso da biotina. Valores aumentados: ingest\u00e3o de etanol, sepse, choque, doen\u00e7a hep\u00e1tica, cetoacidose diab\u00e9tica, exerc\u00edcio muscular intenso, hip\u00f3xia, hipoperfus\u00e3o tecidual regional, doen\u00e7a de estoque do col\u00e1geno tipo I, defici\u00eancia de frutose 1, 6 difosfatase, defici\u00eancia de piruvato desidrogenase, defeito no metabolismo da biotina, estados inflamat\u00f3rios, doen\u00e7a card\u00edaca congestiva, desidrata\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Plasma : 0,4 a 2,0 mmol\/L<\/p>\n<p>LCR : 1,2 a 2,1 mmol\/L<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u00c1CIDO MAND\u00c9LICO<\/p>\n<p>Material .:urina do final da jornada de trabalho<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Estireno<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Cromatografia L\u00edquida de Alto Desempenho (HPLC)<\/p>\n<p>Resultado .:7 dias<\/p>\n<p>Coleta .:coletar a amostra em coletor de urina limpo e sem aditivo. Manter a amostra refrigerada para o envio ao laborat\u00f3rio<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o .:Uso: indicador biol\u00f3gico de exposi\u00e7\u00e3o\/intoxica\u00e7\u00e3o ao estireno. Valores aumentados: intoxica\u00e7\u00e3o ao estireno.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Exposi\u00e7\u00e3o ao Estireno:<\/p>\n<p>IBMP*: at\u00e9 0,5 g\/g de creatinina<\/p>\n<p>Exposi\u00e7\u00e3o ao Etil-benzeno:<\/p>\n<p>IBMP*: at\u00e9 1,5 g\/g de creatinina<\/p>\n<p>*\u00cdndice Biol\u00f3gico M\u00e1ximo Permitido (NR-7).<\/p>\n<p>M\u00e9todo desenvolvido \\\\\\\\\\\\\\&#8217;in house\\\\\\\\\\\\\\&#8217; pelo Alvaro Centro de An\u00e1lises e Pesquisas Cl\u00ednicas.<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u00c1CIDO MAND\u00c9LICO PR\u00c9 JORNADA<\/p>\n<p>Material .:Urina pr\u00e9-jornada de trabalho<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Estireno<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Cromatografia Liquida de Alta Performance &#8211; HPLC<\/p>\n<p>Resultado .:7 dias<\/p>\n<p>Temperatura .:Sob refrigera\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Coleta .:Coletar urina de pr\u00e9 jornada de trabalho em frasco de coleta de urina limpo e sem aditivo. Manter a amostra refrigerada para o envio ao laborat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o .:Uso: indicador biol\u00f3gico de exposi\u00e7\u00e3o\/intoxica\u00e7\u00e3o ao estireno. Valores aumentados: intoxica\u00e7\u00e3o ao estireno.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Exposi\u00e7\u00e3o ao Estireno:<\/p>\n<p>IBMP*: at\u00e9 0,8 g\/g de creatinina<\/p>\n<p>Exposi\u00e7\u00e3o ao Etil-benzeno:<\/p>\n<p>IBMP*: at\u00e9 1,5 g\/g de creatinina<\/p>\n<p>*\u00cdndice Biol\u00f3gico M\u00e1ximo Permitido (NR-7).<\/p>\n<p>M\u00e9todo desenvolvido \\\\\\\\\\\\\\&#8217;in house\\\\\\\\\\\\\\&#8217; pelo Alvaro Centro de An\u00e1lises e Pesquisas Cl\u00ednicas.<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u00c1CIDO METIL HIP\u00daRICO<\/p>\n<p>Material .:urina do final da jornada de trabalho<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Xileno<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Cromatografia L\u00edquida de Alto Desempenho (HPLC)<\/p>\n<p>Resultado .: 7 dias<\/p>\n<p>Coleta .:coletar a amostra em coletor de urina limpo e sem aditivo. Manter a amostra refrigerada para o envio ao laborat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o .:Uso: Indicador biol\u00f3gico de exposi\u00e7\u00e3o ao xileno. Interpreta\u00e7\u00e3o: O \u00e1cido hip\u00farico e o \u00e1cido metil hip\u00farico s\u00e3o os principais metab\u00f3litos do tolueno e xileno, respectivamente. Processos de exposi\u00e7\u00e3o ocupacional a estes solventes org\u00e2nicos podem ser monitorados pelo seguimento da excre\u00e7\u00e3o destes compostos na urina. Embora o \u00e1cido hip\u00farico seja marcador de exposi\u00e7\u00e3o ao tolueno, outros compostos como o estireno, o etilbenzeno e mesmo alguns conservantes alimentares podem estar associados ao aumento de seus n\u00edveis urin\u00e1rios. Como \u00e9 prontamente excretado na urina, os n\u00edveis s\u00e9ricos de \u00e1cido hip\u00farico podem ser utilizados como bons marcadores de fun\u00e7\u00e3o renal. A dosagem de \u00e1cido hip\u00farico e metil hip\u00farico \u00e9 realizada por cromatografia l\u00edquida de alta press\u00e3o (HPLC), em amostra urin\u00e1ria de fim de turno de trabalho ap\u00f3s, pelo menos, dois dias de trabalho consecutivos, conservada em refrigerador e enviada ao laborat\u00f3rio para an\u00e1lise. O tolueno e\/ou o xileno podem ser encontrados na maioria dos solventes utilizados na ind\u00fastria, especialmente em colas e combust\u00edveis. Trabalhadores expostos a estas subst\u00e2ncias podem desenvolver sinais e sintomas compat\u00edveis com intoxica\u00e7\u00e3o. Sua absor\u00e7\u00e3o pode ocorrer por inala\u00e7\u00e3o, ingest\u00e3o ou absor\u00e7\u00e3o d\u00e9rmica. Normalmente os sintomas desaparecem em alguns dias ap\u00f3s o afastamento do indiv\u00edduo da fonte contaminante, especialmente nos casos de toxicidade aguda. O diagn\u00f3stico \u00e9 realizado juntando dados cl\u00ednicos, epidemiol\u00f3gicos e laboratoriais, com o uso dos marcadores urin\u00e1rios e eventualmente s\u00e9ricos.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>IBMP*: at\u00e9 1,5 g\/g de creatinina<\/p>\n<p>*Indice Biol\u00f3gico M\u00e1ximo Permitido (NR-7).<\/p>\n<p>M\u00e9todo desenvolvido \\\\\\\\\\\\\\&#8217;in house\\\\\\\\\\\\\\&#8217; pelo Alvaro Centro de An\u00e1lises e Pesquisas Cl\u00ednicas.<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u00c1CIDO METIL HIP\u00daRICO PR\u00c9 JORNADA<\/p>\n<p>Material .:Urina pr\u00e9-jornada de trabalho<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Xileno<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Cromatografia liquida de alto desempenho<\/p>\n<p>Resultado .: 7 dias<\/p>\n<p>Coleta .:coletar a amostra em coletor de urina limpo e sem aditivo. Manter a amostra refrigerada para o envio ao laborat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o .:Uso: Indicador biol\u00f3gico de exposi\u00e7\u00e3o ao xileno. Interpreta\u00e7\u00e3o: O \u00e1cido hip\u00farico e o \u00e1cido metil hip\u00farico s\u00e3o os principais metab\u00f3litos do tolueno e xileno, respectivamente. Processos de exposi\u00e7\u00e3o ocupacional a estes solventes org\u00e2nicos podem ser monitorados pelo seguimento da excre\u00e7\u00e3o destes compostos na urina. Embora o \u00e1cido hip\u00farico seja marcador de exposi\u00e7\u00e3o ao tolueno, outros compostos como o estireno, o etilbenzeno e mesmo alguns conservantes alimentares podem estar associados ao aumento de seus n\u00edveis urin\u00e1rios. Como \u00e9 prontamente excretado na urina, os n\u00edveis s\u00e9ricos de \u00e1cido hip\u00farico podem ser utilizados como bons marcadores de fun\u00e7\u00e3o renal. A dosagem de \u00e1cido hip\u00farico e metil hip\u00farico \u00e9 realizada por cromatografia l\u00edquida de alta press\u00e3o (HPLC), em amostra urin\u00e1ria de fim de turno de trabalho ap\u00f3s, pelo menos, dois dias de trabalho consecutivos, conservada em refrigerador e enviada ao laborat\u00f3rio para an\u00e1lise. O tolueno e\/ou o xileno podem ser encontrados na maioria dos solventes utilizados na ind\u00fastria, especialmente em colas e combust\u00edveis. Trabalhadores expostos a estas subst\u00e2ncias podem desenvolver sinais e sintomas compat\u00edveis com intoxica\u00e7\u00e3o. Sua absor\u00e7\u00e3o pode ocorrer por inala\u00e7\u00e3o, ingest\u00e3o ou absor\u00e7\u00e3o d\u00e9rmica. Normalmente os sintomas desaparecem em alguns dias ap\u00f3s o afastamento do indiv\u00edduo da fonte contaminante, especialmente nos casos de toxicidade aguda. O diagn\u00f3stico \u00e9 realizado juntando dados cl\u00ednicos, epidemiol\u00f3gicos e laboratoriais, com o uso dos marcadores urin\u00e1rios e eventualmente s\u00e9ricos.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>IBMP*: at\u00e9 1,5 g\/g de creatinina<\/p>\n<p>*Indice Biol\u00f3gico M\u00e1ximo Permitido (NR-7).<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u00c1CIDO \u00daRICO<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Uricemia<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Enzim\u00e1tico\/automatizado<\/p>\n<p>Resultado .: 2 dias<\/p>\n<p>Coleta .:Jejum obrigat\u00f3rio de 8 horas.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o .:Uso: diagn\u00f3stico de gota, destrui\u00e7\u00e3o celular excessiva, falha renal, uremia pr\u00e9-renal, alguns defeitos metab\u00f3licos. Valores aumentados: em processos de aumento de s\u00edntese de nucleoprote\u00ednas, catabolismo, ou diminui\u00e7\u00e3o na excre\u00e7\u00e3o do \u00e1cido \u00farico renal; gota, insufici\u00eancia renal, doen\u00e7as mieloproliferativas (leucemias, linfomas, mielomas, policitemia), psor\u00edase, s\u00edndrome de Lesch-Nyhan, nefropatia por chumbo, doen\u00e7a de estoque do col\u00e1geno tipo I, infec\u00e7\u00f5es, hipotireoidismo, hipoparatireoidismo, hiperparatireoidismo, diabetes insipidus nefrog\u00eanica, acidose l\u00e1ctica e diab\u00e9tica, toxemia da gravidez, aumento de risco cardiovascular, risco de lit\u00edase renal. Valores diminu\u00eddos: s\u00edndrome da secre\u00e7\u00e3o inapropriada do horm\u00f4nio diur\u00e9tico, defici\u00eancia da enzima xantina oxidase, s\u00edndrome de Fanconi, doen\u00e7a de Wilson, doen\u00e7as neopl\u00e1sicas causadoras de aumento de excre\u00e7\u00e3o renal, doen\u00e7a hep\u00e1tica severa, porfiria intermitente, diabetes idiop\u00e1tica e familiar. Interferentes: agentes quimioterap\u00eauticos +, diur\u00e9ticos +, etanol +, \u00e1cido nicot\u00ednico +, salicilatos (baixa dose +, alta dose -), teofilina +, purinas na dieta (rica +, pobre-), alopurinol -, alguns grupos \u00e9tnicos possuem n\u00edveis mais altos (p. ex., filipinos +), sexo, idade, fun\u00e7\u00e3o renal, \u00e1cido asc\u00f3rbico -, azatioprina, corticoster\u00f3ides, furosemida, indometacina, levodopa, mercuriais, metotrexato, metildopa, fenito\u00edna, prednisona, probenecid, vincristina, desnutri\u00e7\u00e3o +, stress +.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Homens : 2,5 a 7,0 mg\/dL<\/p>\n<p>Mulheres: 1,5 a 6,0 mg\/dL<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u00c1CIDO \u00daRICO URIN\u00c1RIO &#8211; 24h<\/p>\n<p>Material .:urina 24 horas<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Uricos\u00faria<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Enzim\u00e1tico\/automatizado<\/p>\n<p>Resultado .: 3 dias<\/p>\n<p>Coleta: Desprezar a primeira urina da manh\u00e3, colher toda a urina durante todo o dia e noite, inclusive a 1\u00ba do dia seguinte. Usar frasco de \u00e1gua mineral ou do pr\u00f3prio laborat\u00f3rio. N\u00e3o ser\u00e1 aceita urina colhida em frasco de refrigerante.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o .:Uso: diagn\u00f3stico da uricos\u00faria, principalmente em casos de lit\u00edase renal de repeti\u00e7\u00e3o por uratos; identifica\u00e7\u00e3o de pacientes com risco de forma\u00e7\u00e3o de c\u00e1lculos e defeitos gen\u00e9ticos. Valores aumentados: dietas ricas em purinas (nem sempre acompanhado de hiperuricemia). Valores diminu\u00eddos: insufici\u00eancia renal cr\u00f4nica ou aguda. Interferentes: ver \u00c1cido \u00darico.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>250 a 750 mg\/24h<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u00c1CIDO VALPR\u00d3ICO<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Valproato de s\u00f3dio, Depakene, divalproato de sodio<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Enzim\u00e1tico colorim\u00e9trico<\/p>\n<p>Resultado .:5 dias<\/p>\n<p>Coleta .:Deve ser realizada antes da pr\u00f3xima dose do medicamento. A dose de medicamento deve ser est\u00e1vel por pelo menos dois dias e n\u00e3o deve ter havido falha na tomada do mesmo. Em suspeita de intoxica\u00e7\u00e3o, pelo menos seis horas ap\u00f3s a \u00faltima dose.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o .:Uso: monitoramento de n\u00edveis terap\u00eauticos de \u00e1cido valpr\u00f3ico (valproato), utilizado no tratamento de epilepsias. Os n\u00edveis s\u00e9ricos de \u00e1cido valpr\u00f3ico devem ser mantidos na faixa de refer\u00eancia indicada. Concentra\u00e7\u00f5es superiores \u00e0s concentra\u00e7\u00f5es t\u00f3xicas podem causar toxicidade direta ou indireta em v\u00e1rios \u00f3rg\u00e3os, notadamente f\u00edgado, medula \u00f3ssea e tecido cerebral. Interferentes: recomenda-se tomada do medicamento e coleta da amostra realizadas de modo constante, dada \u00e0 caracter\u00edstica circadiana das concentra\u00e7\u00f5es de \u00e1cido valpr\u00f3ico. A exposi\u00e7\u00e3o a qualquer agente metabolizado do \u00e1lcool ou hepatot\u00f3xico pode interferir nos n\u00edveis s\u00e9ricos da droga, especialmente \u00e1lcool. Processos patol\u00f3gicos que envolvam o f\u00edgado tamb\u00e9m podem interferir nos valores.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Concentra\u00e7\u00e3o efetiva m\u00ednima : 50,0 ug\/mL<\/p>\n<p>Concentra\u00e7\u00e3o terapeutica : 50,0 a 100,0 ug\/mL<\/p>\n<p>Concentra\u00e7\u00e3o t\u00f3xica : &gt; 100,0 ug\/mL<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u00c1CIDO VANIL MAND\u00c9LICO<\/p>\n<p>Material .:Urina 24 h acidificada<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:VMA<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Cromatografia L\u00edquida de Alto Desempenho (HPLC)<\/p>\n<p>Resultado .: 9 dias<\/p>\n<p>Coleta .:Coletar a urina das 24 horas em frascos fornecidos pelo Laborat\u00f3rio. Tr\u00eas dias antes da coleta de urina e durante a coleta o paciente dever\u00e1 abster-se de caf\u00e9, ch\u00e1, chocolates, frutas, verduras, baunilha, vanilina (especialmente bananas e subst\u00e2ncias que contenha vanilina). Suspender o uso de medicamentos, principalmente drogas hipotensoras , salicilatos , cafe\u00edna e fenotiazidas . Todas estas subst\u00e2ncias interferem diretamente no resultado do teste. Alimentar-se de: p\u00e3o, manteiga, ovos, leite integral, a\u00e7\u00facar, arroz, carne e \u00e1gua a vontade.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o .:Uso: diagn\u00f3stico de feocromocitoma; avalia\u00e7\u00e3o de quadros hipertensivos; seguimento de neuroblastomas e ganglioneuroblastomas. O \u00e1cido vanil mand\u00e9lico (VMA) \u00e9 o metab\u00f3lito final da epinefrina e norepinefrina. Valores aumentados: feocromocitoma, neuroblastoma, ganglioneuroma, ganglioblastoma. Interferentes: caf\u00e9 +, ch\u00e1 +, chocolates +, baunilha +, algumas frutas e vegetais +, drogas vasopressoras +, drogas antihipertensivas +, metildopa +, inibidores MAO -, aspirina, imipramina, \u00e1cido nalid\u00edxico, penicilina e sulfas. A coleta de urina 24 horas deve ser realizada ap\u00f3s a observ\u00e2ncia de dieta de tr\u00eas dias padronizada para VMA, com coleta total e correta do volume de 24 horas.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Urina 24 horas: 3,3 a 6,5 mg\/24h<\/p>\n<p>Urina amostra isolada:<\/p>\n<p>At\u00e9 6 meses &#8211; 5,5 a 26,0 mg\/g creat.<\/p>\n<p>7 a 11 meses &#8211; 6,1 a 20,0 mg\/g creat.<\/p>\n<p>1 a 2 anos &#8211; 2,5 a 21,0 mg\/g creat.<\/p>\n<p>3 a 8 anos &#8211; 1,5 a 12,0 mg\/g creat.<\/p>\n<p>9 a 12 anos &#8211; 2,0 a 9,0 mg\/g creat.<\/p>\n<p>Adultos &#8211; 1,1 a 4,1 mg\/g creat.<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u00c1CIDOS GRAXOS (GORDURA FECAL) &#8211; Pesquisa<\/p>\n<p>Material .:fezes<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Teste do Sudan III<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Sudam III<\/p>\n<p>Resultado .:5 dias<\/p>\n<p>Temperatura .:Sob refrigera\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Coleta .:Coletar fezes, vedar o frasco.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o .:Uso: avalia\u00e7\u00e3o diagn\u00f3stica de esteatorr\u00e9ia. Processos de m\u00e1 digest\u00e3o e malabsor\u00e7\u00e3o podem causar esteatorr\u00e9ia. Pacientes com m\u00e1 digest\u00e3o excretam triglic\u00e9rides, enquanto pacientes com malabsor\u00e7\u00e3o excretam \u00e1cidos graxos em excesso. Esta an\u00e1lise permite esta distin\u00e7\u00e3o. Em casos de insufici\u00eancia ex\u00f3crina pancre\u00e1tica, contudo, a libera\u00e7\u00e3o de triglic\u00e9rides pode ser normal. A pesquisa de \u00e1cidos graxos encontra-se alterada em casos de insufici\u00eancia ex\u00f3crina pancre\u00e1tica ou condi\u00e7\u00f5es malabsortivas de intestino delgado. Interferentes: metamucil, b\u00e1rio, bismuto, enzimas pancre\u00e1ticas.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>A presen\u00e7a de at\u00e9 100 got\u00edculas por campo<\/p>\n<p>(450 x aum.) \u00e9 considerada normal.<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>ACTH &#8211; HORM\u00d4NIO ADRENOCORTICOTR\u00d3FICO<\/p>\n<p>Material .:plasma com EDTA<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Horm\u00f4nio adrenocorticotr\u00f3fico, corticotrofina<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Quimioluminesc\u00eancia<\/p>\n<p>Resultado .: 7 dias<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o .:Uso: diagn\u00f3stico diferencial da s\u00edndrome de Cushing, s\u00edndrome do ACTH ect\u00f3pico (ex. carcinoma de pulm\u00e3o, tumor de ilhotas pancre\u00e1ticas, tumores carcin\u00f3ides, carcinoma medular de tire\u00f3ide), doen\u00e7a de Addison, hipopituitarismo e tumores pituit\u00e1rios produtores de ACTH (ex. s\u00edndrome de Nelson); avalia\u00e7\u00e3o de fun\u00e7\u00e3o adrenal. Valores aumentados: doen\u00e7a de Addison, tumores produtores de ACT, stress, s\u00edndrome de Cushing hipofis\u00e1ria. Valores diminu\u00eddos: adenoma de gl\u00e2ndulas supra-renais, carcinoma de c\u00e9lulas supra renais. Interferentes: corticoster\u00f3ides, estrog\u00eanios, espironolactona, anfetaminas, \u00e1lcool, l\u00edtio, gravidez, fase do ciclo menstrual, atividade f\u00edsica.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>At\u00e9 46,0 pg\/mL<\/p>\n<p>Limite de detec\u00e7\u00e3o : 5,0 pg\/mL<\/p>\n<p>Linearidade: 5 a 1250 pg\/mL<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>ALANINA AMINOTRANSFERASE &#8211; GPT<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:ALT, transaminase pir\u00favica<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Enzim\u00e1tico\/ automatizado<\/p>\n<p>Resultado .: 2 dias<\/p>\n<p>Coleta .:Jejum 4 horas.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o .:Uso: determina\u00e7\u00e3o de dano celular do par\u00eanquima hep\u00e1tico; avalia\u00e7\u00e3o das hepatopatias. A GPT \u00e9 encontrada predominantemente no f\u00edgado e em menores quantidades no rim, cora\u00e7\u00e3o e m\u00fasculo esquel\u00e9tico, sendo menos sens\u00edvel que a GOT para a avalia\u00e7\u00e3o de hepatopatia alco\u00f3lica. Valores aumentados: necrose celular hep\u00e1tica de qualquer causa, choque severo, insufici\u00eancia card\u00edaca, an\u00f3xia aguda (ex: estado asm\u00e1tico), trauma extenso, hepatite infecciosa e t\u00f3xica, icter\u00edcia obstrutiva, obstru\u00e7\u00e3o biliar, cirrose, carcinoma hep\u00e1tico, miosite, miocardite, distrofia muscular, doen\u00e7as hemol\u00edticas, trauma muscular moderado, abuso cr\u00f4nico do \u00e1lcool, filariose, queimaduras severas, pancreatite severa. Valores diminu\u00eddos: azotemia, di\u00e1lise renal cr\u00f4nica, estados de defici\u00eancia de piridoxal fosfato. Interferentes: stress muscular +, salicilatos +, tetraciclinas +, isoniazida +, lipemia +, hem\u00f3lise +, andr\u00f3genos +, etanol +, metotrexato +, ester\u00f3ides anabolizantes +, fenobarbital +, quinidina +, \u00e1cido valpr\u00f3ico +, metildopa -, dopamina -.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Homens : De 10 a 40 U\/L<\/p>\n<p>Mulheres : De 10 a 40 U\/L<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>ALBUMINA<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Nefelometria<\/p>\n<p>Resultado .: 2 dias<\/p>\n<p>Coleta .:Jejum de 4 horas.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o .:Uso: marcador de desordens do metabolismo prot\u00e9ico (nutricional, s\u00edntese reduzida, perda aumentada); avalia\u00e7\u00e3o de status nutricional; press\u00e3o onc\u00f3tica sangu\u00ednea; doen\u00e7a renal com protein\u00faria; outras doen\u00e7as cr\u00f4nicas. A determina\u00e7\u00e3o de albumina nos l\u00edquidos cavit\u00e1rios oferece vantagens sobre a determina\u00e7\u00e3o da prote\u00edna total no diagn\u00f3stico diferencial entre transudatos e exsudatos. Valores aumentados: desidrata\u00e7\u00e3o (verificar aumento do hemat\u00f3crito). Valores diminu\u00eddos: ingest\u00e3o inadequada (desnutri\u00e7\u00e3o ou diarr\u00e9ias cr\u00f4nicas); absor\u00e7\u00e3o ent\u00e9rica diminu\u00edda (s\u00edndromes malabsortivas); aumento da demanda corp\u00f3rea (hipertireoidismo, gravidez); s\u00edntese prejudicada [cirrose, outras doen\u00e7as hep\u00e1ticas (ex. alcoolismo), processo inflamat\u00f3rio cr\u00f4nico, analbuminemia heredit\u00e1ria]; aumento de catabolismo (neoplasias, infec\u00e7\u00f5es, traumas, inflama\u00e7\u00f5es); perda [edema, ascites, queimaduras, nefroses, s\u00edndrome nefr\u00f3tica, enteropatias com perda prot\u00e9ica (ex. doen\u00e7a de Crohn, colite ulcerativa, \u00falcera p\u00e9ptica)]; dilui\u00e7\u00e3o (uso de l\u00edquidos IV sem albumina, SIADH, hidrata\u00e7\u00e3o r\u00e1pida; diabetes psicog\u00eanica); defici\u00eancia cong\u00eanita. A hipoalbuminemia est\u00e1 associada a maiores per\u00edodos de interna\u00e7\u00e3o. Interferentes: infus\u00e3o albumina IV +, infus\u00e3o fluidos sem albumina -, contraceptivos orais -, garroteamento excessivo +, diferen\u00e7a postural. Limita\u00e7\u00f5es: especialmente em popula\u00e7\u00f5es de hemodialisados e pacientes com insufici\u00eancia renal cr\u00f4nica, os valores obtidos por diferentes m\u00e9todos n\u00e3o s\u00e3o correlacionados.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>3,5 a 5,5 g\/dL<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>ALDOLASE<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Enzim\u00e1tico<\/p>\n<p>Resultado .: 5 dias<\/p>\n<p>Coleta .:Jejum de 4 horas. Suspens\u00e3o de qualquer medicamento injet\u00e1vel via IM 24 h antes da coleta . Evitar contato com inseticidas organofosforados antes do exame.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o .:Uso: avalia\u00e7\u00e3o dos processos de deple\u00e7\u00e3o muscular. Valores aumentados: distrofia muscular de Duchenne, dermatomiosites, polimiosites, triquinoses, rabdomi\u00f3lise, hepatites agudas e outras doen\u00e7as hep\u00e1ticas agudas, infarto do mioc\u00e1rdio, c\u00e2ncer de pr\u00f3stata, pancreatite hemorr\u00e1gica. A aldolase \u00e9 proporcional \u00e0 redu\u00e7\u00e3o da massa muscular, mas sua eleva\u00e7\u00e3o no soro n\u00e3o \u00e9 espec\u00edfica de doen\u00e7a muscular. Valores normais: atrofias musculares neurog\u00eanicas. Valores diminu\u00eddos: perda de massa muscular. Interferentes: inje\u00e7\u00f5es intramusculares +, inseticidas organofosforados +, hem\u00f3lise +, fenotiazidas -.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>1,0 a 7,6 U\/L<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>ALDOSTERONA<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Mineralocortic\u00f3ide<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:ELISA<\/p>\n<p>Resultado .: 5 dias<\/p>\n<p>Coleta .:Jejum de 8 horas. Suspens\u00e3o de qualquer medicamento a base de metoclopramida, captopril ou diur\u00e9tico. Coletar preferencialmente at\u00e9 as 10 horas da manh\u00e3, ou conforme a orienta\u00e7\u00e3o m\u00e9dica; O paciente dever\u00e1 permanecer por 2 horas em p\u00e9 (parado ou andando) antes da coleta, ou conforme orienta\u00e7\u00e3o m\u00e9dica; Caso seja solicitada Aldosterona em repouso, o paciente dever\u00e1 permanecer por cerca de 30 minutos deitado.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o .:Uso: avalia\u00e7\u00e3o de quadros hipertensivos onde se suspeita de hiperaldosteronismo; documenta\u00e7\u00e3o do hiperaldosteronismo na investiga\u00e7\u00e3o de hipertens\u00e3o renovascular; diagn\u00f3stico de hiperplasia adrenal, hipoaldosteronismo e s\u00edndrome de perda salina. Valores aumentados: hipertens\u00e3o, hiperaldosteronismo prim\u00e1rio, c\u00e2ncer do c\u00f3rtex adrenal, hiperatividade de gl\u00e2ndulas adrenais, insufici\u00eancia card\u00edaca congestiva, cirrose, terceiro trimestre de gravidez, hiperaldosteronismo secund\u00e1rio a renina aumentada (ex. terapia diur\u00e9tica, estenose arterial renal). Valores diminu\u00eddos: hipoaldosteronismo, doen\u00e7a de Addison, toxemia da gravidez, perda salina. Interferentes: diur\u00e9ticos, anti-hipertensivos, cortic\u00f3ides, prepara\u00e7\u00e3o inadequada para a coleta.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Aldosterona: 2,5 a 31,5 ng\/dL (sem restri\u00e7\u00e3o de ingest\u00e3o de sal, em repouso).<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>ALFA &#8211; 2 MACROGLOBULINA<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Nefelometria<\/p>\n<p>Resultado .: 5 dias<\/p>\n<p>Coleta .:Jejum de 4 horas.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o .:Uso : pode ser usada como marcador de permeabilidade do soro e flu\u00eddos.A alfa 2 macroglobulina \u00e9 uma globulina de alto espectro com a\u00e7\u00e3o inibidora de endoprotease. Valores elevados podem indicar stress ou coagula\u00e7ao intravascular disseminada (CID) . Est\u00e1 aumentada tamb\u00e9m na gravidez, diabetes, cirrose hep\u00e1tica, infarto cerebral e terap\u00e8utica estrog\u00eanica. Valores dimimu\u00eddos pode ser encontrados em sindrome nefr\u00f3tico , doen\u00e7as hep\u00e1ticas , diabetes, mieloma m\u00faltiplo, pr\u00e9 eclampsia e doen\u00e7a pulmonar.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>mulher : 175 a 420 mg\/dL<\/p>\n<p>homem : 150 a 350 mg\/dL<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>ALFA 1 ANTITRIPSINA<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:ALFATRIP<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Nefelometria<\/p>\n<p>Resultado .: 5 dias<\/p>\n<p>Coleta .:Jejum de 4 horas.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o .:Uso: detec\u00e7\u00e3o de defici\u00eancias heredit\u00e1rias na produ\u00e7\u00e3o de alfa 1 antitripsina (A1AT), poss\u00edveis fatores para doen\u00e7a pulmonar obstrutiva cr\u00f4nica (DPOC) e doen\u00e7a hep\u00e1tica; diagn\u00f3stico de cirrose hep\u00e1tica e hepatite cr\u00f4nica ativa; investiga\u00e7\u00e3o de enfisema, hepatite neonatal, cirrose juvenil, paniculite; marcador de fase aguda. Valores aumentados: gravidez normal, doen\u00e7as pulmonares cr\u00f4nicas, edema angioneur\u00f3tico heredit\u00e1rio, doen\u00e7as g\u00e1stricas, doen\u00e7as hep\u00e1ticas, doen\u00e7as reum\u00e1ticas, como marcador de fase aguda em processos inflamat\u00f3rios inespec\u00edficos com inj\u00faria tecidual, necrose, inflama\u00e7\u00e3o ou infec\u00e7\u00e3o. Valores diminu\u00eddos: perda prot\u00e9ica severa, defici\u00eancia de A1AT (um dos mais freq\u00fcentes erros inatos do metabolismo, levando a desenvolvimento de enfisema de juvenil), hepatopatia colest\u00e1tica em beb\u00eas, cirrose familiar infantil, enfisema familiar, DPOC, cirrose hep\u00e1tica, hepatoma. Interferentes: contraceptivos orais.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>103,0 a 202,0 mg\/dL<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>ALFA 1 ANTITRIPSINA &#8211; Fezes<\/p>\n<p>Material .:fezes<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Nefelometria<\/p>\n<p>Resultado .: 7dias<\/p>\n<p>Coleta .:Coleta das fezes sem laxantes. Coletar em frascos que n\u00e3o contenha conservante. Refrigerar a amostra. A amostra n\u00e3o pode ser contaminada com urina. Evitar o uso de medicamentos at\u00e9 3 dias antes da coleta do material , principalmente constrates radiol\u00f3gicos. Amostras com mais de 72 horas , mesmo sendo refrigeradas n\u00e3o \u00e9 apropriada para o teste.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o .:Uso: Marcador da presen\u00e7a de prote\u00ednas plasm\u00e1ticas no trato gastrointestinal \u00datil no diagn\u00f3stico de perda prot\u00e9ica intestinal , estando elevada na doen\u00e7a inflamat\u00f3ria intestinal, doen\u00e7a cel\u00edaca, S\u00edndrome de Menetrier, linfomas do tubo digestivo, linfangectasia intestinal. Na presen\u00e7a de les\u00e3o da mucosa intestinal com perda de prote\u00ednas plasm\u00e1ticas, a alfa 1 antitripsina fecal se eleva.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>At\u00e9 0,30 mg\/g fezes<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>ALFA 1 GLICOPROTE\u00cdNA \u00c1CIDA<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Nefelometria<\/p>\n<p>Resultado .: 2 dias<\/p>\n<p>Coleta .:Jejum de 4 horas.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o .:Uso: monitoramento de processos inflamat\u00f3rios em geral. A alfa 1 glicoprote\u00edna \u00e1cida \u00e9 um marcador de fase aguda, sendo tamb\u00e9m o principal componente da mucoprote\u00edna de Winzler. Embora o f\u00edgado seja apontado como local exclusivo de s\u00edntese, alguns tumores podem produzir esta prote\u00edna. Esta dosagem tem sido solicitada em substitui\u00e7\u00e3o \u00e0 dosagem de mucoprote\u00ednas por apresentar melhor correla\u00e7\u00e3o cl\u00ednica e constituir marcador de maior fidelidade e reprodutibilidade. Valores aumentados: atividade inflamat\u00f3ria de origem infecciosa, autoimune, neopl\u00e1sica. Valores diminu\u00eddos: desnutri\u00e7\u00e3o, hepatopatias graves, gravidez, enteropatia com perda prot\u00e9ica.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>41,0 a 121,0 mg\/dL<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>ALFA FETOPROTE\u00cdNA<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:AFP<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Eletroquimioluminesc\u00eancia<\/p>\n<p>Resultado .: 5 dias<\/p>\n<p>Coleta .:Jejum m\u00ednimo 3 horas<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o .:Uso: diagn\u00f3stico e monitoramento de carcinoma hepatocelular e tumores de c\u00e9lulas germinais; avalia\u00e7\u00e3o de risco para defeitos no tubo neural e outros defeitos no \u00fatero; distin\u00e7\u00e3o entre hepatite neonatal e atresia biliar neonatal. Valores aumentados: carcinoma hepatocelular (concentra\u00e7\u00f5es iniciais muito altas sugerem pior progn\u00f3stico, falha em diminui\u00e7\u00e3o de n\u00edveis ap\u00f3s cirurgia indica met\u00e1stase ou m\u00e1 ressec\u00e7\u00e3o, mudan\u00e7as podem ocorrer com o resultado de quimioterapia), ataxia, teleangiectasia, tumores de c\u00e9lulas germinais, tirosinemia heredit\u00e1ria, persist\u00eancia heredit\u00e1ria de AFP, met\u00e1stases hep\u00e1ticas de carcinoma de est\u00f4mago e p\u00e2ncreas, hepatite neonatal, carcinoma embrional, teratocarcinoma, coriocarcinoma, outras doen\u00e7as hep\u00e1ticas (em menores concentra\u00e7\u00f5es), defeitos do tubo neural em gesta\u00e7\u00f5es. Valores normais: atresia biliar neonatal. Valores diminu\u00eddos: gravidez com trissomia de 21.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Inferior a 13,7 ng\/mL<\/p>\n<p>Gestantes (ng\/mL)valor m\u00e9dio<\/p>\n<p>At\u00e9 15a sem.: 32,4 At\u00e9 16a sem. : 36,3<\/p>\n<p>At\u00e9 17a sem.: 42,3 At\u00e9 18a sem. : 48,5<\/p>\n<p>At\u00e9 19a sem.: 56,1 At\u00e9 20a sem. : 64,8<\/p>\n<p>Valores de refer\u00eancia em rec\u00e9m-nascidos n\u00e3o est\u00e3o parametrizados, entretanto concentra\u00e7\u00f5es ao redor 100.000 ng\/mL tem sido detectadas em rec\u00e9m-nascido normais, e esses valores decrescem rapidamente nos primeiros 6 meses de vida, atingindo n\u00edveis normais dos adultos por volta dos 10 a 12 meses.<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>ALUM\u00cdNIO S\u00c9RICO<\/p>\n<p>Material .:soro &#8211; tubo trace<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Alum\u00ednio sangu\u00edneo<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Espectrofotometria de Absor\u00e7\u00e3o At\u00f4mica com Corretor Zeeman<\/p>\n<p>Resultado .: 10dias<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o .:Uso: monitoramento de toxicidade do alum\u00ednio em pacientes sob risco. O alum\u00ednio \u00e9 um dos elementos de maior preval\u00eancia na crosta terrestre. As formas de contamina\u00e7\u00e3o mais importantes s\u00e3o a ingest\u00e3o e a entrada via parenteral. N\u00edveis m\u00ednimos apresentam pouca associa\u00e7\u00e3o com morbidade. Os grupos de indiv\u00edduos mais expostos a risco de contamina\u00e7\u00e3o com alum\u00ednio s\u00e3o: crian\u00e7as usu\u00e1rias de alimenta\u00e7\u00e3o parenteral; pacientes queimados que recebem administra\u00e7\u00e3o de albumina intravenosa, especialmente com insufici\u00eancia renal concomitante; pacientes adultos e pedi\u00e1tricos com insufici\u00eancia renal cr\u00f4nica, que acumulam alum\u00ednio de medicamentos; pacientes dialisados; indiv\u00edduos com exposi\u00e7\u00e3o industrial. A popula\u00e7\u00e3o de dialisados parece ser a mais associada aos riscos t\u00f3xicos do elemento, com comprometimentos \u00f3sseos e neurol\u00f3gicos. Os pacientes renais cr\u00f4nicos em hemodi\u00e1lise podem desenvolver encefalopatias e osteodistrofias por presen\u00e7a de n\u00edveis s\u00e9ricos elevados de alum\u00ednio. A presen\u00e7a de n\u00edveis de alum\u00ednio acima de 10 ng\/mL no l\u00edquido de di\u00e1lise est\u00e1 relacionada a dep\u00f3sito desta subst\u00e2ncia nos tecidos.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>At\u00e9 10,0 ug\/L para pacientes normais.<\/p>\n<p>At\u00e9 14,0 ug\/L para pacientes expostos.<\/p>\n<p>Para pacientes submetidos a tratamento hemodial\u00edtico o Sub Anexo C da Portaria n\u00b0 82, de 03 de janeiro de 2000, determina que:<\/p>\n<p>1. A concentra\u00e7\u00e3o s\u00e9rica de alum\u00ednio deve ser determinada a cada ano, por meio de espectrometria de absor\u00e7\u00e3o at\u00f4mica com forno de grafite.<\/p>\n<p>2. Se o valor de alum\u00ednio s\u00e9rico for menor que 30 ug\/L manter a determina\u00e7\u00e3o dos n\u00edveis s\u00e9ricos a cada ano.<\/p>\n<p>3. se o valor do alum\u00ednio for igual ou maior que30 ug\/L realizar o Teste da Desferroxamina,<\/p>\n<p>realizando a dosagem de alum\u00ednio s\u00e9rico a cada dois meses.<\/p>\n<p>4. Se a diferen\u00e7a entre as duas dosagens for menor que 50 ug\/L, manter as determina\u00e7\u00f5es de alum\u00ednio a cada ano.<\/p>\n<p>5. se a diferen\u00e7a entre as duas determina\u00e7\u00f5es de alum\u00ednio for maior que 50 ug\/L deve ser feita a bi\u00f3psia \u00f3ssea seguida por tratamento por desferroxamina na dosagem de 10 mg\/kg de peso por semana.<\/p>\n<p>M\u00e9todo desenvolvido \\\\\\\\\\\\\\&#8217;in house\\\\\\\\\\\\\\&#8217; pelo Alvaro Centro de An\u00e1lises e Pesquisas Cl\u00ednicas.<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>AMILASE TOTAL<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Amilasemia<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Enzim\u00e1tico\/ automatizado<\/p>\n<p>Resultado .: 2 dias<\/p>\n<p>Coleta .:Jejum n\u00e3o obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o .:Uso: diagn\u00f3stico de pancreatites, parotidites e macroamilasemia. Valores aumentados: pancreatites agudas (in\u00edcio 3-6 horas, pico 20-30 horas, dura\u00e7\u00e3o 48-96 horas), obstru\u00e7\u00e3o pancre\u00e1tica, trauma pancre\u00e1tico, c\u00e2ncer pancre\u00e1tico, obstru\u00e7\u00e3o biliar, infarto do mioc\u00e1rdio, perfura\u00e7\u00e3o intestinal, peritonite, gravidez ect\u00f3pica, cetoacidose diab\u00e9tica, alguns tumores pulmonares ou ovarianos, queimaduras, insufici\u00eancia renal (por falha no clearence), parotidites infecciosas e n\u00e3o infecciosas, obstru\u00e7\u00e3o de gl\u00e2ndulas salivares, calculose salivar. Valores diminu\u00eddos: pancreatite cr\u00f4nica, cirrose, c\u00e2ncer pancre\u00e1tico em est\u00e1gio avan\u00e7ado, cirrose e toxemia da gravidez. Interferentes: \u00e1cido aminosalic\u00edlico +, asparaginase +, azatioprina +, colin\u00e9rgicos +, opi\u00e1ceos +, corticoster\u00f3ides +, furosemida +, contraceptivos orais +, rifampicina +, tiaz\u00eddicos +, \u00e1lcool +, recentes cirurgias pr\u00f3ximas ao p\u00e2ncreas +, \u00falcera perfurada +, macroamilasemia +, barbituratos -, ars\u00eanico -, procedimento odontol\u00f3gico recente, contamina\u00e7\u00e3o da amostra com fomitos bucais do coletador, paciente ou t\u00e9cnico.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>At\u00e9 90 U\/L<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>AMILASE URIN\u00c1RIA &#8211; 24h<\/p>\n<p>Material .:urina 24 horas<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Clearance de amilase<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Enzim\u00e1tica<\/p>\n<p>Resultado .:3 dias<\/p>\n<p>Coleta .: Coleta: Desprezar a primeira urina da manh\u00e3, colher toda a urina durante todo o dia e noite, inclusive a 1\u00ba do dia seguinte. Usar frasco de \u00e1gua mineral ou do pr\u00f3prio laborat\u00f3rio. N\u00e3o ser\u00e1 aceita urina colhida em frasco de refrigerante. Manter refrigerado.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o .:Uso: diagn\u00f3stico de macroamilasemia e pancreatites agudas e cr\u00f4nicas. Valores aumentados: sempre que houver hiperamilasemia, a amilase urin\u00e1ria estar\u00e1 aumentada, exceto em quadros de insufici\u00eancia renal e macroamilasemia. Interferentes: sangue na urina, menstrua\u00e7\u00e3o, contamina\u00e7\u00e3o da urina, m\u00e1 conserva\u00e7\u00e3o da amostra. Ver Amilase Total para mais interferentes.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>450 U\/24h<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>AMINO\u00c1CIDOS &#8211; CROMATOGRAFIA (SCREENING)<\/p>\n<p>Material .:papel filtro &#8211; sangue<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:\u00c1cidos aminados<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Cromatografia em Camada Delgada<\/p>\n<p>Resultado .: 10 dias<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o .:Uso : Doen\u00e7a na qual o organismo n\u00e3o consegue digerir um amino\u00e1cido espec\u00edfico. O tratamento consiste em dietas espec\u00edficas para cada tipo de amino\u00e1cido.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Normal<\/p>\n<p>Aminoacidopatias investigadas:<\/p>\n<p>Cistinose, Citrulinemia, Fenilceton\u00faria,Hidroxiprolinemia, Hiperargininemia, Hiperfenilalaninemia, Hiperglicinemia, Hiperlisinemia, Hipermetioninemia,<\/p>\n<p>Hiperornitinemia, Hiperprolinemia, Hipervalinemia, Histidinemia, Homocistin\u00faria, Tirosinemia,<\/p>\n<p>Xarope de Bordo<\/p>\n<p>Observa\u00e7\u00e3o: Altera\u00e7\u00f5es transit\u00f3rias eventuais podem ocorrer em rec\u00e9m-nascidos.<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>AMIODARONA<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Cromatografia Liquida de Alta Resolu\u00e7\u00e3o &#8211; HPLC<\/p>\n<p>Resultado .:15 dias \u00fateis<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o .:O teste \u00e9 \u00fatil na monitoriza\u00e7\u00e3o terap\u00eautica Amiodarone \u00e9 um recurso terap\u00eautico em arritmias card\u00edacas. Devido ao potencial de toxicidade os n\u00edveis desta droga s\u00e3o monitorados. O uso desta droga \u00e9 restrito devido a diversos efeitos colaterais, incluindo fibrose pulmonar, disfun\u00e7\u00e3o tiroideana e intera\u00e7\u00e3o com outras drogas. Bibliografia : Vrobel TR, Miller PE, Mostow ND, et al, A General Overview of Amiodarone Toxicity: Its Prevention, Detection, and Management,\\\\\\\\\\\\\\&#8217; Prog Cardiovasc Dis, 1989, 31(6):393-426<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>N\u00edveis terapeuticos: 1,0 &#8211; 2,5 ug\/mL<\/p>\n<p>N\u00edveis t\u00f3xicos: &gt; 2,5 ug\/mL<\/p>\n<p>An\u00e1lise de \u00e1gua<\/p>\n<p>Material: \u00e1gua<\/p>\n<p>Volume: 1 frasco de 100 mL, e 1 frasco de 50 mL<\/p>\n<p>M\u00e9todo: Bioclin<\/p>\n<p>Resultado: 5 dias<\/p>\n<p>Coleta:<\/p>\n<p>Para coleta de \u00e1gua de torneiras:<br \/>\nFazer higieniza\u00e7\u00e3o das m\u00e3os com \u00e1gua e sab\u00e3o. Vestir luva descart\u00e1vel;<br \/>\nLimpar com \u00e1lcool a parte externa da torneira;<br \/>\nAbrir a torneira e deixar correr a \u00e1gua durante 3 minutos para esgotar a \u00e1gua parada no cano;<br \/>\nAbrir o frasco com cuidado para n\u00e3o tocar em seu interior nem no interior da tampa;<br \/>\nEncher o frasco maior at\u00e9 a marca indicada (100mL);<br \/>\nEncher o frasco menor at\u00e9 a boca, cuidando para que n\u00e3o produza bolhas;<br \/>\nFechar bem os frascos.<\/p>\n<p>Para coleta em po\u00e7os artesianos e semi-artesianos:<\/p>\n<p>Conv\u00e9m utilizar uma torneira colocada no conduto ascendente do po\u00e7o (torneira de descarga). Proceder como citado acima (coleta de \u00e1gua de torneira), deixando a \u00e1gua correr antes da coleta durante uns 5 minutos.<\/p>\n<p>Po\u00e7os ou cisternas:<\/p>\n<p>Pode-se fazer o uso de balde de metal, caso n\u00e3o haja torneira, por\u00e9m o mesmo deve ser muito bem lavado internamente e externamente, em seguida deve-se limpar com \u00e1lcool;<br \/>\nSubmergir o balde na \u00e1gua;<br \/>\nDepois do balde cheio, transferir a amostra para o frasco est\u00e9ril, utilizando luva, tomando os devidos cuidados para n\u00e3o contaminar a mostra e em seguida fechar bem o frasco.<\/p>\n<p>\u00c1guas de efluentes, rios, lagos, vertentes e mananciais:<\/p>\n<p>Pode-se fazer o uso de balde de metal, por\u00e9m o mesmo deve ser muito bem lavado internamente e externamente, em seguida deve-se limpar com \u00e1lcool;<br \/>\nVestir as luvas;<br \/>\nAbrir o frasco com cuidado para n\u00e3o tocar em seu interior nem no interior da tampa;<br \/>\nMergulhar o frasco n\u00e3o muito pr\u00f3ximo \u00e0 borda;<br \/>\nCuidar para manter o frasco em sentido contr\u00e1rio ao da correnteza do rio;<br \/>\nEncher o frasco maior at\u00e9 a marca indicada (100mL);<br \/>\nEncher o frasco menor at\u00e9 a boca, cuidando para que n\u00e3o produza bolhas;<br \/>\nFechar bem os frascos.<\/p>\n<p>\u00c1guas de piscina, clubes, academias, condom\u00ednios, est\u00e2ncias&#8230;<br \/>\nFazer higieniza\u00e7\u00e3o das m\u00e3os com \u00e1gua e sab\u00e3o. Vestir luva descart\u00e1vel;<br \/>\nNo caso de torneiras, fazer higieniza\u00e7\u00e3o da mesma como citado no item 1 desta instru\u00e7\u00e3o;<br \/>\nPode-se fazer o uso de balde de metal, caso n\u00e3o haja torneira, por\u00e9m o mesmo deve ser muito bem lavado internamente e externamente, em seguida deve-se limpar com \u00e1lcool;<br \/>\nSubmergir o balde na \u00e1gua, transferir a amostra para os frascos est\u00e9reis;<br \/>\nEncher o frasco maior at\u00e9 a marca indicada (100mL);<br \/>\nEncher o frasco menor at\u00e9 a boca, cuidando para que n\u00e3o produza bolhas;<br \/>\nFechar bem os frascos.<\/p>\n<p>Observa\u00e7\u00f5es importantes:<\/p>\n<p>Para an\u00e1lise da \u00e1gua, somente ser\u00e3o aceitos os frascos fornecidos pelo laborat\u00f3rio.<br \/>\nAp\u00f3s realizar a coleta, identificar os frascos contendo as amostras.<br \/>\nAcondicionar as amostras sob refrigera\u00e7\u00e3o em uma caixa t\u00e9rmica, com gelo recicl\u00e1vel ou gelo comum.<br \/>\nA amostra dever\u00e1 chegar \u00e0 recep\u00e7\u00e3o do laborat\u00f3rio com temperatura m\u00e1xima de 8 oC , a fim de evitar interfer\u00eancia nos resultados;<br \/>\nO tempo entre a coleta e o recebimento da amostra pelo laborat\u00f3rio n\u00e3o deve exceder 2 horas.<\/p>\n<p>Valor de Refer\u00eancia:<\/p>\n<p>Aus\u00eancia de coliformes totais e fecais.<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>ANATOMO PATOLOGICO<\/p>\n<p>Material .:An\u00e1tomo Patol\u00f3gico<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Histopatol\u00f3gico<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Colora\u00e7\u00e3o por Hematoxilina e Eosina<\/p>\n<p>Resultado .:15 dias \u00fateis<\/p>\n<p>Coleta .:Por procedimentos cir\u00fargicos. Para a histopatologia convencional ,o fixador mais comum \u00e9 a solu\u00e7\u00e3o aquosa de formalina (formol 40% dilu\u00eddo em \u00e1gua numa concentra\u00e7\u00e3o de 1:10) a 10%. Tamb\u00e9m podem ser fixadores alternativos o \u00e1lcool et\u00edlico (\u00e1lcool 50%) e o \u00e9ter. O volume ideal corresponde a cerca de 20 vezes o volume da pe\u00e7a a ser fixada. Ap\u00f3s 24h em amostras menores que 3 cm e 48h em amostras maiores que 3 cm, o fixador pode ser escorrido para envio do material sem risco de derrama de l\u00edquido. Os frascos devem estar rotulados com a correta identifica\u00e7\u00e3o do paciente. Para casos de revis\u00e3o de casos ou de imunohistoqu\u00edmica, enviar blocos de parafina com material histol\u00f3gico ou fragmentos de tecido previamente fixados acompanhados de um relat\u00f3rio ou solicita\u00e7\u00e3o m\u00e9dica e da c\u00f3pia do laudo anterior.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o .:As altera\u00e7\u00f5es observadas (altera\u00e7\u00f5es inflamat\u00f3rias, reparativas, degenerativas, infecciosas ou neopl\u00e1sicas), ser\u00e3o relatadas na conclus\u00e3o.<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>ANDROSTENEDIONA<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Delta 4<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Quimioluminesc\u00eancia<\/p>\n<p>Resultado .: 5 dias<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o .:Uso: avalia\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o de horm\u00f4nios androg\u00eanios em mulheres hirsutas; avalia\u00e7\u00e3o de outros aspectos da viriliza\u00e7\u00e3o. A androstenediona \u00e9 o principal precursor na bioss\u00edntese de andr\u00f3genos e estr\u00f3genos, servindo como pr\u00f3-horm\u00f4nio para testosterona e estrona (particularmente em mulheres na menopausa). Funciona como andr\u00f3geno de pot\u00eancia fraca, podendo ser produzida pelas gl\u00e2ndulas adrenais e ov\u00e1rios. Os andr\u00f3genos predominantes na mulher normal s\u00e3o a androstenediona e a deidroepiandrostenediona. A convers\u00e3o perif\u00e9rica de androstenediona para estrog\u00eanio se d\u00e1 no tecido adiposo, principalmente em mulheres obesas, o que pode levar a hiperplasia do endom\u00e9trio. Valores aumentados: hiperplasia adrenal cong\u00eanita por defici\u00eancia da 21-hidroxilase [os n\u00edveis alterados s\u00e3o suprimidos por terapia com corticoster\u00f3ides (n\u00edveis suprimidos s\u00e3o indicadores de controle terap\u00eautico)], s\u00edndrome do ov\u00e1rio polic\u00edstico, tumores virilizantes (valores extremamente aumentados), s\u00edndrome de Stein-Leventhal, hiperplasia ovariana estromal, s\u00edndrome de Cushing, tumores ect\u00f3picos produtores de ACTH. Cerca de 60% dos casos de hirsutismo feminino apresentam eleva\u00e7\u00f5es nos n\u00edveis s\u00e9ricos de androstenediona. Limita\u00e7\u00f5es: os n\u00edveis s\u00e9ricos de androstenediona n\u00e3o se correlacionam com severidade do processo patol\u00f3gico. Interferentes: uso de cortic\u00f3ides, uso de subst\u00e2ncias radioativas (contrastes radiol\u00f3gicos).<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Masculino: 0,40 &#8211; 2,60 ng\/mL<\/p>\n<p>Feminino: 0,40 &#8211; 4,10 ng\/mL<\/p>\n<p>Limite m\u00ednimo de detec\u00e7\u00e3o: 0,30 ng\/mL<\/p>\n<p>ATEN\u00c7\u00c3O: Novos valores de refer\u00eancia a partir de 06\/07\/12.<\/p>\n<p>Valores de refer\u00eancia antigos:<\/p>\n<p>Idade : Fem.(ng\/mL) : Masc.(ng\/mL)<\/p>\n<p>01 a 09 anos: at\u00e9 0,45\u00a0\u00a0\u00a0 : at\u00e9 0,55<\/p>\n<p>10 a 11 anos: at\u00e9 0,80\u00a0\u00a0\u00a0 : at\u00e9 0,30<\/p>\n<p>12 a 14 anos: at\u00e9 1,75\u00a0\u00a0\u00a0 : at\u00e9 0,85<\/p>\n<p>15 a 17 anos: 0,55 a 2,00 : 0,35 a 1,00<\/p>\n<p>Adulto : 0,40 a 3,00 : 0,40 a 2,50<\/p>\n<p>Ref. Soldin J.S., Hicks M.J. &#8211; Pediatric Reference Ranges, AACC Press &#8211; Washington, 1995<\/p>\n<p>Valores falsamente elevados podem estar associados a coleta em plasma.<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>ANFETAMINA<\/p>\n<p>Material .:urina<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Imunoenzim\u00e1tico Colorim\u00e9trico<\/p>\n<p>Resultado .: 5 dias<\/p>\n<p>Coleta .:Conforme orienta\u00e7\u00e3o m\u00e9dica.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o .:Uso :Monitoramento do uso de Anfetamina. Controle de alguns medicamentos utilizados para regime de emagrecimento possuem anfetaminas em quantidade suficiente para positivar o teste. A detec\u00e7\u00e3o do uso da droga depende de v\u00e1rios fatores: Usu\u00e1rio (pesado\/cr\u00f4nico ou ocasional\/agudo) Tipo de droga e dose utilizada Fatores fisiologicos individuais: condi\u00e7\u00f5es f\u00edsicas, idade, alimenta\u00e7\u00e3o e quantidade de l\u00edq\u00fcido ingerido<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Negativo<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>ANTI CCP (Cyclic Citrullinated Peptide)<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:anticorpos antipept\u00eddeo citrulinado c\u00edclico<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Fluorimetria<\/p>\n<p>Resultado .:5 dias<\/p>\n<p>Temperatura .:Sob refrigera\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Coleta .:Jejum n\u00e3o obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o .:Uso: Diagn\u00f3stico precoce e progn\u00f3stico da Artrite Reumat\u00f3ide O fator reumat\u00f3ide (FR) tem sido usado como marcador de Artrite reumat\u00f3ide h\u00e1 mais de meio s\u00e9culo, entretanto tem uma especificidade muito baixa (59 a 65%), pois pode ser encontrado em diversas outras doen\u00e7as reum\u00e1ticas auto-imunes, doen\u00e7as infecciosas, neopl\u00e1sicas e mesmo em uma consider\u00e1vel fra\u00e7\u00e3o de indiv\u00edduos sadios(1,3). Ademais, o FR \u00e9 detectado em somente 33% dos pacientes que se encontram na fase inicial da doen\u00e7a.Recentemente foi descoberto os anticorpos anti CCP que possuem melhor utilidade na discrimina\u00e7\u00e3o de pacientes com AR. A sensibilidade \u00e9 compar\u00e1vel ao FR , por\u00e9m com uma especificidade de 96%. Em literatura recente, aproximadamente 70% dos pacientes com AR s\u00e3o positivos para anti CCP(2).Uma an\u00e1lise global de diversos estudos com pacientes europeus e norte-americanos evidenciou sensibilidade de 78% e especificidade de 96% para os anticorpos anti-CCP contra sensibilidade de 74% e especificidade de 65% para o FR IgM. Ademais, v\u00e1rios estudos t\u00eam demonstrado que os anticorpos anti-CCP ocorrem precocemente no curso da doen\u00e7a, podendo at\u00e9 mesmo preceder a eclos\u00e3o cl\u00ednica da mesma(4,5,6).A associa\u00e7\u00e3o dos dois testes , FR + Anti CCP aumenta a sensibilidade e a especificidade no diagn\u00f3stico da AR. 1.Baeten D, et al. Specific presence of intracellular citrullinated proteins in rheumatoid arthritis synovium. Arthritis Rheum ; 44:2255-2262,2001. 2.Bizzaro N, et al. Diagnostic accuracy of the anti citrulline antibody assay for rheumatoid arthritis. Clin Chem ; 47:1089-1093,2001. 3.Kim JK and MH Weisman. When does rheumatoid arthritis begin and why do we need to know? Arthritis Rheum ; 43:473-84,2000. 4.van Gaalen FA, Linn-Rasker SP, van Venrooij WJ, de Jong BA, Breedveld FC, Verweij CL, Toes RE, Huizinga TW. Autoantibodies to cyclic citrullinated peptides predict progression to rheumatoid arthritis in patients with undifferentiated arthritis: a prospective cohort study. Arthritis Rheum ;50(3):709-15,2004. 5.Nielen MM, van Schaardenburg D, Reesink HW, van de Stadt RJ, van der Horst-Bruinsma IE, de Koning MH, Habibuw MR, Vandenbroucke JP, Dijkmans BA. Specific autoantibodies precede the symptoms of rheumatoid arthritis: a study of serial measurements in blood donors Arthritis Rheum ;50(2):380-6,2004. 6.Saraux A, Berthelot JM, Devauchelle V, Bendaoud B, Chales G, Le Henaff C, Thorel JB, Hoang S, Jousse S, Baron D, Le Goff P, Youinou P. Value of antibodies to citrulline-containing peptides for diagnosing early rheumatoid arthritis. J Rheumatol ;30(12):2535-9,2003.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Negativo : Inferior a 7 U\/mL<\/p>\n<p>Indeterminado : Entre 7 at\u00e9 10 U\/mL<\/p>\n<p>Positivo : Superior a 10 U\/mL<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p>Um resultado positivo indica presen\u00e7a de anticorpos IgG Anti-CCP e sugere a possibilidade de Artrite Reumat\u00f3ide.<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>ANTI &#8211; BETA2 GLICOPROTEINA<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:ANTI BETA2 GLICOPROTEINA<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Fluorimetria<\/p>\n<p>Resultado .: 5 dias<\/p>\n<p>Coleta .:Jejum n\u00e3o obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o .:Anticorpos contra essa prote\u00edna est\u00e3o presentes em cerca de 75% a 80% dos pacientes com s\u00edndrome antifosfol\u00edpide e se mostram mais espec\u00edficos e reprodut\u00edveis que os tradicionais anticorpos anticardiolipina, tendo sido, por isso, recentemente inclu\u00eddos nos crit\u00e9rios de classifica\u00e7\u00e3o dessa s\u00edndrome. Em at\u00e9 10% dos casos de SAF, os anticorpos anti-\u00df2-glicoprote\u00edna I (anti-\u00df2-GPI) s\u00e3o os \u00fanicos marcadores diagn\u00f3sticos presentes. Esses anticorpos tamb\u00e9m podem ocorrer transitoriamente na vig\u00eancia de determinadas infec\u00e7\u00f5es e ap\u00f3s o uso de certos medicamentos. Portanto, para considerar o diagn\u00f3stico da SAF, \u00e9 necess\u00e1ria a detec\u00e7\u00e3o desses auto-anticorpos em duas ocasi\u00f5es distintas, com um intervalo de, pelo menos, 12 semanas.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Anti &#8211; Beta 2 Glicoprote\u00edna I IgG:<\/p>\n<p>N\u00e3o Reagente : &lt; 7,00 U\/mL<\/p>\n<p>Inconclusivo : 7,00 a 10,00 U\/mL<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>ANTI &#8211; CITOPLASMA DE NEUTR\u00d3FILOS<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Anticorpos ANCA, P-Anca , C-Anca<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Imunofluoresc\u00eancia Indireta<\/p>\n<p>Resultado .: 5 dias<\/p>\n<p>Coleta .:Jejum n\u00e3o necess\u00e1rio.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o .:Uso: diagn\u00f3stico de vasculites autoimunes ditas prim\u00e1rias (n\u00e3o associadas a outras doen\u00e7as do tecido conjuntivo). C-ANCA &#8211; padr\u00e3o difuso citoplasm\u00e1tico, est\u00e1 associado com anticorpos antiproteinase 3, sendo um teste sens\u00edvel (30 a 99%) e espec\u00edfico (98%) para o diagn\u00f3stico da granulomatose de Wegener. Os n\u00edveis de anticorpos relacionam-se com a atividade da doen\u00e7a, e diminuem quando a terap\u00eautica imunossupressora \u00e9 usada. P-ANCA &#8211; padr\u00e3o perinuclear, est\u00e1 associado com um n\u00famero de anticorpos que inclui a antimieloperoxidase; embora estes anticorpos sejam encontrados em pacientes com poliartrite nodosa, eles tamb\u00e9m podem estar presentes em outras patologias: renais, sist\u00eamicas e reum\u00e1ticas. Anticorpos anti citoplasma de neutr\u00f3filos (ANCA) mostrando padr\u00e3o perinuclear ( p-ANCA) s\u00e3o encontrados em 70% dos pacientes com Colite Ulcerativa e somente em 20% dos pacientes com doen\u00e7a de Crohn. A combina\u00e7\u00e3o do ASCA positivo e pANCA negativo demonstrou uma sensibilidade, especificidade e valor preditivo positivo de 49%,97% e 96% respectivamente para a Doen\u00e7a de Crohn.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Reagente : presen\u00e7a de anticorpos<\/p>\n<p>N\u00e3o reagente : aus\u00eancia de anticorpos<\/p>\n<p>S\u00e3o considerados significativos soros com t\u00edtulos igual ou maior que 1\/20<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>ANTI &#8211; DNA (dupla h\u00e9lice) ou nativo<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Anticorpo contra DNA dupla h\u00e9lice<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Imunofluoresc\u00eancia Indireta &#8211; Crithidia luciliae (substrato)<\/p>\n<p>Resultado .: 5 dias<\/p>\n<p>Coleta .:Jejum n\u00e3o necess\u00e1rio.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o .:Uso: teste confirmat\u00f3rio para diagn\u00f3stico de Lupus Eritematoso Sist\u00eamico; monitoramento terap\u00eautico. Pessoas normais geralmente apresentam-se n\u00e3o reagentes ou mesmo fracamente reagentes para anti-DNA. Anticorpos anti-dsDNA (DNA de dupla fita) s\u00e3o encontrados de forma caracter\u00edstica em pacientes com LES, e raramente encontrados em pacientes com outras doen\u00e7as do tecido conjuntivo. Os anticorpos anti-DNA (nativo ou simples h\u00e9lice) s\u00e3o encontrados primariamente em pacientes com LES, portanto s\u00e3o ferramentas importantes para o diagn\u00f3stico desta condi\u00e7\u00e3o. Anticorpos IgG anti-dsDNA s\u00e3o encontrados em cerca de 60% dos casos de LES ativa. Outras condi\u00e7\u00f5es patol\u00f3gicas podem estar associadas \u00e0 positividade para anti-DNA, como outras doen\u00e7as reum\u00e1ticas, hepatites cr\u00f4nicas ativas, mononucleose infecciosa e cirrose biliar prim\u00e1ria. Para o diagn\u00f3stico de LES, pode-se utilizar anti-Sm, de menor incid\u00eancia, ou mesmo anti-SS-A\/Ro e anti-SS-B\/La (principalmente em casos n\u00e3o reagentes para anticorpos antinucleares). O acompanhamento dos t\u00edtulos de anti-DNA pode ser auxiliar na avalia\u00e7\u00e3o da resposta terap\u00eautica, em conjunto com o quadro cl\u00ednico e t\u00edtulos de complemento (C2), por exemplo. Pacientes que evoluem para quadros de nefrite l\u00fapica apresentam-se com altera\u00e7\u00f5es ao exame de urina, t\u00edtulos de anti-DNA persistentemente altos, e\/ou complemento diminu\u00eddo. Interferentes: s\u00e3o registrados resultados falso-positivos devido a anticorpos contra histonas e anti-sDNA (fita simples), causados pelo uso de procainamida, hidralazina, ou outros fatores. A rea\u00e7\u00e3o quando positiva, \u00e9 considerada como um marcador para o diagn\u00f3stico do LES, estando presente em torno de 40% dos pacientes n\u00e3o tratados. O seguimento dos t\u00edtulos de anticorpos anti-DNA pode ser \u00fatil na avalia\u00e7\u00e3o da resposta terap\u00eautica. Anticorpos anti-DNA nativo normalmente s\u00e3o detectados nas outras doen\u00e7as reum\u00e1ticas. Se encontrados, pode-se suspeitar de uma s\u00edndrome de superposi\u00e7\u00e3o, ou de reatividade cruzada com determinados ant\u00edgenos: histona, fator reumat\u00f3ide, etc.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>N\u00e3o Reagente : Aus\u00eancia de anticorpos<\/p>\n<p>Reagente : Presen\u00e7a de anticorpos<\/p>\n<p>Anti &#8211; DNA (dupla h\u00e9lice)<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>ANTI &#8211; DNA (h\u00e9lice simples)<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Anticorpos contra DNA de h\u00e9lice simples<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Imunofluoresc\u00eancia Indireta<\/p>\n<p>Resultado .: 5 dias<\/p>\n<p>Coleta .:Jejum n\u00e3o obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o .:Uso: teste confirmat\u00f3rio para diagn\u00f3stico de Lupus Eritematoso Sist\u00eamico; monitoramento terap\u00eautico. Pessoas normais geralmente apresentam-se n\u00e3o reagentes ou mesmo fracamente reagentes para anti-DNA. Anticorpos anti-dsDNA (DNA de dupla fita) s\u00e3o encontrados de forma caracter\u00edstica em pacientes com LES, e raramente encontrados em pacientes com outras doen\u00e7as do tecido conjuntivo. Os anticorpos anti-DNA (nativo ou simples h\u00e9lice) s\u00e3o encontrados primariamente em pacientes com LES, portanto s\u00e3o ferramentas importantes para o diagn\u00f3stico desta condi\u00e7\u00e3o. Anticorpos IgG anti-dsDNA s\u00e3o encontrados em cerca de 60% dos casos de LES ativa. Outras condi\u00e7\u00f5es patol\u00f3gicas podem estar associadas \u00e0 positividade para anti-DNA, como outras doen\u00e7as reum\u00e1ticas, hepatites cr\u00f4nicas ativas, mononucleose infecciosa e cirrose biliar prim\u00e1ria. Para o diagn\u00f3stico de LES, pode-se utilizar anti-Sm, de menor incid\u00eancia, ou mesmo anti-SS-A\/Ro e anti-SS-B\/La (principalmente em casos n\u00e3o reagentes para anticorpos antinucleares). O acompanhamento dos t\u00edtulos de anti-DNA pode ser auxiliar na avalia\u00e7\u00e3o da resposta terap\u00eautica, em conjunto com o quadro cl\u00ednico e t\u00edtulos de complemento (C2), por exemplo. Pacientes que evoluem para quadros de nefrite l\u00fapica apresentam-se com altera\u00e7\u00f5es ao exame de urina, t\u00edtulos de anti-DNA persistentemente altos, e\/ou complemento diminu\u00eddo. Interferentes: s\u00e3o registrados resultados falso-positivos devido a anticorpos contra histonas e anti-sDNA (fita simples), causados pelo uso de procainamida, hidralazina, ou outros fatores. A rea\u00e7\u00e3o quando positiva, \u00e9 considerada como um marcador para o diagn\u00f3stico do LES, estando presente em torno de 40% dos pacientes n\u00e3o tratados. O seguimento dos t\u00edtulos de anticorpos anti-DNA pode ser \u00fatil na avalia\u00e7\u00e3o da resposta terap\u00eautica. Anticorpos anti-DNA nativo normalmente s\u00e3o detectados nas outras doen\u00e7as reum\u00e1ticas. Se encontrados, pode-se suspeitar de uma s\u00edndrome de superposi\u00e7\u00e3o, ou de reatividade cruzada com determinados ant\u00edgenos: histona, fator reumat\u00f3ide, etc.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>N\u00e3o Reagente : aus\u00eancia de anticorpos<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>ANTI &#8211; ENDOMISIO &#8211; Anticorpos (IgA)<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Imunofluorescencia indireta<\/p>\n<p>Resultado .: 5 dias<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o .:Uso: diagn\u00f3stico de doen\u00e7a cel\u00edaca. Doen\u00e7a cel\u00edaca e dermatites herpetiformes s\u00e3o doen\u00e7as caracterizadas como enteropatias gl\u00faten-sens\u00edveis. Aproximadamente 70% dos pacientes com dermatites herpetiformes e mais do que 95% dos pacientes com doen\u00e7a cel\u00edaca ativa demonstram a presen\u00e7a de anticorpos IgA+IgG. Nestes pacientes, ap\u00f3s dieta livre de gl\u00faten, os anticorpos decrescem ou desaparecem. A pesquisa de anticorpos anti endom\u00edsio IgA+IgG e anticorpos anti gliadina detecta 100% dos casos de doen\u00e7a cel\u00edaca. SENSIBILIDADE E ESPECIFICIDADE DO ANTICORPO ANTI-ENDOM\u00cdSIO NA DOEN\u00c7A CEL\u00cdACA &#8211; REPORTADO NA LITERATUR Autor, revista, ano SENSIBILIDADE ESPECIFICIDADE Ferreira M, et al. Gut 1992 100% 100% Corrao G et al. Gut 1994 97,7% 100% Carroccio A, et al. Scand J Gastroenterol 1996 97,0% 100% Valdimarsson T, et al. Dig Dis Sci 1996 74,0% 100% Bottaro G, et al. J Ped Gastr Nutr 1997 96,0% 100% SENSIBILIDADE E ESPECIFICIDADE DO ANTICORPO ANTI-GLIADINA NA DOEN\u00c7A CEL\u00cdACA &#8211; REPORTADO NA LITERATURA Autor, Revista, Ano SENSIBILIDADE ESPECIFICIDADE Burgin-Wolf A, et al. Eur J Pediatr 1989 96% (IgA\/G) 97% (IgA\/G) Corrao G, et al. Gut 1994 91% (IgA) 89% (IgA) Picarelli A, et al. It J Gastroenterol 1996 58% (IgA) 86% (IgA) 61% (IgG) 86% (IgG) 68% (IgA\/G) 86% (IgA\/G) Sulkanen S, et al. Gastroenterology 1998 85% (IgA) 82% (IgA) 69% (IgG) 73% (IgG)<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>N\u00e3o reagente<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>ANTI &#8211; ENDOMISIO &#8211; Anticorpos (IgG)<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Imunofluorescencia indireta<\/p>\n<p>Resultado .: 5 dias<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o .:Uso: diagn\u00f3stico de doen\u00e7a cel\u00edaca. Doen\u00e7a cel\u00edaca e dermatites herpetiformes s\u00e3o doen\u00e7as caracterizadas como enteropatias gl\u00faten-sens\u00edveis. Aproximadamente 70% dos pacientes com dermatites herpetiformes e mais do que 95% dos pacientes com doen\u00e7a cel\u00edaca ativa demonstram a presen\u00e7a de anticorpos IgA+IgG. Nestes pacientes, ap\u00f3s dieta livre de gl\u00faten, os anticorpos decrescem ou desaparecem. A pesquisa de anticorpos anti endom\u00edsio IgA+IgG e anticorpos anti gliadina detecta 100% dos casos de doen\u00e7a cel\u00edaca. SENSIBILIDADE E ESPECIFICIDADE DO ANTICORPO ANTI-ENDOM\u00cdSIO NA DOEN\u00c7A CEL\u00cdACA &#8211; REPORTADO NA LITERATUR Autor, revista, ano SENSIBILIDADE ESPECIFICIDADE Ferreira M, et al. Gut 1992 100% 100% Corrao G et al. Gut 1994 97,7% 100% Carroccio A, et al. Scand J Gastroenterol 1996 97,0% 100% Valdimarsson T, et al. Dig Dis Sci 1996 74,0% 100% Bottaro G, et al. J Ped Gastr Nutr 1997 96,0% 100% SENSIBILIDADE E ESPECIFICIDADE DO ANTICORPO ANTI-GLIADINA NA DOEN\u00c7A CEL\u00cdACA &#8211; REPORTADO NA LITERATURA Autor, Revista, Ano SENSIBILIDADE ESPECIFICIDADE Burgin-Wolf A, et al. Eur J Pediatr 1989 96% (IgA\/G) 97% (IgA\/G) Corrao G, et al. Gut 1994 91% (IgA) 89% (IgA) Picarelli A, et al. It J Gastroenterol 1996 58% (IgA) 86% (IgA) 61% (IgG) 86% (IgG) 68% (IgA\/G) 86% (IgA\/G) Sulkanen S, et al. Gastroenterology 1998 85% (IgA) 82% (IgA) 69% (IgG) 73% (IgG)<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>N\u00e3o reagente<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>ANTI &#8211; ENDOMISIO &#8211; Anticorpos (IgM)<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Imunofluorescencia indireta<\/p>\n<p>Resultado .: 5 dias<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o .:Uso: diagn\u00f3stico de doen\u00e7a cel\u00edaca. Doen\u00e7a cel\u00edaca e dermatites herpetiformes s\u00e3o doen\u00e7as caracterizadas como enteropatias gl\u00faten-sens\u00edveis. Aproximadamente 70% dos pacientes com dermatites herpetiformes e mais do que 95% dos pacientes com doen\u00e7a cel\u00edaca ativa demonstram a presen\u00e7a de anticorpos IgA+IgG. Nestes pacientes, ap\u00f3s dieta livre de gl\u00faten, os anticorpos decrescem ou desaparecem. A pesquisa de anticorpos anti endom\u00edsio IgA+IgG e anticorpos anti gliadina detecta 100% dos casos de doen\u00e7a cel\u00edaca. SENSIBILIDADE E ESPECIFICIDADE DO ANTICORPO ANTI-ENDOM\u00cdSIO NA DOEN\u00c7A CEL\u00cdACA &#8211; REPORTADO NA LITERATUR Autor, revista, ano SENSIBILIDADE ESPECIFICIDADE Ferreira M, et al. Gut 1992 100% 100% Corrao G et al. Gut 1994 97,7% 100% Carroccio A, et al. Scand J Gastroenterol 1996 97,0% 100% Valdimarsson T, et al. Dig Dis Sci 1996 74,0% 100% Bottaro G, et al. J Ped Gastr Nutr 1997 96,0% 100% SENSIBILIDADE E ESPECIFICIDADE DO ANTICORPO ANTI-GLIADINA NA DOEN\u00c7A CEL\u00cdACA &#8211; REPORTADO NA LITERATURA Autor, Revista, Ano SENSIBILIDADE ESPECIFICIDADE Burgin-Wolf A, et al. Eur J Pediatr 1989 96% (IgA\/G) 97% (IgA\/G) Corrao G, et al. Gut 1994 91% (IgA) 89% (IgA) Picarelli A, et al. It J Gastroenterol 1996 58% (IgA) 86% (IgA) 61% (IgG) 86% (IgG) 68% (IgA\/G) 86% (IgA\/G) Sulkanen S, et al. Gastroenterology 1998 85% (IgA) 82% (IgA) 69% (IgG) 73% (IgG)<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>N\u00e3o reagente<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>ANTI &#8211; GLIADINA &#8211; IgA<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Anticorpos anti gl\u00faten<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:FEIA<\/p>\n<p>Resultado .:5 dias<\/p>\n<p>Coleta .:Jejum n\u00e3o obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o .:Uso: diagn\u00f3stico de doen\u00e7a cel\u00edaca. \u00c8 um teste confi\u00e1vel para avalia\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a cel\u00edaca assintom\u00e1tica em crian\u00e7as pr\u00e9-p\u00faberes com pequena estatura. A doen\u00e7a cel\u00edaca resulta da intoler\u00e2ncia ao gl\u00faten, evidenciada pela atrofia da vilosidade do intestino, subseq\u00fcente a uma absor\u00e7\u00e3o ruim e uma nutri\u00e7\u00e3o deficiente. Os sintomas cl\u00e1ssicos incluem: diarr\u00e9ia, perda de peso, dor e distens\u00e3o abdominal, fadiga, ulcera\u00e7\u00e3o oral, pequena estatura, puberdade tardia, artrites.Em doen\u00e7a cel\u00edaca, anticorpos IgG s\u00e3o mais sens\u00edveis que os anticorpos IgA, mas este \u00faltimo (IgA) \u00e9 mais espec\u00edfico que IgG. Os n\u00edveis de anticorpos IgA decrescem com a dieta livre de gl\u00faten. Ensaio ( teste ) Especificidade\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Sensibilidade Anti gliadina IgG\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 78%\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 88% Anti gliadina IgA\u00a0\u00a0\u00a0 86% 52% Anti endom\u00edsio\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 100%\u00a0\u00a0\u00a0 100% Anti transglutaminase 98%\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 90-95%<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Positivo : Superior a 10,00 U\/mL<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>ANTI &#8211; GLIADINA &#8211; IgG<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Anticorpos anti gl\u00faten<\/p>\n<p>Resultado .: 5 dias<\/p>\n<p>Coleta .:Jejum n\u00e3o obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o .:Uso: diagn\u00f3stico de doen\u00e7a cel\u00edaca. \u00c8 um teste confi\u00e1vel para avalia\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a cel\u00edaca assintom\u00e1tica em crian\u00e7as pr\u00e9-p\u00faberes com pequena estatura. A doen\u00e7a cel\u00edaca resulta da intoler\u00e2ncia ao gl\u00faten, evidenciada pela atrofia da vilosidade do intestino, subseq\u00fcente a uma absor\u00e7\u00e3o ruim e uma nutri\u00e7\u00e3o deficiente. Os sintomas cl\u00e1ssicos incluem: diarr\u00e9ia, perda de peso, dor e distens\u00e3o abdominal, fadiga, ulcera\u00e7\u00e3o oral, pequena estatura, puberdade tardia, artrites.Em doen\u00e7a cel\u00edaca, anticorpos IgG s\u00e3o mais sens\u00edveis que os anticorpos IgA, mas este \u00faltimo (IgA) \u00e9 mais espec\u00edfico que IgG. Os n\u00edveis de anticorpos IgA decrescem com a dieta livre de gl\u00faten. Ensaio ( teste ) Especificidade\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Sensibilidade Anti gliadina IgG\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 78%\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 88% Anti gliadina IgA\u00a0\u00a0\u00a0 86% 52% Anti endom\u00edsio\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 100%\u00a0\u00a0\u00a0 100% Anti transglutaminase 98%\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 90-95%<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Positivo : Superior a 10,00 U\/mL<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>ANTI &#8211; GLIADINA &#8211; IgM<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Anticorpos anti gl\u00faten<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:FEIA<\/p>\n<p>Resultado .: 5 dias<\/p>\n<p>Coleta .:Jejum n\u00e3o obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o .:Uso: diagn\u00f3stico de doen\u00e7a cel\u00edaca. \u00c8 um teste confi\u00e1vel para avalia\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a cel\u00edaca assintom\u00e1tica em crian\u00e7as pr\u00e9-p\u00faberes com pequena estatura. A doen\u00e7a cel\u00edaca resulta da intoler\u00e2ncia ao gl\u00faten, evidenciada pela atrofia da vilosidade do intestino, subseq\u00fcente a uma absor\u00e7\u00e3o ruim e uma nutri\u00e7\u00e3o deficiente. Os sintomas cl\u00e1ssicos incluem: diarr\u00e9ia, perda de peso, dor e distens\u00e3o abdominal, fadiga, ulcera\u00e7\u00e3o oral, pequena estatura, puberdade tardia, artrites.Em doen\u00e7a cel\u00edaca, anticorpos IgG s\u00e3o mais sens\u00edveis que os anticorpos IgA, mas este \u00faltimo (IgA) \u00e9 mais espec\u00edfico que IgG. Os n\u00edveis de anticorpos IgA decrescem com a dieta livre de gl\u00faten. Ensaio ( teste ) Especificidade\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Sensibilidade Anti gliadina IgG\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 78%\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 88% Anti gliadina IgA\u00a0\u00a0\u00a0 86% 52% Anti endom\u00edsio\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 100%\u00a0\u00a0\u00a0 100% Anti transglutaminase 98%\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 90-95%<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Positivo : Superior a 10,00 U\/mL<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>ANTI &#8211; JO1<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Histidil tRNA sintetase<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Fluorimetria<\/p>\n<p>Resultado .: 5 dias<\/p>\n<p>Coleta .:Jejum de 4 horas.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o .:Uso: marcador diagn\u00f3stico de miopatias inflamat\u00f3rias autoimunes. O ant\u00edgeno Jo-1 \u00e9 um componente prot\u00e9ico extra\u00edvel em salina, associado a histidil-tRNA sintetase. Cerca de 30% dos pacientes com polimiosite possuem reatividade com estes anticorpos, e sua demonstra\u00e7\u00e3o \u00e9 muito menos freq\u00fcente nas dermatomiosites. A presen\u00e7a deste anticorpo parece estar associada \u00e0 maior incid\u00eancia de sintomas extramusculares, como fibrose pulmonar intersticial e poliartrite, e outras anormalidades imunol\u00f3gicas. A rea\u00e7\u00e3o de anticorpos antinucleares apresenta geralmente um padr\u00e3o espiculado. A presen\u00e7a destes anticorpos \u00e9 usualmente associada a aumento na incid\u00eancia de fibrose pulmonar e doen\u00e7a intersticial pulmonar em pacientes com polimiosite. Marcador de pior progn\u00f3stico.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>At\u00e9 7,0 U\/mL = N\u00c3O REAGENTE<\/p>\n<p>Entre 7,1 e 10,0 U\/mL = INCONCLUSIVO<\/p>\n<p>Acima de 10,1 U\/mL = REAGENTE<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>ANTI &#8211; RNP<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:RNP<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Fluorimetria<\/p>\n<p>Resultado .: 5 dias<\/p>\n<p>Coleta .:Jejum n\u00e3o obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o .:Ver Anti &#8211; Sm e RNP.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>At\u00e9 5,0 U\/mL = N\u00c3O REAGENTE<\/p>\n<p>Entre 5,1 a 10,0 U\/mL = INCONCLUSIVO<\/p>\n<p>Acima de 10,1 U\/mL = REAGENTE<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>ANTI &#8211; SACCHAROMYCES CEREVISIAE (IgA e IgG)<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:ASCA , Anticorpos anti Saccharomyces cerevisiae<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Enzimaimunoensaio<\/p>\n<p>Resultado .:5 dias<\/p>\n<p>Coleta .:Jejum n\u00e3o necess\u00e1rio.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o .:USO: diagn\u00f3stico de doen\u00e7a de Croh e Colite Ulcerativa Anticorpos anti Saccharomyces cerevisiae (ASCA) tem sido encontrado com uma significativa preval\u00eancia em pacientes com doen\u00e7a de Crohn. Quando presente os dois anticorpos IgG e IgA , a especificidade atinge 100%. Especificidade = 95% ( se positivo para IgG ou IgA ) Especificidade = 100% ( se positivo para IgG e IgA ) Anticorpos anti citoplasma de neutr\u00f3filos (ANCA) mostrando padr\u00e3o perinuclear ( p-ANCA) s\u00e3o encontrados em 70% dos pacientes com Colite Ulcerativa e somente em 20% dos pacientes com doen\u00e7a de Crohn.A combina\u00e7\u00e3o do ASCA positivo e pANCA negativo demonstrou uma sensibilidade, especificidade e valor preditivo positivo de 49%,97% e 96% respectivamente para a Doen\u00e7a de Crohn.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Negativo: &lt; 10 U\/mL<\/p>\n<p>Inconclusivo: 10 &#8211; 15 U\/mL<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>ANTI &#8211; SCL &#8211; 70<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Anti-DNA topoisomerase I<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Fluorimetria<\/p>\n<p>Resultado .: 5 dias<\/p>\n<p>Coleta .:Jejum de 4 horas.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o .:Uso: anticorpo marcador da esclerodermia. Anticorpo dirigido contra a enzima histidil-t-RNA sintetase. Presente em 25% dos pacientes com miosite (polimiosite e dermatomiosite) e em 68% dos pacientes com comprometimento pulmonar (alveolite ou fibrose intersticial). Raramente em pacientes com outras doen\u00e7as de col\u00e1geno. Os resultados de FAN negativos n\u00e3o excluem sua presen\u00e7a. Seus n\u00edveis podem refletir o grau de atividade da doen\u00e7a, \u00fatil para o diagn\u00f3stico da esclerose sist\u00eamica progressiva, sua presen\u00e7a \u00e9 considerada como um marcador de doen\u00e7a (20 &#8211; 60%).<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>At\u00e9 7,0 U\/mL = N\u00c3O REAGENTE<\/p>\n<p>Entre 7,1 a 10,0 U\/mL = INCONCLUSIVO<\/p>\n<p>Maior que 10,1 U\/mL = REAGENTE<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>ANTI &#8211; SM<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:SM<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Fluorimetria<\/p>\n<p>Resultado .: 5 dias<\/p>\n<p>Coleta .:Jejum n\u00e3o obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o .:Ver Anti &#8211; Sm e RNP.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>At\u00e9 5,0 U\/mL = N\u00c3O REAGENTE<\/p>\n<p>Entre 5,1 a 10,0 U\/mL = INCONCLUSIVO<\/p>\n<p>Acima de 10,1 U\/mL = REAGENTE<\/p>\n<p>ANTI &#8211; SS-A (RO)<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:SSA<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Fluorimetria<\/p>\n<p>Resultado .: 5 dias<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o .:Uso: diagn\u00f3stico da s\u00edndrome de Sj\u00f6gren e lupus eritematoso sist\u00eamico. Os anticorpos anti-SSA (Ro) s\u00e3o dirigidos contra ant\u00edgenos extra\u00edveis nucleares (ENA), presentes com alta freq\u00fc\u00eancia em soro de pacientes com s\u00edndrome de Sj\u00f6gren (superior a 85% dos casos) e lupus eritematoso sist\u00eamico (cerca de 30-40% dos casos). Podem ser encontrados em soros de pacientes com artrite reumat\u00f3ide, miosite e esclerodermia. Seu achado nos soros de rec\u00e9m-natos est\u00e1 associado a complica\u00e7\u00f5es card\u00edacas quando a m\u00e3e \u00e9 anti-SSA (Ro) reagente, al\u00e9m de complica\u00e7\u00f5es d\u00e9rmicas. Seu uso pode ser conveniente em m\u00e3es com abortos de repeti\u00e7\u00e3o, por poderem estar associados \u00e0 s\u00edndrome de anti-fosfolip\u00eddeos. Pode ser o \u00fanico marcador autoimune reagente em pacientes l\u00fapicos com anticorpos antinucleares n\u00e3o reagentes.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>At\u00e9 7,0 U\/mL = N\u00c3O REAGENTE<\/p>\n<p>Entre 7,1 a 10,0 U\/mL = INCONCLUSIVO<\/p>\n<p>Maior que 10,1 U\/mL = REAGENTE<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>ANTI &#8211; SS-B (LA)<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:ANTI LA<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Fluorimetria<\/p>\n<p>Resultado .: 5 dias<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o .:Uso: diagn\u00f3stico de S\u00edndrome de Sj\u00f6gren e outras doen\u00e7as autoimunes como Lupus Eritematoso Sist\u00eamico. O ant\u00edgeno LA (SSB) \u00e9 uma ribonucleoprote\u00edna utilizada na transcri\u00e7\u00e3o prot\u00e9ica, associada ao RNA, podendo ser encontrada no citoplasma. Est\u00e1 presente em 50 a 60% dos casos de S\u00edndrome de Sj\u00f6gren e em 10% dos casos de Lupus Eritematoso Sist\u00eamico. Quando se utilizam c\u00e9lulas HEp-2 como substrato na rea\u00e7\u00e3o de imunofluoresc\u00eancia, para a pesquisa de anticorpos antinucleares (t\u00e9cnica complementar), o padr\u00e3o encontrado (positivo) \u00e9 filamentoso, fino ou at\u00edpico. O diagn\u00f3stico laboratorial definitivo \u00e9 realizado por enzimaimunoensaio.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>At\u00e9 7,0 U\/mL = N\u00c3O REAGENTE<\/p>\n<p>Entre 7,1 a 10,0 U\/mL = INCONCLUSIVO<\/p>\n<p>Maior que 10,1 U\/mL = REAGENTE<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>ANTI &#8211; TIREOGLOBULINA<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Anticorpos Anti-tireoideanos, Anti tireoglobulina<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Quimioluminesc\u00eancia<\/p>\n<p>Resultado .:5 dias<\/p>\n<p>Coleta .:Jejum de 8 horas.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o .:Uso: diagn\u00f3stico da tireoidite de Hashimoto. A medida dos n\u00edveis de anticorpos anti &#8211; tireoglobulina no soro pode tamb\u00e9m ser usada para outras doen\u00e7as da tire\u00f3ide. Mais de 90% dos pacientes com tireoidite de Hashimoto apresentam t\u00edtulos elevados de anticorpos anti &#8211; tireoglobulina.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Valor normal: Inferior a 115 UI\/mL<\/p>\n<p>Limite M\u00ednimo de detec\u00e7\u00e3o 20,0 UI\/mL<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>ANTI &#8211; TRANSGLUTAMINASE &#8211; IgA<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Anticorpos da classe IgA anti-transglutaminase<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:ELISA<\/p>\n<p>Resultado .: 5 dias<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o .:Uso : marcador sorol\u00f3gico da doen\u00e7a cel\u00edaca Ensaio ( teste )\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Especificidade Sensibilidade Anti gliadina IgG\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 78%\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 88% Anti gliadina IgA\u00a0\u00a0\u00a0 86%\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 52% Anti endom\u00edsio2\u00a0\u00a0\u00a0 100%\u00a0\u00a0\u00a0 100% Anti transglutaminasese 98%\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 90-95%<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Negativo : &lt; 7,0 U\/mL<\/p>\n<p>Indeterminado: 7,0 a 10,0 U\/mL<\/p>\n<p>Positivo : &gt; 10,0 U\/mL<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>ANTI &#8211; TRANSGLUTAMINASE &#8211; IgG<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Anticorpos da classe IgG anti-transglutaminase<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:ELISA<\/p>\n<p>Resultado .: 5 dias<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o .:Uso : marcador sorol\u00f3gico da doen\u00e7a cel\u00edaca Ensaio ( teste )\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Especificidade Sensibilidade Anti gliadina IgG\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 78%\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 88% Anti gliadina IgA\u00a0\u00a0\u00a0 86%\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 52% Anti endom\u00edsio2\u00a0\u00a0\u00a0 100%\u00a0\u00a0\u00a0 100% Anti transglutaminasese 98%\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 90-95%<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Negativo : &lt; 7,0 U\/mL<\/p>\n<p>Indeterminado: 7,0 a 10,0 U\/mL<\/p>\n<p>Positivo : &gt; 10,0 U\/mL<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>ANTI &#8211; TROMBINA III<\/p>\n<p>Material .:plasma citratado<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Quantifica\u00e7\u00e3o funcional utilizando substrato cromog\u00eanico<\/p>\n<p>Resultado .: 9 dias<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o .:Uso: investiga\u00e7\u00e3o de tend\u00eancia a tromboembolismo venoso; detec\u00e7\u00e3o de estados de hipercoagulabilidade; monitoramento de resposta a heparina. A antitrombina III \u00e9 um dos principais inibidores dos fatores de coagula\u00e7\u00e3o ativados. Sua defici\u00eancia (herdada ou adquirida) quantitativa ou funcional est\u00e1 associada com risco aumentado de tromboembolismo venoso. Pacientes com n\u00edveis baixos de ATIII s\u00e3o geralmente resistentes ao uso de heparina. A antitrombina III inativa a trombina e os fatores IXa, Xa, XIa, XIIa. Sua atividade \u00e9 amplificada pela heparina. A defici\u00eancia de ATIII ocorre em cerca de 1\/5000 pessoas. O risco de tromboses aumenta de 0,1% em pessoas normais a 55-70% em pacientes com defici\u00eancia quantitativa ou qualitativa de ATIII, herdada ou adquirida. Valores aumentados: casos de inflama\u00e7\u00e3o aguda (ATIII \u00e9 um marcador de fase aguda), hiperglobulinemia, uso de anticoagula\u00e7\u00e3o com cumar\u00ednicos. Valores diminu\u00eddos: defici\u00eancia familiar heredit\u00e1ria (autoss\u00f4mica dominante, com valores em torno de 40-60% do normal), doen\u00e7a hep\u00e1tica cr\u00f4nica, cirrose hep\u00e1tica, s\u00edndrome nefr\u00f3tica, doen\u00e7as com m\u00e1 nutri\u00e7\u00e3o prot\u00e9ica, terapia com heparina ap\u00f3s o terceiro dia, terapia com l-asparaginase, doen\u00e7a tromb\u00f3tica ativa, coagula\u00e7\u00e3o intravascular disseminada, uso de contraceptivos orais, gravidez, rec\u00e9m-natos, leucemia aguda, carcinomas, queimaduras, trauma p\u00f3s-cir\u00fargico, doen\u00e7a renal e sepse.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Normal : 75 a 125% de atividade<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>ANTI -TPO &#8211; Anticorpos<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Anti microssomal<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Quimioluminesc\u00eancia<\/p>\n<p>Resultado .: 5 dias<\/p>\n<p>Coleta .:Jejum de 8 horas<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o .:Uso: diagn\u00f3stico de hipotireoidismo, tireoidite de Hashimoto e mixedema prim\u00e1rio. Os anticorpos anti-microssomais foram substitu\u00eddos pela dosagem de anticorpos anti-TPO, tendo em vista que o ant\u00edgeno microssomal \u00e9 a pr\u00f3pria peroxidase tireoidiana. Os anticorpos anti-microssomais (ou anti-tiroperoxidase) e anti-tireoglobulina s\u00e3o detect\u00e1veis em grande parte nos indiv\u00edduos acometidos por tireoidite de Hashimoto, tireoidite atr\u00f3fica, tireoidite p\u00f3s-parto e boa parte dos acometidos por doen\u00e7a de Graves. A pesquisa de autoanticorpos contra a tire\u00f3ide pode apresentar melhores resultados quando realizados simultaneamente anti-microssomais (anti-TPO) e anti-tireoglobulina, visto que em algumas circunst\u00e2ncias os pacientes podem apresentar resposta autoimune a somente um ant\u00edgeno tireoidiano. Geralmente, pacientes com mixedema, tireoidite granulomatosa, e carcinoma n\u00e3o produzem anticorpos anti-tireoidianos. Ainda, relata-se que at\u00e9 10% de indiv\u00edduos normais (ou sem altera\u00e7\u00e3o cl\u00ednica e funcional) podem apresentar autoanticorpos contra ant\u00edgenos da tire\u00f3ide, especialmente os idosos, e especialmente do sexo feminino. Indiv\u00edduos normais com n\u00edveis elevados de TSH e tiroxina livre (T4l) em n\u00edveis normais, com qualquer anticorpo anti-tireoidiano reagente apresentam risco aumentado para o desenvolvimento de hipotireoidismo franco no futuro. Interferentes: patologias autoimunes como lupus eritematoso sist\u00eamico, s\u00edndrome de Sj\u00f6gren, artrite reumat\u00f3ide, anemia perniciosa e outras podem estar associadas \u00e0 positividade para pesquisa de anticorpos anti-tireoidianos. Alguns testes podem resultar negativos devido ao pequeno n\u00famero ou confinamento dos clones linfocit\u00e1rios B respons\u00e1veis pela produ\u00e7\u00e3o destes anticorpos.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Normal : &lt; 35,0 UI\/mL<\/p>\n<p>Elevado : &gt; 35,0 UI\/mL<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>ANTI MICROSSOMAL = ANTI TPO (ANTI-PEROXIDASE)<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Anti-c\u00e9lulas acinares &#8211; Anti peroxidase<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Quimioluminesc\u00eancia<\/p>\n<p>Resultado .: 5 dias<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o .:Uso: diagn\u00f3stico de hipotireoidismo, tireoidite de Hashimoto e mixedema prim\u00e1rio. Os anticorpos anti-microssomais (ou anti-tiroperoxidase) e anti-tireoglobulina s\u00e3o detect\u00e1veis em grande parte nos indiv\u00edduos acometidos por tireoidite de Hashimoto, tireoidite atr\u00f3fica, tireoidite p\u00f3s-parto e boa parte dos acometidos por doen\u00e7a de Graves. A pesquisa de autoanticorpos contra a tire\u00f3ide pode apresentar melhores resultados quando realizados simultaneamente anti-microssomais (anti-TPO) e anti-tireoglobulina, visto que em algumas circunst\u00e2ncias os pacientes podem apresentar resposta autoimune a somente um ant\u00edgeno tireoidiano. Geralmente, pacientes com mixedema, tireoidite granulomatosa, e carcinoma n\u00e3o produzem anticorpos anti-tireoidianos. Ainda, relata-se que at\u00e9 10% de indiv\u00edduos normais (ou sem altera\u00e7\u00e3o cl\u00ednica e funcional) podem apresentar autoanticorpos contra ant\u00edgenos da tire\u00f3ide, especialmente os idosos, e especialmente do sexo feminino. Indiv\u00edduos normais com n\u00edveis elevados de TSH e tiroxina livre (T4l) em n\u00edveis normais, com qualquer anticorpo anti-tireoidiano reagente apresentam risco aumentado para o desenvolvimento de hipotireoidismo franco no futuro. Interferentes: patologias autoimunes como lupus eritematoso sist\u00eamico, s\u00edndrome de Sj\u00f6gren, artrite reumat\u00f3ide, anemia perniciosa e outras podem estar associadas \u00e0 positividade para pesquisa de anticorpos anti-tireoidianos. Alguns testes podem resultar negativos devido ao pequeno n\u00famero ou confinamento dos clones linfocit\u00e1rios B respons\u00e1veis pela produ\u00e7\u00e3o destes anticorpos. Os anticorpos anti-microssomais foram substitu\u00eddos pela dosagem de anticorpos anti-TPO, tendo em vista que o ant\u00edgeno microssomal \u00e9 a pr\u00f3pria peroxidase tireoidiana.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Normal : &lt; 35,0 UI\/mL<\/p>\n<p>Elevado : &gt; 35,0 UI\/mL<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>ANTICOAGULANTE L\u00daPICO<\/p>\n<p>Material .:plasma citratado<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Anticorpo antifosfolipideo, LAC, APA, LAc<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Teste realizado em 2 etapas: 1\u00aa Teste de triagem:dRVVT (teste fosfol\u00edpide dependente utilizando reagente com baixa concentra\u00e7\u00e3o de fosfol\u00edpides). 2\u00aa Teste confirmat\u00f3rio: RVVT confirmat\u00f3rio (confirma\u00e7\u00e3o da presen\u00e7a do inbidor inespec\u00edfico &#8211; anticoagulante l\u00fapico &#8211; utilizando reagente com alta concentra\u00e7\u00e3o de fosfol\u00edpides).<\/p>\n<p>Resultado .:24 horas<\/p>\n<p>Coleta .:Jejum de 4 horas. Sangue colhido com citrato. Suspender o uso de anticoaglante oral 2 semanas antes da coleta do sangue , se heparina suspender 2 dias antes da coleta.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o .:Uso: processos trombo-emb\u00f3licos recorrentes, manifesta\u00e7\u00f5es tromb\u00f3ticas neurol\u00f3gicas, abortos espont\u00e2neos sucessivos e trombose venosa ou arterial. O anticoagulante l\u00fapico (LAC) e os anticorpos anticardiolipina (ACA) est\u00e3o associados a doen\u00e7as tramboemb\u00f3licas, tais como tromboses venosas profundas, tromboses arteriais, abortos espont\u00e2neos de repeti\u00e7\u00e3o, acidentes vasculares cerebrais e plaquetopenia. Estas doen\u00e7as podem estar associadas \u00e0 presen\u00e7a somente dos ACA ou somente de LAC, mas, em geral, ocorrem positivamente para ambos. O LAC ocorre na presen\u00e7a de doen\u00e7as autoimunes (LES, anemia hemol\u00edtica autoimune, artrite reumat\u00f3ide), dist\u00farbios neurol\u00f3gicos (epilepsia, cor\u00e9ia, enxaqueca, esclerose m\u00faltipla e S. Guillain-Barr\u00e9), ap\u00f3s a utiliza\u00e7\u00e3o de medicamentos (hidralazina, procainamida, clorpromazina, quinidina, fenito\u00edna, v\u00e1rios antibi\u00f3ticos). &#8211; LACs e ACAs n\u00e3o s\u00e3o os mesmos anticorpos e podem ocorrer independentemente. Na vig\u00eancia de suspeita cl\u00ednica, ambos devem ser pesquisados. &#8211; Estes anticorpos podem ocorrer em duas s\u00edndromes intimamente relacionadas, por\u00e9m, cl\u00ednica, bioqu\u00edmica e laboratorialmente distintas: a S\u00edndrome Antifosfolip\u00eddica Prim\u00e1ria e a S\u00edndrome Antifosfolip\u00eddica Secund\u00e1ria. Ambas s\u00edndromes est\u00e3o associadas a manifesta\u00e7\u00f5es tromboemb\u00f3licas (venosas, arteriais e de microcircua\u00e7\u00e3o) em qualquer tecido ou \u00f3rg\u00e3o, e complica\u00e7\u00f5es da gesta\u00e7\u00e3o (abortos espont\u00e2neos de repeti\u00e7\u00e3o, morte fetal, nascimento de prematuros).<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Teste de Triagem:<\/p>\n<p>dRVVT menor que 1,15: aus\u00eancia de inibidor<\/p>\n<p>Teste confirmat\u00f3rio:<\/p>\n<p>RVVT confirmat\u00f3rio menor que 1,21: aus\u00eancia de inibidor inespec\u00edfico (anticoagulante l\u00fapico).<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>ANTICORPOS ANTI &#8211; CENTR\u00d4MERO<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Imunofluoresc\u00eancia indireta<\/p>\n<p>Resultado .: 5 dias<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o .:Uso: auxiliar no diagn\u00f3stico de s\u00edndrome de CREST 70-80% dos pacientes com a s\u00edndrome de CREST tem padr\u00e3o centrom\u00e9rico positivo. Podendo tamb\u00e9m ser observado este mesmo padr\u00e3o em algumas hepatites auto-imunoes.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>N\u00e3o reagente<\/p>\n<p>Triagem a partir da dilui\u00e7\u00e3o 1\/80<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>ANTICORPOS ANTI &#8211; GAD<\/p>\n<p>Material .:Soro Congelado<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Antic. Contra Descarboxilase do \u00c1cido Glut\u00e2mico<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:ELISA<\/p>\n<p>Resultado .: 5 dias<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o .:Uso: avalia\u00e7\u00e3o de resist\u00eancia insul\u00ednica em pacientes diab\u00e9ticos. Os quadros de diabetes insulino dependentes ou Tipo I s\u00e3o caracterizados por secre\u00e7\u00e3o inadequada de insulina end\u00f3gena. Este quadro \u00e9 gerado pela destrui\u00e7\u00e3o (geralmente seletiva) das c\u00e9lulas beta das ilhotas pancre\u00e1ticas. A causa autoimune \u00e1 cada vez mais confirmada por diferentes pesquisadores, e diferentes marcadores sorol\u00f3gicos t\u00eam sido apontados como marcadores da condi\u00e7\u00e3o pr\u00e9-diab\u00e9tica (estes marcadores n\u00e3o s\u00e3o considerados causais e sim epifen\u00f4menos de um evento imunol\u00f3gico celular). Al\u00e9m dos anticorpos anti-insulina, existem os anticorpos anti-ilhota, os GAD, e outros. A presen\u00e7a destes anticorpos em indiv\u00edduos que nunca tomaram insulina injet\u00e1vel (a insulina ex\u00f3gena) pode estar associada a maior risco relativo para o desenvolvimento de diabetes mellitus. Por outro lado, a presen\u00e7a destes anticorpos ap\u00f3s o in\u00edcio de terapia insul\u00ednica pode estar associada \u00e0 rea\u00e7\u00e3o imune com a insulina ex\u00f3gena, seja de fonte animal ou at\u00e9 recombinante. Estes anticorpos podem em muitos casos estar associados \u00e0 redu\u00e7\u00e3o da atividade desta insulina (end\u00f3gena ou ex\u00f3gena), dependendo da regi\u00e3o antig\u00eanica para qual os anticorpos s\u00e3o dirigidos. Entre os pacientes que desenvolvem diabetes, 98% apresentam um ou mais destes anticorpos positivos( o anticorpo anti-insulina, anticorpo anti-GAD e o anticorpo anti-ilhota . Parentes de primeiro grau com os 3 testes positivos t\u00eam mais de 95% de chance de desenvolverem diabetes em 5 anos. Estes testes s\u00e3o indicados nas seguintes eventualidades: 1) em parentes de primeiro grau de diabeticos do tipo 1; 2) no diagn\u00f3stico do diabetes mellitus do tipo 1 de in\u00edcio no adulto, ou de in\u00edcio tardio, mas que nunca utilizaram insulina; 3) nos casos de hiperglicemia transit\u00f3ria da inf\u00e2ncia. Anticorpos anti-insulina tamb\u00e9m podem estar presentes em pacientes diab\u00e9ticos que recebem insulina por um per\u00edodo longo, seja insulina humana, porcina ou bovina. Da mesma forma, a detec\u00e7\u00e3o de anticorpos anti-insulina pode ser \u00fatil no diagn\u00f3stico de hipoglicemia fact\u00edcia decorrente da auto administra\u00e7\u00e3o de insulina realizada por pacientes n\u00e3o diab\u00e9ticos . T.E.H. R\u00f6mkens, G.C.M. Kusters, M.G. Netea, P.M. Netten.Prevalence and clinical characteristics of insulin-treated, anti-gAd-positive, type 2 diabetic subjects in an outpatient clinical department of a dutch teaching hospital.Neth J Med;64(4):114-8,2006. Barova H, Perusicova J, Hill M, Sterzl I, Vondra K, Masek Z.Anti-GAD-positive patients with type 1 diabetes mellitus have higher prevalence of autoimmune thyroiditis than anti-GAD-negative patients with type 1 and type 2 diabetes mellitus.Physiol Res,53(3):279-86,2004. Tiinamaija Tuomi.Type 1 and Type 2 Diabetes.Diabetes 54:S40-S45, 2005.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>N\u00e3o Reagente: Inferior a 10,0 IU\/mL<\/p>\n<p>Inconclusivo: 10,0 a 20,0 IU\/mL<\/p>\n<p>Reagente: Superior a 20,0 IU\/mL<\/p>\n<p>Valores de Refer\u00eancia alterados em 23\/11\/2010.<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>ANTICORPOS ANTI &#8211; INSULINA<\/p>\n<p>Material .:Soro Congelado<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:ELISA<\/p>\n<p>Resultado .: 5 dias<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o .:Uso: avalia\u00e7\u00e3o de resist\u00eancia insul\u00ednica em pacientes. Os quadros de diabetes insulino dependentes ou Tipo I s\u00e3o caracterizados por secre\u00e7\u00e3o inadequada de insulina end\u00f3gena. Este quadro \u00e9 gerado pela destrui\u00e7\u00e3o (geralmente seletiva) das c\u00e9lulas beta das ilhotas pancre\u00e1ticas. A causa autoimune \u00e1 cada vez mais confirmada por diferentes pesquisadores, e diferentes marcadores sorol\u00f3gicos t\u00eam sido apontados como marcadores da condi\u00e7\u00e3o pr\u00e9-diab\u00e9tica (estes marcadores n\u00e3o s\u00e3o considerados causais e sim epifen\u00f4menos de um evento imunol\u00f3gico celular). Al\u00e9m dos anticorpos anti-insulina, existem os anticorpos anti-ilhota, os GAD, e outros. A presen\u00e7a destes anticorpos em indiv\u00edduos que nunca tomaram insulina injet\u00e1vel (a insulina ex\u00f3gena) pode estar associada a maior risco relativo para o desenvolvimento de diabetes mellitus. Por outro lado, a presen\u00e7a destes anticorpos ap\u00f3s o in\u00edcio de terapia insul\u00ednica pode estar associada \u00e0 rea\u00e7\u00e3o imune com a insulina ex\u00f3gena, seja de fonte animal ou at\u00e9 recombinante. Estes anticorpos podem em muitos casos estar associados \u00e0 redu\u00e7\u00e3o da atividade desta insulina (end\u00f3gena ou ex\u00f3gena), dependendo da regi\u00e3o antig\u00eanica para qual os anticorpos s\u00e3o dirigidos.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>N\u00e3o Reagente : &lt; 5,0 U\/mL<\/p>\n<p>Indeterminado : 5,0 a 10,0 U\/mL<\/p>\n<p>Reagente : &gt; 10,0 U\/mL<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>ANTIESTREPTOLISINA O<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:ASO, ASLO<\/p>\n<p>M\u00e9todo .: L\u00e1tex<\/p>\n<p>Resultado .: 2 dias<\/p>\n<p>Temperatura .:Sob refrigera\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Coleta .:Jejum de 4 horas. Em crian\u00e7as pequenas recomenda-se a coleta antes da pr\u00f3xima alimenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o .: Uso: diagn\u00f3stico e avalia\u00e7\u00e3o de processos infecciosos por Streptococcus do grupo A (principalmente S. pyogenes); diagn\u00f3stico e avalia\u00e7\u00e3o de febre reum\u00e1tica e glomerulonefrite aguda. A estreptolisina O \u00e9 uma prote\u00edna de capacidade hemol\u00edtica, produzida pelos estreptococos do grupo A. Em indiv\u00edduos infectados por estes organismos, esta prote\u00edna age como ant\u00edgeno, elicitando resposta imune do paciente. Os t\u00edtulos iniciam sua ascens\u00e3o em cerca de 7 dias, atingindo picos em cerca de 14-30 dias. Na aus\u00eancia de complica\u00e7\u00f5es ou reinfec\u00e7\u00e3o, estes t\u00edtulos decrescem a n\u00edveis pr\u00e9-infec\u00e7\u00e3o em cerca de 6-12 meses. \u00c9 poss\u00edvel o encontro de situa\u00e7\u00f5es falso-positivas, mas, em geral, testes com t\u00edtulos elevados est\u00e3o associados a processos infecciosos vigentes ou passados por estreptococos, ou quadros de glomerulonefrites p\u00f3s-estreptoc\u00f3cicas e febre reum\u00e1tica. Em casos com suspeita cl\u00ednica e t\u00edtulos n\u00e3o reagentes ou diminu\u00eddos, \u00e9 recomend\u00e1vel a repeti\u00e7\u00e3o do teste em per\u00edodos de duas a quatro semanas. T\u00edtulos persistentemente elevados podem estar associados a estado de portador estreptoc\u00f3cico sem patologia associada.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>N\u00e3o Reagente: &lt; 200,0 UI\/mL<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>APOLIPOPROTE\u00cdNA A-1<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Imunoturbidimetria<\/p>\n<p>Resultado .: 5 dias<\/p>\n<p>Coleta .:Jejum obrigat\u00f3rio. Suspens\u00e3o de qualquer medicamento a base de fenobarbital, carbamazepina, diur\u00e9ticos. Fumo e dietas de carboidratos tamb\u00e9m alteram resultado do exame.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o .:Uso: avalia\u00e7\u00e3o de risco para doen\u00e7a card\u00edaca coronariana; diagn\u00f3stico diferencial de hiperlipidemias. A apolipoprote\u00edna A \u00e9 o principal componente do HDL-colesterol. Sua dosagem est\u00e1 associada \u00e0 determina\u00e7\u00e3o de risco card\u00edaco, e valores menores s\u00e3o associados a maior risco de desenvolvimento de aterosclerose. Valores aumentados: dislipidemia familiar, exerc\u00edcio cr\u00f4nico vigoroso, uso moderado de \u00e1lcool. Valores diminu\u00eddos: hipoalfalipoproteinemia familiar, doen\u00e7a de Tangier, hipertrigliceridemia e pancreatites.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Homem : 79,0 a 169,0 mg\/dL<\/p>\n<p>Mulher : 76,0 a 214,0 mg\/dL<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>APOLIPOPROTE\u00cdNA B<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Imunoturbidimetria<\/p>\n<p>Resultado .: 5 dias<\/p>\n<p>Coleta .:Jejum obrigat\u00f3rio. Suspens\u00e3o de qualquer medicamento a base de andr\u00f3genos, diur\u00e9ticos, corticoster\u00f3ides, pois estes alteram o resultado do exame.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o .:Uso: avalia\u00e7\u00e3o do metabolismo lip\u00eddico; avalia\u00e7\u00e3o de risco card\u00edaco. O termo apolipoprote\u00edna refere-se \u00e0 fra\u00e7\u00e3o exclusivamente prot\u00e9ica das lipoprote\u00ednas (por\u00e7\u00e3o estrutural que permite a manuten\u00e7\u00e3o dos lip\u00eddeos em solu\u00e7\u00e3o durante a circula\u00e7\u00e3o na corrente sangu\u00ednea). A Apolipoprote\u00edna B (Apo-B100) \u00e9 um composto de 500 kD, sendo produzida majoritariamente no f\u00edgado, funcionando como carreadora de colesterol \u00e0s c\u00e9lulas. Mais de 90% das LDL-colesterol s\u00e3o Apo-B, mas VLDL e IDL tamb\u00e9m a cont\u00e9m. N\u00edveis elevados de apo-B podem ocorrer em casos de hiperlipidemia familiar combinada e hiperlipidemia adquirida (onde funciona como fator adicional de diagn\u00f3stico diferencial). De modo geral a interpreta\u00e7\u00e3o dos resultados de Apo-B \u00e9 similar \u00e0 interpreta\u00e7\u00e3o aplicada ao colesterol LDL.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Homem : 40,0 a 174,0 mg\/dL<\/p>\n<p>Mulher : 46,0 a 142,0 mg\/dL<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>ARS\u00caNIO<\/p>\n<p>Material .:urina do final da jornada de trabalho<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:ICP-MS<\/p>\n<p>Resultado .: 16 dias<\/p>\n<p>Coleta .:Coletar Urina de final de jornada e trabalho.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o .:Uso: documenta\u00e7\u00e3o de intoxica\u00e7\u00e3o aguda pelo ars\u00eanio. O ars\u00eanio pode existir na natureza livre ou ligado a muitos diferentes compostos org\u00e2nicos ou inorg\u00e2nicos. A exposi\u00e7\u00e3o ao ars\u00eanio pode ocorrer em uma variedade de circunst\u00e2ncias, por exemplo, por exposi\u00e7\u00e3o ocupacional em indiv\u00edduos que trabalhem em empresas de exterm\u00ednio de pragas ou beneficiamento de madeira. \u00c9 comumente utilizado como agente de homic\u00eddios e suic\u00eddios. A absor\u00e7\u00e3o do ars\u00eanico depende da forma do composto. Quando ligado a compostos org\u00e2nicos \u00e9 rapidamente absorvido, enquanto que em outras formas o processo \u00e9 mais lento. Sua excre\u00e7\u00e3o \u00e9 primariamente urin\u00e1ria na forma livre e ionizada. O ars\u00eanio expressa seus efeitos t\u00f3xicos pela liga\u00e7\u00e3o a compostos sulfatados em prote\u00ednas, alterando sua fun\u00e7\u00e3o ou conforma\u00e7\u00e3o. Esta liga\u00e7\u00e3o prot\u00e9ica proporciona per\u00edodos longos de meia vida corporal. Devido \u00e0 grande variedade de prote\u00ednas alvo para o ars\u00eanio, os sintomas t\u00f3xicos n\u00e3o s\u00e3o espec\u00edficos. Muitos sistemas celulares e org\u00e2nicos podem estar alterados. Ingest\u00f5es pequenas s\u00e3o associadas \u00e0 febre, anorexia, e desconforto gastrointestinal, enquanto que n\u00edveis elevados s\u00e3o mais associados a dano nervoso central e perif\u00e9rico, efeitos renais, efeitos hematopoi\u00e9ticos, doen\u00e7a vascular e at\u00e9 morte. A an\u00e1lise do ars\u00eanio \u00e9 feita por espectrofotometria de absor\u00e7\u00e3o at\u00f4mica. Amostras de sangue e urina s\u00e3o mais indicadas para processos de intoxica\u00e7\u00e3o aguda, enquanto que para processos cr\u00f4nicos os materiais mais indicados s\u00e3o unha e cabelo.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>VR*: at\u00e9 10,0 ug\/g creatinina<\/p>\n<p>IBMP**: at\u00e9 50,0 ug\/g de creatinina<\/p>\n<p>*Valor de Refer\u00eancia para pacientes n\u00e3o expostos.<\/p>\n<p>**\u00cdndice Biol\u00f3gico M\u00e1ximo Permitido(NR 7).<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>ASPARTATO AMINOTRANSFERASE &#8211; GOT<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:AST, TGO, Transaminase oxalac\u00e9tica<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Enzim\u00e1tico\/automatizado<\/p>\n<p>Resultado .: 2 dias<\/p>\n<p>Coleta .:Jejum n\u00e3o obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o .:Uso: determina\u00e7\u00e3o de dano celular do par\u00eanquima hep\u00e1tico; marcador auxiliar de infarto agudo do mioc\u00e1rdio e pericardite. A AST \u00e9 principalmente originada a partir do cora\u00e7\u00e3o, f\u00edgado, musculatura esquel\u00e9tica, rins, p\u00e2ncreas, ba\u00e7o, pulm\u00e3o. Valores muito elevados sugerem hepatites ou outras formas de necrose hepatocelular, podendo ser encontrados em tumores necr\u00f3ticos grandes ou hip\u00f3xia, insufici\u00eancia congestiva e choque. Eleva\u00e7\u00f5es de AST n\u00e3o explicadas devem ser investigadas. Valores aumentados: doen\u00e7as hep\u00e1ticas [necrose ativa do par\u00eanquima (ex. viroses hepatoespec\u00edficas e n\u00e3o hepatoespec\u00edficas com acometimento hep\u00e1tico), doen\u00e7a biliar extrahep\u00e1tica, congest\u00e3o, insufici\u00eancia card\u00edaca, cirrose, obstru\u00e7\u00e3o biliar, neoplasia prim\u00e1ria ou metast\u00e1tica, granulomas, isquemia hep\u00e1tica, eclampsia, drogas hepatot\u00f3xicas], doen\u00e7as m\u00fasculo esquel\u00e9ticas (inje\u00e7\u00f5es intramusculares, mioglobin\u00faria), infarto agudo do mioc\u00e1rdio, pancreatite aguda, dano intestinal (ex. cirurgia, infarto), infarto pulmonar, infarto cerebral, neoplasmas cerebrais, infarto renal, queimaduras, intoxica\u00e7\u00f5es, anemias hemol\u00edticas, distrofia muscular de Duchenne, trauma, choque, hipotireoidismo. Valores diminu\u00eddos: azotemia, di\u00e1lise renal cr\u00f4nica, estados de defici\u00eancia de piridoxal fosfato (ex. desnutri\u00e7\u00e3o, gravidez, doen\u00e7a hep\u00e1tica alco\u00f3lica). Valores normais: angina pectoris, insufici\u00eancia coronariana, pericardite. Interferentes: stress muscular +, heparina +, salicilatos +, opi\u00e1ceos +, tetraciclinas +, isoniazida +, lipemia +, hem\u00f3lise +, oxacilina +, ampicilina +, uremia -, metronidazol -, progesterona +, ester\u00f3ides anabolizantes +.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>De 5 a 38 U\/L<\/p>\n<p><a name=\"B\"><\/a><\/p>\n<h2>Exames &#8211; B<\/h2>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>BAAR &#8211; Cultura<\/p>\n<p>Material .:escarro, urina de 24 horas<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Cultura de bacilos de Koch, Bacilo \u00c1lcool \u00c1cido Resistente<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Semeadura em meio Ogawa Kudoh<\/p>\n<p>Resultado .:45 dias<\/p>\n<p>Coleta: Amostra coletada em 3 dias consecutivos ou alterados. O material deve ser colhido em frasco de tampa rosque\u00e1vel.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico de processos infecciosos causados por micobact\u00e9rias. As infec\u00e7\u00f5es causadas por micobact\u00e9rias t\u00eam aumentado sua incid\u00eancia devido ao aumento no n\u00famero de casos de imunodefici\u00eancia e ao desenvolvimento de resist\u00eancia aos quimioter\u00e1picos observado na atualidade. Processos patol\u00f3gicos causados por estes microorganismos s\u00e3o de dif\u00edcil diagn\u00f3stico, devido \u00e0 caracter\u00edstica cr\u00f4nica e inespec\u00edfica do processo e \u00e0 dificuldade de isolamento do germe nos locais afetados. Micobact\u00e9rias s\u00e3o microorganismos exigentes, e seu cultivo demanda muitos cuidados, que oneram seu custo e condicionam a culturas geralmente muito demoradas. Contudo, a cultura para BAAR oferece sensibilidade adicional \u00e0 abordagem diagn\u00f3stica, al\u00e9m de servir como subs\u00eddio epidemiol\u00f3gico. Clinicamente, a op\u00e7\u00e3o de pesquisa de micobact\u00e9rias por PCR melhorou a capacidade do laborat\u00f3rio em responder com boa sensibilidade e maior rapidez \u00e0 necessidade diagn\u00f3stica. Os materiais empregados podem ser variados, desde escarro, sangue, urina, bi\u00f3psia, etc.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Negativa<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>BAAR- Pesquisa<\/p>\n<p>Material .:escarro, urina de 24 horas<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Bacilos \u00e1lcool-\u00e1cido resistentes, Baciloscopia<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Colora\u00e7\u00e3o Ziehl-Neelsen<\/p>\n<p>Resultado .: 2 dias<\/p>\n<p>\u2022\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Coleta: Escarro, lavado bronquico e urina. Ao acordar, pode-se escovar os dente sem pasta e\\\\\\\\\\\\\\\\ou\u00a0 bochechar e gargarejar com \u00e1gua ou solu\u00e7\u00e3o fisiol\u00f3gica\u00a0 para eliminar restos alimentares.<\/p>\n<p>\u2022\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Coletar o escarro por meio de tosse, de modo que o material venha do peito e n\u00e3o da garganta, em frasco limpo, de boca larga.<\/p>\n<p>*OBS: Se houver dificuldade em obter o material, deve-se fazer inala\u00e7\u00e3o com vapor de \u00e1gua quente.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o: Uso: diagn\u00f3stico de processos infecciosos causados por micobact\u00e9rias. As infec\u00e7\u00f5es causadas por micobact\u00e9rias t\u00eam aumentado sua incid\u00eancia devido ao aumento no n\u00famero de casos de imunodefici\u00eancia e ao desenvolvimento de resist\u00eancia aos quimioter\u00e1picos observado na atualidade. Processos patol\u00f3gicos causados por estes microorganismos s\u00e3o de dif\u00edcil diagn\u00f3stico, devido \u00e0 caracter\u00edstica cr\u00f4nica e inespec\u00edfica do processo e \u00e0 dificuldade de isolamento do germe nos locais afetados. A op\u00e7\u00e3o de pesquisa de micobact\u00e9rias por PCR melhorou a capacidade do laborat\u00f3rio em responder com boa sensibilidade e maior rapidez \u00e0 necessidade diagn\u00f3stica. Os materiais empregados podem ser variados, desde escarro, sangue, urina, bi\u00f3psia, etc.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Negativa<\/p>\n<p>Positivo : presen\u00e7a de B.A.A.R<\/p>\n<p>A Pesquisa de BAAR, compreende as pesquisas de Mycobacterium tubercolosis e Mycobacterim leprae.<\/p>\n<p>*** Outras tecnicas disponiveis em nossa rotina***<\/p>\n<p>1. Detec\u00e7\u00e3o de M. tuberculosis por PCR<\/p>\n<p>2. Pesquisa de anticorpos (Sorologia), \u00fatil em todas situa\u00e7\u00f5es clinicas e principalmente na Tuberculose extra pulmonar.<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>BACTERIOSC\u00d3PICO &#8211; Urina 1\u00ba Jato<\/p>\n<p>Material .:urina 1\u00ba jato<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .: Gram<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Microscopia (Colora\u00e7\u00e3o de Gram)<\/p>\n<p>Resultado .: 2 dias<\/p>\n<p>Colher de prefer\u00eancia a 1a urina da manh\u00e3.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico e controle de tratamento de uretrites. O melhor esp\u00e9cime representativo da uretra \u00e9 a secre\u00e7\u00e3o uretral, obtida por drenagem espont\u00e2nea ou por raspado da mucosa (colhida com swab ou al\u00e7a). Na impossibilidade de coleta de secre\u00e7\u00e3o uretral, utiliza-se comumente o primeiro jato urin\u00e1rio para a avalia\u00e7\u00e3o de infec\u00e7\u00e3o uretral. Muito usado para controle p\u00f3s-tratamento das uretrites.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Bacterioscopia negativa<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>BACTERIOSC\u00d3PICO &#8211; V\u00e1rios materiais<\/p>\n<p>Material .:Diversos<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .: Gram<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Microscopia (Colora\u00e7\u00e3o de Gram)<\/p>\n<p>Resultado .:2 dias<\/p>\n<p>Coleta: De acordo com o material. Exame n\u00e3o realizado em Stuart.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: avalia\u00e7\u00e3o da flora bacteriana.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia:<\/p>\n<p>Bacterioscopia negativa<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>BENEDICT &#8211; A\u00e7ucares Redutores<\/p>\n<p>Material: urina 24 horas<\/p>\n<p>M\u00e9todo: Colorim\u00e9trico<\/p>\n<p>Resultado: 5 dias<\/p>\n<p>Coleta: Desprezar a primeira urina da manh\u00e3, colher toda a urina durante todo o dia e noite, inclusive a 1\u00ba do dia seguinte. Usar frasco de \u00e1gua mineral ou do pr\u00f3prio laborat\u00f3rio. N\u00e3o ser\u00e1 aceita urina colhida em frasco de refrigerante. Deixar refrigerado.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 VER Erros Inatos do Metabolismo<\/p>\n<p>Refer\u00eancia:<\/p>\n<p>Negativo<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>BETA 2 MICROGLOBULINA<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:B 2M<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Quimioluminesc\u00eanica<\/p>\n<p>Resultado .:5 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum de 4 horas<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: monitoramento de fun\u00e7\u00e3o renal; marcador de rejei\u00e7\u00e3o de transplantes (especialmente renal); avalia\u00e7\u00e3o e progn\u00f3stico de mielomas, leucemia linfoc\u00edtica cr\u00f4nica e atividade de SIDA. Sua dosagem urin\u00e1ria pode estar elevada em dano tubular. Prote\u00ednas que passam pela membrana basal glomerular no rim sofrem filtra\u00e7\u00e3o diferenciada. A permeabilidade \u00e9 inversamente proporcional ao peso molecular. Apesar disto, somente quantidades diminutas de prote\u00edna s\u00e3o detect\u00e1veis na urina, porque grande parte das prote\u00ednas \u00e9 reabsorvida nos t\u00fabulos. A beta-2 microglobulina apresenta um PM de 12000 daltons, pertencendo \u00e0 cadeia leve dos ant\u00edgenos HLA de membrana. Consiste de duas cadeias polipept\u00eddicas: uma cadeia pesada com estruturas antig\u00eanicas e uma cadeia leve. Sua determina\u00e7\u00e3o s\u00e9rica auxilia na avalia\u00e7\u00e3o cl\u00ednica da atividade imune celular e como marcador tumoral de linf\u00f3citos. Sua avalia\u00e7\u00e3o urin\u00e1ria permite observar dist\u00farbios de filtra\u00e7\u00e3o renal. A prote\u00edna \u00e9 sintetizada no sistema linf\u00e1tico. Valores aumentados: mieloma m\u00faltiplo, LLC, alguns linfomas n\u00e3o-Hodgkin malignos, outras patologias que promovam ativa\u00e7\u00e3o clonal de linf\u00f3citos, doen\u00e7a de Crohn, hepatites, sarcoidose, vasculites, hipertireoidismo, infec\u00e7\u00f5es virais. Valores diminu\u00eddos: algumas patologias neopl\u00e1sicas.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>609,0 a 2164,0 ng\/mL<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>BILIRRUBINAS<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Enzim\u00e1tico\/automatizado<\/p>\n<p>Resultado .:2 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum n\u00e3o obrigat\u00f3rio<\/p>\n<p>Uso: investiga\u00e7\u00e3o e monitoramento de doen\u00e7as e condi\u00e7\u00f5es hepatobiliares e hemol\u00edticas. A bilirrubina total compreende a fra\u00e7\u00e3o conjugada, n\u00e3o conjugada e delta. A bilirrubina direta compreende a fra\u00e7\u00e3o delta e conjugada, enquanto que a bilirrubina indireta compreende a fra\u00e7\u00e3o n\u00e3o conjugada. Altos n\u00edveis de bilirrubina total e direta podem ser vistos em doen\u00e7a hepatocelular e biliar (intra ou extra-hep\u00e1tica). Bilirrubina indireta elevada pode ocorrer em casos onde a taxa de produ\u00e7\u00e3o de bilirrubina excede a taxa de conjuga\u00e7\u00e3o, especialmente em casos de hem\u00f3lise ou anemia megalobl\u00e1stica, al\u00e9m de s\u00edndrome de Gilbert. Neonatos exibem icter\u00edcia fisiol\u00f3gica com bilirrubina indireta. V\u00e1rias subst\u00e2ncias medicamentosas s\u00e3o associadas com aumento de bilirrubina, e mais raramente, diminui\u00e7\u00e3o esp\u00faria. Pele amarelada (ict\u00e9rica) com n\u00edveis normais de bilirrubina pode estar associada a hipercarotenemia.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Crian\u00e7as<\/p>\n<p>24 horas: &lt; 8,8 mg\/dL<\/p>\n<p>0 a 1 dia : Bilirrubina Total : 1,3 a 11,3 mg\/dL<\/p>\n<p>3 a 5 dias : Bilirrubina Total : 0,7 a 12,7 mg\/dL<\/p>\n<p>Adultos<\/p>\n<p>Bilirrubina Total : 0,1 \u00e0 1,2 mg\/dL<\/p>\n<p>Bilirrubina Direta : 0,1 \u00e0 0,4 mg\/dL<\/p>\n<p>Bilirrubina Indireta : 0,1 \u00e0 0,6 mg\/dL<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>BRUCELOSE<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Rosa Bengala<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Aglutina\u00e7\u00e3o Bacteriana<\/p>\n<p>Resultado .: 4 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum n\u00e3o obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico e avalia\u00e7\u00e3o da brucelose. A brucelose \u00e9 uma patologia febril aguda, causada por bact\u00e9rias do g\u00eanero Brucella sp. Esta zoonose pode afetar essencialmente qualquer \u00f3rg\u00e3o, e sua contamina\u00e7\u00e3o se d\u00e1 geralmente por ingest\u00e3o de alimentos contaminados de origem animal. \u00c9 associada \u00e0 contamina\u00e7\u00e3o ocupacional em veterin\u00e1rios, fazendeiros, a\u00e7ougueiros e trabalhadores do campo. Os processos infecciosos podem ser subcl\u00ednicos e raramente s\u00e3o cr\u00f4nicos. Seu diagn\u00f3stico definitivo \u00e9 realizado por hemocultura espec\u00edfica, mas sua caracter\u00edstica transit\u00f3ria faz com que a sorologia seja o principal dado diagn\u00f3stico. Sua interpreta\u00e7\u00e3o pode ser complicada pela presen\u00e7a de infec\u00e7\u00f5es subcl\u00ednicas e n\u00edveis persistentes de anticorpos. T\u00edtulos IgG espec\u00edficos crescentes na presen\u00e7a de t\u00edtulos IgM espec\u00edficos praticamente estabelecem o diagn\u00f3stico. Contudo, devido ao fato de que a sorologia \u00e9 geralmente realizada tardiamente, \u00e9 dif\u00edcil a observa\u00e7\u00e3o de t\u00edtulos IgG crescentes. De toda forma, t\u00edtulos altos persistentes podem diagnosticar a doen\u00e7a cr\u00f4nica, e aumento de t\u00edtulos IgG pode estar associado \u00e0 recidiva. Casos de tularemia podem estar associados \u00e0 presen\u00e7a de altos t\u00edtulos de anticorpos anti-Brucella.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>N\u00e3o reagente<\/p>\n<p><a name=\"C\"><\/a><\/p>\n<h2>Exames &#8211; C<\/h2>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>CA 125 II<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:CA-OV, neoplasias de ov\u00e1rio e endom\u00e9trio<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Eletroquimioluminesc\u00eancia (ECLIA)<\/p>\n<p>Resultado .: 5 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum n\u00e3o obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: monitoramento de c\u00e2ncer ginecol\u00f3gico; avalia\u00e7\u00e3o de processos metast\u00e1ticos de origem desconhecida. O CA 125 \u00e9 um ant\u00edgeno oncofetal com alto PM, correspondendo a glicoprote\u00ednas produzidas pelas c\u00e9lulas epiteliais ovarianas. Cerca de 1% da popula\u00e7\u00e3o geral e 6% dos indiv\u00edduos com patologias benignas podem apresentar discretas eleva\u00e7\u00f5es de CA 125. Por outro lado, cerca de 80% dos pacientes com carcinoma ovariano apresentam eleva\u00e7\u00f5es nos n\u00edveis s\u00e9ricos de CA 125, que parecem correlacionar com a extens\u00e3o do tumor e progn\u00f3stico da doen\u00e7a. Mais de 50% dos casos de carcinoma ovariano s\u00e3o de origem epitelial. Seus n\u00edveis tamb\u00e9m podem se encontrar elevados em neoplasias ginecol\u00f3gicas n\u00e3o-malignas, e met\u00e1stases de mama, c\u00f3lon, p\u00e2ncreas e pulm\u00e3o. Seu principal uso se associa ao monitoramento de resposta ao tratamento de carcinoma ovariano. N\u00edveis que n\u00e3o normalizam s\u00e3o indicativos de focos residuais. Aumento de n\u00edveis ap\u00f3s tratamento ou cirurgia quase sempre representam recidiva do tumor. Contudo, alguns casos de recidiva ou presen\u00e7a de massa residual n\u00e3o elevam os n\u00edveis de CA 125. Adicionalmente, n\u00edveis elevados de CA 125 em per\u00edodos p\u00f3s-cir\u00fargicos podem ser associados a sinal de menor progn\u00f3stico. A concentra\u00e7\u00e3o s\u00e9rica do CA 125 \u00e9 superior a 35 U\/mL em aproximadamente 80% das mulheres com carcinoma do ov\u00e1rio, 26% das mulheres com tumores benignos de ov\u00e1rio e em 66% de pacientes em condi\u00e7\u00f5es n\u00e3o-neopl\u00e1sicas, inclusive o primeiro trimestre da gravidez, fase folicular do ciclo menstrual, endometrioses, miomas uterinos, salpingites agudas, tuberculose p\u00e9lvico-peritoneal, cirrose hep\u00e1tica, pancreatites e inflama\u00e7\u00f5es do perit\u00f4nio, do peric\u00e1rdio e da pleura.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>At\u00e9 32,0 U\/mL<\/p>\n<p>Obs:Ac murino CA 125 c\/ especificidade p\/ Ac M11.<\/p>\n<p>Considera\u00e7\u00e3o :<\/p>\n<p>Este resultado n\u00e3o deve ser interpretado isoladamente.<\/p>\n<hr \/>\n<p>CA 15-3<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Br 15-3, canc\u00ear de Mama<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Eletroquimioluminesc\u00eancia (ECLIA)<\/p>\n<p>Resultado .: 5 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum n\u00e3o obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: monitoramento de recidiva sist\u00eamica de carcinoma de mama ap\u00f3s diagn\u00f3stico e terapia inicial. O CA 15-3 \u00e9 uma glicoprote\u00edna de alto peso molecular, presente no epit\u00e9lio mam\u00e1rio, conhecida como episialina. Sua determina\u00e7\u00e3o apresenta resultados elevados em pacientes com c\u00e2ncer metast\u00e1tico em mama, p\u00e2ncreas, pulm\u00e3o, colo-retal e f\u00edgado. Cerca de 20-35% dos pacientes com carcinoma de mama est\u00e1gios I e II apresentam CA 15-3 elevado, tornando-o a determina\u00e7\u00e3o mais \u00fatil em pacientes com a doen\u00e7a em estados mais avan\u00e7ados. Seu uso apresenta limita\u00e7\u00f5es como teste de triagem para c\u00e2ncer de mama, devido \u00e0 baixa sensibilidade. Sua capacidade de monitoramento terap\u00eautico \u00e9 tamb\u00e9m reduzida, porque n\u00edveis em decl\u00ednio nem sempre s\u00e3o associados \u00e0 melhora cl\u00ednica ou histopatol\u00f3gica. Contudo, apresenta maior sensibilidade para a detec\u00e7\u00e3o de recidivas do que qualquer outro marcador.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>0,0 a 30,0 U\/mL<\/p>\n<p>Considera\u00e7\u00e3o :<\/p>\n<p>Este resultado n\u00e3o deve ser interpretado isoladamente.<\/p>\n<hr \/>\n<p>CA 19-9<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:CA GI, canc\u00ear de colo-retal e neoplasias pancreas<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Eletroquimioluminesc\u00eancia (ECLIA)<\/p>\n<p>Resultado .: 5 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum n\u00e3o obrigat\u00f3rio<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: monitoramento de neoplasias de p\u00e2ncreas e c\u00e2ncer colo-retal. Valores aumentados: carcinoma pancre\u00e1tico (72 a 100%), carcinoma hepatocelular (67%), carcinoma g\u00e1strico (62%), carcinoma coloretal (19%) e patologias n\u00e3o neopl\u00e1sicas (pancreatite &#8211; 96%).<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>0,0 a 33,0 U\/mL<\/p>\n<p>Considera\u00e7\u00e3o :<\/p>\n<p>Este resultado n\u00e3o deve ser interpretado isoladamente.<\/p>\n<p>Limite de detec\u00e7\u00e3o: 0,6 U\/mL<\/p>\n<hr \/>\n<p>CA 72-4<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Eletroquimioluminesc\u00eancia (ECLIA)<\/p>\n<p>Resultado .: 5 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum n\u00e3o obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: marcador s\u00e9rico para c\u00e2ncer g\u00e1strico, mama, pulm\u00f5es e ov\u00e1rios. CA 72-4 ou TAG72 \u00e9 encontrado em concentra\u00e7\u00f5es elevadas nos pacientes com carcinoma g\u00e1strico ou c\u00e2ncer de ov\u00e1rio tipo mucinoso. Principal uso ; monitorar o tratamento e predizer o retorno de malignidade gastrointestinal.Para o c\u00e2ncer g\u00e1strico, este marcador \u00e9 mais sens\u00edvel que o CEA ou CA 19-9 e tem uma especificidade maior para diferenciar circunstancias malignas de benignas. Usado conjuntamente com CA 125 no carcinoma ovariano mucinoso.N\u00edveis elevados podem ser encontrados nos pacientes com carcinoma colo retal e do p\u00e2ncreas , mama e pulm\u00e3o. N\u00edveis elevados s\u00e3o raramente econtrados em processos benignos e inflamat\u00f3rios. Combinado com o CA 19-9 e ou CA 125 , aumenta muito a sensibilidade do teste .<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>0,0 a 6,0 U\/mL<\/p>\n<p>Considera\u00e7\u00e3o :<\/p>\n<p>Este resultado n\u00e3o dever ser interpretado isoladamente.<\/p>\n<hr \/>\n<p>CA50<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:ELISA<\/p>\n<p>Resultado .: 5 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum n\u00e3o obrigat\u00f3rio. O soro n\u00e3o deve ter hem\u00f3lise.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: monitoramento de neoplasias de p\u00e2ncreas e intestino grosso.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>0,0 a 24,0 U\/mL<\/p>\n<p>Considera\u00e7\u00e3o :<\/p>\n<p>Este resultado n\u00e3o deve ser interpretado isoladamente.<\/p>\n<hr \/>\n<p>C\u00c1DMIO<\/p>\n<p>Material .:urina do final, in\u00edcio da jornada de trabalho<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:ICP-MS<\/p>\n<p>Resultado .: 8 dias<\/p>\n<p>Coleta: Coletar urina antes (pr\u00e9) e\/ou depois da jornada de trabalho (p\u00f3s), encaminhar refrigerada. A decis\u00e3o do tempo da coleta (Pr\u00e9 ou P\u00f3s) deve ser do M\u00e9dico solicitante.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: monitora\u00e7\u00e3o biol\u00f3gica da exposi\u00e7\u00e3o ao c\u00e1dmio; diagn\u00f3stico de intoxica\u00e7\u00e3o por c\u00e1dmio. O c\u00e1dmio acumula-se a n\u00edvel tecidual, principalmente nos rins e f\u00edgado. No sangue, est\u00e1 presente principalmente nos eritr\u00f3citos (&gt;95%). Indiv\u00edduos fumantes possuem n\u00edveis de c\u00e1dmio mais elevados no sangue do que os n\u00e3o-fumantes. A exposi\u00e7\u00e3o aguda pela inala\u00e7\u00e3o resulta em sintomas respirat\u00f3rios agudos (edema pulmonar, pneumonia intersticial proliferativa, colapso card\u00edaco). A ingest\u00e3o cr\u00f4nica resulta em osteomalacia grave e disfun\u00e7\u00e3o renal semelhante a Fanconi.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>VR*: at\u00e9 2,00 ug\/g creatinina<\/p>\n<p>IBMP**: 5,00 ug\/g creatinina<\/p>\n<p>*Valor de Refer\u00eancia para pacientes n\u00e3o expostos.<\/p>\n<p>**\u00cdndice Biol\u00f3gico M\u00e1ximo Permitido (NR-7).<\/p>\n<hr \/>\n<p>C\u00c1LCIO<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Calcemia<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Colorim\u00e9trico\/automatizado<\/p>\n<p>Resultado .: 2 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum de 4 horas. Diur\u00e9ticos, anti\u00e1cidos, vit. D, podem aumentar a calcemia. Corticosteroides e insulina podem diminuir.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: avalia\u00e7\u00e3o de coma; investiga\u00e7\u00e3o de pancreatites e outros problemas gastrointestinais; nefrolit\u00edase; polidipsia; poli\u00faria; azotemia; adenomatose end\u00f3crina m\u00faltipla; doen\u00e7as malignas ou granulomatosas. O c\u00e1lcio \u00e9 o quinto elemento mineral mais abundante do organismo. Mais de 99% do c\u00e1lcio corporal est\u00e1 contido na parte \u00f3ssea. O restante est\u00e1 principalmente distribu\u00eddo nos espa\u00e7os extracelulares do organismo (o que explica certos mecanismos de bombeamento imediato de c\u00e1lcio do espa\u00e7o extra para o intracelular). Sua presen\u00e7a no soro est\u00e1 fisiologicamente distribu\u00edda: cerca de 45% circula na forma i\u00f4nica livre, 40% ligado a prote\u00ednas (especialmente albumina), e 15% ligado a \u00e2nions diversos (bicarbonato, citrato, fosfato e lactato). Em virtude da possibilidade de altera\u00e7\u00f5es imediatas e significativas das concentra\u00e7\u00f5es destes ligantes, em algumas situa\u00e7\u00f5es \u00e9 preferido o uso da dosagem de c\u00e1lcio ionizado. A regula\u00e7\u00e3o dos n\u00edveis de c\u00e1lcio corporal \u00e9 regida pela a\u00e7\u00e3o simult\u00e2nea de tr\u00eas horm\u00f4nios: PTH, vitamina D e calcitonina, agindo em equil\u00edbrio osteocl\u00e1stico\/osteobl\u00e1stico, absor\u00e7\u00e3o e excre\u00e7\u00e3o do elemento. Valores aumentados: neoplasias malignas (com ou sem envolvimento \u00f3sseo), hiperparatireoidismo prim\u00e1rio e terci\u00e1rio, sarcoidose, intoxica\u00e7\u00e3o com vitamina D, s\u00edndrome do leite-\u00e1lcali, doen\u00e7a de Paget, tireotoxicose, acromegalia, e necrose tubular renal (fase diur\u00e9tica). Acidoses aumentam a disponibiliza\u00e7\u00e3o de formas ionizadas, com aumento dos efeitos do c\u00e1lcio. Garroteamento prolongado na coleta, bem como alguns medicamentos (como anti\u00e1cidos alcalinos, diur\u00e9ticos, estrog\u00eanios e progesterona, entre outros), podem elevar as dosagens de c\u00e1lcio. Valores diminu\u00eddos: hipoalbuminemia (associada ou n\u00e3o a hipoparatireoidismo), rabdomi\u00f3lise, pseudohipoparatireoidismo, defici\u00eancia de vitamina D, insufici\u00eancia renal cr\u00f4nica, defici\u00eancia de magn\u00e9sio, terapia anticonvulsivante prolongada, pancreatite aguda, transfus\u00e3o sangu\u00ednea, alcoolismo e uso de medicamentos (diur\u00e9ticos, estrog\u00eanios, fluoretos, glicose, insulina, laxantes, sais de magn\u00e9sio, metilcilina e fosfatos).\u00a0Bibliografia Bringhurst FR. Calcium and phosphate distribution, turnover, and metabolic actions. In DeGroot LJ, editor. Endocrinology. 3rd ed. Philadelphia:Williams &amp; Wilkins, 1995<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>8,8 a 11,0 mg\/dL<\/p>\n<hr \/>\n<p>C\u00c1LCIO IONIZADO<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:C\u00e1lcio i\u00f4nico, Ca ioniz\u00e1vel<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Calculado<\/p>\n<p>Resultado .: 2 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum de 4 horas .<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o: Uso: dosagem do c\u00e1lcio plasm\u00e1tico bioativo. A dosagem do c\u00e1lcio ionizado representa a concentra\u00e7\u00e3o do c\u00e1lcio livre e biologicamente ativo no soro. O c\u00e1lcio circula em quantidades quase iguais na forma livre e ligada a prote\u00ednas (a albumina conta com cerca de 70% das prote\u00ednas que ligam o c\u00e1lcio em condi\u00e7\u00f5es normais). Uma por\u00e7\u00e3o de \u00edons c\u00e1lcio n\u00e3o ligados \u00e0 prote\u00edna liga-se a \u00e2nions como bicarbonato, fosfato e citrato. Na presen\u00e7a de concentra\u00e7\u00f5es de albumina anormais, a dosagem de c\u00e1lcio ionizado fornece dados mais adequados sobre o status de c\u00e1lcio, permitindo melhor avalia\u00e7\u00e3o de estados hipo e hipercalc\u00eamicos. Ver C\u00e1lcio.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>4,6 a 5,4 mg\/dL<\/p>\n<hr \/>\n<p>C\u00c1LCIO URIN\u00c1RIO &#8211; 24h<\/p>\n<p>Material .:urina 24 horas<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Calci\u00faria<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Colorim\u00e9trico\/automatizado<\/p>\n<p>Resultado .: 3 dias<\/p>\n<p>Coleta: Desprezar a primeira urina da manh\u00e3, colher toda a urina durante todo o dia e noite, inclusive a 1\u00ba do dia seguinte. Usar frasco de \u00e1gua mineral ou do pr\u00f3prio laborat\u00f3rio. N\u00e3o ser\u00e1 aceita urina colhida em frasco de refrigerante. Deixar refrigerado.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: avalia\u00e7\u00e3o de coma; investiga\u00e7\u00e3o de pancreatites e outros problemas gastrointestinais; nefrolit\u00edase; polidipsia; poli\u00faria; azotemia; adenomatose end\u00f3crina m\u00faltipla; doen\u00e7as malignas ou granulomatosas. O c\u00e1lcio \u00e9 o quinto elemento mineral mais abundante do organismo. Mais de 99% do c\u00e1lcio corporal est\u00e1 contido na parte \u00f3ssea. O restante est\u00e1 principalmente distribu\u00eddo nos espa\u00e7os extracelulares do organismo (o que explica certos mecanismos de bombeamento imediato de c\u00e1lcio do espa\u00e7o extra para o intracelular). Sua presen\u00e7a no soro est\u00e1 fisiologicamente distribu\u00edda: cerca de 45% circula na forma i\u00f4nica livre, 40% ligado a prote\u00ednas (especialmente albumina), e 15% ligado a \u00e2nions diversos (bicarbonato, citrato, fosfato e lactato). Em virtude da possibilidade de altera\u00e7\u00f5es imediatas e significativas das concentra\u00e7\u00f5es destes ligantes, em algumas situa\u00e7\u00f5es \u00e9 preferido o uso da dosagem de c\u00e1lcio ionizado. A regula\u00e7\u00e3o dos n\u00edveis de c\u00e1lcio corporal \u00e9 regida pela a\u00e7\u00e3o simult\u00e2nea de tr\u00eas horm\u00f4nios: PTH, vitamina D e calcitonina, agindo em equil\u00edbrio osteocl\u00e1stico\/osteobl\u00e1stico, absor\u00e7\u00e3o e excre\u00e7\u00e3o do elemento. Valores aumentados: neoplasias malignas (com ou sem envolvimento \u00f3sseo), hiperparatireoidismo prim\u00e1rio e terci\u00e1rio, sarcoidose, intoxica\u00e7\u00e3o com vitamina D, s\u00edndrome do leite-\u00e1lcali, doen\u00e7a de Paget, tireotoxicose, acromegalia, e necrose tubular renal (fase diur\u00e9tica). Acidoses aumentam a disponibiliza\u00e7\u00e3o de formas ionizadas, com aumento dos efeitos do c\u00e1lcio. Garroteamento prolongado na coleta, bem como alguns medicamentos (como anti\u00e1cidos alcalinos, diur\u00e9ticos, estrog\u00eanios e progesterona, entre outros), podem elevar as dosagens de c\u00e1lcio. Valores diminu\u00eddos: hipoalbuminemia (associada ou n\u00e3o a hipoparatireoidismo), rabdomi\u00f3lise, pseudohipoparatireoidismo, defici\u00eancia de vitamina D, insufici\u00eancia renal cr\u00f4nica, defici\u00eancia de magn\u00e9sio, terapia anticonvulsivante prolongada, pancreatite aguda, transfus\u00e3o sangu\u00ednea, alcoolismo e uso de medicamentos (diur\u00e9ticos, estrog\u00eanios, fluoretos, glicose, insulina, laxantes, sais de magn\u00e9sio, metilcilina e fosfatos).<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>At\u00e9 180 mg\/24 horas com dieta\u00a0 isenta de c\u00e1lcio<\/p>\n<p>At\u00e9 280 mg\/24 horas sem dieta isenta de c\u00e1lcio<\/p>\n<hr \/>\n<p>CALCITONINA<\/p>\n<p>Material .:Soro Congelado<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:CT, Tirocalcitonina<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Quimioluminesc\u00eancia<\/p>\n<p>Resultado .:5 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum de 8 horas obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico e monitoramento de carcinoma medular de tire\u00f3ide A calcitonina \u00e9 um polipept\u00eddio de 32 amino\u00e1cidos produzido pelas c\u00e9lulas C ou parafoliculares da tire\u00f3ide. A secre\u00e7\u00e3o de calcitonina \u00e9 estimulada fisiologicamente pelo c\u00e1lcio. Seus efeitos s\u00e3o a redu\u00e7\u00e3o da reabsor\u00e7\u00e3o \u00f3ssea osteocl\u00e1stica. Sua determina\u00e7\u00e3o \u00e9 indicada para o diagn\u00f3stico e acompanhamento de pacientes com carcinoma medular da tire\u00f3ide, patologia cuja maioria dos casos produz n\u00edveis muito elevados de calcitonina. Assim, pacientes com n\u00f3dulo em tire\u00f3ide e com antecedentes familiares s\u00e3o indicados para dosagens de calcitonina, de modo a instituir tratamento precoce. Testes basais normais com forte suspeita cl\u00ednica ou de pacientes com familiares afetados pela doen\u00e7a devem ser testados com est\u00edmulo de c\u00e1lcio e\/ou pentagastrina.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Homem : At\u00e9 18,2 pg\/mL<\/p>\n<p>Mulher : At\u00e9 11,5 pg\/mL<\/p>\n<hr \/>\n<p>Capacidade de Liga\u00e7ao do Ferro<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:CTLF<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Colorim\u00e9trico<\/p>\n<p>Resultado .:5 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum de 4 horas.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: avalia\u00e7\u00e3o e diagn\u00f3stico de anemias cr\u00f4nicas por defici\u00eancia de ferro.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>228,0 a 428,0 ug\/dL<\/p>\n<hr \/>\n<p>CARBAMAZEPINA<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Tegretol<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Imunoenzim\u00e1tico Colorim\u00e9trico<\/p>\n<p>Resultado .:5 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum n\u00e3o obrigat\u00f3rio ou conforme orienta\u00e7\u00e3o m\u00e9dica. Colher sangue antes da pr\u00f3xima dose do medicamento.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: monitoramento de adequa\u00e7\u00e3o terap\u00eautica, efic\u00e1cia, poss\u00edvel toxicidade e acerto de dose para uso de carbamazepina. A carbamazepina \u00e9 um dos mais populares agentes antiepil\u00e9ticos em uso na atualidade, sendo utilizada em epilepsia, controle de dor neurog\u00eanica, neuralgia trigeminal e neuropatia diab\u00e9tica, al\u00e9m de uso documentado em dist\u00farbio bipolar e outras doen\u00e7as psiqui\u00e1tricas e neurol\u00f3gicas. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 toxicidade, existem sintomas associados \u00e0 sua concentra\u00e7\u00e3o (dist\u00farbios de vis\u00e3o, ataxia, cefal\u00e9ia, sonol\u00eancia, zumbido, etc.). As concentra\u00e7\u00f5es plasm\u00e1ticas atingem pico 6 horas ap\u00f3s a ingest\u00e3o. A droga induz as enzimas que a metabolizam (auto-indu\u00e7\u00e3o). Seu metabolismo \u00e9 hep\u00e1tico, e seu clearence aumenta com o tempo (de 25-40 horas no in\u00edcio para 15-25 horas em torno de 4 semanas). Sua ingest\u00e3o pode causar leucopenia e discrasias medulares, al\u00e9m de hipersensibilidade, hiponatremia, osteomalacia e efeitos card\u00edacos. O efeito indutivo da droga interfere com a maioria das drogas de metabolismo hep\u00e1tico, fazendo com que deva haver adequa\u00e7\u00e3o de dose de outros medicamentos quando em uso de carbamazepina. Valores aumentados: uso concomitante de drogas que inibam o sistema citocromo p450, como izoniazida, fluoxetina, propoxifeno, verapamil, danazol, cimetidina, eritromicina, l\u00edtio e \u00e1cido valpr\u00f3ico, entre outras. Valores diminu\u00eddos: uso concomitante de outros medicamentos que induzam o sistema citocromo p450, al\u00e9m da falta de coopera\u00e7\u00e3o do paciente em tomar, devido aos efeitos colaterais. Normalmente n\u00e3o h\u00e1 carbamazepina detect\u00e1vel no soro de pessoas que n\u00e3o fazem uso da droga.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Concentra\u00e7\u00e3o terapeutica eficaz : 4,0 a 10,0 ug\/mL<\/p>\n<p>Concentra\u00e7\u00e3o potencialmente tox.: &gt; 15,0 ug\/mL<\/p>\n<hr \/>\n<p>CARBOXIHEMOGLOBINA<\/p>\n<p>Material .:Sangue total com EDTA<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:CARBOXI<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Espectrofotom\u00e9trico (Co-ox\u00edmetro)<\/p>\n<p>Resultado .: 7 dias<\/p>\n<p>Coleta: Coletar preferencialmente a v\u00e1cuo. Ap\u00f3s a coleta manter a amostra refrigerada e envi\u00e1-la imediatamente ao laborat\u00f3rio. A amostra tem estabilidade de 5 dias.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 -Uso: avalia\u00e7\u00e3o da poss\u00edvel exposi\u00e7\u00e3o e\/ou envenenamento pelo mon\u00f3xido de carbono; diagn\u00f3stico diferencial de cefal\u00e9ia, n\u00e1usea, v\u00f4mito, vertigem, coma, etc; avalia\u00e7\u00e3o da exposi\u00e7\u00e3o ocupacional; avalia\u00e7\u00e3o da exposi\u00e7\u00e3o ao mon\u00f3xido de carbono em acidentes (inc\u00eandios, por exemplo). O mon\u00f3xido de carbono \u00e9 uma subst\u00e2ncia t\u00f3xica derivada da combust\u00e3o de materiais org\u00e2nicos, entre outros. A exposi\u00e7\u00e3o a este g\u00e1s pode ocorrer de v\u00e1rias formas, como em ambientes fechados com tabagistas, motores, tr\u00e2nsito, inc\u00eandios, etc. A intoxica\u00e7\u00e3o por mon\u00f3xido de carbono pode ser uma amea\u00e7a imediata \u00e0 vida, e algumas vezes \u00e9 necess\u00e1rio excluir a aspira\u00e7\u00e3o de fuma\u00e7a na marcha de atendimento cl\u00ednico a um doente grave. Em uma situa\u00e7\u00e3o de envenenamento por mon\u00f3xido de carbono, os n\u00edveis de carboxihemoglobina permitem o estabelecimento de progn\u00f3stico cl\u00ednico: entre 10-20%, cefal\u00e9ia e dispn\u00e9ia; acima de 20%: confus\u00e3o e irritabilidade; acima de 50%:inconsci\u00eancia; acima de 70%: risco imediato de morte. Sua toxicidade se relaciona mais \u00e0 inibi\u00e7\u00e3o da respira\u00e7\u00e3o mitocondrial do que \u00e0 interfer\u00eancia com o transporte de oxig\u00eanio sangu\u00edneo.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>VR*: at\u00e9 1,0 % para n\u00e3o fumantes.<\/p>\n<p>at\u00e9 10% para fumantes<\/p>\n<p>IBMP**: at\u00e9 3,5 % para n\u00e3o fumantes.<\/p>\n<p>*Valor de Refer\u00eancia para pacientes n\u00e3o expostos.<\/p>\n<p>**\u00cdndice Biol\u00f3gico M\u00e1ximo Permitido (NR-7).<\/p>\n<hr \/>\n<p>CARDIOLIPINA &#8211; Anticorpos IgA<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Antifosfolipideos<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:ELISA<\/p>\n<p>Resultado .: 5 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum n\u00e3o obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: investiga\u00e7\u00e3o de pacientes com achados cl\u00ednicos de s\u00edndrome de anticorpo fosfol\u00edpide (tromboses recorrentes, perda fetal, trombocitopenia) prim\u00e1ria ou secund\u00e1ria a lupus eritematoso sist\u00eamico; diagn\u00f3stico diferencial de tromboses recorrentes; s\u00edndromes semelhantes a lupus; VDRL ou RPR falso-positivos; hemorragias. A presen\u00e7a de anticorpos anticardiolipina IgG ou IgM em t\u00edtulos elevados (&gt;100 gpL ou mpL para IgG ou IgM respectivamente) est\u00e1 fortemente associada a quadros de s\u00edndrome de anticorpo fosfol\u00edpide. Os anticorpos podem ser encontrados em t\u00edtulos mais baixos (30-100 gpL ou mpL) em quadros p\u00f3s-infecciosos virais ou mesmo bacterianos, ap\u00f3s imuniza\u00e7\u00f5es ou uso de medicamentos (nestes casos \u00e9 mais freq\u00fcente o achado de IgM). Na maior parte dos casos, os t\u00edtulos anti-cardiolipina correlacionam-se com positividade para anticoagulante l\u00fapicos (um teste funcional), embora isto n\u00e3o seja de observa\u00e7\u00e3o obrigat\u00f3ria. A positividade \u00e9 relatada em at\u00e9 60% dos casos de lupus eritematoso sist\u00eamico, e em menor quantidade em outras entidades patol\u00f3gicas autoimunes. A positividade \u00e9 tamb\u00e9m relatada em casos de abortos de repeti\u00e7\u00e3o. Os t\u00edtulos podem estar sujeitos a significativas flutua\u00e7\u00f5es com o tempo. Interferentes: medicamentos (cloropromazina, fenito\u00edna, fansidar, quinidina, quinino, hidralazina, procainamida, fenotiazinas, interferon, coca\u00edna); s\u00edfilis, infec\u00e7\u00f5es agudas, neoplasmas, SIDA, baixos t\u00edtulos presentes em idosos a despeito de processos patol\u00f3gicos. Os anticorpos anticardiolipina est\u00e3o presentes em at\u00e9 5% de pessoas normais.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Negativo : &lt; 11,0 U\/mL<\/p>\n<p>Inconclusivo : 11,1 a 12,9 U\/mL<\/p>\n<p>Positivo : &gt; 13,0 U\/mL<\/p>\n<p>Anticorpos anti-cardiolipina IgA s\u00e3o ocasionalmente detectados em SLE e em Pacientes SLE-LIKE.<\/p>\n<p>Estudos recentes indicam que valores altos de IgAs\u00e3o encontrados em Pacientes com complica\u00e7\u00f5es vasculares e trombocitopenia.<\/p>\n<hr \/>\n<p>CARDIOLIPINA &#8211; Anticorpos IgG<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Antifosfolipideos<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:FEIA &#8211; (Fluorometric Enzyme Immunoassay)<\/p>\n<p>Resultado .:5 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum n\u00e3o obrigat\u00f3rio<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: investiga\u00e7\u00e3o de pacientes com achados cl\u00ednicos de s\u00edndrome de anticorpo fosfol\u00edpide (tromboses recorrentes, perda fetal, trombocitopenia) prim\u00e1ria ou secund\u00e1ria a lupus eritematoso sist\u00eamico; diagn\u00f3stico diferencial de tromboses recorrentes; s\u00edndromes semelhantes a lupus; VDRL ou RPR falso-positivos; hemorragias. A presen\u00e7a de anticorpos anticardiolipina IgG ou IgM em t\u00edtulos elevados (&gt;100 gpL ou mpL para IgG ou IgM respectivamente) est\u00e1 fortemente associada a quadros de s\u00edndrome de anticorpo fosfol\u00edpide. Os anticorpos podem ser encontrados em t\u00edtulos mais baixos (30-100 gpL ou mpL) em quadros p\u00f3s-infecciosos virais ou mesmo bacterianos, ap\u00f3s imuniza\u00e7\u00f5es ou uso de medicamentos (nestes casos \u00e9 mais freq\u00fcente o achado de IgM). Na maior parte dos casos, os t\u00edtulos anti-cardiolipina correlacionam-se com positividade para anticoagulante l\u00fapicos (um teste funcional), embora isto n\u00e3o seja de observa\u00e7\u00e3o obrigat\u00f3ria. A positividade \u00e9 relatada em at\u00e9 60% dos casos de lupus eritematoso sist\u00eamico, e em menor quantidade em outras entidades patol\u00f3gicas autoimunes. A positividade \u00e9 tamb\u00e9m relatada em casos de abortos de repeti\u00e7\u00e3o. Os t\u00edtulos podem estar sujeitos a significativas flutua\u00e7\u00f5es com o tempo. Interferentes: medicamentos (cloropromazina, fenito\u00edna, fansidar, quinidina, quinino, hidralazina, procainamida, fenotiazinas, interferon, coca\u00edna); s\u00edfilis, infec\u00e7\u00f5es agudas, neoplasmas, SIDA, baixos t\u00edtulos presentes em idosos a despeito de processos patol\u00f3gicos. Os anticorpos anticardiolipina est\u00e3o presentes em at\u00e9 5% de pessoas normais.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Negativo : Inferior a 10,00 GPL-U\/mL<\/p>\n<p>Fracamente Positivo : 10,00 a 40,00 GPL-U\/mL<\/p>\n<p>Positivo : Superior a 40,00 GPL-U\/mL<\/p>\n<hr \/>\n<p>CARDIOLIPINA &#8211; Anticorpos IgG e IgM<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Antifosfolipideos<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:FEIA &#8211; (Fluorometric Enzyme Immunoassay)<\/p>\n<p>Resultado .:5 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum n\u00e3o obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: investiga\u00e7\u00e3o de pacientes com achados cl\u00ednicos de s\u00edndrome de anticorpo fosfol\u00edpide (tromboses recorrentes, perda fetal, trombocitopenia) prim\u00e1ria ou secund\u00e1ria a lupus eritematoso sist\u00eamico; diagn\u00f3stico diferencial de tromboses recorrentes; s\u00edndromes semelhantes a lupus; VDRL ou RPR falso-positivos; hemorragias. A presen\u00e7a de anticorpos anticardiolipina IgG ou IgM em t\u00edtulos elevados (&gt;100 gpL ou mpL para IgG ou IgM respectivamente) est\u00e1 fortemente associada a quadros de s\u00edndrome de anticorpo fosfol\u00edpide. Os anticorpos podem ser encontrados em t\u00edtulos mais baixos (30-100 gpL ou mpL) em quadros p\u00f3s-infecciosos virais ou mesmo bacterianos, ap\u00f3s imuniza\u00e7\u00f5es ou uso de medicamentos (nestes casos \u00e9 mais freq\u00fcente o achado de IgM). Na maior parte dos casos, os t\u00edtulos anti-cardiolipina correlacionam-se com positividade para anticoagulante l\u00fapicos (um teste funcional), embora isto n\u00e3o seja de observa\u00e7\u00e3o obrigat\u00f3ria. A positividade \u00e9 relatada em at\u00e9 60% dos casos de lupus eritematoso sist\u00eamico, e em menor quantidade em outras entidades patol\u00f3gicas autoimunes. A positividade \u00e9 tamb\u00e9m relatada em casos de abortos de repeti\u00e7\u00e3o. Os t\u00edtulos podem estar sujeitos a significativas flutua\u00e7\u00f5es com o tempo. Interferentes: medicamentos (cloropromazina, fenito\u00edna, fansidar, quinidina, quinino, hidralazina, procainamida, fenotiazinas, interferon, coca\u00edna); s\u00edfilis, infec\u00e7\u00f5es agudas, neoplasmas, SIDA, baixos t\u00edtulos presentes em idosos a despeito de processos patol\u00f3gicos. Os anticorpos anticardiolipina est\u00e3o presentes em at\u00e9 5% de pessoas normais.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>IgG :<\/p>\n<p>Negativo : Inferior a 10,00 GPL-U\/mL<\/p>\n<p>Fracamente Positivo : 10,00 a 40,00 GPL-U\/mL<\/p>\n<p>Positivo : Superior a 40,00 GPL-U\/mL<\/p>\n<p>IgM :<\/p>\n<p>Negativo : Inferior a 10,00 MPL-U\/mL<\/p>\n<p>Fracamente Positivo : 10,00 a 40,00 MPL-U\/mL<\/p>\n<p>Positivo : Superior a 40,00 MPL-U\/mL<\/p>\n<hr \/>\n<p>CARDIOLIPINA &#8211; Anticorpos IgM<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Antifosfolipideos<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:FEIA &#8211; (Fluorometric Enzyme Immunoassay)<\/p>\n<p>Resultado .:5 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum n\u00e3o obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: investiga\u00e7\u00e3o de pacientes com achados cl\u00ednicos de s\u00edndrome de anticorpo fosfol\u00edpide (tromboses recorrentes, perda fetal, trombocitopenia) prim\u00e1ria ou secund\u00e1ria a lupus eritematoso sist\u00eamico; diagn\u00f3stico diferencial de tromboses recorrentes; s\u00edndromes semelhantes a lupus; VDRL ou RPR falso-positivos; hemorragias. A presen\u00e7a de anticorpos anticardiolipina IgG ou IgM em t\u00edtulos elevados (&gt;100 gpL ou mpL para IgG ou IgM respectivamente) est\u00e1 fortemente associada a quadros de s\u00edndrome de anticorpo fosfol\u00edpide. Os anticorpos podem ser encontrados em t\u00edtulos mais baixos (30-100 gpL ou mpL) em quadros p\u00f3s-infecciosos virais ou mesmo bacterianos, ap\u00f3s imuniza\u00e7\u00f5es ou uso de medicamentos (nestes casos \u00e9 mais freq\u00fcente o achado de IgM). Na maior parte dos casos, os t\u00edtulos anti-cardiolipina correlacionam-se com positividade para anticoagulante l\u00fapicos (um teste funcional), embora isto n\u00e3o seja de observa\u00e7\u00e3o obrigat\u00f3ria. A positividade \u00e9 relatada em at\u00e9 60% dos casos de lupus eritematoso sist\u00eamico, e em menor quantidade em outras entidades patol\u00f3gicas autoimunes. A positividade \u00e9 tamb\u00e9m relatada em casos de abortos de repeti\u00e7\u00e3o. Os t\u00edtulos podem estar sujeitos a significativas flutua\u00e7\u00f5es com o tempo. Interferentes: medicamentos (cloropromazina, fenito\u00edna, fansidar, quinidina, quinino, hidralazina, procainamida, fenotiazinas, interferon, coca\u00edna); s\u00edfilis, infec\u00e7\u00f5es agudas, neoplasmas, SIDA, baixos t\u00edtulos presentes em idosos a despeito de processos patol\u00f3gicos. Os anticorpos anticardiolipina est\u00e3o presentes em at\u00e9 5% de pessoas normais.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Negativo : Inferior a 10,00 MPL-U\/mL<\/p>\n<p>Fracamente Positivo : 10,00 a 40,00 MPL-U\/mL<\/p>\n<p>Positivo : Superior a 40,00 MPL-U\/mL<\/p>\n<hr \/>\n<p>Carga viral + Genotipagem de HCV<\/p>\n<p>Material: Plasma com PPT BD<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo:Hepatite C, quantifica\u00e7\u00e3o, gen\u00f3tipo<\/p>\n<p>M\u00e9todo: PCR em Tempo Real &#8211; Abbott Real Time PCR<\/p>\n<p>Resultado: 10 dias<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 A hepatite C \u00e9 causada pelo HCV que \u00e9 o agente etiol\u00f3gico da maioria das hepatites transfusionais, antigamente denominadas de Hepatites N\u00e3o-A e N\u00e3o-B. \u00c9 um v\u00edrus com envelope lip\u00eddio, que cont\u00e9m RNA em seu genoma e \u00e9 constitu\u00eddo por uma simples cadeia de leitura com duas regi\u00f5es n\u00e3o codificantes. A quantifica\u00e7\u00e3o fornece informa\u00e7\u00e3o progn\u00f3stica, pois indiv\u00edduos com carga viral alta, t\u00eam menor chance de responder ao tratamento. Os gen\u00f3tipos est\u00e3o correlacionados a diferen\u00e7as geogr\u00e1ficas, \u00e0 evolu\u00e7\u00e3o cl\u00ednica, ao progn\u00f3stico e \u00e0 resposta terap\u00eautica ao Interferon nas infec\u00e7\u00f5es cr\u00f4nicas. Al\u00e9m dos v\u00e1rios gen\u00f3tipos, o v\u00edrus C \u00e9 muito mutante e existem poucas evid\u00eancias de que a infec\u00e7\u00e3o pelo HCV confira imunidade \u00e0 reinfec\u00e7\u00e3o por cepas hom\u00f3logas.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia:<\/p>\n<p>N\u00e3o Detectado<\/p>\n<p>A genotipagem do HCV \u00e9 usada no progn\u00f3stico e indica\u00e7\u00e3o do tratamento. Pacientes infectados com gen\u00f3tipos 1 e 4 com carga viral elevada necessitam de tratamento mais prolongado do que outros gen\u00f3tipos.(seg. Confer\u00eancia Internacional de Consenso &#8211; fevereiro de 1999.)<\/p>\n<hr \/>\n<p>Carga viral de HIV<\/p>\n<p>Material: Plasma com PPT BD<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo: Quantifica\u00e7\u00e3o por PCR, quantitativo<\/p>\n<p>M\u00e9todo: RT- PCR (Abbott Real Time HIV-1)<\/p>\n<p>Resultado: 10 dias<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 A carga viral do HIV-1 representa o n\u00famero de part\u00edculas virais em circula\u00e7\u00e3o e \u00e9 consequentemente uma medida do tamanho da popula\u00e7\u00e3o viral e de sua taxa de replica\u00e7\u00e3o. A medida da carga viral \u00e9 hoje a ferramenta mais poderosa para o acompanhamento laboratorial de indiv\u00edduos infectados. H\u00e1 estreita correla\u00e7\u00e3o entre n\u00edveis de carga viral e progn\u00f3stico. N\u00edveis muito reduzidos ou ausentes est\u00e3o associados a boa evolu\u00e7\u00e3o e maior tempo para desenvolvimento de AIDS. A medi\u00e7\u00e3o quantitativa dos n\u00edveis de HIV em sangue perif\u00e9rico contribui significativamente para a compreens\u00e3o da patog\u00eanese da infec\u00e7\u00e3o pelo HIV sendo um par\u00e2metro essencial no progn\u00f3stico e tratamento de indiv\u00edduos infectados pelo HIV. As decis\u00f5es relativas ao in\u00edcio ou altera\u00e7\u00f5es na terap\u00eautica anti-retroviral s\u00e3o tomadas com base na monitoriza\u00e7\u00e3o dos n\u00edveis do RNA do HIV, contagem plasm\u00e1tica de c\u00e9lulas TCD4 e do estado cl\u00ednico do doente. O objetivo da terap\u00eautica antiretroviral \u00e9 reduzir a presen\u00e7a do v\u00edrus HIV no plasma at\u00e9 n\u00edveis que n\u00e3o sejam detectados pelos testes de carga viral.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia:<\/p>\n<p>N\u00e3o Detectado<\/p>\n<hr \/>\n<p>CARI\u00d3TIPO BANDA G<\/p>\n<p>Material .:sangue total Heparinizado<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Estudo cromoss\u00f4mico<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:cultura tempor\u00e1ria de linf\u00f3citos<\/p>\n<p>Resultado .:45 dias<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: anomalia cromoss\u00f4mica conhecida ou suspeita; anomalias cong\u00eanitas m\u00faltiplas (malforma\u00e7\u00f5es) e\/ou retardo do crescimento mental; dist\u00farbio da diferencia\u00e7\u00e3o sexual (genit\u00e1lia amb\u00edgua externa ou interna, meninas com amenorr\u00e9ia prim\u00e1ria, meninos com desenvolvimento p\u00fabere retardado); retardo mental familiar nos homens; abortos m\u00faltiplos; infertilidade. O cari\u00f3tipo \u00e9 um exame gen\u00e9tico onde se realiza o estudo da constitui\u00e7\u00e3o cromoss\u00f4mica das c\u00e9lulas de um indiv\u00edduo. Nesta an\u00e1lise, os cromossomos s\u00e3o identificados de acordo com determinadas caracter\u00edsticas (tamanho, posi\u00e7\u00e3o do centr\u00f4mero, caracter\u00edsticas de colora\u00e7\u00e3o &#8211; banda G), permitindo a verifica\u00e7\u00e3o num\u00e9rica e estrutural dos mesmos. Valores de refer\u00eancia: 46,XY (homem) e 46,XX (mulher).<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Homens : 46, XY<\/p>\n<p>Mulheres : 46, XX<\/p>\n<p>Resultado descrito segundo normas da ISCN 2009:<\/p>\n<p>An International System of Human Cytogenetic Nomenclature, Shaffer LG, Slovak ML, Campbell LJ (eds); S Karger, Basel, 2009.<\/p>\n<hr \/>\n<p>CATECOLAMINAS<\/p>\n<p>Material .:Urina 24 h acidificada<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Cromatografia L\u00edquida de Alto Desempenho (HPLC)<\/p>\n<p>Resultado .: 15 dias<\/p>\n<p>Coleta: Desprezar a primeira urina da manh\u00e3, colher toda a urina durante todo o dia e noite, inclusive a 1\u00ba do dia seguinte. Usar frasco de \u00e1gua mineral ou do pr\u00f3prio laborat\u00f3rio. N\u00e3o ser\u00e1 aceita urina colhida em frasco de refrigerante. Deixar refrigerado. Recomenda-se, suspender por 48 horas toda a medicacao, conforme orientacao do m\u00e9dico assistente. Dieta: Nos 2 (dois) dias antes da coleta evite: cha, cafe, chocolate, vitaminas, refrigerantes, sorvetes que contenham baunilha ou vanilina, banana e abacate. \u00c9 importante, al\u00e9m de um r\u00f3tulo com aviso de que o frasco cont\u00e9m \u00e1cido clor\u00eddrico, colocar um aviso em letras grandes CUIDADO . A coleta dever\u00e1 ser feita em um frasco intermedi\u00e1rio antes de depositar no frasco com conservante.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico e avalia\u00e7\u00e3o de feocromocitoma; diagn\u00f3stico de tumores produtores de catecolaminas; diagn\u00f3stico de hipotens\u00e3o postural. As catecolaminas s\u00e3o sintetizadas nas c\u00e9lulas cromafins do sistema nervoso simp\u00e1tico (epinefrina pela medula adrenal e norepinefrina e dopamina pela medula adrenal e neur\u00f4nios simp\u00e1ticos p\u00f3s-ganglionares). Circulam no plasma em formas livres e ligadas a prote\u00ednas (albumina, globulinas e lipoprote\u00ednas). As catecolaminas plasm\u00e1ticas exibem consider\u00e1vel grau de variabilidade fisiol\u00f3gica (stress, por exemplo). Conseq\u00fcentemente, as amostras devem ser obtidas de pacientes em posi\u00e7\u00e3o supina e algum tempo ap\u00f3s a venipuntura. As dosagens plasm\u00e1ticas podem ser realizadas ap\u00f3s estimula\u00e7\u00e3o. Em pacientes com hipertens\u00e3o parox\u00edstica, a sensibilidade do teste pode ser aumentada iniciando a coleta ap\u00f3s o epis\u00f3dio. O padr\u00e3o de catecolaminas difere segundo a forma de tumor: feocromocitomas geralmente produzem norepinefrina e epinefrina; paragangliomas secretam norepinefrina e neuroblastomas tamb\u00e9m produzem dopamina. As metanefrinas urin\u00e1rias s\u00e3o consideradas o melhor teste de triagem para feocromocitoma. Os n\u00edveis de catecolaminas e metanefrinas podem ser interpretados em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 concentra\u00e7\u00e3o de creatinina da amostra. As catecolaminas s\u00e3o excretadas na urina na forma intacta ou como metab\u00f3litos (metanefrinas e \u00e1cido vanilmand\u00e9lico). Valores aumentados: feocromocitoma, ganglioneuromas, neuroblastomas, stress severo, hipoglicemia, certos medicamentos (metildopa, isoproterenol, nitratos, minoxidil, hidralazina), tabagismo, consumo de caf\u00e9. Valores diminu\u00eddos: hipotens\u00e3o postural, s\u00edndrome Shy-Drager e disautonomia familiar.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>80,0 a 500,0 ug\/24 horas<\/p>\n<hr \/>\n<p>CATECOLAMINAS LIVRES<\/p>\n<p>Material .:Urina 24 h acidificada<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Epinefrina. Norepinefrina e dopamina urinaria<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Cromatografia L\u00edquida de Alto Desempenho (HPLC)<\/p>\n<p>Resultado .:15 dias<\/p>\n<p>Coleta: Ver catecolaminas<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o: Ver catecolaminas<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Noradrenalina: at\u00e9 97 ug\/24 h<\/p>\n<p>Adrenalina: at\u00e9 27 ug\/24 h<\/p>\n<p>Dopamina: at\u00e9 500 ug\/24 h<\/p>\n<hr \/>\n<p>CATECOLAMINAS PLASMATICAS<\/p>\n<p>Material .:Plasma heparinizado<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Epinefrina, Norepinefrina e dopamina plasm\u00e1ticas<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Cromatografia L\u00edquida de Alto Desempenho (HPLC)<\/p>\n<p>Resultado .:20 dias<\/p>\n<p>Coleta: Suspender por 24 horas o uso de L-dopa,propanolol, aldomet, efortil, inderal, atenol, atensina ,amplictil, descongestionantes nasais e outros. N\u00e3o ingerir caf\u00e9 ou ch\u00e1.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Ver Catecolaminas.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Norepinefrina : at\u00e9 420,0 pg\/mL<\/p>\n<p>Epinefrina : at\u00e9 84,0 pg\/mL<\/p>\n<p>Dopamina : at\u00e9 85,0 pg\/mL<\/p>\n<hr \/>\n<p>CEA &#8211; ANT\u00cdGENO CARCINOEMBRIOG\u00caNICO<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:CEA<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Eletroquimioluminesc\u00eancia (ECLIA)<\/p>\n<p>Resultado .: 5 dias<\/p>\n<p>Coleta: Fumo pode alterar o resultado do exame, elevando-o.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: monitoramento de tratamento e recidiva de carcinoma coloretal; monitoramento de outros carcinomas de origem epitelial, como est\u00f4mago, p\u00e2ncreas e mama; avalia\u00e7\u00e3o de progn\u00f3stico. O CEA \u00e9 uma glicoprote\u00edna oncofetal presente em tecidos embrion\u00e1rios e em alguns processos malignos de c\u00e9lulas epiteliais. Seus valores servem no monitoramento de recidiva de carcinoma de c\u00f3lon ap\u00f3s tratamento ou cirurgia. Valores que n\u00e3o retornam ao normal ap\u00f3s cirurgia indicam ressec\u00e7\u00e3o incompleta. As concentra\u00e7\u00f5es s\u00e9ricas na ocasi\u00e3o do diagn\u00f3stico podem ser inversamente proporcionais ao progn\u00f3stico. Aumentos podem ser vistos em carcinoma de c\u00e9lulas gigantes da tire\u00f3ide e em neuroblastoma. Valores extremamente elevados podem estar associados \u00e0 met\u00e1stase \u00f3ssea e hep\u00e1tica. Doen\u00e7as n\u00e3o malignas hep\u00e1ticas podem induzir resultados elevados de CEA, assim como tabagismo, doen\u00e7a pulmonar cr\u00f4nica, pancreatite e insufici\u00eancia renal. O CEA n\u00e3o deve ser utilizado na qualidade de \u00fanico teste diagn\u00f3stico, devido \u00e0 sua relativa falta de especificidade.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>At\u00e9 9,0 ng\/mL<\/p>\n<p>Os valores abaixo foram obtidos atrav\u00e9s de um estudo realizado em 3 Clinicas nos EUA.<\/p>\n<p>N\u00e3o fumantes : 0,0 a 3,0 ng\/mL (90,7%)<\/p>\n<p>: 3,1 a 5,0 ng\/mL (7,0%)<\/p>\n<p>: 5,1 a 10,0 ng\/mL (2,3%)<\/p>\n<p>Fumantes : 0,0 a 3,0 ng\/mL (71,6%)<\/p>\n<p>: 3,1 a 5,0 ng\/mL (14,9%)<\/p>\n<p>: 5,1 a 10,0 ng\/mL (9,0%)<\/p>\n<p>: &gt; 10 ng\/mL (4,5%)<\/p>\n<p>Obs. Este estudo foi realizado em 153 individuos aparentemente com boa sa\u00fade (fumantes e n\u00e3o fumantes); 243 individuos com v\u00e1rias doen\u00e7as n\u00e3o malignas; em um total de 1382 amostras (algumas coletadas durante monitoriza\u00e7\u00e3o em s\u00e9rie) de 657 doentes com v\u00e1rios tipos de cancer.<\/p>\n<p>Considera\u00e7\u00e3o :<\/p>\n<p>Este resultado n\u00e3o deve ser interpretado isoladamente.<\/p>\n<hr \/>\n<p>CERULOPLASMINA<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Cobre-oxidase, ferro-oxidase<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Nefelometria<\/p>\n<p>Resultado .:5 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico de doen\u00e7a de Wilson; avalia\u00e7\u00e3o da presen\u00e7a da s\u00edndrome de Menkes; avalia\u00e7\u00e3o de hepatite cr\u00f4nica ativa, cirrose e outras doen\u00e7as hep\u00e1ticas. A ceruloplasmina \u00e9 uma glicoprote\u00edna contendora de cobre, com atividades enzim\u00e1ticas. Produzida no f\u00edgado, cont\u00e9m cerca de 90% do cobre s\u00e9rico total, apresentando comportamento de prote\u00edna de fase aguda tardia. A principal aplica\u00e7\u00e3o do uso da ceruloplasmina \u00e9 o diagn\u00f3stico da doen\u00e7a de Wilson (degenera\u00e7\u00e3o hepatolenticular), uma doen\u00e7a autoss\u00f4mica recessiva, onde as concentra\u00e7\u00f5es de ceruloplasmina plasm\u00e1tica s\u00e3o tipicamente reduzidas, e o cobre n\u00e3o ligado e urin\u00e1rio est\u00e3o aumentados. Embora a causa exata da doen\u00e7a de Wilson n\u00e3o seja conhecida, especula-se a aus\u00eancia de uma enzima ou prote\u00edna carreadora capaz de incorporar o cobre nas prote\u00ednas. O cobre \u00e9, ent\u00e3o, depositado nos rins, f\u00edgado e c\u00e9rebro. A menos que se institua tratamento quelante, a doen\u00e7a \u00e9 progressiva e fatal. Valores aumentados: doen\u00e7as inflamat\u00f3rias e neopl\u00e1sicas (a ceruloplasmina \u00e9 uma prote\u00edna de fase aguda lenta), gravidez, uso de estrog\u00eanios e intoxica\u00e7\u00e3o com cobre. Valores diminu\u00eddos: doen\u00e7a de Wilson, s\u00edndrome de Menkes, s\u00edndrome nefr\u00f3tica, m\u00e1 nutri\u00e7\u00e3o, estados malabsortivos, doen\u00e7a hep\u00e1tica avan\u00e7ada.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Adultos : 21,0 a 53,0 mg\/dL<\/p>\n<p>Crian\u00e7as de 1 a 9 anos : 30,0 a 70,0 mg\/dL<\/p>\n<hr \/>\n<p>CHAGAS &#8211; Anticorpos IgG (IF)<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Imunoensaio Quimioluminescente de Micropart\u00edculas (CMIA)<\/p>\n<p>Resultado .:5 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum n\u00e3o obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Diagn\u00f3stico de infec\u00e7\u00e3o por Trypanosoma cruzi ou Doen\u00e7a de Chagas. Exame \u00fatil no diagn\u00f3stico da doen\u00e7a de Chagas ou para se verificar se um indiv\u00edduo foi infectado pelo Tripanossoma cruzi, o agente etiol\u00f3gico. At\u00e9 o presente momento, n\u00e3o existe um teste que seja altamente espec\u00edfico e sens\u00edvel para confirmar o diagn\u00f3stico. Por esta raz\u00e3o, mais de um teste \u00e9 recomend\u00e1vel e valoriza-se, para fins diagn\u00f3sticos, quando a pesquisa de anticorpos espec\u00edficos \u00e9 positiva em todos os testes utilizados. Quando a rea\u00e7\u00e3o \u00e9 positiva somente em um dos m\u00e9todos, a valoriza\u00e7\u00e3o do resultado depender\u00e1 dos antecedentes epidemiol\u00f3gicos, exame f\u00edsico e exames complementares como eletrocardiograma e RX. Em regi\u00f5es end\u00eamicas de leishmaniose, o resultado tem que ser avaliado com cuidado, pois h\u00e1 ocorr\u00eancia de rea\u00e7\u00f5es cruzadas entre ant\u00edgenos dos dois parasitas.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>N\u00e3o Reagente &#8211; Aus\u00eancia de anticorpos<\/p>\n<p>Reagente &#8211; Presen\u00e7a de anticorpos<\/p>\n<p>O CMIA substitui os m\u00e9todos de hemaglutina\u00e7\u00e3o passiva e Enzimaimunoensaio(IgG). Resultados Indeterminados\/Reagentes ser\u00e3o confirmados pela t\u00e9cnica de Imunofluoresc\u00eancia Indireta (IgG).<\/p>\n<hr \/>\n<p>CHAGAS &#8211; Anticorpos IgM (IF)<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Imunofluoresc\u00eancia indireta<\/p>\n<p>Resultado .: 5 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum n\u00e3o obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: no diagn\u00f3stico da doen\u00e7a de Chagas (fase aguda).<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>N\u00e3o reagente<\/p>\n<hr \/>\n<p>CHLAMYDIA TRACHOMATIS (IF) &#8211; Pesquisa<\/p>\n<p>Material .:l\u00e2minas<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Imunofluoresc\u00eancia direta<\/p>\n<p>Resultado .: 5 dias<\/p>\n<p>Coleta: AMOSTRAS CERVICAIS As amostras de cervix feminina devem conter o m\u00e1ximo poss\u00edvel de c\u00e9lulas epiteliais colunares, pois a C. trachomatis \u00e9 um organismo intracelular que infecta este tipo de c\u00e9lulas. AMOSTRAS URETRAIS As amostras provenientes da uretra masculina dever\u00e3o conter c\u00e9lulas epiteliais intactas para garantir a precis\u00e3o do diagn\u00f3stico. O paciente n\u00e3o deve urinar uma hora antes da coleta do material. SECRE\u00c7\u00c3O OCULAR As amostras dever\u00e3o ser coletadas antes da aplica\u00e7\u00e3o de antibi\u00f3ticos, solu\u00e7\u00f5es, col\u00edrios ou outros medicamentos.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso : Detec\u00e7\u00e3o de infec\u00e7\u00e3o em conjuntiva, uretra, reto e endocervix. Visualiza\u00e7\u00e3o direta da Chlamydia por colora\u00e7\u00e3o com anticorpos marcados, usando estes anticorpos o teste permite a sensibilidade de 80 a 90% com especificidade de 98 a 99%, quando comparado com a cultura.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Negativo : aus\u00eancia de corpos elementares de C.t.<\/p>\n<p>Positivo : presen\u00e7a de corpos elementares de C.t.<\/p>\n<hr \/>\n<p>CHLAMYDIA TRACHOMATIS- Anticorpos IgG (ELISA)<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:ELISA<\/p>\n<p>Resultado .: 5 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum n\u00e3o obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico de processos infecciosos por Chlamydia trachomatis. As infec\u00e7\u00f5es por Chlamydia trachomatis est\u00e3o entre as doen\u00e7as sexualmente transmiss\u00edveis mais comuns do nosso meio. Sua preval\u00eancia \u00e9 maior entre as mulheres sexualmente ativas. A maioria das clamidioses n\u00e3o causa sintomas. Se n\u00e3o tratadas, as infec\u00e7\u00f5es podem evoluir para doen\u00e7a inflamat\u00f3ria p\u00e9lvica (um dos maiores fatores de infertilidade e gravidez ect\u00f3pica da atualidade). As clamidioses podem ser transmitidas ao rec\u00e9m-nato (causando problemas oftalmol\u00f3gicos e\/ou pneumonia). De todo modo, a infec\u00e7\u00e3o \u00e9 trat\u00e1vel com o uso de antibi\u00f3ticos, embora algumas vezes ocorram recidivas. O diagn\u00f3stico da patologia \u00e9 baseado na detec\u00e7\u00e3o do microorganismo, seus ant\u00edgenos ou material gen\u00e9tico coletado do trato urogenital baixo, ou mesmo amostras de urina (preferencialmente de primeiro jato). O uso de cultura para Chlamydia \u00e9 pouco popularizado devido \u00e0s dificuldades t\u00e9cnicas envolvidas, ao custo relativamente alto e \u00e0 demora dos resultados. Desta forma, deve-se lan\u00e7ar m\u00e3o de outros recursos, como a pesquisa de ant\u00edgenos ou material gen\u00e9tico e sorologia. Os testes de detec\u00e7\u00e3o de ant\u00edgenos ou pesquisa por imunofluoresc\u00eancia direta est\u00e3o associados a uma boa sensibilidade, por\u00e9m sua especificidade \u00e9 baixa, com conseq\u00fcente aparecimento de poss\u00edveis resultados falso-positivos, especialmente em popula\u00e7\u00f5es de baixa preval\u00eancia. A pesquisa de C. trachomatis por biologia molecular tem-se mostrado o melhor m\u00e9todo at\u00e9 o presente, por associar rapidez, custo acess\u00edvel e boa sensibilidade e especificidade. A abordagem sorol\u00f3gica do paciente \u00e9 ainda bastante utilizada. Atualmente se disp\u00f5e da pesquisa de anticorpos classe IgG, IgM e IgA espec\u00edficos. A presen\u00e7a de IgM espec\u00edfica \u00e9 indicativa de infec\u00e7\u00e3o aguda, mas sua aus\u00eancia pode estar associada \u00e0 infec\u00e7\u00e3o recidivante ou precoce. A pesquisa de IgA espec\u00edfica \u00e9 importante, devido ao fato da estimativa de que sua presen\u00e7a s\u00f3 ocorra enquanto existe o est\u00edmulo antig\u00eanico, sendo portanto adequada para o seguimento terap\u00eautico. A IgG documenta exposi\u00e7\u00e3o anterior, sem possibilidade de datar ou fornecer outra informa\u00e7\u00e3o. A interpreta\u00e7\u00e3o deve considerar que \u00e9 poss\u00edvel a rea\u00e7\u00e3o cruzada com outras esp\u00e9cies de Chlamydia sp.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Reagente : &gt; ou = 1,10<\/p>\n<p>Inconclusivo : 0,91 a 1,09<\/p>\n<p>N\u00e3o reagente : &lt; ou = 0,90<\/p>\n<hr \/>\n<p>CHLAMYDIA TRACHOMATIS- Anticorpos IgM (ELISA)<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:ELISA<\/p>\n<p>Resultado .: 5 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum n\u00e3o obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico de processos infecciosos por Chlamydia trachomatis. As infec\u00e7\u00f5es por Chlamydia trachomatis est\u00e3o entre as doen\u00e7as sexualmente transmiss\u00edveis mais comuns do nosso meio. Sua preval\u00eancia \u00e9 maior entre as mulheres sexualmente ativas. A maioria das clamidioses n\u00e3o causa sintomas. Se n\u00e3o tratadas, as infec\u00e7\u00f5es podem evoluir para doen\u00e7a inflamat\u00f3ria p\u00e9lvica (um dos maiores fatores de infertilidade e gravidez ect\u00f3pica da atualidade). As clamidioses podem ser transmitidas ao rec\u00e9m-nato (causando problemas oftalmol\u00f3gicos e\/ou pneumonia). De todo modo, a infec\u00e7\u00e3o \u00e9 trat\u00e1vel com o uso de antibi\u00f3ticos, embora algumas vezes ocorram recidivas. O diagn\u00f3stico da patologia \u00e9 baseado na detec\u00e7\u00e3o do microorganismo, seus ant\u00edgenos ou material gen\u00e9tico coletado do trato urogenital baixo, ou mesmo amostras de urina (preferencialmente de primeiro jato). O uso de cultura para Chlamydia \u00e9 pouco popularizado devido \u00e0s dificuldades t\u00e9cnicas envolvidas, ao custo relativamente alto e \u00e0 demora dos resultados. Desta forma, deve-se lan\u00e7ar m\u00e3o de outros recursos, como a pesquisa de ant\u00edgenos ou material gen\u00e9tico e sorologia. Os testes de detec\u00e7\u00e3o de ant\u00edgenos ou pesquisa por imunofluoresc\u00eancia direta est\u00e3o associados a uma boa sensibilidade, por\u00e9m sua especificidade \u00e9 baixa, com conseq\u00fcente aparecimento de poss\u00edveis resultados falso-positivos, especialmente em popula\u00e7\u00f5es de baixa preval\u00eancia. A pesquisa de C. trachomatis por biologia molecular tem-se mostrado o melhor m\u00e9todo at\u00e9 o presente, por associar rapidez, custo acess\u00edvel e boa sensibilidade e especificidade. A abordagem sorol\u00f3gica do paciente \u00e9 ainda bastante utilizada. Atualmente se disp\u00f5e da pesquisa de anticorpos classe IgG, IgM e IgA espec\u00edficos. A presen\u00e7a de IgM espec\u00edfica \u00e9 indicativa de infec\u00e7\u00e3o aguda, mas sua aus\u00eancia pode estar associada \u00e0 infec\u00e7\u00e3o recidivante ou precoce. A pesquisa de IgA espec\u00edfica \u00e9 importante, devido ao fato da estimativa de que sua presen\u00e7a s\u00f3 ocorra enquanto existe o est\u00edmulo antig\u00eanico, sendo portanto adequada para o seguimento terap\u00eautico. A IgG documenta exposi\u00e7\u00e3o anterior, sem possibilidade de datar ou fornecer outra informa\u00e7\u00e3o. A interpreta\u00e7\u00e3o deve considerar que \u00e9 poss\u00edvel a rea\u00e7\u00e3o cruzada com outras esp\u00e9cies de Chlamydia sp.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Reagente : &gt; ou = 1,10<\/p>\n<p>Inconclusivo: 0,91 a 1,09<\/p>\n<p>N\u00e3o reagente: &lt; ou = 0,90<\/p>\n<hr \/>\n<p>CHUMBO SANG\u00dc\u00cdNEO<\/p>\n<p>Material .:sangue total c\/ Heparina<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Espectrofotometria de Absor\u00e7\u00e3o com Forno de Grafite<\/p>\n<p>Resultado .: 8 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum n\u00e3o obrigat\u00f3rio. Colher na primeira hora da manh\u00e3 antes do hor\u00e1rio de trabalho. Coletar tubo de sangue total com heparina.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: avalia\u00e7\u00e3o de exposi\u00e7\u00e3o e toxicidade por chumbo. O chumbo \u00e9 um contaminante ambiental. Pode ocorrer em uma s\u00e9rie de produtos, embora seu uso em tintas e combust\u00edveis esteja diminuindo mundialmente. A exposi\u00e7\u00e3o e a absor\u00e7\u00e3o do chumbo podem ocorrer por qualquer rota, contudo a ingest\u00e3o parece ser a via mais importante. Adultos parecem ser mais tolerantes ao contato com chumbo do que crian\u00e7as. A absor\u00e7\u00e3o intestinal \u00e9 variada e sua excre\u00e7\u00e3o se d\u00e1 primariamente por filtra\u00e7\u00e3o renal. H\u00e1 dois compartimentos principais onde o chumbo se deposita: o esqueleto e os tecidos conjuntivos. A intera\u00e7\u00e3o com o esqueleto \u00e9 \u00edntima e sua meia vida pode atingir 20 anos, enquanto que nos tecidos conjuntivos a meia vida \u00e9 de 120 dias. Considerando a taxa de clearence contra a taxa de absor\u00e7\u00e3o, pode-se admitir que o chumbo se acumula durante a vida. Ac\u00famulo significativo pode ocorrer nos rins, medula \u00f3ssea, eritr\u00f3citos e tecido nervoso perif\u00e9rico e central. A toxicidade do chumbo pode ocorrer na forma de uma s\u00e9rie de sinais e sintomas, de modo inespec\u00edfico. A maioria das a\u00e7\u00f5es se d\u00e1 a partir da liga\u00e7\u00e3o com prote\u00ednas corp\u00f3reas, alterando sua estrutura e fun\u00e7\u00e3o. Altera\u00e7\u00f5es comportamentais, gastrointestinais, nervosas, metab\u00f3licas, an\u00eamicas, etc., s\u00e3o documentadas. As amostras devem ser cuidadosamente manipuladas para evitar a contamina\u00e7\u00e3o com chumbo. O uso de urina \u00e9 tamb\u00e9m indicado, mas, devido aos processos metab\u00f3licos descritos, \u00e9 mais indicado para a valida\u00e7\u00e3o de processos de intoxica\u00e7\u00e3o aguda.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>VR*: at\u00e9 40,00 ug\/dL<\/p>\n<p>IBMP**: at\u00e9 60,00 ug\/dL<\/p>\n<p>*Valor de Refer\u00eancia para pacientes n\u00e3o expostos.<\/p>\n<p>**\u00cdndice Biol\u00f3gico M\u00e1ximo Permitido (NR-7).<\/p>\n<hr \/>\n<p>CHUMBO URIN\u00c1RIO<\/p>\n<p>Material .:urina do final da jornada de trabalho<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Chumbo na urina<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:ICP-MS<\/p>\n<p>Resultado .:8 dias<\/p>\n<p>Coleta: Coletar urina ap\u00f3s jornada de trabalho.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Ver chumbo sang\u00fc\u00edneo.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>VR*: at\u00e9 50,0 ug\/g de creatinina<\/p>\n<p>at\u00e9 31,0 ug\/24 h<\/p>\n<p>IBMP**: at\u00e9 100,0 ug\/g de creatinina<\/p>\n<p>*Valor de Refer\u00eancia para pacientes n\u00e3o expostos.<\/p>\n<p>**\u00cdndice Biol\u00f3gico M\u00e1ximo Permitido (NR-7).<\/p>\n<hr \/>\n<p>CITOLOGIA ONC\u00d3TICA DE L\u00cdQUIDOS<\/p>\n<p>Material .:Diversos<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Colora\u00e7\u00e3o de Papanicolaou<\/p>\n<p>Resultado .: 15 dias uteis<\/p>\n<p>Coleta: Material: Urina, escarro*,l\u00edquor, l\u00edquido asc\u00edtico, l\u00edquido pleural, l\u00edquidos em geral. Coleta.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Negativo para c\u00e9lulas neopl\u00e1sicas<\/p>\n<hr \/>\n<p>CITOMEGALOVIRUS AVIDEZ &#8211; Anticorpos IgG<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Avidez para Citomegalovirus<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Quimioluminesc\u00eancia<\/p>\n<p>Resultado .: 5 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso : diagn\u00f3stico de infec\u00e7\u00e3o por Citomegalovirus A infec\u00e7\u00e3o pelo citomegalov\u00edrus pode ocorrer nas 3 seguintes situa\u00e7\u00f5es: Primo-infec\u00e7\u00e3o ( fase aguda), re-infec\u00e7\u00e3o e reativa\u00e7\u00e3o, a interpreta\u00e7\u00e3o do teste de avidez s\u00f3 deve ser aplicada nos casos de primo-infec\u00e7\u00e3o, pois nas outras 2 situa\u00e7\u00f5es, a concentra\u00e7\u00e3o de anticorpos apresentando diferentes afinidades, n\u00e3o permite a correta interpreta\u00e7\u00e3o da porcentagem de avidez obtida. Em pacientes imunossuprimidos o teste ideal \u00e9 a pesquisa do ant\u00edgeno (PCR). Percentagens de avidez inferiores a 30% sugerem que a infec\u00e7\u00e3o tenha ocorrido h\u00e1 menos de 3 meses. Por essa raz\u00e3o, a interpreta\u00e7\u00e3o do teste tem um maior valor quando realizado durante os 3 primeiros meses de gesta\u00e7\u00e3o. O exame s\u00f3 tem validade quando realizado em soros que apresentarem rea\u00e7\u00f5es positivas para os anticorpos IgG e IgM. Sua fun\u00e7\u00e3o \u00e9 estimar a \u00e9poca aproximada em que ocorreu a infec\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>&lt; 20% : Baixa Avidez<\/p>\n<p>Entre 20 e 30% : Avidez Moderada<\/p>\n<p>&gt; 30% : Alta Avidez<\/p>\n<p>(Avidez de anticorpos IgG anti Citomegalovirus)<\/p>\n<hr \/>\n<p>CITOMEGALOV\u00cdRUS &#8211; Anticorpos IgG<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Anticorpos anticitomegalov\u00edrus-IgG<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:ELISA<\/p>\n<p>Resultado .: 5 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum n\u00e3o obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: determina\u00e7\u00e3o de contato anterior com CMV antes de transplante de \u00f3rg\u00e3os; diagn\u00f3stico de citomegalovirose; integrante de triagem TORCH em gestantes. O citomegalov\u00edrus (CMV), \u00e9 um componente da fam\u00edlia herpesv\u00edrus, subfam\u00edlia beta herpesv\u00edrus, sendo distribu\u00eddo de maneira cosmopolita. O hospedeiro normalmente torna-se lactantemente infectado depois da infec\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria. Uma infec\u00e7\u00e3o ativa resultante de um processo prim\u00e1rio ou de reativa\u00e7\u00e3o durante a gesta\u00e7\u00e3o pode estar associada a infec\u00e7\u00f5es cong\u00eanitas. O CMV \u00e9 um dos causadores mais comuns de infec\u00e7\u00f5es cong\u00eanitas, e tamb\u00e9m problema comum em receptores de \u00f3rg\u00e3os e pacientes imunossuprimidos. A infec\u00e7\u00e3o intrauterina pelo CMV pode ocorrer a despeito do status da imuniza\u00e7\u00e3o materna, mas a presen\u00e7a de anticorpos IgG maternos confere prote\u00e7\u00e3o adicional contra danos neonatais. As seq\u00fcelas por infec\u00e7\u00f5es cong\u00eanitas de CMV s\u00e3o mais freq\u00fcentes em processos prim\u00e1rios durante a gravidez. A presen\u00e7a de IgM espec\u00edfica est\u00e1 geralmente associada a processos infecciosos prim\u00e1rios ou recentes. J\u00e1 a presen\u00e7a de IgG espec\u00edfica \u00e9 praticamente distribu\u00edda na grande maioria da popula\u00e7\u00e3o, e somente t\u00edtulos muito altos ou crescentes em tomadas consecutivas (na aus\u00eancia de IgM), podem estabelecer um diagn\u00f3stico de processo ativo por CMV. A presen\u00e7a de fator reumat\u00f3ide pode estar associada \u00e0 presen\u00e7a de resultados falso-positivos para IgM espec\u00edfica.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Reagente:\u00a0 &gt; 13,5 UI\/mL<\/p>\n<p>Inconclusivo: Entre 13,5 e 16,5 UI\/mL*<\/p>\n<p>N\u00e3o Reagente:\u00a0 &lt;16,5 U\/mL<\/p>\n<p>*Resultados inconclusivos dever\u00e3o ser analisados novamente atrav\u00e9s da coleta de uma nova amostra ap\u00f3s o per\u00edodo de duas semanas.<\/p>\n<hr \/>\n<p>CITOMEGALOV\u00cdRUS &#8211; Anticorpos IgM<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Anticorpos anticitomegalov\u00edrus &#8211; IgM<\/p>\n<p>M\u00e9todo : ELISA<\/p>\n<p>Resultado .: 5 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum n\u00e3o obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Ver Citomegalov\u00edrus &#8211; Anticorpos IgG.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>N\u00e3o Reagente: Inferior ao cut-off<\/p>\n<p>Reagente: Superior a o cut-off<\/p>\n<hr \/>\n<p>CLEARENCE DE CREATININA<\/p>\n<p>Material .:soro + urina 24 h<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Depura\u00e7\u00e3o de Creatinina<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Jaff\u00e9 modificado<\/p>\n<p>Resultado .: 3 dias<\/p>\n<p>Coleta: Desprezar a primeira urina da manh\u00e3, colher toda a urina durante todo o dia e noite, inclusive a 1\u00ba do dia seguinte. Usar frasco de \u00e1gua mineral ou do pr\u00f3prio laborat\u00f3rio. N\u00e3o ser\u00e1 aceita urina colhida em frasco de refrigerante. Deixar refrigerado.\u00a0 Jejum de 4 horas para colher o sangue.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: avalia\u00e7\u00e3o da fun\u00e7\u00e3o renal; estimativa da taxa de filtra\u00e7\u00e3o glomerular; seguimento de progress\u00e3o de insufici\u00eancia renal. A creatinina \u00e9 uma das melhores subst\u00e2ncias para a avalia\u00e7\u00e3o da taxa de filtra\u00e7\u00e3o glomerular por v\u00e1rias raz\u00f5es: \u00e9 uma subst\u00e2ncia end\u00f3gena, sintetizada a uma taxa relativamente constante por cada indiv\u00edduo e \u00e9 praticamente excretada por filtra\u00e7\u00e3o glomerular (n\u00e3o h\u00e1 reabsor\u00e7\u00e3o tubular e existe uma secre\u00e7\u00e3o tubular apenas residual), podendo ser facilmente analisada. Assim, o clearence de creatinina \u00e9 a prova mais popularizada para determinar a fun\u00e7\u00e3o renal. Seu resultado \u00e9 determinado aritmeticamente relacionando a concentra\u00e7\u00e3o de creatinina urin\u00e1ria total \u00e0 concentra\u00e7\u00e3o s\u00e9rica em um per\u00edodo de 24 horas, considerando peso e volume corporal. A coleta \u00e9 um ponto cr\u00edtico neste procedimento. Valores confirmadamente diminu\u00eddos podem estar associados \u00e0 degenera\u00e7\u00e3o da fun\u00e7\u00e3o renal. Seus resultados s\u00e3o mais sens\u00edveis do que a dosagem de creatinina s\u00e9rica na determina\u00e7\u00e3o precoce de insufici\u00eancia renal cr\u00f4nica: enquanto a creatinina s\u00e9rica aumenta ap\u00f3s a perda da fun\u00e7\u00e3o de 50% dos glom\u00e9rulos, o clearence de creatinina altera-se ap\u00f3s a disfun\u00e7\u00e3o de apenas 30% dos glom\u00e9rulos. Interferentes: exerc\u00edcios +, gesta\u00e7\u00e3o +, medicamentos +, trimetropim -, cimetidina -, quinina -, procainamida -. Os valores diminuem naturalmente com a idade. A correta coleta de urina \u00e9 fundamental para o estabelecimento de bons resultados.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Clearence corrigido :<\/p>\n<p>Homens: 97,0 a 137,0 mL\/min\/1,73m2<\/p>\n<p>Mulheres: 88 a 128,0 mL\/min\/1,73m2<\/p>\n<p>Crian\u00e7as: 70 a 140 mL\/ min\/1,73 m2<\/p>\n<hr \/>\n<p>CLORO<\/p>\n<p>Material .: Soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Cloretos<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Eletrodo seletivo\/automatizado<\/p>\n<p>Resultado .: 2 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: avalia\u00e7\u00e3o de eletr\u00f3litos, balan\u00e7o \u00e1cido-base e balan\u00e7o h\u00eddrico. A hiponatremia e a alcalose metab\u00f3lica est\u00e3o associadas a hipocloremia. A hipernatremia e a acidose metab\u00f3lica est\u00e3o associadas a hipercloremia. O c\u00e1lculo de \u00e2nion gap aumentado indica um ac\u00famulo de outro \u00e2nion n\u00e3o cloreto, o que ocorre principalmente na acidose metab\u00f3lica. Uma correta abordagem diagn\u00f3stica de acidose metab\u00f3lica hiperclor\u00eamica inclui a dosagem de pot\u00e1ssio plasm\u00e1tico e pH urin\u00e1rio. Valores aumentados: administra\u00e7\u00e3o de cloretos, acidose tubular renal e infus\u00e3o salina excessiva. Valores diminu\u00eddos: super-hidrata\u00e7\u00e3o, insufici\u00eancia card\u00edaca congestiva, SIADH, v\u00f4mitos, acidose respirat\u00f3ria cr\u00f4nica, doen\u00e7a de Addison, queimaduras, nefrite perdedora de sais, alcalose metab\u00f3lica e uso de diur\u00e9ticos.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>90,0 a 106,0 mEq\/L<\/p>\n<hr \/>\n<p>CLORO URIN\u00c1RIO<\/p>\n<p>Material .:urina 24 horas<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Cloretos<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Eletrodo seletivo\/automatizado<\/p>\n<p>Resultado .:\u00a0 3 dias<\/p>\n<p>Coleta: Coleta: Desprezar a primeira urina da manh\u00e3, colher toda a urina durante todo o dia e noite, inclusive a 1\u00ba do dia seguinte. Usar frasco de \u00e1gua mineral ou do pr\u00f3prio laborat\u00f3rio. N\u00e3o ser\u00e1 aceita urina colhida em frasco de refrigerante. Deixar refrigerado.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: avalia\u00e7\u00e3o da composi\u00e7\u00e3o eletrol\u00edtica da urina em estudos de balan\u00e7o \u00e1cido-base; avalia\u00e7\u00e3o da possibilidade de resposta a cloreto em casos de acidose metab\u00f3lica; monitoramento do rigor de dieta hiposs\u00f3dica. Valores aumentados: alcalose n\u00e3o responsiva ao cloro (neoplasmas produtores de ACTH ou aldosterona, uso de corticoster\u00f3ides). Valores diminu\u00eddos: alcalose responsiva ao cloro.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>170,0 a 250,0 mEq\/L<\/p>\n<hr \/>\n<p>COAGULOGRAMA<\/p>\n<p>Material .: Sangue Total com EDTA<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:contagem de plaquetas, TS, TC,Retra\u00e7\u00e3o do co\u00e1gulo, Prova do la\u00e7o<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Automatizado, diversos<\/p>\n<p>Resultado .: 2 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum de no m\u00ednimo 04 horas. Importante informar: * Se h\u00e1 hist\u00f3rico de transfus\u00e3o, sangramento ou trombose. * Uso de medicamentos; Anticoagulantes.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico diferencial de discrasias sangu\u00edneas; componente do exame pr\u00e9-operat\u00f3rio. Esta prova de triagem para coagulopatias inclui: contagem de plaquetas, tempo de sangramento, tempo de coagula\u00e7\u00e3o, prova do la\u00e7o, retra\u00e7\u00e3o do co\u00e1gulo. Sendo que a maioria dos desvios da coagula\u00e7\u00e3o sangu\u00ednea pode ser rastreada por esta prova (ponto de partida para o diagn\u00f3stico cl\u00ednico de problemas da coagula\u00e7\u00e3o). Valores alterados geralmente s\u00e3o associados a defeitos pontuais no mecanismo normal de coagula\u00e7\u00e3o. Testes normais n\u00e3o excluem a presen\u00e7a de patologias da coagula\u00e7\u00e3o, prim\u00e1rias ou adquiridas.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Tempo de Sangramento : 1 a 5 minutos<\/p>\n<p>Tempo de Coagula\u00e7\u00e3o : 4 a 10 minutos<\/p>\n<p>Plaquetas : 150.000 a 450.000\/mm3<\/p>\n<hr \/>\n<p>COBRE<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Cupremia<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Colorim\u00e9trico<\/p>\n<p>Resultado .: 5 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum de 4 horas.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico de doen\u00e7a de Wilson, s\u00edndrome de Menkes ou intoxica\u00e7\u00e3o por cobre. O cobre \u00e9 um elemento essencial na nutri\u00e7\u00e3o humana, componente de v\u00e1rias metaloenzimas. O cobre inorg\u00e2nico \u00e9 muito reativo e potente toxina celular. Sua absor\u00e7\u00e3o se d\u00e1 no intestino e sua excre\u00e7\u00e3o \u00e9 primariamente realizada na bile. No soro, encontra-se ligado \u00e0 albumina, transcupre\u00edna, e principalmente ceruloplasmina, entre outras prote\u00ednas. A defici\u00eancia de cobre \u00e9 associada a prematuridade fetal, m\u00e1 nutri\u00e7\u00e3o, m\u00e1 absor\u00e7\u00e3o, diarr\u00e9ia cr\u00f4nica, e hiperalimenta\u00e7\u00e3o com alimentos deficientes de minerais, e \u00e9 de relativamente rara ocorr\u00eancia. Clinicamente, pode estar associada a neutropenia a anemia hipocr\u00f4mica, al\u00e9m de problemas articulares, osteoporose, despigmenta\u00e7\u00e3o d\u00e9rmica, e anormalidades neurol\u00f3gicas. Alguns estudos associam a defici\u00eancia subcl\u00ednica de cobre a maior risco de doen\u00e7a coronariana. A s\u00edndrome de Menkes \u00e9 rara, herdada ligada ao X, tratando-se de uma defici\u00eancia de cobre associada a cabelos quebradi\u00e7os, despigmenta\u00e7\u00e3o d\u00e9rmica, hipotermia, problemas neurol\u00f3gicos e altera\u00e7\u00f5es vasculares. Os pacientes apresentam baixos n\u00edveis de cobre s\u00e9rico, hep\u00e1tico e cerebral, e ceruloplasmina. Os efeitos do ac\u00famulo de cobre incluem n\u00e1useas, v\u00f4mitos, dor epig\u00e1strica, diarr\u00e9ia, hem\u00f3lise, necrose hep\u00e1tica, sangramentos gastrointestinais, hipotens\u00e3o, taquicardia, problemas neurol\u00f3gicos e at\u00e9 morte. A toxicidade aguda ocorre por ingest\u00e3o. Em pacientes com doen\u00e7a de Wilson, o ac\u00famulo \u00e9 cr\u00f4nico com apresenta\u00e7\u00e3o cl\u00ednica entre 6-40 anos, cujos efeitos incluem cirrose hep\u00e1tica, problemas neurol\u00f3gicos, altera\u00e7\u00f5es escler\u00f3ticas e hem\u00f3lise. A excre\u00e7\u00e3o urin\u00e1ria de cobre \u00e9 aumentada, enquanto que a ceruloplasmina \u00e9 diminu\u00edda, resultando em cobre s\u00e9rico total diminu\u00eddo. Outras condi\u00e7\u00f5es associadas ao cobre urin\u00e1rio elevado s\u00e3o doen\u00e7a hep\u00e1tica colest\u00e1tica, protein\u00faria, alguns medicamentos, e amostras contaminadas. Valores aumentados: anemias (perniciosa, megalobl\u00e1stica, ferropriva e apl\u00e1stica); neoplasias; processos infecciosos agudos ou cr\u00f4nicos; cirrose biliar, doen\u00e7as autoimunes, gravidez, uso de contraceptivos orais e outros medicamentos. Valores diminu\u00eddos: nefrose (perda de ceruloplasmina urin\u00e1ria), doen\u00e7a de Wilson, leucemia aguda, algumas anemias ferroprivas e uso de medicamentos (ACTH e corticoster\u00f3ides entre outros).<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Crian\u00e7a &lt; 6 meses : 20,00 a 70,00 ug\/dL<\/p>\n<p>de 6 meses a 6 anos : 90,00 a 190,00 ug\/dL<\/p>\n<p>de 6 anos a 12 anos : 80,00 a 160,00 ug\/dL<\/p>\n<p>Homem : 70,00 a 140,00 ug\/dL<\/p>\n<p>Homem acima de 60 anos: 85 a 170 ug\/dl<\/p>\n<p>Mulher : 85,00 a 155,00 ug\/dL<\/p>\n<p>Mulher acima de 60 anos: 85 a 190 ug\/dl<\/p>\n<p>Gr\u00e1vidas: 118 a 302 ug\/dL<\/p>\n<hr \/>\n<p>COBRE URIN\u00c1RIO &#8211; Pr\u00e9 Jornada &#8211; Amostra Isolada<\/p>\n<p>Material .:Urina pr\u00e9-jornada de trabalho<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:ICP-MS<\/p>\n<p>Resultado .: 8 dias<\/p>\n<p>Coleta: Coleta: Desprezar a primeira urina da manh\u00e3, colher toda a urina durante todo o dia e noite, inclusive a 1\u00ba do dia seguinte. Usar frasco de \u00e1gua mineral ou do pr\u00f3prio laborat\u00f3rio. N\u00e3o ser\u00e1 aceita urina colhida em frasco de refrigerante. Deixar refrigerado.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Ver Cobre.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>at\u00e9 50 mg\/g creat.<\/p>\n<hr \/>\n<p>COCA\u00cdNA &#8211; PESQUISA BENZOILECGONINA<\/p>\n<p>Material .:urina<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Merla, Crack<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Imunoenzim\u00e1tico Colorim\u00e9trico<\/p>\n<p>Resultado .: 5 dias<\/p>\n<p>Coleta .:Conforme orienta\u00e7\u00e3o m\u00e9dica.( Assistida no pr\u00f3prio Laborat\u00f3rio)<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: avalia\u00e7\u00e3o de intoxica\u00e7\u00e3o por coca\u00edna. Sin\u00f4nimos: Merla , Crack A coca\u00edna \u00e9 uma droga de abuso, ingerida sob v\u00e1rias formas, amplamente distribu\u00edda pelo mundo, e utilizada por todas as classes sociais. Funciona como um estimulante do sistema nervoso central. Os efeitos da droga iniciam poucos minutos depois do uso, e atingem pico em cerca de 15-30 minutos. Na forma pura, a coca\u00edna tem uma meia vida de 1-2 horas, mas seu metab\u00f3lito benzoilecognina apresenta meia vida de 7-9 horas, podendo ser detectado na urina a partir de 2-3 horas do uso at\u00e9 3 a 5 dias. Existe consider\u00e1vel variabilidade em rela\u00e7\u00e3o ao per\u00edodo em que se podem detectar os metab\u00f3litos da coca\u00edna ap\u00f3s o \u00faltimo contato com a droga. Fatores como peso, ingest\u00e3o de l\u00edquidos, contum\u00e1cia e uso de outras subst\u00e2ncias podem interferir, contribuindo para aumentar ou diminuir a capacidade de detec\u00e7\u00e3o. Em usu\u00e1rios da droga, \u00e9 poss\u00edvel a detec\u00e7\u00e3o at\u00e9 12 dias ap\u00f3s o \u00faltimo uso.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Positivo : &gt; 300,0 ng\/mL<\/p>\n<p>Negativo : &lt; 300,0 ng\/mL<\/p>\n<p>Pesquisa de benzylmethylecgnonine<\/p>\n<hr \/>\n<p>COLESTEROL &#8211; HDL<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Homog\u00eaneo sem precipita\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Resultado .:2 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum obrigat\u00f3rio de 12 horas.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: avalia\u00e7\u00e3o de risco card\u00edaco; diagn\u00f3stico e monitoramento de estados dislipid\u00eamicos. Os HDL s\u00e3o as menores lipoprote\u00ednas encontradas no organismo humano. S\u00e3o sintetizados pelo f\u00edgado e intestino, sendo compostos por uma associa\u00e7\u00e3o entre componentes lip\u00eddicos, fosfolip\u00eddicos e prote\u00ednas. As principais apoprote\u00ednas (fra\u00e7\u00e3o prot\u00e9ica do HDL colesterol) s\u00e3o Apo-AI e Apo-AII, al\u00e9m de Apo-C e Apo-E. O HDL carrega cerca de 20-35% do colesterol plasm\u00e1tico total, sendo o respons\u00e1vel pelo transporte reverso do colesterol (dos tecidos ao f\u00edgado). Conhecido como \\\\\\&#8221;bom colesterol\\\\\\&#8221;, \u00e9 desej\u00e1vel que seus n\u00edveis sejam o mais elevados poss\u00edveis. N\u00edveis reduzidos de HDL est\u00e3o relacionados a um maior risco de desenvolvimento de doen\u00e7a card\u00edaca coronariana, como fator de risco independente, pois se associam fisiologicamente a uma menor deposi\u00e7\u00e3o de lip\u00eddeos em placa ateromatosa. Assim valores de 55 mg\/dL para homens e 45 mg\/dL para mulheres s\u00e3o considerados ponto de corte para risco card\u00edaco: abaixo deste ponto h\u00e1 um risco estat\u00edstico crescente inversamente proporcional aos n\u00edveis, e acima, da mesma forma, h\u00e1 uma condi\u00e7\u00e3o \\\\\\&#8221;protetiva\\\\\\&#8221; para doen\u00e7a card\u00edaca. Valores aumentados: manuten\u00e7\u00e3o peri\u00f3dica de exerc\u00edcios f\u00edsicos, uso moderado de \u00e1lcool (em especial vinho e subst\u00e2ncias contendo antioxidantes), tratamento de insulina, terapia de reposi\u00e7\u00e3o hormonal em mulheres, dislipidemias (hiperalfalipoproteinemia familiar, hipobetalipoproteinemia familiar), uso de certos medicamentos (lovastatina, simvastatina, pravastatina, atorvastatina e similares, etc). Valores diminu\u00eddos: stress, obesidade, sedentarismo, hist\u00f3ria familiar, tabagismo, diabetes mellitus, hipo e hipertireoidismo, doen\u00e7a hep\u00e1tica, nefrose, uremia, doen\u00e7as cr\u00f4nicas e mieloproliferativas, dislipidemias (hipertrigliceridemia familiar, hipoalfalipoproteinemia familiar), doen\u00e7a de Tangier homozigota, defici\u00eancia familiar de LCAT, defici\u00eancia familiar de HDL e apolipoprote\u00ednas associadas, uso de certos medicamentos (ester\u00f3ides, diur\u00e9ticos tiaz\u00eddicos, bloqueadores beta-adren\u00e9rgicos, probucol, neomicina, fenotiazinas, etc).<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Colesterol HDL\u00a0 Desej\u00e1vel\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 M\u00e9dio Risco\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Alto Risco<\/p>\n<p>Mulheres (mg\/dL)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 &gt; 65\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 45 &#8211; 65\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 &lt; 45<\/p>\n<p>Homens (mg\/dL)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 &gt; 55\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 35 &#8211; 55\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 &lt; 35<\/p>\n<p>Seg.III Diretrizes Brasileiras sobre Dislipidemias<\/p>\n<p>(Sociedade Brasileira de Cardiologia 2001)<\/p>\n<hr \/>\n<p>COLESTEROL &#8211; LDL<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:LDL &#8211; Col<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Enzim\u00e1tico<\/p>\n<p>Resultado .:2 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum obrigat\u00f3rio de 12 horas.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: avalia\u00e7\u00e3o de dislipidemias; avalia\u00e7\u00e3o de risco para doen\u00e7a coronariana. As lipoprote\u00ednas de baixa densidade (LDL &#8211; low density lipoproteins) s\u00e3o sintetizadas no f\u00edgado, sendo respons\u00e1veis pelo transporte do colesterol a partir do f\u00edgado para os tecidos perif\u00e9ricos. Valores aumentados: risco de doen\u00e7a card\u00edaca coronariana, hipercolesterolemia familiar, hiperlipidemia familiar combinada, diabetes mellitus, hipotireoidismo, s\u00edndrome nefr\u00f3tica, insufici\u00eancia renal cr\u00f4nica, dieta hiperlip\u00eddica, gravidez, mieloma m\u00faltiplo, porfiria, anorexia nervosa, uso de medicamentos (ester\u00f3ides anabolizantes, beta-bloqueadores anti-hipertensivos, progestina, carbamazepina, entre outros). Valores diminu\u00eddos: doen\u00e7a cr\u00f4nica, abetalipoproteinemia, uso de estrog\u00eanios.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>2 a 19 anos<\/p>\n<p>Desej\u00e1vel : &lt; 110,0 mg\/dL<\/p>\n<p>Lim\u00edtrofe : 110,0 a 129,0 mg\/dL<\/p>\n<p>Elevado : &gt; 129,0 mg\/dL<\/p>\n<p>&gt; 19 anos<\/p>\n<p>\u00d3timo : &lt; 100,0 mg\/dL<\/p>\n<p>Desej\u00e1vel : 100,0 a 129,0 mg\/dL<\/p>\n<p>Lim\u00edtrofe : 130,0 a 159,0 mg\/dL<\/p>\n<p>Alto : 160,0 a 189,0 mg\/dL<\/p>\n<p>Muito alto : &gt; 189,0 mg\/dL<\/p>\n<p>Seg.III Diretrizes Brasileiras sobre dislipidemias<\/p>\n<p>(Sociedade Brasileira de Cardiologia 2001)<\/p>\n<hr \/>\n<p>COLESTEROL &#8211; VLDL<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:C\u00e1lculo<\/p>\n<p>Resultado .:2 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum obrigat\u00f3rio de 12 horas.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: avalia\u00e7\u00e3o de risco card\u00edaco. Extra\u00eddo por c\u00e1lculo dos triglic\u00e9rides. Ver Triglic\u00e9rides.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>10,0 a 50,0 mg\/dL<\/p>\n<hr \/>\n<p>COLESTEROL TOTAL<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Colesterolemia<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Enzim\u00e1tico\/automatizado<\/p>\n<p>Resultado .: 2 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum obrigat\u00f3rio de 12 horas.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: Avalia\u00e7\u00e3o de risco de desenvolvimento de doen\u00e7a card\u00edaca coronariana (DCC); diagn\u00f3stico e monitoramento de tratamento de estados hiperlipid\u00eamicos prim\u00e1rios ou secund\u00e1rios; avalia\u00e7\u00e3o da fun\u00e7\u00e3o hep\u00e1tica. O colesterol \u00e9 uma esp\u00e9cie de \u00e1lcool encontrado quase exclusivamente em animais. Quase todas as c\u00e9lulas e tecidos cont\u00eam alguma quantidade de colesterol, que \u00e9 utilizado na fabrica\u00e7\u00e3o e reparo de membranas celulares, s\u00edntese de mol\u00e9culas vitais como horm\u00f4nios e vitaminas. No organismo pode ocorrer a partir de ingest\u00e3o ou metabolismo interno por transforma\u00e7\u00e3o de outras mol\u00e9culas. A regula\u00e7\u00e3o dos estoques corp\u00f3reos depende de mecanismos metab\u00f3licos e ingest\u00e3o. No corpo, cerca de 70% do colesterol est\u00e1 imobilizado em pools teciduais na pele, tecido adiposo e c\u00e9lulas musculares, entre outros, e o restante forma um contingente m\u00f3vel circulante no sangue, entre f\u00edgado e tecidos. Na circula\u00e7\u00e3o sangu\u00ednea, normalmente cerca de dois ter\u00e7os do colesterol est\u00e1 esterificado, ligado a lipoprote\u00ednas (HDL, LDL, IDL, VLDL), e um ter\u00e7o na forma livre. Os n\u00edveis s\u00e9ricos desej\u00e1veis de colesterol situam-se abaixo de 200 mg\/dL. N\u00edveis entre 200 e 239 mg\/dL s\u00e3o considerados intermedi\u00e1rios, e n\u00edveis acima de 240 mg\/dL em mais de uma ocasi\u00e3o s\u00e3o considerados hipercolesterol\u00eamicos. Pacientes cujas dosagens de colesterol resultam superiores a 200 mg\/dL devem receber assist\u00eancia no sentido de tentar reduzir seus n\u00edveis, reduzindo o risco de doen\u00e7a card\u00edaca coronariana futura. Contudo, \u00e9 digno de nota que os n\u00edveis de colesterol, apesar de representarem fator de risco independente para o desenvolvimento de DCC, n\u00e3o s\u00e3o o \u00fanico fator de risco descritos para a doen\u00e7a: sexo, idade, tabagismo, hist\u00f3ria familiar, n\u00edveis baixos de colesterol HDL, obesidade e diabetes mellitus s\u00e3o outros poss\u00edveis fatores de risco associados. Indiv\u00edduos com idade mais avan\u00e7ada devem ser avaliados com crit\u00e9rios mais flex\u00edveis. Valores aumentados: hipercolesterolemia idiop\u00e1tica, hiperlipoproteinemias, estados obstrutivos biliares, doen\u00e7a de von Gierke, hipotireoidismo (fator importante, especialmente em mulheres de meia idade em diante), nefrose, doen\u00e7a pancre\u00e1tica, gravidez, uso de medicamentos (ester\u00f3ides, horm\u00f4nios, diur\u00e9ticos, etc), jejum muito prolongado que induza cetose. Valores diminu\u00eddos: dano hep\u00e1tico, hipertireoidismo, desnutri\u00e7\u00e3o, doen\u00e7as mieloproliferativas, anemias cr\u00f4nicas, terapia com cortisona ou ACTH, hipobetalipoproteinemia, abetalipoproteinemia, doen\u00e7a de Tangier, processos inflamat\u00f3rios cr\u00f4nicos e medicamentos (alopurinol, tetraciclina, eritromicina, isoniazida, inibidores da MAO, androg\u00eanios, cloropropramida, climifeno, fenformin, clofibrato, azatioprina, kanamicina, neomicina, estrog\u00eanios orais, colestiramina, agentes hipocolesterolemiantes como lovastatinas, simvastatinas, pravastatinas, atorvastatinas e similares). Interferentes: o uso de certos medicamentos e drogas, bem como a ingest\u00e3o de bebidas alco\u00f3licas pode estar associado ao encontro de valores alterados de colesterol total s\u00e9rico. De modo ideal, a avalia\u00e7\u00e3o do colesterol total s\u00e9rico deve ser realizada ap\u00f3s pelo menos uma semana com dieta habitual mantida, sem o uso de bebidas alco\u00f3licas ou exerc\u00edcios. Em geral, recomenda-se que as coletas de determina\u00e7\u00f5es peri\u00f3dicas (ou check-ups) n\u00e3o sejam realizadas nas segundas ou ter\u00e7as-feiras.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>02 a 19 anos<\/p>\n<p>Desej\u00e1vel : &lt; 170,0 mg\/dL<\/p>\n<p>Lim\u00edtrofe : 170,0 a 199,0 mgd\/L<\/p>\n<p>Elevado : &gt; 199,0 mg\/dL<\/p>\n<p>&gt; 19 anos<\/p>\n<p>Desej\u00e1vel : &lt; 200,0 mg\/dL<\/p>\n<p>Lim\u00edtrofe : 200,0 a 239,0 mg\/dL<\/p>\n<p>Elevado : &gt; 239,0 mg\/dL<\/p>\n<p>Seg.III Diretrizes Brasileiras sobre dislipidemias<\/p>\n<p>(Sociedade Brasileira de Cardiologia 2001)<\/p>\n<hr \/>\n<p>COLINESTERASE<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Pseudocolinesterase<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Ensaio Colorim\u00e9trico<\/p>\n<p>Resultado .: 5 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum de 4 horas.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico e monitoramento de exposi\u00e7\u00e3o e intoxica\u00e7\u00e3o por compostos organofosforados e carbamatos, utilizados em agricultura comercial; triagem pr\u00e9-operat\u00f3ria de pacientes com sensibilidade de succilcolina, gen\u00e9tica ou secund\u00e1ria a exposi\u00e7\u00e3o a inseticidas; estudos familiares de anomalia molecular das colinesterases. Existem dois tipos de colinesterase encontrados no sangue: a acetilcolinesterase (colinesterase \\\\\\&#8221;verdadeira\\\\\\&#8221;, existente dentro dos eritr\u00f3citos) e a pseudocolinesterase (encontrada no plasma, uma glicoprote\u00edna produzida pelo f\u00edgado). Embora a constela\u00e7\u00e3o de sintomas relativos \u00e0 intoxica\u00e7\u00e3o por organofosforados ou carbamatos seja devido \u00e0 inibi\u00e7\u00e3o da colinesterase verdadeira (com posterior ac\u00famulo de acetilcolina, um neurotransmissor distribu\u00eddo por quase todo o organismo), a pseudocolinesterase, ou colinesterase s\u00e9rica \u00e9 inibida paralelamente, constituindo um marcador de exposi\u00e7\u00e3o. Pacientes expostos a estes inseticidas apresentam diminui\u00e7\u00f5es na colinesterase s\u00e9rica, de modo que redu\u00e7\u00f5es de cerca de 40% s\u00e3o associadas a sintomas iniciais ou leves, e diminui\u00e7\u00f5es de cerca de 80% s\u00e3o associadas a efeitos neuromusculares. Devido \u00e0 faixa referencial relativamente grande, eventualmente s\u00e3o poss\u00edveis diminui\u00e7\u00f5es de at\u00e9 50% cujos valores ainda resultem normais, portanto \u00e9 recomend\u00e1vel o estabelecimento de valores basais nos trabalhadores possivelmente expostos, de modo a fornecer dados referenciais quando necess\u00e1rio. Valores aumentados: carcinomatoses em tratamento quimioter\u00e1pico, obesidade e diabetes. Valores diminu\u00eddos: varia\u00e7\u00f5es gen\u00e9ticas (apesar de fun\u00e7\u00e3o normal, a atividade no vitro encontra-se reduzida, dificultando a interpreta\u00e7\u00e3o dos resultados), triquinose, doen\u00e7as hep\u00e1ticas (especialmente hepatites e cirroses), desnutri\u00e7\u00e3o, gravidez, cirurgia recente, anemia, uso de medicamentos (neostigmina, quinina, fluoretos, cloreto de tetrametilam\u00f4nio).<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>5320,0 U\/L a 12920,0 U\/L<\/p>\n<hr \/>\n<p>COMPLEMENTO C1Q<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:C1<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Imunoensaio enzim\u00e1tico<\/p>\n<p>Resultado .: 5 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum 4 horas. Ap\u00f3s a separa\u00e7\u00e3o do soro , congelar imediatamente.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: detec\u00e7\u00e3o de defici\u00eancia ou consumo de C1q; avalia\u00e7\u00e3o da via cl\u00e1ssica do complemento. Nos imunocomplexos circulantes n\u00e3o s\u00e3o normalmente expressos no soro de indiv\u00edduos normais saud\u00e1veis, mas sim nos pacientes com algumas doen\u00e7as autoimunes como artrite reumat\u00f3ide (RA) e lupus eritematoso sist\u00eamico (SLE). Estes imunocomplexos se depositam em diversos \u00f3rg\u00e3os, como rins e articula\u00e7\u00f5es, levando \u00e0 les\u00e3o tecidual cr\u00f4nica e s\u00e3o particularmente proeminentes durante a fase ativa da doen\u00e7a.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Resultados Negativos = Menor\/igual a 34,0 ug\/mL s\u00e3o considerados negativos para n\u00edveis significantes de COMPLEMENTO C1Q.<\/p>\n<p>Resultados Positivos = Maior que 34,0 ug\/mL s\u00e3o considerados positivos para n\u00edveis significantes de COMPLEMENTO C1Q.<\/p>\n<hr \/>\n<p>COMPLEMENTO C2 &#8211; Fra\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Imunodifus\u00e3o radial<\/p>\n<p>Resultado .:25 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum de 4 horas. Coletar sangue total sem anticoagulante. Esperar retrair o co\u00e1gulo, centrifugar e enviar o soro congelado<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: avalia\u00e7\u00e3o de defici\u00eancia cong\u00eanita do complemento.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>De 12,0 a 28,0 mg\/L<\/p>\n<hr \/>\n<p>COMPLEMENTO C3<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:C3, Complemento beta 1 C3<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Imunoturbidimetria<\/p>\n<p>Resultado .:5 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum de 4 horas.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: detec\u00e7\u00e3o de defici\u00eancia cong\u00eanita de C3; avalia\u00e7\u00e3o de patologias tipicamente consumidoras (ativadoras) de complemento. O C3 \u00e9 sintetizado no f\u00edgado, correspondendo a cerca de 70% da quantidade de prote\u00edna total do sistema complemento. Seu papel \u00e9 central no processo de ativa\u00e7\u00e3o da parte comum para as vias cl\u00e1ssica e alternada. Seus n\u00edveis s\u00e3o diminu\u00eddos quando h\u00e1 ativa\u00e7\u00e3o por qualquer via. N\u00edveis diminu\u00eddos de C3 acompanhados de n\u00edveis normais de C4 podem estar associados a glomerulonefrite aguda, glomerulonefrite membranoproliferativa, doen\u00e7a de complexos imunes, lupus eritematoso sist\u00eamico ativo e defici\u00eancia cong\u00eanita de C3. N\u00edveis diminu\u00eddos de C3 acompanhados de n\u00edveis diminu\u00eddos de C4 podem estar associados a lupus eritematoso sist\u00eamico ativo, doen\u00e7a do soro, hepatites autoimunes ou cr\u00f4nicas, endocardite infecciosa e doen\u00e7a de imunocomplexos. N\u00edveis normais de C3 acompanhados de n\u00edveis reduzidos de C4 podem estar associados \u00e0 doen\u00e7a de imunocomplexos, estados hipergamaglobulin\u00eamicos, crioglobulinemia, angioedema heredit\u00e1rio e defici\u00eancia cong\u00eanita de C4. O C4 \u00e9 um componente utilizado somente na via cl\u00e1ssica, n\u00e3o havendo altera\u00e7\u00f5es em ativa\u00e7\u00e3o por via alternativa. Contudo, a maioria das patologias onde a dosagem de complemento pode oferecer dados \u00fateis para avalia\u00e7\u00e3o \u00e9 baseada na via cl\u00e1ssica (ativa\u00e7\u00e3o pela intera\u00e7\u00e3o ant\u00edgeno-anticorpo).<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Rec\u00e9m-Nascido : 58 a 108 mg\/dL<\/p>\n<p>3 meses : 67 a 124 mg\/dL<\/p>\n<p>4 \u00e0 6 meses : 74 a 124 mg\/dL<\/p>\n<p>7 \u00e0 9 meses : 78 a 144 mg\/dL<\/p>\n<p>10 \u00e0 12 meses : 80 a 150 mg\/dL<\/p>\n<p>1 a 10 anos : 80 a 150 mg\/dL<\/p>\n<p>11 a 19 anos : 85 a 160 mg\/dL<\/p>\n<p>20 anos : 82 a 160 mg\/dL<\/p>\n<p>30 anos : 84 a 160 mg\/dL<\/p>\n<p>40 \u00e0 70 anos : 90 a 170 mg\/dL<\/p>\n<hr \/>\n<p>COMPLEMENTO C4<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:C4<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Imunoturbidimetria<\/p>\n<p>Resultado .:5 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum de 4 horas.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Ver Complemento C3.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>12 a 36 mg\/dL<\/p>\n<hr \/>\n<p>COMPLEMENTO TOTAL &#8211; CH50<\/p>\n<p>Material .:Soro Congelado<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:CH 50 ou CH 100<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Imunoensaio enzim\u00e1tico<\/p>\n<p>Resultado .: 5 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum 4 horas.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: avalia\u00e7\u00e3o da atividade do complemento em quadros formadores de imunocomplexos circulantes onde ocorre um consumo dos componentes do complemento. O sistema do complemento compreende 11 prote\u00ednas separadas que reagem em uma seq\u00fc\u00eancia espec\u00edfica com complexos ant\u00edgeno &#8211; anticorpo. Quando o anticorpo se liga ao ant\u00edgeno forma-se uma estrutura chamada imunocomplexo. O resultado \u00e9 um aumento da permeabilidade vascular, atra\u00e7\u00e3o dos leuc\u00f3citos polimorfonucleares e altera\u00e7\u00f5es nas membranas celulares que conduz para a lise e morte celular. O CH50 ou atividade do complemento (ELISA) reflete a intera\u00e7\u00e3o seq\u00fcencial de todos os componentes da via cl\u00e1ssica, mais a por\u00e7\u00e3o comum da cascata com a via alternativa. O sucesso terap\u00eautico em doen\u00e7as autoimunes \u00e9 traduzido por n\u00edveis crescentes de CH50. N\u00edveis decrescentes s\u00e3o associados a insucessos terap\u00eauticos e podem ser indicadores de mau progn\u00f3stico (especialmente em glomerulonefrites autoimunes). Valores aumentados: leucemia, doen\u00e7a de Hodgkin, sarcoma, numerosas patologias que cursam com rea\u00e7\u00f5es inflamat\u00f3rias como resposta de fase aguda. Valores diminu\u00eddos: glomerulonefrites cr\u00f4nicas, artrite reumat\u00f3ide, anemia hemol\u00edtica, lupus eritematoso sist\u00eamico, glomerulonefrites agudas.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Normal : 60 a 144 U CAE<\/p>\n<p>Baixo : &lt; 60 U CAE<\/p>\n<p>Alto : &gt; 145 U CAE<\/p>\n<p>U CAE : Atividade do complemento<\/p>\n<hr \/>\n<p>COMPONENTE C5 COMPLEMENTO<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Nefelometria<\/p>\n<p>Resultado .:20 dia \u00fateis<\/p>\n<p>Coleta: Jejum de 4 horas. Coletar sangue total sem anticoagulante. Esperar retrair o co\u00e1gulo, centrifugar e enviar o soro congelado<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 C5 \u00e9 uma (1-globulina com estrutura similar a C3 e C4). A ativa\u00e7\u00e3o do complemento por qualquer via promove a clivagem de C5, produzindo C5a que \u00e9 um potente anafilact\u00f3ide e fator quimiot\u00e1xico, e C5b que possui caracter\u00edsticas hidr\u00f3fobas, ligando-se \u00e0s superf\u00edcies lip\u00eddicas iniciando o complexo de ataque \u00e0 membrana. A fun\u00e7\u00e3o de C5 pode ser medida usando-se hem\u00e1cias de carneiro sensibilizadas. A defici\u00eancia cong\u00eanita est\u00e1 associada a infec\u00e7\u00f5es de repeti\u00e7\u00e3o (freq\u00fcentemente por Neisseria meningitidis) e sintomas de LES. A defici\u00eancia por consumo de complemento \u00e9 devida a infec\u00e7\u00f5es bacterianas, trauma, queimaduras, doen\u00e7as hep\u00e1ticas, uremia ou terapia ester\u00f3ide com altas doses.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Valor de Refer\u00eancia: 7 a 18 mg\/dl<\/p>\n<hr \/>\n<p>COOMBS DIRETO<\/p>\n<p>Material .:Sangue total com EDTA<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Pesquisa de sensibiliza\u00e7\u00e3o eritrocit\u00e1ria<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Gel Centrifuga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Resultado .: 5 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum n\u00e3o obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: investiga\u00e7\u00e3o de processos hemol\u00edticos; detec\u00e7\u00e3o de anticorpos e complemento em superf\u00edcie eritrocit\u00e1ria. Neste teste, \u00e9 pesquisada a presen\u00e7a de anticorpos ou complemento aderidos \u00e0 superf\u00edcie de hem\u00e1cias. Este exame \u00e9 extremamente \u00fatil na determina\u00e7\u00e3o da presen\u00e7a de eritroblastose fetal em rec\u00e9m-natos de m\u00e3es coombs indireto reagentes ou com incompatibilidade ABO + Rh. Seu resultado \u00e9 interpretado segundo a intensidade de aglutina\u00e7\u00e3o, representado por cruzes, que o graduam em 1+, 2+, 3+ e 4+.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>N\u00e3o reagente<\/p>\n<hr \/>\n<p>COOMBS INDIRETO<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:COI<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Gel Centrifuga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Resultado .: 5 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum n\u00e3o obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: pesquisa de anticorpos contra prote\u00ednas de membrana de eritr\u00f3citos (em especial D), em exames pr\u00e9-transfusionais ou pr\u00e9-natais. Interpreta\u00e7\u00e3o: este teste, geralmente realizado com eritr\u00f3citos O positivos, \u00e9 utilizado para a detec\u00e7\u00e3o de anticorpos anti-D circulantes em m\u00e3es Rh negativas sensibilizadas ou em pacientes receptores de transfus\u00e3o sangu\u00ednea, utilizando o sangue do doador.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>N\u00e3o reagente<\/p>\n<hr \/>\n<p>CORTISOL<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Hidrocortisona<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Eletroquimioluminesc\u00eancia<\/p>\n<p>Resultado .:5 dias<\/p>\n<p>Coleta: Manh\u00e3: Colher entre 7 e 9:30 horas, em jejum: Tarde: Colher entre 16:00 e 16:30 horas<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: avalia\u00e7\u00e3o da fun\u00e7\u00e3o adrenal. O cortisol \u00e9 o principal horm\u00f4nio glicocortic\u00f3ide produzido pela c\u00f3rtex adrenal humana. Representa aproximadamente 80% dos 17-hidroxicorticoster\u00f3ides do sangue, tendo uma ampla variedade de a\u00e7\u00f5es como efeitos antiinsul\u00ednicos no metabolismo de carboidratos, gorduras e prote\u00ednas (estimula o catabolismo de prote\u00ednas e gorduras, fornecendo substrato para a produ\u00e7\u00e3o hep\u00e1tica de glicose), efeitos na regula\u00e7\u00e3o do balan\u00e7o hidro-eletrol\u00edtico, estabiliza\u00e7\u00e3o das membranas lisoss\u00f4micas e supress\u00e3o das rea\u00e7\u00f5es inflamat\u00f3rias e al\u00e9rgicas. Os n\u00edveis de cortisol s\u00e3o regulados atrav\u00e9s de um balan\u00e7o com o ACTH e CRH da pituit\u00e1ria e hipot\u00e1lamo, respectivamente. N\u00edveis elevados de ACTH estimulam a c\u00f3rtex adrenal a liberar cortisol que, ao atingir determinados n\u00edveis, suprimem o ACTH num feedback negativo. Alguns fatores fora deste eixo metab\u00f3lico podem interferir no processo, como febre, inflama\u00e7\u00f5es, dor, stress e hipoglicemia. O cortisol e o ACTH normalmente apresentam varia\u00e7\u00f5es circadianas com picos no per\u00edodo da manh\u00e3, sendo os maiores n\u00edveis encontrados em torno de 08:00 da manh\u00e3 e os menores mais tarde. Assim, \u00e9 aconselh\u00e1vel colher amostra \u00e0s 08:00 para diagn\u00f3stico de insufici\u00eancia adrenal e depois das 16:00 para diagn\u00f3stico de s\u00edndrome de Cushing. Valores aumentados: s\u00edndrome de Cushing, s\u00edndromes de hipersecre\u00e7\u00e3o ect\u00f3pica de ACTH ou CRH, carcinoma ou adenoma adrenal, displasia ou hiperplasia adrenal micro ou macronodular, stress. Valores diminu\u00eddos podem ser encontrados em insufici\u00eancia adrenocortical (s\u00edndrome de Addison), s\u00edndrome adrenogenital e hipopituitarismo.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Pela manh\u00e3 : 5,5 a 30,0 ug\/dL<\/p>\n<p>A tarde : 2,0 a 14,5 ug\/dL<\/p>\n<p>A noite : 2,0 a 14,5 ug\/dL<\/p>\n<hr \/>\n<p>CORTISOL URIN\u00c1RIO<\/p>\n<p>Material .:urina 24 horas<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Cortisol livre<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Quimioluminesc\u00eancia<\/p>\n<p>Resultado .: 5 dias<\/p>\n<p>Coleta: Desprezar a primeira urina da manh\u00e3, colher toda a urina durante todo o dia e noite, inclusive a 1\u00ba do dia seguinte. Usar frasco de \u00e1gua mineral ou do pr\u00f3prio laborat\u00f3rio. N\u00e3o ser\u00e1 aceita urina colhida em frasco de refrigerante. Deixar refrigerado.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico de hiperfun\u00e7\u00e3o adrenal. Avalia\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es de hipo e hiper fun\u00e7\u00e3o adrenal . Devido a alta sensibilidade e especificidade , o cortisol urin\u00e1rio tem sido usado como o primeiro teste na triagem para Sindrome de Cushing. O cortisol livre urin\u00e1rio \u00e9 um teste excelente para o diagn\u00f3stico do syndrome de Cushing endogeo e para avaliar respostas aos testes da supress\u00e3o da dexametazona. A excre\u00e7\u00e3o urin\u00e1ria de 24 horas de cortisol na urina \u00e9 o \u00edndice mais direto e confi\u00e1vel de secre\u00e7\u00e3o cortical. Recomenda-se que o cortisol urin\u00e1rio deva ser dosado em 2 e (preferivelmente 3) amostras consecutivas de urina de 24 horas, colhidas com o paciente fora de interna\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>28,5 a 213,7 ug\/24 h<\/p>\n<hr \/>\n<p>CREATINA FOSFOQUINASE &#8211; CK<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:CK, Creatinofosfoquinase, CPK<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Cin\u00e9tico enzim\u00e1tico<\/p>\n<p>Resultado .:2 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum n\u00e3o obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: marcador de lise celular para m\u00fasculos card\u00edaco e esquel\u00e9tico. A CPK \u00e9 uma enzima geralmente associada com a regenera\u00e7\u00e3o do ATP em sistemas contr\u00e1teis ou de transporte. Sua fun\u00e7\u00e3o predominante ocorre nas c\u00e9lulas musculares, onde est\u00e1 envolvida no estoque de creatina fosfato (altamente energ\u00e9tico). Cada ciclo de contra\u00e7\u00e3o muscular resulta em uso de creatina fosfato, com produ\u00e7\u00e3o de ATP. Isto resulta em n\u00edveis relativamente constantes de ATP muscular. A CPK \u00e9 amplamente distribu\u00edda nos tecidos, com maiores atividades encontradas na musculatura esquel\u00e9tica, card\u00edaca e tecido cerebral. Outras fontes nas quais a CK est\u00e1 presente incluem bexiga, placenta, trato gastrointestinal, tire\u00f3ide, \u00fatero, rins, pulm\u00f5es, pr\u00f3stata, ba\u00e7o, f\u00edgado e p\u00e2ncreas. Valores aumentados: infarto agudo do mioc\u00e1rdio, mixedema, distrofia muscular, stress muscular, polimiosite, dermatomiosite, miocardite, epilepsia, rabdomi\u00f3lise, acidentes c\u00e9rebro-vascular, inje\u00e7\u00f5es intramusculares, exerc\u00edcio extenuante, parto, ap\u00f3s incis\u00f5es cir\u00fargicas, hipertermia maligna, uso de coca\u00edna, choque el\u00e9trico. Valores diminu\u00eddos: hipertireoidismo, neoplasia metast\u00e1tica, terapia com ester\u00f3ides, doen\u00e7a hep\u00e1tica alco\u00f3lica, velhice e m\u00e1 nutri\u00e7\u00e3o (por massa muscular reduzida), artrite reumat\u00f3ide, gravidez, uso de medicamentos (fenotiazina, prednisona, etanol), exposi\u00e7\u00e3o a toxinas.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>25\u00baC\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 30\u00baC\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 37\u00baC<\/p>\n<p>Homens:\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 10-80 U\/L\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 15-130 U\/L\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 24-195 U\/L<\/p>\n<p>Mulheres :\u00a0 10-70 U\/L\u00a0\u00a0\u00a0 15-110 U\/L\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 24-170 U\/L<\/p>\n<hr \/>\n<p>CREATINA QUINASE &#8211; MB (Massa)<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:CKMB, Creatinofosfoquinase MB Isoenzima,massa<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Eletroquimioluminesc\u00eancia<\/p>\n<p>Resultado .:5 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum n\u00e3o obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico de miocardiopatias, em especial o infarto agudo do mioc\u00e1rdio; monitoramento terap\u00eautico. A CK \u00e9 uma enzima primariamente muscular e cerebral, que existe em tr\u00eas fra\u00e7\u00f5es dim\u00e9ricas: CK-MM, CK-BB e CK-MB. A isoenzima MB, com massa molecular de cerca de 87 kD, participa com cerca de 5-50% da atividade total de CK no mioc\u00e1rdio. \u00c9 um dos marcadores de mioc\u00e1rdio mais importantes, com papel bem estabelecido na confirma\u00e7\u00e3o de infarto agudo do mioc\u00e1rdio e no monitoramento de terapia trombol\u00edtica. Em casos de infarto agudo do mioc\u00e1rdio, os valores s\u00e9ricos tipicamente sobem de 3-6 horas ap\u00f3s o in\u00edcio dos sintomas, com picos entre 12-24 horas, e retorno a valores basais em carga de 24-48 horas. Embora antigamente se utilizasse a medi\u00e7\u00e3o da atividade da CKMB ap\u00f3s a inibi\u00e7\u00e3o das demais isoenzimas, atualmente se determina a CKMB massa, por ensaio imunom\u00e9trico. O uso de padr\u00f5es seriados de CKMB \u00e9 mais informativo do que uma \u00fanica tomada. O uso de valores absolutos na interpreta\u00e7\u00e3o pode ser fator de confus\u00e3o para aqueles que utilizavam percentual de CKMB em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 CK total. Atualmente, utiliza-se um index relativo de CK (IRCKMB=CKMB por unidades de CK *100). Valores superiores a 3.0 devem ser mais bem avaliados. Valores aumentados: ap\u00f3s les\u00e3o muscular e outras patologias card\u00edacas, al\u00e9m dos casos de macro CK.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Ate 5,0 ng\/mL<\/p>\n<hr \/>\n<p>CREATININA<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Creatininemia<\/p>\n<p>M\u00e9todo : Cin\u00e9tico automatizado<\/p>\n<p>Resultado .:2 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum de 4 horas.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: avalia\u00e7\u00e3o da fun\u00e7\u00e3o renal. A creatinina \u00e9 produzida nas c\u00e9lulas a partir do catabolismo da creatina (componente de alto conte\u00fado energ\u00e9tico). O processo se d\u00e1 em grande parte nas c\u00e9lulas musculares. A creatinina \u00e9 ent\u00e3o liberada ao plasma para ser posteriormente filtrada nos glom\u00e9rulos e excretada na urina. Pequenas quantidades de creatinina s\u00e3o secretadas no t\u00fabulo proximal, e quantidades m\u00ednimas s\u00e3o reabsorvidas nos t\u00fabulos renais distais. O equil\u00edbrio entre a produ\u00e7\u00e3o de creatinina, a massa muscular do indiv\u00edduo e a fun\u00e7\u00e3o renal, determina as concentra\u00e7\u00f5es plasm\u00e1ticas da creatinina s\u00e9rica. Geralmente, a massa muscular e as produ\u00e7\u00f5es de creatina e creatinina tendem a ser mais est\u00e1veis, fazendo desta determina\u00e7\u00e3o um bom indicador da fun\u00e7\u00e3o renal. Valores aumentados: diminui\u00e7\u00e3o da fun\u00e7\u00e3o renal (\u00e9 necess\u00e1ria a perda da fun\u00e7\u00e3o renal em pelo menos 50% para que ocorra eleva\u00e7\u00e3o dos n\u00edveis de creatinina), obstru\u00e7\u00e3o do trato urin\u00e1rio, diminui\u00e7\u00e3o do aporte sangu\u00edneo renal, desidrata\u00e7\u00e3o e choque, intoxica\u00e7\u00e3o com metanol, doen\u00e7as musculares (rabdomi\u00f3lise, gigantismo, acromegalia, etc.). Valores diminu\u00eddos: massa muscular diminu\u00edda, debilita\u00e7\u00e3o, gravidez. Interferentes: consumo de carne torrada em grandes quantidades, exerc\u00edcios f\u00edsicos intensos n\u00e3o habituais, uso de medicamentos nefrot\u00f3xicos ou que alterem a excre\u00e7\u00e3o da creatinina no n\u00edvel glomerular (cefalosporinas, cimetidina, trimetropim, digoxina, aminoglicos\u00eddeos, \u00e1cido asc\u00f3rbico, hidanto\u00edna, etc.).<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Soro ou plasma &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.0,4 a 1,4 mg\/dL<\/p>\n<hr \/>\n<p>CREATININA URIN\u00c1RIA<\/p>\n<p>Material .:urina &#8211; amostra isolada<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Creatinina na urina<\/p>\n<p>M\u00e9todo : Cin\u00e9tico automatizado<\/p>\n<p>Resultado .:3 dias<\/p>\n<p>Coleta: Colher amostra isolada de urina.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: marcador de qualidade em coleta de urina de 24 horas. A determina\u00e7\u00e3o da quantidade de creatinina urin\u00e1ria em 24 horas \u00e9 \u00fatil como acompanhante na determina\u00e7\u00e3o de outros analitos, no sentido de determinar a qualidade da coleta de 24 horas. Assim, pode-se calcular valores em mg creatinina\/kg paciente\/24 horas. Valores aumentados: amostra coletada em tempo maior. Valores diminu\u00eddos: amostras coletadas em tempos menores do que o indicado.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Crian\u00e7as<\/p>\n<p>3 a 8 anos : 11,0 a 68,0 mg\/dL<\/p>\n<p>9 a 12 anos : 17,0 a 141,0 mg\/dL<\/p>\n<p>13 a 17 anos : 29,0 a 187,0 mg\/dL<\/p>\n<p>Adultos<\/p>\n<p>63,0 a 250,0 mg\/dL<\/p>\n<hr \/>\n<p>CREATININA URIN\u00c1RIA &#8211; 24h<\/p>\n<p>Material .:urina 24 horas<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Creatinin\u00faria<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Cin\u00e9tico automatizado<\/p>\n<p>Resultado .:3 dias<\/p>\n<p>Coleta: Desprezar a primeira urina da manh\u00e3, colher toda a urina durante todo o dia e noite, inclusive a 1\u00ba do dia seguinte. Usar frasco de \u00e1gua mineral ou do pr\u00f3prio laborat\u00f3rio. N\u00e3o ser\u00e1 aceita urina colhida em frasco de refrigerante. Deixar refrigerado.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: marcador de qualidade em coleta de urina de 24 horas. A determina\u00e7\u00e3o da quantidade de creatinina urin\u00e1ria em 24 horas \u00e9 \u00fatil como acompanhante na determina\u00e7\u00e3o de outros analitos, no sentido de determinar a qualidade da coleta de 24 horas. Assim, pode-se calcular valores em mg creatinina\/kg paciente\/24 horas. Valores aumentados: amostra coletada em tempo maior. Valores diminu\u00eddos: amostras coletadas em tempos menores do que o indicado.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Urina Homem &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;1500 a 2500 mg\/24 horas<\/p>\n<p>Urina Mulher. &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;800 a 1500 mg\/24 horas<\/p>\n<p>Depura\u00e7\u00e3o Homem&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..97 a 137 mL\/min\/1,73 m\u00b2<\/p>\n<p>Depura\u00e7\u00e3o Mulher. &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..88 a 128 mL\/min\/1,73 m\u00b2<\/p>\n<p>Depura\u00e7\u00e3o Crian\u00e7a &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.70 a 140 mL\/min\/1,73 m\u00b2<\/p>\n<p>Education Program (NKDEP) e pela Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN)<\/p>\n<hr \/>\n<p>CROMATOGRAFIA DE AMINO\u00c1CIDOS, sangue<\/p>\n<p>Material .:Plasma heparinizado<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Cromatografia<\/p>\n<p>Resultado .:45 dias<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o: Investiga\u00e7\u00e3o de defici\u00eancia de amino\u00e1cidos.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Normal<\/p>\n<p>Amino\u00e1cidos Pesquisados:<\/p>\n<p>Alanina, Glicina, Valina, Leucina, Isoleucina,Treonina, Serina, Prolina, Asparagina, \u00c1cido<\/p>\n<p>Asp\u00e1rtico, Metionina, Hidroxiprolina, \u00c1cidoGlut\u00e2mico, Fenilalanina, Ornitina, Glutamina,<\/p>\n<p>Lisina, Histidina, Tirosina, Triptofano e Cistina.<\/p>\n<hr \/>\n<p>CROMO S\u00c9RICO<\/p>\n<p>Material .:soro &#8211; tubo trace<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Espectrofotometria de Absor\u00e7\u00e3o At\u00f4mica com Forno de Grafite<\/p>\n<p>Resultado .:8 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum n\u00e3o obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: avalia\u00e7\u00e3o de toxicidade por cromo. A exposi\u00e7\u00e3o \u00e0 pele pode provocar dermatite e ulcera\u00e7\u00e3o. A ingest\u00e3o resulta em vertigens, dor abdominal, v\u00f4mitos, an\u00faria, convuls\u00f5es, choque ou coma. Valores diminu\u00eddos: gravidez, crian\u00e7as diab\u00e9ticas.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>at\u00e9 5,0 ug\/L<\/p>\n<hr \/>\n<p>CROMO URIN\u00c1RIO<\/p>\n<p>Material .:urina do final, in\u00edcio da jornada de trabalho<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Cromo Hexavalente<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:ICP-MS<\/p>\n<p>Resultado .: 8 dias<\/p>\n<p>Coleta: Coletar urina de in\u00edcio de jornada do \u00faltimo dia de trabalho da semana. Coletar em frasco est\u00e9ril.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Ver Cromo S\u00e9rico.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>VR*: at\u00e9 5,00 ug\/g de creatinina<\/p>\n<p>IBMP**: at\u00e9 30,00 ug\/g de creatinina<\/p>\n<p>*Valor de Refer\u00eancia para pacientes n\u00e3o expostos.<\/p>\n<p>**\u00cdndice Biol\u00f3gico M\u00e1ximo Permitido<\/p>\n<hr \/>\n<p>CRYPTOSPORIDIUM &#8211; Pesquisa<\/p>\n<p>Material .:fezes<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Pesquisa de Cocc\u00eddio.<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Ziehl &#8211; Neelsen Modificado<\/p>\n<p>Resultado .: 5 dias<\/p>\n<p>Coleta: Amostra recente de fezes<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico diferencial de diarr\u00e9ia cr\u00f4nica; diagn\u00f3stico de criptosporidiose. A criptosporidiose tem sido recentemente reconhecida como uma doen\u00e7a humana importante, primeiro, pelo desenvolvimento de condi\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas que corroborem este dado, segundo pelo crescente contingente de indiv\u00edduos imunossuprimidos. O agente causal, Cryptosporidium parvum, \u00e9 um parasita identificado em amostras de crian\u00e7as e adultos em muitas partes do mundo, estando geralmente associado a diarr\u00e9ias cr\u00f4nicas em pacientes portadores de HIV. Em indiv\u00edduos imunocompetentes, o organismo pode causar uma gastroenterite autolimitada, com sintomas agudos de diarr\u00e9ia, dor abdominal, n\u00e1useas e v\u00f4mitos. Este quadro varia desde situa\u00e7\u00f5es subcl\u00ednicas a epis\u00f3dios importantes. Em pacientes portadores de HIV, sua presen\u00e7a pode ser complicada, e a pesquisa de cistos nas fezes pode ser \u00fatil na institui\u00e7\u00e3o de terap\u00eautica apropriada. As fezes s\u00e3o avaliadas microscopicamente ap\u00f3s enriquecimento em meio hipert\u00f4nico, e a presen\u00e7a de grandes quantidades (eventualmente acompanhadas de leuc\u00f3citos) \u00e9 indicativa de criptosporidiose.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Negativa<\/p>\n<hr \/>\n<p>CULTURA + ANTIBIOGRAMA &#8211; Urina jato m\u00e9dio<\/p>\n<p>Material .:urina<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Semeadura em meios espec\u00edficos.<\/p>\n<p>Resultado .:7 dias<\/p>\n<p>Coleta: Coletar urina jato m\u00e9dio ap\u00f3s higiene local.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico de infec\u00e7\u00e3o do trato urin\u00e1rio. A urina \u00e9 um filtrado est\u00e9ril do sangue. Na aus\u00eancia de infec\u00e7\u00e3o do trato urin\u00e1rio, ela surge a partir dos rins e bexiga, livre de organismos. A bacteri\u00faria significativa \u00e9 normalmente caracterizada por contagens de col\u00f4nias maiores que 1.000.000 ou mais unidades formadoras de col\u00f4nias\/mL. Contagens bacterianas baixas, obtidas em urinas aspiradas assepticamente de cateter, devem ser consideradas significativas, visto que estas n\u00e3o podem ser responsabilizadas por contamina\u00e7\u00e3o durante a coleta. Algumas esp\u00e9cies bacterianas, particularmente estafilococos coagulase positivo (S. aureus), crescem lentamente na urina, podendo apenas alcan\u00e7ar de 10.000 a 100.000 ufc\/mL. Esta contagem \u00e9 considerada \\\\\\&#8221;bacteri\u00faria significativa\\\\\\&#8221; para estes microorganismos. Os resultados de culturas de urinas com densidade baixa (principalmente de crian\u00e7as) devem ser analisados e sempre levados em considera\u00e7\u00e3o, mesmo com contagem de col\u00f4nias menor que 1.000.000 ufc\/mL.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Negativa<\/p>\n<hr \/>\n<p>CULTURA + ANTIBIOGRAMA &#8211; V\u00c1RIOS MATERIAIS<\/p>\n<p>Material .:Diversos<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Semeadura em meios espec\u00edficos.<\/p>\n<p>Resultado .: 7 dias<\/p>\n<p>Coleta: Orofaringe: A coleta deve ser feita pela manh\u00e3, em jejum, n\u00e3o se deve escovar os dentes, nem ingerir \u00e1gua. N\u00e3o usar antimicrobianos. Secre\u00e7\u00e3o vaginal deve ser entregue no laborat\u00f3rio o mais breve poss\u00edvel.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: detec\u00e7\u00e3o de processos infecciosos; avalia\u00e7\u00e3o da flora normal do local; diagn\u00f3stico das faringites; pesquisa de Streptococcus pyogenes. Beta Hemolitico do grupo A.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Negativa<\/p>\n<hr \/>\n<p>CULTURA &#8211; Fezes<\/p>\n<p>Material: Fezes &#8211; Meio de Transporte (Cary Blair)<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo: Coprocultura<\/p>\n<p>M\u00e9todo: Semeadura em meios espec\u00edficos e aglutina\u00e7\u00e3o em l\u00e2mina.<\/p>\n<p>Resultado: 5 dias<\/p>\n<p>Coleta: Enviar as fezes em meio de transporte Cary Blair.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico de processos infecciosos de trato gastrointestinal por bact\u00e9rias enteropatog\u00eanicas. Os quadros infecciosos do trato gastrointestinal podem ser causados por uma variedade de microorganismos virais, bacterianos, parasit\u00e1rios e f\u00fangicos, e o quadro cl\u00ednico associado \u00e9 relativamente amplo. De todo modo, diarr\u00e9ia (cr\u00f4nica ou aguda), febre e v\u00f4mitos parecem ser os mais freq\u00fcentes. Do ponto de vista cl\u00ednico e epidemiol\u00f3gico, \u00e9 poss\u00edvel levantar suspeitas mais ou menos espec\u00edficas que, quando incluem agentes bacterianos, podem ser confirmadas por coprocultura para bact\u00e9rias fecais. S\u00e3o pesquisados E. coli invasora, enteropatog\u00eanica, enterohemorr\u00e1gica e enterotoxig\u00eanica, Salmonela spp, Shigella spp, Vibrio spp e Staphylococcus aureus, al\u00e9m de pesquisa de leuc\u00f3citos.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia:<\/p>\n<p>Cultura Negativa indica aus\u00eancia de crescimento de bact\u00e9rias patog\u00eanicas.<\/p>\n<p>Bacterias pesquisadas : Salmonella sp., Shigella sp. Escherichia coli &#8211;\u00a0 enteroinvasora e enterohemorr\u00e1gica.<\/p>\n<p>Para crian\u00e7as menores que 1 ano de idade, tamb\u00e9m \u00e9 realizada a pesquisa de Escherichia coli<\/p>\n<p>enteropatog\u00eanica (EPEC)<\/p>\n<hr \/>\n<p>CULTURA &#8211; Fungos<\/p>\n<p>Material .:Diversos<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Micol\u00f3gico<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Semeadura em meios espec\u00edficos.<\/p>\n<p>Resultado .:18 dias<\/p>\n<p>Coleta: Esse exame pode ser realizado em diferentes materiais cl\u00ednicos.\u00a0 A coleta deve ser feita antes do uso de qualquer medicamento, xampu ou pomada. O paciente deve ficar uma semana sem usar o mesmo, inclusive creme hidratante.Nos p\u00e9s, recomenda-se o uso de sapatos e meias antes da coleta. Deve-se evitar o uso de esmaltes durante uma semana e as unhas devem estar limpas.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o: Uso: diagn\u00f3stico de processos infecciosos causados por agentes f\u00fangicos. Classicamente, se reconhecem tr\u00eas principais grupos de doen\u00e7as causadas por fungos: micoses superficiais, micoses profundas e micoses subcut\u00e2neas. O diagn\u00f3stico de processos patol\u00f3gicos causados por fungos \u00e9 baseado em achados laboratoriais (presen\u00e7a de agentes f\u00fangicos) e cl\u00ednicos (comprova\u00e7\u00e3o de que o agente causa a patologia e\/ou de que o tratamento espec\u00edfico permite observar melhora cl\u00ednica). Basicamente os fungos se dividem em leveduras, filamentos e fungos dim\u00f3rficos. A cada \u00f3rg\u00e3o\/localiza\u00e7\u00e3o anat\u00f4mica\/quadro cl\u00ednico est\u00e3o associados agentes mais comumente envolvidos. O laborat\u00f3rio procede a investiga\u00e7\u00e3o cultural dos agentes de forma n\u00e3o espec\u00edfica, semeando-os em meios adequados a cada situa\u00e7\u00e3o. Na maioria dos casos \u00e9 poss\u00edvel o estabelecimento de g\u00eanero e esp\u00e9cie. Os resultados s\u00e3o, em geral, demorados e muitas vezes servem apenas como confirma\u00e7\u00e3o de um quadro em tratamento. Limita\u00e7\u00f5es: embora o exame cultural seja, de certa forma, mais sens\u00edvel do que a pesquisa direta (o que explica os raros casos em que a cultura de fungos \u00e9 positiva ao contr\u00e1rio da pesquisa de fungos), o inverso pode ocorrer, principalmente em casos onde o paciente comparece \u00e0 coleta de materiais quando j\u00e1 utilizou preparados medicamentos antif\u00fangicos (t\u00f3picos ou sist\u00eamicos). Especialmente quando se trata de materiais de mucosas, \u00e9 necess\u00e1rio cautela na an\u00e1lise dos resultados (de modo geral, C\u00e2ndida n\u00e3o albicans \u00e9 geralmente comensal).<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Cultura negativa<\/p>\n<hr \/>\n<p>CURVA DE GLICOSE E INSULINA AP\u00d3S GLICOSE<\/p>\n<p>C\u00f3digo .:CGLINSGLIC<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Curva glic\u00eamica com dosagem de insulina<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Quimioluminesc\u00eancia e Enzim\u00e1tico<\/p>\n<p>Resultado .:5 dias<\/p>\n<p>Coleta: Ap\u00f3s jejum de 8 horas, Coletar amostra basal para dosagem de glicose e insulina. Administrar via oral 75 gramas de glicose (adulto) e para crian\u00e7as 1,75\/kg de peso. Coletar amostras de sangue nos tempos 30,60,90,120 e 180 minutos.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: avalia\u00e7\u00e3o dos n\u00edveis circulantes de insulina. N\u00edveis elevados de insulina na presen\u00e7a de concentra\u00e7\u00f5es baixas de glicose podem ser indicativos de hiperinsulinismo patol\u00f3gico. N\u00edveis elevados de glicose em pacientes em jejum, com concentra\u00e7\u00f5es de glicose normais ou elevadas, e resposta exagerada de insulina e glicose quando da administra\u00e7\u00e3o ex\u00f3gena de glicose, s\u00e3o caracter\u00edsticas de formas de intoler\u00e2ncia \u00e0 glicose, diabetes mellitus ou outras condi\u00e7\u00f5es de resist\u00eancia \u00e0 insulina. Avalia\u00e7\u00e3o dos dist\u00farbios do ouvido interno. Avalia\u00e7\u00e3o metab\u00f3lico do paciente com labirintopatia.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Glicemia basal entre 70,0 a 99,0 mg\/dL e glicemia inferior a 140 aos 120 minutos.<\/p>\n<p>Insulinemia basal entre 2,6 a 24,9 uUI\/mL<\/p>\n<p>Considerado patol\u00f3gico seg. Bittar R.:<\/p>\n<p>Glicemia &lt; 55,0 mg em qualquer momento do exame.<\/p>\n<p>Glicemia entre 145 e 200 mg\/dL na 2\u00aa hora do exame<\/p>\n<p>Insulinemia de jejum &gt; 50,0 uUI\/mL<\/p>\n<p>Soma das insulinemias da 2\u00aa e 3\u00aa hora &gt; 60,0 uUI\/mL<\/p>\n<p><a name=\"D\"><\/a><\/p>\n<h2>Exames &#8211; D<\/h2>\n<p>DEHIDROEPIANDROSTERONA &#8211; DHEA<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:DHEA, Androstenolona, Dehidroisoandrosterona<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:ELISA<\/p>\n<p>Resultado .:5 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum obrigat\u00f3rio de no m\u00ednimo 4h.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: marcador da produ\u00e7\u00e3o adrenal de andr\u00f3genos; avalia\u00e7\u00e3o da reserva adrenal ap\u00f3s est\u00edmulo com ACTH. A dehidroepiandrosterona \u00e9 sintetizada pelo c\u00f3rtex da adrenal, sendo seu principal andr\u00f3geno. Apresenta meia vida plasm\u00e1tica curta e \u00e9 usualmente convertida em DHEA-sulfato. Sua produ\u00e7\u00e3o excessiva pode estar associada a quadros de viriliza\u00e7\u00e3o com acne, hirsutismo, e convers\u00e3o \u00e0 testosterona. Valores aumentados: presen\u00e7a de tumores adrenais, s\u00edndrome de Cushing, hiperplasia adrenal cong\u00eanita e adrenarca prematura. Valores diminu\u00eddos: doen\u00e7a de Addison, anorexia nervosa.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Feminino: 1 a 12 ng\/mL<\/p>\n<p>Masculino: 3 a 11 ng\/mL<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>DEHIDROEPIANDROSTERONA SULFATO &#8211; DHEA SO4<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:DHEA-SO4, DHEAS, SULFATO DE DHEA<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Quimioluminesc\u00eancia<\/p>\n<p>Resultado .:5 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum obrigat\u00f3rio de no m\u00ednimo 4h.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: avalia\u00e7\u00e3o de mulheres com infertilidade, amenorr\u00e9ia ou hirsutismo, para identifica\u00e7\u00e3o da fonte de androg\u00eanio; marcador de fun\u00e7\u00e3o cortical adrenal. O DHEA-sulfato \u00e9 sintetizado quase que exclusivamente pelas adrenais. \u00c9 um andr\u00f3geno fraco, sendo o principal ester\u00f3ide C19 plasm\u00e1tico, e uma das principais fontes para 17-cetoester\u00f3ides. Seu uso pode, portanto, substituir as determina\u00e7\u00f5es de 17-KS. Seus n\u00edveis s\u00e3o marcadamente elevados em pacientes com hiperplasia adrenal cong\u00eanita ou carcinoma adrenal. Aumentos moderados podem ser vistos na maioria dos pacientes com s\u00edndrome de Cushing pituit\u00e1rio-dependente, enquanto que valores baixos ou normais s\u00e3o vistos em s\u00edndrome de Cushing por adenoma adrenal. O c\u00e2ncer adrenal est\u00e1 geralmente associado a n\u00edveis extremamente elevados de DHEA. Sua determina\u00e7\u00e3o pode marcar o in\u00edcio da adrenarca, quando os n\u00edveis come\u00e7am a se elevar. Suas determina\u00e7\u00f5es s\u00e3o mais comumente empregadas no diagn\u00f3stico diferencial de pacientes virilizados.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Homens : : 80,0 a 550,0 ug\/dL<\/p>\n<p>Mulheres : 10 a 20 anos: 37,0 a 280,0 ug\/dL<\/p>\n<p>: 21 a 30 anos: 64,0 a 380,0 ug\/dL<\/p>\n<p>: 31 a 40 anos: 45,0 a 270,0 ug\/dL<\/p>\n<p>: 41 a 50 anos: 32,0 a 240,0 ug\/dL<\/p>\n<p>: 51 a 60 anos: 26,0 a 200,0 ug\/dL<\/p>\n<p>: 61 a 70 anos: At\u00e9 130,0 ug\/dL<\/p>\n<p>: Acima de 70 anos: At\u00e9 160,0 ug\/dL<\/p>\n<p>Crian\u00e7as : 1 a 6 anos: At\u00e9 30,0 ug\/dL<\/p>\n<p>: 7 a 9 anos: At\u00e9 74,0 ug\/dL<\/p>\n<p>Rec\u00e9m nascidos* : 30,0 a 250,0 ug\/dL<\/p>\n<p>*Os n\u00edveis decrescem durante a primeira semana e ap\u00f3s 6 meses podem atingir 2,0 a 20,0Ug\/dL.<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>DENGUE &#8211; Anticorpos IgG<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Sorologia para dengue<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:ELISA<\/p>\n<p>Resultado .:5 dias<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Ver Dengue &#8211; Anticorpos IgM.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>\u00cdndice &lt; 1,0 : N\u00e3o Reagente<\/p>\n<p>De 1,0 a 1,4 : Inconclusivo*<\/p>\n<p>\u00cdndice &gt; 1,4 : Reagente<\/p>\n<p>Quando dados cl\u00ednicos compat\u00edveis com infec\u00e7\u00e3o \u00e9 recomendado novo exame ap\u00f3s alguns dias.<\/p>\n<p>* Resultados Inconclusivos devem ser confirmado com uma nova amostra.<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>DENGUE &#8211; Anticorpos IgM<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Sorologia para dengue<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Elisa &#8211; Captura<\/p>\n<p>Resultado .:5 dias<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico de dengue. A dengue \u00e9 uma infec\u00e7\u00e3o viral aguda caracterizada por in\u00edcio agudo de febre, dor de cabe\u00e7a, dores musculares (em juntas e periorbitais) e rash cut\u00e2neo. Em circunst\u00e2ncias especiais, o quadro pode ser hemorr\u00e1gico. Pode ser causada por contato com um dos quatro sorotipos do v\u00edrus da dengue: DEN-1, DEN-2, DEN3 e DEN-4, molecularmente relacionados e pertencentes ao g\u00eanero Flavivirus, fam\u00edlia Flaviviridae (sendo, portanto, aparentada com os v\u00edrus de encefalite viral e febre amarela). O v\u00edrus \u00e9 transmitido pelos mosquitos do g\u00eanero Aedes (em especial, o Aedes aegypti). Depois da picada de um mosquito infectado, ocorre um per\u00edodo de incuba\u00e7\u00e3o (2 &#8211; 9 dias), quando aparecem os sintomas. Os anticorpos espec\u00edficos IgM s\u00e3o encontrados em cerca de 80% dos pacientes no quinto dia e cerca de 99% dos pacientes no d\u00e9cimo dia do contato, persistindo na circula\u00e7\u00e3o por cerca de tr\u00eas meses. Os anticorpos IgG espec\u00edficos tornam-se detect\u00e1veis um ou dois dias ap\u00f3s o aparecimento dos IgM espec\u00edficos. Seus n\u00edveis se elevam at\u00e9 um plateau, e geralmente continuam detect\u00e1veis pelo resto da vida. Em infec\u00e7\u00f5es secund\u00e1rias, \u00e9 t\u00edpica a observa\u00e7\u00e3o de n\u00edveis muito elevados de anticorpos IgG espec\u00edficos (melhor observ\u00e1veis com o uso de amostras consecutivas), sem altera\u00e7\u00f5es na detec\u00e7\u00e3o de anticorpos IgM espec\u00edficos (este tipicamente permanecendo n\u00e3o detect\u00e1vel). Algumas condi\u00e7\u00f5es podem contribuir para a obten\u00e7\u00e3o de resultados confusos, como imunodefici\u00eancias (em especial SIDA, em estado avan\u00e7ado), uso de drogas imunossupressivas (gerando resultados falso-negativos) e rea\u00e7\u00e3o cruzada com outros Flavivirus (gerando resultados falso-positivos).<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>\u00cdndice &lt; 1,0 : N\u00e3o Reagente<\/p>\n<p>De 1,0 a 1,4 : Inconclusivo*<\/p>\n<p>\u00cdndice &gt; 1,4 : Reagente<\/p>\n<p>Quando dados cl\u00ednicos compat\u00edveis com infec\u00e7\u00e3o \u00e9 recomend\u00e1vel o teste ap\u00f3s o sexto dia do<\/p>\n<p>aparecimento dos sintomas.<\/p>\n<p>*Resultados Inconclusivos devem ser confirmados em uma nova amostra.<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>DIGOXINA<\/p>\n<p>C\u00f3digo .:DIGOX<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Digoxinemia<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Imunoenzim\u00e1tico Colorim\u00e9trico<\/p>\n<p>Resultado .:5 dias<\/p>\n<p>Coleta: Recomenda-se coletar o sangue 6 horas ap\u00f3s a administra\u00e7\u00e3o do medicamento.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: avalia\u00e7\u00e3o de dose terap\u00eautica e toxicidade da digoxina. A digoxina \u00e9 um glicos\u00eddeo card\u00edaco utilizado no tratamento de insufici\u00eancia card\u00edaca congestiva, e funciona pela inibi\u00e7\u00e3o de uma ATPase. Isto causa diminui\u00e7\u00e3o no pot\u00e1ssio intracelular e aumento de c\u00e1lcio intracelular nos mi\u00f3citos. A presen\u00e7a aumentada de c\u00e1lcio melhora o processo de contratilidade card\u00edaca (efeito inotr\u00f3pico). Valores mais elevados diminuem a taxa de depolariza\u00e7\u00e3o ventricular, o que pode ser \u00fatil no controle de taquicardias, por\u00e9m, com um certo risco, visto que as dosagens necess\u00e1rias para este efeito s\u00e3o coincidentes com as dosagens t\u00f3xicas. A toxicidade da digoxina afeta muitos \u00f3rg\u00e3os e c\u00e9lulas, comumente culminando com n\u00e1useas, v\u00f4mitos e problemas visuais, al\u00e9m de efeitos card\u00edacos como contra\u00e7\u00f5es ventriculares e bloqueio atrioventricular. A absor\u00e7\u00e3o oral da digoxina \u00e9 vari\u00e1vel e influenciada por v\u00e1rios fatores. Na circula\u00e7\u00e3o, cerca de 25% \u00e9 ligado a prote\u00ednas. A forma livre \u00e9 seq\u00fcestrada pelas c\u00e9lulas. Em equil\u00edbrio, a concentra\u00e7\u00e3o tecidual \u00e9 cerca de 20-30 vezes maior do que a plasm\u00e1tica. Sua elimina\u00e7\u00e3o ocorre principalmente por filtra\u00e7\u00e3o renal da forma plasm\u00e1tica livre, sendo o restante metabolizado pelo f\u00edgado, resultando todo o processo em uma meia vida de cerca de 38 horas. O maior contribuinte para esta relativamente alta meia vida \u00e9 a pequena taxa de libera\u00e7\u00e3o de digoxina tecidual ao plasma. Devido \u00e0s condi\u00e7\u00f5es vari\u00e1veis e individuais de absor\u00e7\u00e3o da digoxina, o estabelecimento de dosagem necessita de um controle inicial para acerto de dose para valores efetivos e n\u00e3o-t\u00f3xicos. Este acerto deve ser realizado tamb\u00e9m em doentes com insufici\u00eancia renal cr\u00f4nica, onde as taxas de filtra\u00e7\u00e3o glomerular variam com o tempo. Outros fatores como a concentra\u00e7\u00e3o de pot\u00e1ssio e magn\u00e9sio e tamb\u00e9m o estado tire\u00f3ideo do paciente podem interferir na efetividade do agente. O tempo da tomada de amostras \u00e9 essencial na an\u00e1lise da digoxina, devendo ser mantido para um dado paciente. Os picos s\u00e9ricos ocorrem em cerca de duas horas ap\u00f3s a ingest\u00e3o do medicamento, mas estima-se que amostras de 6-8 horas ap\u00f3s a ingest\u00e3o possam ser mais confi\u00e1veis pelo equil\u00edbrio entre o tecido e o plasma. Alguns pacientes podem apresentar subst\u00e2ncias n\u00e3o-digoxina (que reajam com os anticorpos utilizados em sua dosagem): geralmente gestantes, pacientes com insufici\u00eancia hep\u00e1tica e renal, hipertens\u00e3o hiporenin\u00eamica e outros estados com reten\u00e7\u00e3o de sal e fluido, al\u00e9m de neonatos. Resultados inesperadamente reduzidos podem estar associados a dist\u00farbios tire\u00f3ideos, malabsor\u00e7\u00e3o, aterosclerose mesent\u00e9rica, al\u00e9m de intera\u00e7\u00e3o com metoclopramida, colestiramina, neomicina e sulfasalazina. \u00c9 poss\u00edvel o encontro de pacientes com resist\u00eancia aos digit\u00e1licos, que requerem dosagens maiores do que as usuais, objetivando faixas s\u00e9ricas maiores.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Limites terap\u00eauticos : 0,90 a 2,00 ng\/mL<\/p>\n<p>Efeitos t\u00f3xicos : &gt; 2,0 ng\/mL<\/p>\n<p>Valor de refer\u00eancia antigo: 0,80 a 2,00 ng\/mL<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>DIHIDROTESTOSTERONA &#8211; DHT<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:DHT<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:ELISA<\/p>\n<p>Resultado .: 5 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum obrigat\u00f3rio de no m\u00ednimo 4 horas.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 A DHT \u00e9 amplamente derivada da convers\u00e3o tecidual perif\u00e9rica da testosterona (catalisada pela enzima ester\u00f3ide 5 &#8211; alfa &#8211; redutase) sendo, portanto, o metab\u00f3lito prim\u00e1rio ativo da testosterona que \u00e9 respons\u00e1vel pelo crescimento capilar. Valores aumentados: hirsutismo. Valores diminu\u00eddos: defici\u00eancia de 5 &#8211; alfa-redutase, hipogonadismo.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Homens: 250 a 990 pg\/mL<\/p>\n<p>Mulheres: Pr\u00e9 menopausa: 24 a 368 pg\/mL<\/p>\n<p>P\u00f3s menopausa: 10 a 181 pg\/mL<\/p>\n<p><a name=\"E\"><\/a><\/p>\n<h2>Exames &#8211; E<\/h2>\n<p>ELETROFORESE DE HEMOGLOBINAS<\/p>\n<p>Material .:Sangue total com EDTA<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Estudo das hemoglobinopatias<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Cromatografia L\u00edquida de Alta Performance &#8211; HPLC<\/p>\n<p>Resultado .:5 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum obrigat\u00f3rio no m\u00ednimo de 4 horas.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico de hemoglobinopatias e talassemias; diagn\u00f3stico diferencial de anemias e hem\u00f3lise. A eletroforese de hemoglobinas \u00e9 de essencial import\u00e2ncia no diagn\u00f3stico diferencial de anemias, microcitoses e hem\u00f3lises, al\u00e9m de permitir an\u00e1lises familiares em parentes de portadores de hemoglobinas anormais. Seus resultados permitem o estabelecimento ou a exclus\u00e3o de hemoglobinopatias e talassemias, constituindo importante e amplo procedimento diagn\u00f3stico. A presen\u00e7a de variantes de hemoglobina e altera\u00e7\u00f5es nas quantidades de hemoglobinas normais pode ser diagn\u00f3stica. O metodo usado &#8211; HPLC (Cromatografia L\u00edquida de Alta Performance) em substitui\u00e7\u00e3o a eletroforese em acetato de celulose permite a identifica\u00e7\u00e3o de um grande n\u00famero de Hb anomalas que migram para \u00e1reas comuns na eletroforese. Outra vantagem est\u00e1 nas diferencia\u00e7\u00f5es entre HbA2 e HbC, HbS e HbD, e entre a HbG e Hb Lepore.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Hemoglobina A1 : &gt; ou = 95,0%<\/p>\n<p>Hemoglobina Fetal :<\/p>\n<p>1 a 7 dias : At\u00e9 84,0% 7 a 12 meses: At\u00e9 3,5%<\/p>\n<p>8 a 60 dias : At\u00e9 77,0% 12 a 18 meses: At\u00e9 2,8%<\/p>\n<p>2 a 4 meses: At\u00e9 40,0% Adulto: 0,0 a 2,0 %<\/p>\n<p>4 a 6 meses: At\u00e9 7,0%<\/p>\n<p>Hemoglobina A2 : 1,8 a 3,5 %<\/p>\n<p>A separa\u00e7\u00e3o das Hb por cromatografia HPLC, apresenta a vantagem de dosagem das fra\u00e7\u00f5es fetal, A2 al\u00e9m das Hb anormais.<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>ELETROFORESE DE LIPOPROTE\u00cdNAS<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Eletroforese<\/p>\n<p>Resultado .:7 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum obrigat\u00f3rio de 12 horas.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: aux\u00edlio no diagn\u00f3stico das dislipemias prim\u00e1rias e secund\u00e1rias. A eletroforese de lipoprote\u00ednas est\u00e1 indicada em determinadas situa\u00e7\u00f5es: triglic\u00e9rides no soro &gt; 300 mg\/dL; soro de jejum lip\u00eamico; hiperglicemia significativa, toler\u00e2ncia \u00e0 glicose alterada, glicos\u00faria; \u00e1cido \u00farico s\u00e9rico aumentado; n\u00edtida hist\u00f3ria familiar de doen\u00e7a coronariana prematura; evid\u00eancia cl\u00ednica de doen\u00e7a coronariana ou aterosclerose em pacientes com menos de 40 anos de idade.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Alfa lipoproteinas : 22,3 a 53,3 % (HDL)<\/p>\n<p>Pr\u00e9-beta lipoproteinas : 4,4 a 23,1 % (VLDL)<\/p>\n<p>Beta lipoproteinas : 38,6 a 69,4 % (LDL)<\/p>\n<p>Lipoproteina-Lp(a) : Ausente<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>ELETROFORESE DE PROTE\u00cdNAS<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Proteinograma<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Eletroforese capilar (Sebia)<\/p>\n<p>Resultado .:5 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: detec\u00e7\u00e3o e quantifica\u00e7\u00e3o de bandas de paraprote\u00ednas em doen\u00e7as linfoproliferativas; detec\u00e7\u00e3o de estados fisiopatol\u00f3gicos como inflama\u00e7\u00e3o, perda prot\u00e9ica, gamopatias e outras disproteinemias. A eletroforese de prote\u00ednas \u00e9 um procedimento baseado na separa\u00e7\u00e3o das prote\u00ednas do l\u00edquido analisado (geralmente soro, urina ou l\u00edquido cefalorraquidiano). Trata-se de um procedimento anal\u00edtico amplo, cuja interpreta\u00e7\u00e3o depende dos dados cl\u00ednico-epidemiol\u00f3gicos do paciente. De todo modo, existem perfis espec\u00edficos para cada altera\u00e7\u00e3o, correlacionados com patologias espec\u00edficas. Seus quadros mais caracter\u00edsticos s\u00e3o a s\u00edndrome nefr\u00f3tica e as gamopatias monoclonais, mas outras altera\u00e7\u00f5es podem ser observadas e oferecer importantes dados diagn\u00f3sticos ao cl\u00ednico.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Prote\u00ednas Totais : 6,0 a 8,0 g\/dL<\/p>\n<p>Rela\u00e7\u00e3o A\/G : 0,80 a 2,20<\/p>\n<p>Albumina : 4,01 a 4,78 g\/dL 55,1 a 65,7%<\/p>\n<p>Alfa-1 Globulina : 0,22 a 0,41 g\/dL 3,1 a 5,6 %<\/p>\n<p>Alfa-2 Globulina : 0,58 a 0,92 g\/dL 8,0 a 12,7%<\/p>\n<p>Beta-1 Globulina : 0,36 a 0,52 g\/dL 4,9 a 7,2 %<\/p>\n<p>Beta-2 Globulina : 0,22 a 0,45 g\/dL 3,1 a 6,1 %<\/p>\n<p>Gama Globulina : 0,75 a 1,32 g\/dL 10,3 a 18,2%<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>EPSTEIN BARR &#8211; Anticorpos IgG &#8211; (VCA)<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Mononuclose IgG , Anti capsideo viral ( VCA ) IgM<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Quimioluminesc\u00eancia<\/p>\n<p>Resultado .:5 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum n\u00e3o obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 O EBV \u00e9 o agente etiol\u00f3gico da Mononucleose Infecciosa. Durante a manifesta\u00e7\u00e3o cl\u00ednica podem ocorrer complica\u00e7\u00f5es, havendo comprometimento do figado, ba\u00e7o e mesmo do Sistema Nervoso Central. Em indiv\u00edduos imunossuprimidos a infec\u00e7\u00e3o das c\u00e9lulas linf\u00f3ides pode levar a um quadro linfoproliferativo, podendo originar linfomas monoclonais malignos. O EBV est\u00e1 associado ao Linfoma de Burkitt, carcinoma nasofanringeal. EBV est\u00e1 sendo consistentemente associado ao Linfoma de Hodgkin. A detec\u00e7\u00e3o do genoma viral indica a presen\u00e7a do EBV no esp\u00e9cime cl\u00ednico investigado. O resultado do teste deve ser usado em conjunto com dados cl\u00ednicos e outros marcadores laboratoriais (IgM e IgG anti-EBV) como um indicador progn\u00f3stico da doen\u00e7a e para seguimento de terapia. Deve-se considerar casos cl\u00ednicos de linfoma. O resultado N\u00e3o Detectado n\u00e3o exclui a possibilidade da presen\u00e7a de DNA EBV, pois este pode estar abaixo do limite de detec\u00e7\u00e3o do teste.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>N\u00e3o reagente : &lt; 20 AU\/mL<\/p>\n<p>Reagente : &gt; 20 AU\/mL<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>EPSTEIN BARR &#8211; Anticorpos IgM &#8211; (VCA)<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Mononucleose IgM, Anti capsideo viral ( VCA ) IgM<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Quimioluminesc\u00eancia<\/p>\n<p>Resultado .:5 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum n\u00e3o obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 O EBV \u00e9 o agente etiol\u00f3gico da Mononucleose Infecciosa. Durante a manifesta\u00e7\u00e3o cl\u00ednica podem ocorrer complica\u00e7\u00f5es, havendo comprometimento do figado, ba\u00e7o e mesmo do Sistema Nervoso Central. Em indiv\u00edduos imunossuprimidos a infec\u00e7\u00e3o das c\u00e9lulas linf\u00f3ides pode levar a um quadro linfoproliferativo, podendo originar linfomas monoclonais malignos. O EBV est\u00e1 associado ao Linfoma de Burkitt, carcinoma nasofanringeal. EBV est\u00e1 sendo consistentemente associado ao Linfoma de Hodgkin. A detec\u00e7\u00e3o do genoma viral indica a presen\u00e7a do EBV no esp\u00e9cime cl\u00ednico investigado. O resultado do teste deve ser usado em conjunto com dados cl\u00ednicos e outros marcadores laboratoriais (IgM e IgG anti-EBV) como um indicador progn\u00f3stico da doen\u00e7a e para seguimento de terapia. Deve-se considerar casos cl\u00ednicos de linfoma. O resultado N\u00e3o Detectado n\u00e3o exclui a possibilidade da presen\u00e7a de DNA EBV, pois este pode estar abaixo do limite de detec\u00e7\u00e3o do teste.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>N\u00e3o Reagente : &lt; 20 AU\/mL<\/p>\n<p>Inconclusivo : Entre 20 e 40 AU\/mL<\/p>\n<p>Reagente : &gt; 40 AU\/mL<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>ERITROPOIETINA<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Quimioluminescencia<\/p>\n<p>Resultado .:7 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum n\u00e3o obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: investiga\u00e7\u00e3o diferencial de anemias; diagn\u00f3stico de policitemia; monitoramento de terapia reposit\u00f3ria. A eritropoietina (Epo) \u00e9 um pept\u00eddeo de cadeia \u00fanica, produzida pelas c\u00e9lulas pr\u00f3ximas aos t\u00fabulos proximais, sendo sua produ\u00e7\u00e3o regulada pelos n\u00edveis de oxig\u00eanio sangu\u00edneo. Assim, epis\u00f3dios de hip\u00f3xia aumentam suas concentra\u00e7\u00f5es s\u00e9ricas em cerca de duas horas. A Epo age como fato de diferencia\u00e7\u00e3o e crescimento nas c\u00e9lulas progenitoras eritr\u00f3ides na medula \u00f3ssea, causando sua matura\u00e7\u00e3o e aumento do n\u00famero de eritr\u00f3citos. Em insufici\u00eancia renal cr\u00f4nica, sua produ\u00e7\u00e3o \u00e9 marcadamente reduzida, o que gerou o desenvolvimento de Epo recombinante humana para reposi\u00e7\u00e3o. Valores aumentados: tumores produtores de Epo (hemangioblastoma do cerebelo, feocromocitoma, hepatoma, nefroblastoma, leiomiomas, cistos renais e adenocarcinoma renal), policitemia secund\u00e1ria. Valores diminu\u00eddos: policitemia vera, doen\u00e7a renal cr\u00f4nica.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>5,4 a 31,0 mIU\/mL<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>ERROS INATOS DE METABOLISMO<\/p>\n<p>Material .:urina jato medio<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Qualitativo- screening<\/p>\n<p>Resultado .:5 dias<\/p>\n<p>Coleta: Coletar amostra recente de urina.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: teste de triagem diagn\u00f3stica para a presen\u00e7a de erros inatos do metabolismo. Cerca de 500 erros inatos do metabolismo est\u00e3o descritos at\u00e9 o momento. Trata-se de um grupo heterog\u00eaneo de patologias, baseados em defeitos pontuais em vias metab\u00f3licas, geralmente culminando com ac\u00famulo de alguma subst\u00e2ncia no organismo. O espectro cl\u00ednico \u00e9 variado, e estas patologias est\u00e3o muitas vezes associadas a problemas neurol\u00f3gicos e atraso no desenvolvimento. Devido a esta condi\u00e7\u00e3o ampla, o uso de triagem para este grupo de patologias pode ser muito \u00fatil, com posterior refinamento da pesquisa caso haja altera\u00e7\u00f5es percept\u00edveis. Alguns casos podem resultar em normalidade, especialmente quando a via metab\u00f3lica n\u00e3o \u00e9 coberta por esta triagem, de onde o cl\u00ednico deve considerar cautelosamente seus achados. Para cada altera\u00e7\u00e3o em particular, abrem-se possibilidades diagn\u00f3sticas que devem ser investigadas.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Ausente<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>ESPERMOGRAMA<\/p>\n<p>Material .:esperma<\/p>\n<p>Volume .:Todo volume coletado<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:C\u00e2mara de Makler (contagem)<\/p>\n<p>Resultado .: 3 dias<\/p>\n<p>Coleta .:Abstin\u00eancia sexual n\u00e3o inferior a 3 dias e nem superior a 5 dias.\u00a0Aten\u00e7\u00e3o: Este exame somente poder\u00e1 ser coletado no Laborat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: controle p\u00f3s-vasectomia. No per\u00edodo p\u00f3s-vasectomia, \u00e9 esperado que em at\u00e9 90 dias n\u00e3o haja mais espermatoz\u00f3ides na amostra esperm\u00e1tica. Qualquer quantidade encontrada ap\u00f3s este per\u00edodo, mesmo que diminuta, dever\u00e1 ser avaliada pelo m\u00e9dico. O volume esperm\u00e1tico normalmente diminui ap\u00f3s a vasectomia. Alguns fatores podem estar associados a contagens reduzidas ou ausentes de espermatoz\u00f3ides, mesmo na aus\u00eancia de vasectomia pr\u00e9via, como uso de cimetidina ou outros bloqueadores de receptores de histamina, sulfasalazina, nitrofuranto\u00edna, ciclofosfamida, procarbazina, vincristina, metotrexato, estrog\u00eanios e metiltestosterona. Algumas situa\u00e7\u00f5es inflamat\u00f3rias agudas ou cr\u00f4nicas podem tamb\u00e9m estar associadas a baixas contagens, como: atrofia testicular (ap\u00f3s caxumba), orquite, varicocele, insufici\u00eancia testicular, obstru\u00e7\u00f5es patol\u00f3gicas dos vasos deferentes e hiperpirexia. O volume diminu\u00eddo da amostra seminal pode estar associado ao tabagismo e \u00e0 desidrata\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Numero de espermatozoides: Superior a 60,000,000\/mL<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>ESTANHO URIN\u00c1RIO<\/p>\n<p>Material .:urina do final da jornada de trabalho<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Espectrometria de Absor\u00e7\u00e3o At\u00f4mica com Forno de Grafite<\/p>\n<p>Resultado .:15 dias<\/p>\n<p>Coleta: Urina final de jornada de trabalho.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Amostra isolada:<\/p>\n<p>&lt; 6,0 ug\/g creatinina<\/p>\n<p>Urina 24 horas:<\/p>\n<p>&lt; 6,0 ug\/24 h<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>ESTRADIOL &#8211; E2<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:17 Beta estradiol, E2<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Quimioluminesc\u00eancia<\/p>\n<p>Resultado .:5 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum n\u00e3o obrigat\u00f3rio. Coletar soro e enviar sob refrigera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: determina\u00e7\u00e3o da condi\u00e7\u00e3o estrog\u00eanica feminina; monitoramento do desenvolvimento folicular durante a indu\u00e7\u00e3o ovulat\u00f3ria; avalia\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o de estrog\u00eanio em homens. O estradiol (estradiol-17B, E2) \u00e9 o principal estrog\u00eanio bioativo produzido pelos ov\u00e1rios, embora seja produzido tamb\u00e9m pelos test\u00edculos e placenta. Sua determina\u00e7\u00e3o \u00e9 realizada para determinar a condi\u00e7\u00e3o estrog\u00eanica em mulheres, especialmente em casos de amenorr\u00e9ia (dosado em conjunto com o hCG), e como guia para monitoramento do desenvolvimento folicular durante a indu\u00e7\u00e3o da ovula\u00e7\u00e3o. \u00c9 tamb\u00e9m produzido nas adrenais, nos test\u00edculos e a partir da convers\u00e3o perif\u00e9rica da testosterona. Valores aumentados: tumores ovarianos, tumores feminilizantes adrenais, puberdade precoce, doen\u00e7a hep\u00e1tica e ginecomastia masculina. Valores diminu\u00eddos: insufici\u00eancia ovariana (inicialmente seus n\u00edveis urin\u00e1rios e s\u00e9ricos diminu\u00eddos s\u00e3o acompanhados por altos n\u00edveis s\u00e9ricos de LH e FSH, em contraste com a situa\u00e7\u00e3o encontrada em doen\u00e7a hipotal\u00e2mica ou pituit\u00e1ria), menopausa, s\u00edndrome de Turner, uso de contraceptivos orais e gravidez ect\u00f3pica. Sua avalia\u00e7\u00e3o cl\u00ednica deve ser realizada com o conhecimento do per\u00edodo menstrual da data da coleta.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Mulheres:<\/p>\n<p>0 a 8 anos: &lt;= 43,0 pg\/mL<\/p>\n<p>8 a 17 anos:<\/p>\n<p>Pr\u00e9 P\u00faberes: at\u00e9 43,0 pg\/mL<\/p>\n<p>Fase Folicular: 19,5 a 144,2 pg\/mL<\/p>\n<p>Pico Ovulat\u00f3rio: 63,9 a 356,7 pg\/mL<\/p>\n<p>Fase L\u00fatea: 55,8 a 214,2 pg\/mL<\/p>\n<p>Superior a 17 anos:<\/p>\n<p>Fase Folicular: 19,5 a 144,2 pg\/mL<\/p>\n<p>Pico Ovulat\u00f3rio: 63,9 a 356,7 pg\/mL<\/p>\n<p>Fase L\u00fatea: 55,8 a 214,2 pg\/mL<\/p>\n<p>P\u00f3s menopausa (sem reposi\u00e7\u00e3o): at\u00e9 32,2 pg\/mL<\/p>\n<p>Homens:<\/p>\n<p>&#8211; 9a:&lt;= 29 pg\/mL<\/p>\n<p>9a &#8211; 20a: at\u00e9 29,0 pg\/mL<\/p>\n<p>Adultos: at\u00e9 39,8 pg\/mL<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>ESTRIOL &#8211; E3<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:E3, estr\u00f3genos em gestantes<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Quimioluminesc\u00eancia<\/p>\n<p>Resultado .: 5 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum obrigat\u00f3rio. Informar se a paciente est\u00e1 gr\u00e1vida e tempo de gesta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: estabelecimento de risco fetal, em conjunto com outros marcadores como beta-HCG e alfafetoprote\u00edna. O estriol (E3), \u00e9 sintetizado no tecido placent\u00e1rio a partir da 16-alfa-OH-DHEA geralmente de origem fetal. Assim, a produ\u00e7\u00e3o normal pode servir como indicadora da integridade da unidade fetoplacental. A partir disto, o estriol \u00e9 liberado na corrente circulat\u00f3ria materna e excretado na urina. Como o estradiol n\u00e3o \u00e9 produzido em quantidades significativas pela m\u00e3e, pode ser utilizado como determina\u00e7\u00e3o paralela da fun\u00e7\u00e3o fetoplacent\u00e1ria e do bem estar fetal. Sua determina\u00e7\u00e3o pode ser \u00fatil nos seguintes casos: avalia\u00e7\u00e3o da unidade fetoplacent\u00e1ria em m\u00e3es diab\u00e9ticas, avalia\u00e7\u00e3o de processos gestacionais tardios (os n\u00edveis se elevam normalmente at\u00e9 a quadrag\u00e9sima semana, quando tendem a diminuir), avalia\u00e7\u00e3o de retardamento de crescimento fetal (n\u00edveis s\u00e3o diminu\u00eddos e geralmente n\u00e3o atingem o valor normal), avalia\u00e7\u00e3o de aplasia adrenal fetal e anencefalia (n\u00edveis diminu\u00eddos), avalia\u00e7\u00e3o de hiperplasia adrenal cong\u00eanita (n\u00edveis aumentados). De modo geral, aceita-se que a interpreta\u00e7\u00e3o dos n\u00edveis de estradiol \u00e9 melhorada quando se avaliam dosagens consecutivas, avaliando-se tend\u00eancias. Os n\u00edveis podem encontrar-se muito diminu\u00eddos ou zerados, mesmo em beb\u00eas saud\u00e1veis quando existir defici\u00eancia enzim\u00e1tica nas sulfatases que transformam o 16-alfa-OH-DHEA em estriol. Valores aumentados: gesta\u00e7\u00f5es m\u00faltiplas, uso de ocitocina. Interferentes: penicilinas -, corticoster\u00f3ides -, dexametasona -, betametasona -, diur\u00e9ticos -, probenecida -, estrog\u00eanios -, fenazopiridina -, fenolftale\u00edna -, c\u00e1scara -, sena -, glutedimida -, anemias -, doen\u00e7as hep\u00e1ticas -. Muitos autores defendem o abandono deste marcador devido \u00e0 presen\u00e7a de outros m\u00e9todos mais adequados para o diagn\u00f3stico de bem estar fetal.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Feminino:<\/p>\n<p>De acordo com a semana Gestacional:<\/p>\n<p>27\u00aa Semana: 2,3 a 6,4 ng\/mL<\/p>\n<p>28\u00aa Semana: 2,3 a 7,0 ng\/mL<\/p>\n<p>29\u00aa Semana: 2,3 a 7,7 ng\/mL<\/p>\n<p>30\u00aa Semana: 2,4 a 8,6 ng\/mL<\/p>\n<p>31\u00aa Semana: 2,6 a 9,9 ng\/mL<\/p>\n<p>32\u00aa semana: 2,8 a 11,4 ng\/mL<\/p>\n<p>33\u00aa Semana: 3,0 a superior a 12 ng\/mL<\/p>\n<p>34\u00aa Semana: 3,3 a superior a 12 ng\/mL<\/p>\n<p>35\u00aa Semana: 3,9 a superior a 12 ng\/mL<\/p>\n<p>36\u00aa Semana: 4,7 a superior a 12 ng\/mL<\/p>\n<p>37\u00aa Semana: 5,6 a superior a 12 ng\/mL<\/p>\n<p>38\u00aa Semana: 6,6 a superior a 12 ng\/mL<\/p>\n<p>39\u00aa Semana: 7,3 a superior a 12 ng\/mL<\/p>\n<p>40\u00aa Semana: 7,6 a superior a 12 ng\/mL<\/p>\n<p>Mulheres n\u00e3o gr\u00e1vidas: Inferior a 0,15 ng\/mL<\/p>\n<p>Masculino: Inferior a 0,15 ng\/mL<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>ESTRONA &#8211; E1<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:E1<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Radioimunoensaio<\/p>\n<p>Resultado .: 5 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum n\u00e3o necess\u00e1rio.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: avalia\u00e7\u00e3o de sangramentos vaginais p\u00f3s-menopausa (devido \u00e0 convers\u00e3o de andr\u00f3genos circulantes). A estrona \u00e9 um dos tr\u00eas principais estrog\u00eanios, juntamente com estradiol e estriol. \u00c9 produzida primeiramente a partir da androstenediona origin\u00e1ria das g\u00f4nadas e c\u00f3rtex adrenal. Em mulheres pr\u00e9-menopausa, mais de 50% da estrona \u00e9 secretada pelos ov\u00e1rios (podendo tamb\u00e9m ser produzida a partir do metabolismo hep\u00e1tico do estradiol). Em crian\u00e7as pr\u00e9-p\u00faberes, homens e mulheres p\u00f3s-menopausa n\u00e3o suplementadas de horm\u00f4nio, a principal parte da estrona \u00e9 produzida por convers\u00e3o perif\u00e9rica da androstenediona. O tecido adiposo \u00e9 a principal fonte de convers\u00e3o. A estrona apresenta baixa atividade biol\u00f3gica quando comparada ao estradiol. Contudo, em circunst\u00e2ncias anormais (por exemplo, obesidade), a quantidade pode ser suficiente para interferir no processo fisiol\u00f3gico causando quadros de dismenorr\u00e9ia. Em homens, sua dosagem pode ser importante na avalia\u00e7\u00e3o de ginecomastia ou detec\u00e7\u00e3o de tumores produtores de estrona. Valores aumentados: processo gestacional, fase l\u00fatea do ciclo menstrual. Valores diminu\u00eddos: hipogonadismo.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Mulheres<\/p>\n<p>Fase folicular : 50,0 a 100 pg\/mL<\/p>\n<p>Fase lutea : 100 a 300 pg\/mL<\/p>\n<p>Menopausa : 10 a 60 pg\/mL<\/p>\n<p>Homens : 10,0 a 60,0 pg\/mL<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>ETANOL<\/p>\n<p>Material .:soro ou plasma<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:\u00c1lcool et\u00edlico<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Imunoenzim\u00e1tico Colorim\u00e9trico<\/p>\n<p>Resultado .: 5 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum n\u00e3o obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico diferencial em pacientes comatosos; diagn\u00f3stico de intoxica\u00e7\u00e3o por etanol; uso forense em casos de determina\u00e7\u00e3o para fins legais; documenta\u00e7\u00e3o de intoxica\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica trabalhista ou familiar. O etanol \u00e9 rapidamente absorvido pelo trato gastrointestinal, com picos de n\u00edveis s\u00e9ricos ocorrentes em 40-70 minutos ap\u00f3s a ingest\u00e3o em est\u00f4mago vazio. Sofre metabolismo hep\u00e1tico a acetalde\u00eddo, e uma vez atingido o pico plasm\u00e1tico, seu desaparecimento \u00e9 linear. A tabela abaixo relaciona concentra\u00e7\u00f5es s\u00e9ricas e urin\u00e1rias de etanol e condi\u00e7\u00e3o comportamental\/cl\u00ednica. Concentra\u00e7\u00e3o Etanol Est\u00e1gio Infl. Soro Alco\u00f3lica Efeitos \u00a00.1-0.5 Sobriedade pouco efeito na maioria das pessoas 0.4-1.2 Euforia diminui\u00e7\u00e3o inibi\u00e7\u00e3o, julgamento, perda do controle social 0.9-2.0 Excita\u00e7\u00e3o falta de coordena\u00e7\u00e3o, perda de mem\u00f3ria e julgamento 1.5-3.0 Confus\u00e3o desorienta\u00e7\u00e3o, efeito emocional, fala enrolada, sensa\u00e7\u00e3o de confus\u00e3o 2.5-4.0 Estupor paralisia, incontin\u00eancia 3.0-5.0 Coma reflexos deprimidos, respira\u00e7\u00e3o deprimida, poss\u00edvel morte<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Negativo (menor que 10 mg\/dL)<\/p>\n<p>Limite de detec\u00e7\u00e3o para condu\u00e7\u00e3o de ve\u00edculos: 60 mg\/dL.<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>ETANOL URIN\u00c1RIO<\/p>\n<p>Material .:urina<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:\u00c1lcool et\u00edlico<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Cromatografia a g\u00e1s<\/p>\n<p>Resultado .:7 dias<\/p>\n<p>Coleta: Coletar urina de final de jornada de trabalho ou aleat\u00f3ria em frasco de coleta de urina limpo e sem aditivo.\u00a0A coleta deve ser realizada no laborat\u00f3rio com presen\u00e7a de uma testemunha.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Ver Etanol.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Negativo : Inferior a 50,0 mg\/dL<\/p>\n<p>Positivo : Superior a 50,0 mg\/dL<\/p>\n<p><a name=\"F\"><\/a><\/p>\n<h2>Exames &#8211; F<\/h2>\n<p>ATOR ANTI-NUCLEAR (FAN)<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:ANA ,FAN, AAN, anticorpos ou fator antinuclear<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Imunofluoresc\u00eancia indireta<\/p>\n<p>Resultado .:5 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum n\u00e3o obrigat\u00f3rio. H\u00e1 drogas que podem induzir forma\u00e7\u00e3o de anticorpos anti-nucleares e s\u00edndrome semelhante ao lupus eritematoso, como procainamida, hidralazina, anticonvulsivantes, alfa metil dopa e penicilinas.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico de doen\u00e7as autoimunes sist\u00eamicas ou reum\u00e1ticas. A interpreta\u00e7\u00e3o dos resultados dever\u00e1 sempre ser levado em considera\u00e7\u00e3o os t\u00edtulos e os padr\u00f5es encontrados. Um FAN positivo n\u00e3o \u00e9 necessariamente diagn\u00f3stico de patologia, principalmente quando os t\u00edtulos s\u00e3o baixos ( &lt; 1:80) bem como resultados negativos tamb\u00e9m n\u00e3o s\u00e3o necessariamente associados \u00e0 normalidade. Os padr\u00f5es de fluoresc\u00eancia geralmente indicam o grupo de ant\u00edgenos nucleares envolvidos, indicando posterior investiga\u00e7\u00e3o ou associa\u00e7\u00e3o patol\u00f3gica. Os padr\u00f5es encontrados podem ser: homog\u00eaneo, nucleolar, salpicado, citoplasm\u00e1tico, perif\u00e9rico e centrom\u00e9rico. O estabelecimento destes padr\u00f5es \u00e9 geralmente seguido pela determina\u00e7\u00e3o mais espec\u00edfica dos anticorpos contra os ant\u00edgenos a eles associados (ver tabela I). O Hep-2 \u00e9 encarado como o melhor substrato no presente em virtude de fornecer melhor sensibilidade e virtualmente todos os ant\u00edgenos nucleares poss\u00edveis, ao inv\u00e9s de cortes e imprints de rato e macaco, por exemplo.S\u00e3o considerados de import\u00e2ncia cl\u00ednica resultados superiores a 1:80. Resultados reagentes s\u00e3o associados a lupus eritematoso sist\u00eamico, s\u00edndrome de Sj\u00f6gren, esclerodermia, artrite reumat\u00f3ide, artrite reumat\u00f3ide juvenil, lupus disc\u00f3ide, vasculite necrosante, hepatite cr\u00f4nica ativa, fibrose intestinal pulmonar, pneumoconiose e tuberculose. Algumas drogas podem estar associadas ao desenvolvimento de FAN positivo, como procainamida, hidralazina, fenotiazinas, difenilhidanto\u00edna, isoniazida, quinidina, entre outros, com t\u00edtulos detect\u00e1veis por meses e at\u00e9 anos ap\u00f3s a interrup\u00e7\u00e3o de sua administra\u00e7\u00e3o. Tabela I &#8211; diferentes padr\u00f5es e poss\u00edveis ant\u00edgenos a eles associados. Padr\u00e3o: Homog\u00eaneo dsDNA, ssDNA, dRNP, histonas (lupus eritematoso sist\u00eamico, doen\u00e7as do tecido conjuntivo, lupus induzido por drogas). Salpicado Sm, U1-nRNP, U2-nRNP, SSA, SSB, PCNA, matriz nuclear, centr\u00f4mero, coilina p80, PBC-95, Mi-2 (LES, doen\u00e7a mista do tecido conjuntivo, doen\u00e7a de Raynaud, esclerodermia, polimiosite, s\u00edndrome de Sj\u00f6gren, dermatomiosite). Nucleolar Fibrilarina, NOR-90, B23, RNApolI, PM\/Scl, Ku, Scl-70, To\/Th, Ki\/SL, SRP (esclerodermia, hipertens\u00e3o pulmonar, carcinoma hepatocelular, LES, doen\u00e7as do tecido conjuntivo, doen\u00e7a de Raynaud, polimiosite, s\u00edndrome de Sj\u00f6gren). Perif\u00e9rico NuMA, HKSP, laminina (s\u00edndrome de Sj\u00f6gren, doen\u00e7as do tecido conjuntivo, LES, hepatite autoimune ativa, artrite n\u00e3o erosiva). Citoplasm\u00e1tico RNP citoplasm\u00e1tica, Jo-1, PL7, PL12, mitoc\u00f4ndria, centr\u00edolo, centr\u00f4mero, complexo de Golgi (LES, polimiosite, doen\u00e7a pulmonar intersticial, esclerodermia, cirrose biliar prim\u00e1ria, doen\u00e7as do tecido conjuntivo, s\u00edndrome de Raynaud, s\u00edndrome de Sj\u00f6gren, degenera\u00e7\u00e3o cerebelar).<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>N\u00e3o reagente<\/p>\n<p>Triagem a partir da titula\u00e7\u00e3o 80<\/p>\n<p>Falsos negativos : terapia imunossupressora ou uso de cortic\u00f3ide.<\/p>\n<p>(***) Padroniza\u00e7\u00e3o de resultados conforme o III Consenso Brasileiro de FAN HEp-2<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>FATOR REUMAT\u00d3IDE<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:L\u00e1tex<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Imunoturbidimetria<\/p>\n<p>Resultado .: 2 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum de 8 horas obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: marcador adicional no diagn\u00f3stico e avalia\u00e7\u00e3o de poliartrites inflamat\u00f3rias. Fator reumat\u00f3ide (FR) \u00e9 o termo empregado para definir autoanticorpos humanos com especificidade para a por\u00e7\u00e3o Fc de mol\u00e9culas de IgG. Estes s\u00e3o usualmente da classe IgM, mas \u00e9 poss\u00edvel sua presen\u00e7a na forma IgA ou IgG. Est\u00e3o presentes no soro da maioria dos pacientes com artrite reumat\u00f3ide, tanto que a presen\u00e7a do fator reumat\u00f3ide \u00e9 um dos crit\u00e9rios inclu\u00eddos no escore diagn\u00f3stico de artrite reumat\u00f3ide do Col\u00e9gio Americano de Reumatologia, por exemplo. A simples presen\u00e7a de positividade para FR n\u00e3o \u00e9 diagn\u00f3stico de artrite reumat\u00f3ide: s\u00e3o necess\u00e1rios outros sinais para o estabelecimento deste diagn\u00f3stico. Indiv\u00edduos idosos, em especial mulheres, podem apresentar t\u00edtulos significativos de FR sem a presen\u00e7a de artrite reumat\u00f3ide. Algumas neoplasias de c\u00e9lulas B, como mieloma m\u00faltiplo, macroglobulinemia de Waldenstron e linfomas, al\u00e9m de leucemia linfoc\u00edtica cr\u00f4nica podem apresentar t\u00edtulos significativos de FR. A presen\u00e7a de t\u00edtulos mais altos de FR pode ser considerada como marcador progn\u00f3stico e de severidade da patologia. \u00c9 poss\u00edvel o desaparecimento destes t\u00edtulos, bem como a flutua\u00e7\u00e3o dos mesmos com o andamento do tratamento ou progress\u00e3o da doen\u00e7a autoimune. Outras patologias associadas \u00e0 presen\u00e7a de t\u00edtulos significativos de FR s\u00e3o: s\u00edndrome de Sj\u00f6gren, lupus eritematoso sist\u00eamico, esclerodermia, dermatomiosite, mononucleose infecciosa, s\u00edfilis, tuberculose, hepatites virais, endocardites bacterianas, lepra, sarcoidose, leishmaniose e mal\u00e1ria.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>N\u00e3o Reagente : At\u00e9 8,0 UI\/mL<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>FENILALANINA &#8211; PKU<\/p>\n<p>Material .:papel filtro &#8211; sangue<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Fluorim\u00e9trico<\/p>\n<p>Resultado .: 7 dias<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico da fenilceton\u00faria. A fenilceton\u00faria (PKU) \u00e9 uma doen\u00e7a gen\u00e9tica autoss\u00f4mica recessiva que decorre da defici\u00eancia ou aus\u00eancia da enzima fenilalanina hidroxilase, que atua sobre a fenilalanina, causando o ac\u00famulo deste amino\u00e1cido no sangue das pessoas afetadas. A doen\u00e7a, se n\u00e3o diagnosticada de imediato, pode acarretar grave retardamento mental nos indiv\u00edduos portadores. Ver Teste do Pezinho &#8211; Perfil 0.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Inferior a 3,5 mg\/dL<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>FENILCETON\u00daRIA (Pesquisa)<\/p>\n<p>Material: urina<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo: Fenilalanina urin\u00e1ria<\/p>\n<p>M\u00e9todo: Cloreto F\u00e9rrico Aquoso<\/p>\n<p>Resultado: \u00a05 dias<\/p>\n<p>Coleta: Colher preferencialmente a 1\u00aa urina da manh\u00e3 ou com intervalo de 4 horas entre as mic\u00e7\u00f5es. Fazer higiene da genitalia com \u00e1gua e sab\u00e3o, secar, desprezar o 1o jato de urina e coletar o jato m\u00e9dio.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico da fenilceton\u00faria. A fenilceton\u00faria (PKU) \u00e9 uma doen\u00e7a gen\u00e9tica autoss\u00f4mica recessiva que decorre da defici\u00eancia ou aus\u00eancia da enzima fenilalanina hidroxilase, que atua sobre a fenilalanina, causando o ac\u00famulo deste amino\u00e1cido no sangue das pessoas afetadas. A doen\u00e7a, se n\u00e3o diagnosticada de imediato, pode acarretar grave retardamento mental nos indiv\u00edduos portadores.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia:<\/p>\n<p>Negativa<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>FENITO\u00cdNA<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Hidanto\u00edna, Difenilhidanto\u00edna<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Imunoenzim\u00e1tico Colorim\u00e9trico<\/p>\n<p>Resultado .: 5 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum n\u00e3o necess\u00e1rio.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: monitoramento de n\u00edveis terap\u00eauticos e toxicidade da droga. A fenito\u00edna (difenilhidanto\u00edna) \u00e9 uma droga indicada para o tratamento de quase todos os tipos de epilepsia. Na pr\u00e1tica, pode ser dif\u00edcil para o cl\u00ednico prescrever uma dose de fenito\u00edna para um paciente, uma vez que a droga exibe caracter\u00edsticas farmacocin\u00e9ticas n\u00e3o lineares e muito particulares, devido \u00e0s grandes diferen\u00e7as individuais nos par\u00e2metros cin\u00e9ticos. Assim, o monitoramento das concentra\u00e7\u00f5es s\u00e9ricas da droga \u00e9 muito importante no estabelecimento do regime medicamentoso adequado de acordo com a condi\u00e7\u00e3o cl\u00ednica do paciente. A principal via de excre\u00e7\u00e3o da droga \u00e9 pela elimina\u00e7\u00e3o renal de uma forma glucoron\u00eddeo e de para-hidroxi-fenil-hidanto\u00edna (HPPH). A fenito\u00edna \u00e9 hidroxilada no f\u00edgado e excretada na urina. A convers\u00e3o a HPPH \u00e9 realizada por uma via qu\u00edmica satur\u00e1vel tanto que, eventualmente, m\u00ednimos incrementos na dosagem podem induzir a aumentos consider\u00e1veis nos n\u00edveis plasm\u00e1ticos da fenito\u00edna. Existe consider\u00e1vel volume de dados relativo a intera\u00e7\u00f5es medicamentosas da fenito\u00edna e outros medicamentos; os efeitos t\u00f3xicos s\u00e3o variados dependentes da concentra\u00e7\u00e3o plasm\u00e1tica.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Niveis terapeuticos :10,0 a 20,0 ug\/mL<\/p>\n<p>Niveis toxicos : &gt; 20,0 ug\/mL<\/p>\n<p>Metodologia antiga: Turbidimetria<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>FENOBARBITAL<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Gardenal<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Imunoenzim\u00e1tico Colorim\u00e9trico<\/p>\n<p>Resultado .:5 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum n\u00e3o necess\u00e1rio. Colher antes de uma das tomadas do medicamento (2 h antes) ou conforme orienta\u00e7\u00e3o m\u00e9dica.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: monitoramento de n\u00edveis terap\u00eauticos e toxicidade ao uso de barbit\u00faricos. O fenobarbital \u00e9 um depressor n\u00e3o seletivo do sistema nervoso central, utilizado primariamente como hipn\u00f3tico e sedativo e como anticonvulsivante em doses sub-hipn\u00f3ticas. Os efeitos e riscos associados ao fenobarbital s\u00e3o relativamente bem conhecidos; sabe-se que \u00e9 imperativo manter n\u00edveis sangu\u00edneos estritos no sentido de evitar toxicidade por superdosagem e assegurar adequada a\u00e7\u00e3o terap\u00eautica. O fenobarbital possui metabolismo hep\u00e1tico e excre\u00e7\u00e3o renal, podendo interagir com muitas drogas, alterando suas caracter\u00edsticas farmacodin\u00e2micas. O fenobarbital pode alterar o metabolismo da fenito\u00edna, cloranfenicol, teofilina, anticoagulantes orais, ciclosporina e contraceptivos orais. Al\u00e9m disto, pode reduzir a concentra\u00e7\u00e3o s\u00e9rica e conseq\u00fcentemente o efeito de fenilbutazona, griseofulvina, doxiciclina, beta-bloqueadores, teofilina, corticoster\u00f3ides, antidepressivos tric\u00edclicos, quinidina, haloperidol, fenotiazina, \u00e1cido valpr\u00f3ico e cloranfenicol. O \u00e1cido valpr\u00f3ico, os salicilatos e a piridoxina podem aumentar as concentra\u00e7\u00f5es de fenobarbital.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Niveis terapeuticos : 15,0 a 40,0 ug\/mL<\/p>\n<p>Metodologia antiga: MEIA<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fenotipagem para linf\u00f3cito B (CD19)<\/p>\n<p>Material .:Sangue total com EDTA<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:imunofenotipagem para linfocitos B (CD 19)<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Imunofenotipagem por Plataforma \u00danica<\/p>\n<p>Resultado .:5 dias<\/p>\n<p>Coleta: N\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio jejum.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Monitoramento da popula\u00e7\u00e3o de linfocitos B em doen\u00e7as autoimunes, imunodefici\u00eancias, infec\u00e7\u00f5es virais e em Sindromes linfoproliferativas<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>CD19(%) Absoluto(\/mm3)<\/p>\n<p>0 a 11 meses: 11 a 45 430 a 3300<\/p>\n<p>12 a 23 meses: 11 a 45 430 a 3300<\/p>\n<p>2 a 14 anos : 7 a 24 89 a 523<\/p>\n<p>Adultos : 6 a 19 90 a 680<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>FERRITINA<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Quimioluminesc\u00eancia<\/p>\n<p>Resultado .:5 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum n\u00e3o obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico e avalia\u00e7\u00e3o de anemias ferroprivas; diagn\u00f3stico e avalia\u00e7\u00e3o de hemocromatoses; marcador de fase aguda. Em condi\u00e7\u00f5es normais, cerca de 20% do ferro corporal est\u00e1 reversivelmente ligado a ferritina, em uma forma de estoque intracelular de ferro. O restante se encontra livre ou ligado a hemoglobina, mioglobina, transferrina ou enzimas. A ferritina apresenta um PM de 450 kD e est\u00e1 localizada em v\u00e1rios tecidos como f\u00edgado, ba\u00e7o, medula \u00f3ssea e intestino. Uma \u00fanica mol\u00e9cula de ferritina pode abrigar at\u00e9 4000 \u00e1tomos de ferro, por conex\u00e3o com res\u00edduos hidroxifosfato. A mol\u00e9cula n\u00e3o ligada ao ferro \u00e9 conhecida como apoferritina. Em casos de necessidade de ferro, este pode ser prontamente disponibilizado da ferritina para uso metab\u00f3lico. A mol\u00e9cula pode ser encontrada intracelularmente e na corrente sangu\u00ednea, sendo um excelente par\u00e2metro para avaliar os estoques de ferro. A determina\u00e7\u00e3o da ferritina \u00e9 um importante par\u00e2metro para o diagn\u00f3stico e acompanhamento terap\u00eautico de processos ferroprivos. Um balan\u00e7o negativo do ferro (menor oferta do que consumo) diminui os valores da ferritina s\u00e9rica. Valores inferiores a 12,0 ng\/mL s\u00e3o associados a estados cl\u00ednicos de defici\u00eancia de ferro. Durante a terapia de reposi\u00e7\u00e3o de ferro, os valores indicam o sucesso terap\u00eautico. A determina\u00e7\u00e3o \u00e9 indicada para grupos de risco como doadores de sangue, gestantes, hemodialisados e crian\u00e7as. Pacientes an\u00eamicos n\u00e3o ferroprivos tratados empiricamente com ferro ou pacientes geneticamente predispostos podem desenvolver processos de hemocromatose ou siderose secund\u00e1ria, com valores muito elevados. Pacientes em vig\u00eancia de processo inflamat\u00f3rio (sobretudo cr\u00f4nico) podem apresentar valores elevados (a ferritina funciona como prote\u00edna de fase aguda, aumentando em n\u00edveis). Doen\u00e7a hep\u00e1tica aguda tamb\u00e9m pode estar associada a n\u00edveis extremamente elevados de ferritina, assim como uso de subst\u00e2ncias t\u00f3xicas ao f\u00edgado.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Feminino: 10,0 &#8211; 291,0 ng\/mL<\/p>\n<p>Masculino: 22,0 &#8211; 322,0 ng\/mL<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>FERRO S\u00c9RICO<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Colorimetrico\/automatizado<\/p>\n<p>Resultado .:3 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum \u00a0de 8 horas obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico diferencial de anemias; diagn\u00f3stico de hemocromatose e hemosiderose. O ferro \u00e9 um elemento essencial na manuten\u00e7\u00e3o da homeostase org\u00e2nica. A maioria do ferro corporal est\u00e1 ligada \u00e0 por\u00e7\u00e3o heme da hemoglobina, bem como mioglobina, algumas enzimas que cont\u00e9m heme e outras prote\u00ednas que cont\u00e9m ferro. Uma por\u00e7\u00e3o importante do ferro est\u00e1 contida na ferritina e hemossiderina (principalmente na medula \u00f3ssea, ba\u00e7o e f\u00edgado). Sua manuten\u00e7\u00e3o no organismo depende de etapas diversas de absor\u00e7\u00e3o, transporte, metabolismo e perda, em um complexo mecanismo de equil\u00edbrio. Suas principais fun\u00e7\u00f5es est\u00e3o relacionadas \u00e0 liga\u00e7\u00e3o com o oxig\u00eanio na hemoglobina, e outros heme-pigmentos. Outras fun\u00e7\u00f5es est\u00e3o associadas \u00e0 condi\u00e7\u00e3o de cofator enzim\u00e1tico e processos oxidativos. Sua avalia\u00e7\u00e3o \u00e9 mais bem realizada em conjunto com dados cl\u00ednicos e outras determina\u00e7\u00f5es laboratoriais como TIBC, ferritina, IST e outras. A seguir, alguns perfis patol\u00f3gicos associados ao ferro: &#8211; defici\u00eancia de ferro sem complica\u00e7\u00f5es (TIBC elevado, ferro diminu\u00eddo, IST diminu\u00eddo, ferritina diminu\u00edda, hem\u00e1cias microc\u00edticas e hipocr\u00f4micas); &#8211; anemia de doen\u00e7a cr\u00f4nica (TIBC diminu\u00eddo ou normal, ferro diminu\u00eddo, IST baixo ou normal, ferritina vari\u00e1vel, na condi\u00e7\u00e3o de marcador de fase aguda); &#8211; anemia siderobl\u00e1stica (TIBC normal ou diminu\u00eddo, ferro normal, satura\u00e7\u00e3o elevada); &#8211; anemia hemol\u00edtica (TIBC normal ou diminu\u00eddo, ferro elevado, satura\u00e7\u00e3o elevada); &#8211; hemocromatose (TIBC vari\u00e1vel, ferro elevado, satura\u00e7\u00e3o elevada, ferritina elevada); &#8211; deple\u00e7\u00e3o prot\u00e9ica (TIBC diminu\u00eddo, ferro normal ou diminu\u00eddo, ferritina vari\u00e1vel); &#8211; doen\u00e7a hep\u00e1tica (TIBC vari\u00e1vel, ferro elevado, ferritina elevada); &#8211; insufici\u00eancia renal com di\u00e1lise (monitoramento dif\u00edcil, resultados vari\u00e1veis, dependentes especialmente da reposi\u00e7\u00e3o de ferro parenteral e eritroprote\u00edna). Valores aumentados: hemosiderose, anemias hemol\u00edticas, hepatites, necrose hep\u00e1tica aguda, hemocromatose, intoxica\u00e7\u00e3o com ferro, transfus\u00f5es sangu\u00edneas. Valores aumentados (TIBC): defici\u00eancia de ferro, uso de contraceptivos orais, gravidez. Valores diminu\u00eddos: defici\u00eancia diet\u00e9tica de ferro, perda sangu\u00ednea cr\u00f4nica, defeitos na absor\u00e7\u00e3o ent\u00e9rica do ferro, processos inflamat\u00f3rios cr\u00f4nicos ou agudos. Valores diminu\u00eddos (TIBC): hipoproteinemia, estados inflamat\u00f3rios diversos.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>50,0 a 150,0 ug\/dL<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>FERRO S\u00c9RICO &#8211; TIBC<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Colorim\u00e9trico automatizado<\/p>\n<p>Resultado .:5 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum de 8 horas obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Ver Ferro S\u00e9rico.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Ferro s\u00e9rico : 35,0 a 150,0 ug\/dL<\/p>\n<p>Capacidade total de lig. do Fe:228,0 a 428,0 ug\/dL % de satura\u00e7\u00e3o de Transferrina : 20 a 55 %<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>FIBRINOG\u00caNIO<\/p>\n<p>Material .:plasma citratado<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Dosagem do fator I<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Coagul\u00f4metro<\/p>\n<p>Resultado .:5 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum obrigat\u00f3rio de no m\u00ednimo 2 horas.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico de hipofibrinogenemias ou afibrinogenemias prim\u00e1rias ou secund\u00e1rias; diagn\u00f3stico de coagula\u00e7\u00e3o intravascular disseminada; marcador de fibrin\u00f3lise. O fibrinog\u00eanio \u00e9 uma das prote\u00ednas predominantes do plasma. Trata-se de uma glicoprote\u00edna sintetizada no f\u00edgado, possui 341kD, sendo a prote\u00edna precursora do co\u00e1gulo de fibrina. Na eletroforese, o fibrinog\u00eanio se apresenta como uma banda situada entre as globulinas beta e gama. Forma o co\u00e1gulo de fibrina quando ativado pela trombina. Neste caso, \u00e9 praticamente removido no processo de coagula\u00e7\u00e3o e n\u00e3o \u00e9 visto no soro (apenas no plasma com anticoagulantes). Al\u00e9m destas propriedades, o fibrinog\u00eanio \u00e9 uma das prote\u00ednas de fase aguda, encontrando-se marcadamente elevado durante a fase aguda de processos inflamat\u00f3rios (\u00e9 um dos componentes que mais afetam o VHS). Valores aumentados: uso de contraceptivos orais, uso de anticoagulantes, stress, trauma, infec\u00e7\u00e3o, inflama\u00e7\u00e3o, neoplasias, gravidez e per\u00edodos p\u00f3s-operat\u00f3rios. Valores diminu\u00eddos: afibrinogenemia\/hipofibrinogenemia heredit\u00e1ria, coagula\u00e7\u00e3o intravascular, fibrin\u00f3lises, doen\u00e7a hep\u00e1tica, uso de terapia fibrinol\u00edtica com uroquinase ou estreptoquinase. \u00c9 poss\u00edvel o encontro de n\u00edveis diminu\u00eddos por artefato de coleta (especialmente em coletas dif\u00edceis), por coagula\u00e7\u00e3o indevida.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>1,8 a 3,<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>FOSFATASE \u00c1CIDA PROST\u00c1TICA<\/p>\n<p>Material: soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo: PAP<\/p>\n<p>M\u00e9todo: Enzim\u00e1tico<\/p>\n<p>Resultado: 5 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum de 8 horas<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico de carcinoma prost\u00e1tico e hiperplasia prost\u00e1tica benigna (em desuso). O termo fosfatase \u00e1cida se refere a um grupo de enzimas hidrol\u00edticas de fun\u00e7\u00e3o catal\u00edtica similar em fosfomono\u00e9steres, em meio \u00e1cido, o que a diferencia da fosfatase alcalina. Suas principais fontes org\u00e2nicas s\u00e3o: pr\u00f3stata, osso, f\u00edgado, ba\u00e7o, rins, eritr\u00f3citos e plaquetas. A pr\u00f3stata \u00e9 a fonte mais rica de fosfatase \u00e1cida na forma da isoenzima fosfatase \u00e1cida prost\u00e1tica. Outrora utilizada como marcador tumoral para pr\u00f3stata, esta determina\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 mais justificada devido a sua baixa sensibilidade e mau desempenho diagn\u00f3stico, quando comparada \u00e0 determina\u00e7\u00e3o do PSA.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia:<\/p>\n<p>Fosfatase acida total<\/p>\n<p>normal : &lt; 6,5 U\/L<\/p>\n<p>Fosfatase acida fra\u00e7ao prostatica<\/p>\n<p>normal : &lt; 2,6 U\/L<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>FOSFATASE \u00c1CIDA TOTAL<\/p>\n<p>Material: soro<\/p>\n<p>M\u00e9todo: Colorim\u00e9trico<\/p>\n<p>Resultado: \u00a05 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum n\u00e3o obrigat\u00f3rio. Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico, acompanhamento e monitora\u00e7\u00e3o terap\u00eautica de c\u00e2ncer de pr\u00f3stata. A fosfatase \u00e1cida \u00e9 um grupo de enzimas localizadas principalmente na pr\u00f3stata e suas secre\u00e7\u00f5es. Pequenas quantidades podem ser encontradas na medula \u00f3ssea, ba\u00e7o, f\u00edgado, rins, hem\u00e1cias e plaquetas. Possui duas isoenzimas: a prost\u00e1tica e a eritrocit\u00e1ria. Valores aumentados: c\u00e2ncer de pr\u00f3stata, hiperplasia prost\u00e1tica benigna, p\u00f3s-cir\u00fargico de pr\u00f3stata ou trauma prost\u00e1tico, manipula\u00e7\u00e3o prost\u00e1tica, infartamento prost\u00e1tico, fraturas \u00f3sseas, met\u00e1stases \u00f3sseas, doen\u00e7a de Gaucher, leucemia das c\u00e9lulas cabeludas (hair cells), hepatites virais, hiperparatireoidismo, p\u00farpura trombocitop\u00eanica idiop\u00e1tica, icter\u00edcias obstrutivas, cirrose de La\u00ebnnec, leucemias mieloc\u00edticas, mieloma m\u00faltiplo, osteog\u00eanese imperfeita, doen\u00e7a de Paget, trombocitose, tromboflebite e uso de ester\u00f3ides anabolizantes. Valores diminu\u00eddos: sem significado cl\u00ednico.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia:<\/p>\n<p>Fosfatase acida total<\/p>\n<p>normal : &lt; 6,5 U\/L<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>FOSFATASE ALCALINA<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Enzim\u00e1tico<\/p>\n<p>Resultado .:2 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum n\u00e3o obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico diferencial de hepatopatias e icter\u00edcias obstrutivas; diagn\u00f3stico de doen\u00e7as \u00f3sseas; diagn\u00f3stico do metabolismo mineral. A fosfatase alcalina \u00e9 uma enzima da fam\u00edlia das zinco-metaloprote\u00ednas e tem como fun\u00e7\u00e3o retirar um fosfato terminal de um \u00e9ster fosfatado org\u00e2nico. Esta enzima funciona otimamente em um ambiente alcalino. Possui cinco isoenzimas (\u00f3ssea, hep\u00e1tica, intestinal, placent\u00e1ria e Regan), que aumentam durante os per\u00edodos de crescimento, doen\u00e7a hep\u00e1tica e obstru\u00e7\u00e3o do ducto biliar. A atividade intestinal ocorre somente em indiv\u00edduos de grupo sangu\u00edneo tipo O ou A. Ocorrem aumentos fisiol\u00f3gicos no crescimento e na gravidez. Valores aumentados: crescimento \u00f3sseo, cicatriza\u00e7\u00e3o de fraturas, acromegalia, sarcoma osteog\u00eanico, met\u00e1stases hep\u00e1ticas ou \u00f3sseas, leucemia, mielofibroses, raquitismo ou osteomalacia, hipervitaminose D, Doen\u00e7a de Paget, hipertireoidismo, hiperparatireoidismo, pseudo-hiperparatireoidismo, ingest\u00e3o cr\u00f4nica de \u00e1lcool, obstru\u00e7\u00e3o biliar, cirrose, s\u00edndrome de Gilbert, hepatites, diabetes mellitus, citomegalovirose, c\u00e2ncer g\u00e1strico, c\u00e2ncer do c\u00f3lon, c\u00e2ncer de f\u00edgado, c\u00e2ncer do p\u00e2ncreas, c\u00e2ncer de pulm\u00e3o, c\u00e2ncer \u00f3sseo, c\u00e2ncer de mama, pneumonias virais, abscessos hep\u00e1ticos, colecistites, colangites, obstru\u00e7\u00e3o biliar extra-hep\u00e1tica. Valores diminu\u00eddos: doen\u00e7a de Whipple, hipotireoidismo, doen\u00e7a de Zollinger-Ellison, desnutri\u00e7\u00e3o prot\u00e9ica, defici\u00eancia de vitamina C, osteodistrofia renal.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Idade : Mulheres (U\/L) : Homens (U\/L)<\/p>\n<p>RN : 150,0 a 600,0 : 150,0 a 600,0<\/p>\n<p>5 meses a 9 anos: 250,0 a 950,0 : 250,0 a 950,0<\/p>\n<p>10 a 11 anos : 250,0 a 950,0 : 250,0 a 730,0<\/p>\n<p>12 a 13 anos : 200,0 a 730,0 : 275,0 a 875,0<\/p>\n<p>14 a 15 anos : 170,0 a 460,0 : 170,0 a 970,0<\/p>\n<p>16 a 18 anos : 75,0 a 720,0 : 125,0 a 720,0<\/p>\n<p>&gt; 18 anos : 35,0 a 104,0 : 40,0 a 129,0<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>FOSFOLIP\u00cdDIOS<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Colorim\u00e9trico<\/p>\n<p>Resultado .:2 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum de 8 horas obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: avalia\u00e7\u00e3o de doen\u00e7a hep\u00e1tica obstrutiva, abeta ou hipobetalipoproteinemia, doen\u00e7a de Tangier, defici\u00eancia de LCAT. Os fosfolip\u00eddios s\u00e3o importantes componentes da membrana celular. Geralmente s\u00e3o resultado de conjuga\u00e7\u00e3o de dois \u00e1cidos graxos com um glicerol fosforilado. Diferentes composi\u00e7\u00f5es resultam em diferentes compostos, como lecitinas, esfingomielinas (que n\u00e3o cont\u00e9m glicerol), cefalinas, etc. Valores aumentados: doen\u00e7as obstrutivas hep\u00e1ticas, defici\u00eancia de LCAT. Valores diminu\u00eddos: abeta ou hipobetalipoproteinemia, doen\u00e7a de Tangier.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>150,0 a 250,0 mg\/dL<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>F\u00d3SFORO<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Fosfato<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Colorim\u00e9trico<\/p>\n<p>Resultado .:2 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum n\u00e3o obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: avalia\u00e7\u00e3o do metabolismo do f\u00f3sforo. Os compostos que cont\u00e9m f\u00f3sforo est\u00e3o presentes em todas as c\u00e9lulas e participam de muitos processos bioqu\u00edmicos importantes, fazendo com que os fosfatos exer\u00e7am papel fundamental no metabolismo humano. DNA e RNA cont\u00eam f\u00f3sforo, assim como a maioria das coenzimas e mol\u00e9culas de reserva energ\u00e9tica, por exemplo. \u00c9 dif\u00edcil compreender completamente as causas de concentra\u00e7\u00f5es alteradas de f\u00f3sforo sangu\u00edneo, devido ao fato de que mudan\u00e7as transcelulares s\u00e3o a maior causa de hipofosfatemia. O f\u00f3sforo sangu\u00edneo pode ser resultado de absor\u00e7\u00e3o intestinal, libera\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o intracelular e perda \u00f3ssea. Em indiv\u00edduos sadios, estes processos s\u00e3o relativamente constantes e facilmente regulados pela excre\u00e7\u00e3o renal ou reabsor\u00e7\u00e3o do fosfato. Dist\u00farbios nestes processos podem alterar as concentra\u00e7\u00f5es de f\u00f3sforo no sangue, sendo a perda da fun\u00e7\u00e3o regulat\u00f3ria renal o fator mais importante neste processo. Outro fator importante na regula\u00e7\u00e3o do f\u00f3sforo \u00e9 a a\u00e7\u00e3o do PTH, embora outros fatores tamb\u00e9m possam estar associados a esta regula\u00e7\u00e3o, como vitamina D, calcitonina, horm\u00f4nio do crescimento e estado \u00e1cido-b\u00e1sico. O PTH aumenta a excre\u00e7\u00e3o renal, diminuindo os valores s\u00e9ricos. A vitamina D aumenta a absor\u00e7\u00e3o intestinal e a reabsor\u00e7\u00e3o renal, aumentando seus valores s\u00e9ricos. O horm\u00f4nio do crescimento diminui a excre\u00e7\u00e3o renal aumentando os n\u00edveis. Cerca de 20 &#8211; 25% do f\u00f3sforo s\u00e9rico est\u00e1 na forma inorg\u00e2nica, e o f\u00f3sforo \u00e9 o \u00e2nion intracelular predominante. N\u00edveis diminu\u00eddos de f\u00f3sforo s\u00e9rico s\u00e3o comuns em pacientes hospitalizados, e embora a maioria dos casos seja moderada, quando em n\u00edveis severos podem requerer reposi\u00e7\u00e3o. Valores aumentados: diminui\u00e7\u00e3o da filtra\u00e7\u00e3o glomerular, aumento de reabsor\u00e7\u00e3o tubular (hipoparatireoidismo prim\u00e1rio e secund\u00e1rio, pseudohipoparatireoidismo, doen\u00e7a de Addison, acromegalia, anemia falciforme), aumento da libera\u00e7\u00e3o intracelular (neoplasias, les\u00e3o tecidual, doen\u00e7a \u00f3ssea -fraturas, mieloma, doen\u00e7a de Paget, tumor \u00f3sseo osteol\u00edtico, inf\u00e2ncia), aumento da carga de fosfato (intravenoso, oral, s\u00edndrome do leite-\u00e1lcali), obstru\u00e7\u00e3o intestinal alta, sarcoidose, defici\u00eancia de magn\u00e9sio. Valores diminu\u00eddos: perda renal ou intestinal (uso de diur\u00e9ticos, defeitos tubulares renais, s\u00edndrome de Fanconi, neoplasia, uso de medicamentos, hiperparatireoidismo, hipercalci\u00faria idiop\u00e1tica, hipocalemia, hipomagnesemia, di\u00e1lise, hipofosfatemia prim\u00e1ria, gota), diminui\u00e7\u00e3o da absor\u00e7\u00e3o inicial (m\u00e1 absor\u00e7\u00e3o, defici\u00eancia de vitamina D, resist\u00eancia \u00e0 vitamina D, desnutri\u00e7\u00e3o, v\u00f4mitos, diarr\u00e9ia, anti\u00e1cidos ligantes ao fosfato), absor\u00e7\u00e3o intracelular de fosfato (alcoolismo, diabetes mellitus, acidose, hiperalimenta\u00e7\u00e3o, alcalose, uso de salicilatos, ester\u00f3ides anabolizantes, and<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Adultos&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;2,5 a 5,6 mg\/dL<\/p>\n<p>Crian\u00e7as&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.4,0 a 7,0 mg\/dL<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>F\u00d3SFORO URIN\u00c1RIO &#8211; 24h<\/p>\n<p>Material .:urina 24 horas<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Fosfat\u00faria<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Colorim\u00e9trico<\/p>\n<p>Resultado .: 3 dias<\/p>\n<p>Coleta: Desprezar a primeira urina da manh\u00e3, colher toda a urina durante todo o dia e noite, inclusive a 1\u00ba do dia seguinte. Usar frasco de \u00e1gua mineral ou do pr\u00f3prio laborat\u00f3rio. N\u00e3o ser\u00e1 aceita urina colhida em frasco de refrigerante. Deixar refrigerado.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: avalia\u00e7\u00e3o do metabolismo excretor do f\u00f3sforo. O metabolismo do f\u00f3sforo depende de um balan\u00e7o entre ingest\u00e3o, troca celular\/extracelular\/\u00f3ssea e excre\u00e7\u00e3o\/reabsor\u00e7\u00e3o renal, de modo balanceado e multifatorial (ver F\u00f3sforo). Valores aumentados: hiperparatireoidismo, defici\u00eancia de vitamina K, acidose tubular renal, uso de diur\u00e9ticos, s\u00edndrome de Fanconi, osteomalacia. Valores diminu\u00eddos: hipoparatireoidismo, pseudohipoparatireoidismo, intoxica\u00e7\u00e3o por vitamina K.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Urina&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..340 a 1.000 mg\/24 horas<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>FRUTOSAMINA<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Colorim\u00e9trico cin\u00e9tico (Redu\u00e7\u00e3o do NBT)<\/p>\n<p>Resultado .:2 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum de 8 horas obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: monitoramento do controle glic\u00eamico em curto prazo (1-2 semanas); monitoramento de controle glic\u00eamico em diabete gestacional. A glicose forma, por rearranjo de Amadori, glicoprote\u00ednas est\u00e1veis com muitas prote\u00ednas plasm\u00e1ticas, sem a necessidade de rea\u00e7\u00f5es enzim\u00e1ticas. A albumina (prote\u00edna abundante e de meia vida curta &#8211; uma a duas semanas) tamb\u00e9m \u00e9 alvo desta rea\u00e7\u00e3o de glica\u00e7\u00e3o, resultando numa mol\u00e9cula conhecida como frutosamina. Sua determina\u00e7\u00e3o permite o conhecimento do status glic\u00eamico do paciente nos \u00faltimos 15 dias, sendo, portanto, mais precocemente afetada por mudan\u00e7as terap\u00eauticas e diet\u00e9ticas do que a hemoglobina glicosilada. Esta caracter\u00edstica permite tamb\u00e9m que se utilize este marcador em quadros de diabetes gestacional, onde prazos maiores s\u00e3o de menor interesse, dada a transitoriedade da situa\u00e7\u00e3o. Seu uso pode ser ben\u00e9fico em casos de pacientes portadores de hemoglobinas anormais, o que pode dificultar a interpreta\u00e7\u00e3o da HbA1c. Valores aumentados: epis\u00f3dios duradouros de hiperglicemia. Valores diminu\u00eddos: bom controle glic\u00eamico no per\u00edodo da quinzena anterior. At\u00e9 o presente n\u00e3o h\u00e1 dados que associem frutosamina ou HbA1c ao diagn\u00f3stico de diabetes mellitus, e sim ao acompanhamento glic\u00eamico.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>205,0 a 285,0 umol\/L<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>FTA &#8211; ABS &#8211; Anticorpos IgG<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>M\u00e9todo .: Imunofluoresc\u00eancia direta<\/p>\n<p>Resultado .: 5 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejun n\u00e3o necess\u00e1rio.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: confirma\u00e7\u00e3o de resultados reagentes em testes n\u00e3o-trepon\u00eamicos no diagn\u00f3stico da s\u00edfilis; diagn\u00f3stico de s\u00edfilis tardia (mesmo com testes n\u00e3o-trepon\u00eamicos n\u00e3o reagentes). O uso de testes trepon\u00eamicos deve trazer mais especificidade \u00e0 rotina diagn\u00f3stica; sua sensibilidade situa-se em torno de 80-90% em s\u00edfilis prim\u00e1ria, &gt;95% em s\u00edfilis secund\u00e1ria e terci\u00e1ria e 90-95% em s\u00edfilis tardia. Na maioria dos casos, a positividade permanece por toda a vida, embora alguns pacientes tornem-se n\u00e3o-reagentes com o passar dos anos. Este teste n\u00e3o \u00e9 indicado para o seguimento terap\u00eautico, uma vez que a varia\u00e7\u00e3o em seus t\u00edtulos n\u00e3o se correlaciona com a melhora cl\u00ednica do paciente. O teste utilizando reagentes para a evidencia\u00e7\u00e3o de IgM pode ser \u00fatil no diagn\u00f3stico mais precoce de s\u00edfilis cong\u00eanita. Os t\u00edtulos IgG tendem a desaparecer em at\u00e9 8 meses ap\u00f3s o nascimento (a persist\u00eancia nos t\u00edtulos ap\u00f3s este per\u00edodo pode ser interpretada como s\u00edfilis cong\u00eanita). Em alguns casos de uve\u00edte sifil\u00edtica, \u00e9 poss\u00edvel o encontro de FTA-Abs reagentes com VDRL n\u00e3o reagentes. \u00c9 poss\u00edvel a presen\u00e7a de falso-positivos, especialmente em quadros de doen\u00e7a do col\u00e1geno. Se a terapia \u00e9 institu\u00edda em tempo anterior a soroconvers\u00e3o (no tempo da les\u00e3o inicial do cancro), estes pacientes resultar\u00e3o n\u00e3o reagentes.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>N\u00e3o reagente<\/p>\n<p>Resultados N\u00e3o Reagentes s\u00e3o decorrentes de triagem sorol\u00f3gica Negativa, utilizando o teste trepon\u00eamico quimioluminescente automatizado IgG\/IgM &#8211; Syphilis TP Abbott, T. pallidum.<\/p>\n<p>Nos resultados Reagentes a confima\u00e7\u00e3o ser\u00e1 atrav\u00e9s de Rea\u00e7\u00e3o de Imunofluoresc\u00eancia indireta IFI), com Treponema pallidum, ap\u00f3s absor\u00e7\u00e3o s\u00e9rica de anticorpos IgG com Treponemas n\u00e3o patog\u00eanicos.<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>FTA &#8211; ABS &#8211; Anticorpos IgM<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Imunofluoresc\u00eancia direta<\/p>\n<p>Resultado .:5 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum n\u00e3o necess\u00e1rio.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Ver FTA &#8211; ABS &#8211; Anticorpos IgG.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>N\u00e3o reagente : aus\u00eancia de anticorpos<\/p>\n<p>Resultados N\u00e3o Reagentes s\u00e3o decorrentes de triagem sorol\u00f3gica Negativa, utilizando o teste trepon\u00eamico quimioluminescente automatizado IgG\/IgM &#8211; Syphilis TP Abbott, portanto, este resultado exclui infec\u00e7\u00e3o por T. pallidum.<\/p>\n<p>Nos resultados Reagentes a confima\u00e7\u00e3o ser\u00e1 atrav\u00e9s de Rea\u00e7\u00e3o de Imunofluoresc\u00eancia indireta (IFI), com Treponema pallidum, ap\u00f3s absor\u00e7\u00e3o s\u00e9rica de anticorpos IgM com Treponemas n\u00e3o patog\u00eanicos.<\/p>\n<p><a name=\"G\"><\/a><\/p>\n<h2>Exames &#8211; G<\/h2>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">GAMA GLUTAMIL TRANSFERASE<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:GGT, gama GT, Gama glumatil transpeptidase<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Enzim\u00e1tico<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:2 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico de doen\u00e7as obstrutivas hep\u00e1ticas (especialmente nos casos onde a fosfatase alcalina est\u00e1 basalmente elevada nos idosos, crian\u00e7as, gestantes e acometidos por patologias \u00f3sseas, por exemplo); marcador auxiliar de alcoolismo cr\u00f4nico. A gama glutamil transferase (gama GT) \u00e9 uma enzima envolvida na transfer\u00eancia de um res\u00edduo gama glutamil de alguns pept\u00eddeos para outros compostos (\u00e1gua, amino\u00e1cidos e outros pept\u00eddeos menores). Fisiologicamente, est\u00e1 envolvida na s\u00edntese prot\u00e9ica e pept\u00eddica, regula\u00e7\u00e3o dos n\u00edveis teciduais de glutation e transporte de amino\u00e1cidos entre membranas. \u00c9 encontrada em v\u00e1rios tecidos: rins, c\u00e9rebro, p\u00e2ncreas e f\u00edgado (quase a totalidade da gama GT corp\u00f3rea est\u00e1 presente nos hepat\u00f3citos). No f\u00edgado, esta enzima est\u00e1 localizada nos canal\u00edculos das c\u00e9lulas hep\u00e1ticas e particularmente nas c\u00e9lulas epiteliais dos ductos biliares. Devido a esta localiza\u00e7\u00e3o caracter\u00edstica, a enzima aparece elevada em quase todas as desordens hepatobiliares, sendo um dos testes mais sens\u00edveis no diagn\u00f3stico destas condi\u00e7\u00f5es. Nas c\u00e9lulas do par\u00eanquima hep\u00e1tico, a enzima \u00e9 localizada tipicamente no ret\u00edculo endoplasm\u00e1tico liso, estando sujeita a indu\u00e7\u00e3o microssomal hep\u00e1tica e fazendo dela um marcador sens\u00edvel a agress\u00f5es hep\u00e1ticas induzidas por medicamentos e \u00e1lcool. Devido aos efeitos do consumo de \u00e1lcool nos n\u00edveis de gama GT, aceita-se este como um marcador sens\u00edvel de alcoolismo cr\u00f4nico (embora n\u00e3o seja um marcador espec\u00edfico), especialmente quando seus aumentos n\u00e3o s\u00e3o acompanhados de aumentos similares de outras enzimas hep\u00e1ticas. Portanto, sua determina\u00e7\u00e3o parece mais efetiva no monitoramento do tratamento de indiv\u00edduos j\u00e1 diagnosticados. Os n\u00edveis de gama GT usualmente retornam ao normal ap\u00f3s 15-20 dias da cessa\u00e7\u00e3o da ingest\u00e3o alco\u00f3lica, podendo elevar-se em curto prazo se a ingest\u00e3o alco\u00f3lica \u00e9 retomada. Valores aumentados: doen\u00e7as hep\u00e1ticas em geral (hepatites agudas e cr\u00f4nicas, carcinomas, cirrose, colestase, met\u00e1stases etc.), pancreatites, infarto agudo do mioc\u00e1rdio, lupus eritematoso sist\u00eamico, obesidade patol\u00f3gica, hipertireoidismo, estados p\u00f3s-operat\u00f3rios, carcinoma de pr\u00f3stata, uso de medicamentos hepatot\u00f3xicos ou capazes de ativar indu\u00e7\u00e3o enzim\u00e1tica (barbituratos, fenito\u00edna, antidepressivos tric\u00edclicos, acetaminofen).<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">MASCULINO (U\/L)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u00a0FEMININO (U\/L)<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">0-6 meses 12-122\u00a0 \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a015-132<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">6-12 meses 1-39 \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a01-39<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">1-12 anos 3-22 \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a04-22<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">13-18 anos 2-42 \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a04-24<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Adultos ? 55 \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0? 38<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">GLICOSE<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:Soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:Glicemia<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Enzim\u00e1tico\/automatizado<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:2 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum obrigat\u00f3rio de 8 horas. Coletar plasma fluoretado.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico e acompanhamento de diabetes mellitus ou condi\u00e7\u00f5es hiperglic\u00eamicas; diagn\u00f3stico de condi\u00e7\u00f5es que levam a processos de hipoglicemia. A glicose \u00e9 a fonte energ\u00e9tica prim\u00e1ria do organismo. O tecido nervoso depende exclusivamente desta mol\u00e9cula como fonte energ\u00e9tica (n\u00e3o \u00e9 capaz de estocar carboidratos, nem transform\u00e1-lo a partir de outras fontes), portanto a concentra\u00e7\u00e3o de glicose \u00e9 cr\u00edtica na manuten\u00e7\u00e3o da capacidade vital. A maioria dos carboidratos ingeridos ocorre na forma de glicog\u00eanio ou amido. As amilases s\u00e3o encarregadas de digerir esta forma polim\u00e9rica, que \u00e9 posteriormente metabolizada por outras enzimas espec\u00edficas, para a produ\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00facares na forma de monossacar\u00eddeos. Os a\u00e7\u00facares s\u00e3o absorvidos no intestino e transportados ao f\u00edgado, para posterior convers\u00e3o em glicose. A glicose, ao entrar na c\u00e9lula, \u00e9 decomposta a di\u00f3xido de carbono e \u00e1gua, com libera\u00e7\u00e3o de energia, atrav\u00e9s de tr\u00eas diferentes vias enzim\u00e1ticas (dependendo do tipo celular e do seu status bioqu\u00edmico). O organismo depende da manuten\u00e7\u00e3o dos n\u00edveis extracelulares de glicose em uma faixa relativamente estreita, o que \u00e9 conseguido a partir da a\u00e7\u00e3o de um mecanismo multiorg\u00e2nico e relativamente complexo, envolvendo a transforma\u00e7\u00e3o de compostos em glicose, sua estocagem na forma de glicog\u00eanio e a decomposi\u00e7\u00e3o de glicog\u00eanio em glicose funcional. A insulina e o glucagon s\u00e3o compostos chave na manuten\u00e7\u00e3o deste equil\u00edbrio, assim como outras subst\u00e2ncias end\u00f3crinas. Valores aumentados: diabetes mellitus (prim\u00e1ria ou secund\u00e1ria, insulino dependente ou n\u00e3o insulino dependente), diabetes gestacional, aus\u00eancia de jejum, estados de stress, inje\u00e7\u00f5es de adrenalina, feocromocitoma, choque, anestesia, pancreatite aguda, infarto agudo do mioc\u00e1rdio, dano cerebral, acidentes vasculares cerebrais, trauma, doen\u00e7a de Cushing, acromegalia, glucagonoma, uso de medicamentos (corticoster\u00f3ides, estrog\u00eanios, \u00e1lcool, fenito\u00edna, diur\u00e9ticos tiaz\u00eddicos, propanolol), hipervitaminose A cr\u00f4nica. Valores diminu\u00eddos: hipoglicemia reativa p\u00f3s-prandial, pancreatites, insulinomas, hipoglicemia autoimune, neoplasias, hipopituitarismo, doen\u00e7a de Addison, hipotireoidismo, prematuridade, rec\u00e9m-nato de m\u00e3e diab\u00e9tica, doen\u00e7as enzim\u00e1ticas heredit\u00e1rias, desnutri\u00e7\u00e3o, alcoolismo, uso de medicamentos (insulina, sulfonilur\u00e9ia, etc).<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia: At\u00e9 99 mg\/dL<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">GLICOSE &#8211; Teste oral ap\u00f3s 75 gramas<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:Soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .: Teste oral de toler\u00e2ncia a glicose<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Enzim\u00e1tico\/automatizado<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:2 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta .:Jejum obrigat\u00f3rio de 8 horas. Coletar primeira amostra em jejum, administrar a glicose anidra via oral de 75g e proceder a segunda coleta ap\u00f3s 2 horas da administra\u00e7\u00e3o da glicose ou no intervalo determinado pelo m\u00e9dico. <b>O paciente dever\u00e1 permanecer no Laborat\u00f3rio durante o exame.<\/b><\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Ver Glicose.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">De acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes, indiv\u00edduos que apresentarem glicemia no tempo 120 minutos ap\u00f3s sobrecarga de 75g de glicose, superior a 200 mg\/dL, s\u00e3o considerados como portadores de Diabetes.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Indiv\u00edduos que apresentarem glicemia no tempo 120 minutos entre 140 e 199 mg\/dL o diagn\u00f3stico \u00e9 de intoler\u00e2ncia glic\u00eddica (pr\u00e9 diabetes).<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">GLICOSE &#8211; Teste oral ap\u00f3s \u00a050 gramas<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .: soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .: Teste oral de toler\u00e2ncia a glicose<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Enzim\u00e1tico\/automatizado<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:2 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta .:Jejum obrigat\u00f3rio de 8 horas. Colher amostra basal, administrar 50g de glicose anidra\u00a0 e colher sangue ap\u00f3s 1hora. <b>O paciente dever\u00e1 permanecer no Laborat\u00f3rio durante o exame.<\/b><\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Ver Glicose.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">De acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes, indiv\u00edduos que apresentarem glicemia no tempo 60 minutos ap\u00f3s sobrecarga de 50g de glicose, superior a 200 mg\/dL, s\u00e3o considerados como portadores de Diabetes.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Indiv\u00edduos que apresentarem glicemia no tempo 120 minutos entre 140 e 199 mg\/dL o diagn\u00f3stico \u00e9 de intoler\u00e2ncia glic\u00eddica (pr\u00e9 diabetes).<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">GRUPO SANG\u00dc\u00cdNEO E FATOR RH<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:Sangue total com EDTA<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:Sistema ABO-Rh<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Landsteiner &#8211; Tipagem convencional<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:2 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum n\u00e3o obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: determina\u00e7\u00e3o da tipagem sangu\u00ednea do indiv\u00edduo, em rela\u00e7\u00e3o aos principais ant\u00edgenos de membrana eritrocit\u00e1ria. Estes dados poder\u00e3o ser utilizados em rotinas pr\u00e9-natais ou condi\u00e7\u00f5es transfusionais. Os resultados dizem respeito \u00e0 presen\u00e7a de prote\u00ednas de membrana eritrocit\u00e1ria dos tipos A, B e D. Assim, \u00e9 poss\u00edvel o encontro de diferentes situa\u00e7\u00f5es: A (Rh positivo ou negativo), B (Rh positivo ou negativo), AB (Rh positivo ou negativo) e O (Rh positivo ou negativo). Todos os testes cuja determina\u00e7\u00e3o de Rh resultar negativa ser\u00e3o testados para Du (pesquisa de ant\u00edgeno Rh de rea\u00e7\u00e3o \\\\\\&#8221;fraca\\\\\\&#8221;). Embora a tipagem sangu\u00ednea obede\u00e7a a t\u00e9cnicas classicamente utilizadas, rar\u00edssimos casos podem determinar resultados incorretos. Estados inflamat\u00f3rios agudos, prote\u00ednas plasm\u00e1ticas anormais e presen\u00e7a de autoanticorpos podem estar associados a estes casos.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia: N\u00e3o h\u00e1<\/p>\n<p><a name=\"H\"><\/a><\/p>\n<h2>Exames &#8211; H<\/h2>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">HAPTOGLOBINA<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material: soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo: Nefelometria<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado: 5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum de 8 horas obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: avalia\u00e7\u00e3o de quadro hemol\u00edtico; diagn\u00f3stico de rea\u00e7\u00e3o transfusional. A haptoglobina \u00e9 uma alfa-2 glicoprote\u00edna, sintetizada nos hepat\u00f3citos e c\u00e9lulas do sistema ret\u00edculo endotelial, formada por diferentes unidades polipept\u00eddicas: duas cadeias alfa e uma cadeia beta. H\u00e1 tr\u00eas formas poss\u00edveis de cadeias alfa e apenas uma de cadeias beta. Seus n\u00edveis, quase inexistentes ao nascimento, atingem o patamar adulto ap\u00f3s o primeiro ano de vida, aumentando com a velhice. A fun\u00e7\u00e3o desta mol\u00e9cula \u00e9 servir de ligante para a hemoglobina livre. Este composto \u00e9 ent\u00e3o arrastado ao ba\u00e7o pelas c\u00e9lulas do sistema reticulo endotelial, em um processo que previne a perda do ferro s\u00e9rico na urina. Valores aumentados: quadros inflamat\u00f3rios em geral (por servir como uma prote\u00edna de fase aguda), terapia com andr\u00f3genos e ester\u00f3ides, anemia apl\u00e1stica, diabetes mellitus. Valores diminu\u00eddos: quadros hemol\u00edticos (em especial intravasculares), defici\u00eancia gen\u00e9tica, doen\u00e7a do par\u00eanquima hep\u00e1tico (cirrose), perda prot\u00e9ica renal ou por trato gastrointestinal.<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">HCG &#8211; GONADOTROFINA CORI\u00d4NICA- \u00a0Qualitativo<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:Gonadotrofina cori\u00f4nica humana fra\u00e7\u00e3o Beta, B-HCG<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Imunocromatografia<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .: 1 dia<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum n\u00e3o obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: teste de determina\u00e7\u00e3o de gravidez (em situa\u00e7\u00f5es normais); monitoramento de insemina\u00e7\u00e3o artificial ou fertiliza\u00e7\u00e3o em vitro; diagn\u00f3stico e monitoramento de tumores trofobl\u00e1sticos gestacionais; teste de triagem pr\u00e9-natal para s\u00edndrome de Down; diagn\u00f3stico de gravidez ect\u00f3pica na diferencia\u00e7\u00e3o de outras causas de dor aguda abdominal; diagn\u00f3stico e acompanhamento de aborto espont\u00e2neo. O hCG \u00e9 um horm\u00f4nio prot\u00e9ico produzido pela placenta e c\u00e9lulas trofobl\u00e1sticas, composto de subunidades alfa e beta. A subunidade alfa est\u00e1 presente em outros horm\u00f4nios, enquanto que a beta est\u00e1 presente exclusivamente no hCG. A secre\u00e7\u00e3o de hCG serve para estimular a produ\u00e7\u00e3o de progesterona pelo corpo l\u00fateo, na fase inicial da gravidez, sendo fundamental para o desenvolvimento do processo. No per\u00edodo em que as concentra\u00e7\u00f5es de hCG come\u00e7am a diminuir, a placenta est\u00e1 suficientemente desenvolvida para produzir quantidade suficiente de progesterona, para manter o endom\u00e9trio e permitir que a gesta\u00e7\u00e3o continue. Al\u00e9m disto, o hCG estimula o desenvolvimento fetal das g\u00f4nadas e a s\u00edntese de androg\u00eanios pelos test\u00edculos fetais. A dosagem de hCG \u00e9 utilizada primariamente para o diagn\u00f3stico da gravidez. Com o aprimoramento das t\u00e9cnicas quantitativas do mercado, \u00e9 poss\u00edvel a detec\u00e7\u00e3o de hCG em cerca de 1-4 dias ap\u00f3s a fertiliza\u00e7\u00e3o, o que permite um diagn\u00f3stico da condi\u00e7\u00e3o antes mesmo do atraso menstrual. As concentra\u00e7\u00f5es de hCG praticamente dobram a cada 48 horas durante uma gesta\u00e7\u00e3o inicial normal, at\u00e9 em torno da 6a semana, quando seus n\u00edveis come\u00e7am a decrescer lentamente. Com a finalidade da determina\u00e7\u00e3o da gravidez, n\u00edveis acima de 30 mUI\/mL s\u00e3o associados a processos gestacionais (outrora chamados \\\\\\&#8221;testes positivos\\\\\\&#8221;). N\u00edveis inferiores a este valor podem estar associados a processos gestacionais muito recentes, a ponto de n\u00e3o haver hCG suficiente para o estabelecimento do diagn\u00f3stico (especialmente antes do atraso menstrual). Em condi\u00e7\u00f5es precoces, \u00e9 necess\u00e1ria a dosagem repetida, em duas ou tr\u00eas ocasi\u00f5es, separadas por dois ou tr\u00eas dias cada. A observa\u00e7\u00e3o de um padr\u00e3o crescente da concentra\u00e7\u00e3o do horm\u00f4nio pode ser facilmente associada \u00e0 gravidez. A mesma l\u00f3gica segue o diagn\u00f3stico de aborto espont\u00e2neo; em determina\u00e7\u00f5es seriadas durante as primeiras semanas gestacionais, a concentra\u00e7\u00e3o s\u00e9rica do horm\u00f4nio encontra-se decrescente. A determina\u00e7\u00e3o quantitativa do hCG no segundo trimestre da gravidez pode ser utilizada como marcador de risco para o desenvolvimento de s\u00edndrome de Down (realizada em associa\u00e7\u00e3o com alfafetoprote\u00edna), embora esta modalidade seja discut\u00edvel e sujeita a uma s\u00e9rie de interferentes. Valores aumentados: tumores gestacionais trofobl\u00e1sticos benignos ou malignos (coriocarcinoma, carcinoma embrional, mola hidatiforme, mola parcial, etc.), outros tumores (especialmente tumores testiculares). Resultados falso-positivos: uso de medicamentos (pregnil, por exemplo), em estados p\u00f3s-orquiectomia (secund\u00e1rio \u00e0 diminui\u00e7\u00e3o de testosterona), usu\u00e1rios de maconha. Em mulheres gr\u00e1vidas, valores inesperadamente diminu\u00eddos de beta-hCG podem estar associados a gesta\u00e7\u00f5es ect\u00f3picas.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">N\u00e3o Reagente<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">HCG &#8211; GONADOTROFINA CORI\u00d4NICA &#8211; Quantitativo<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:Gonadotrofina cori\u00f4nica &#8211; fra\u00e7\u00e3o Beta<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:ELISA<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:7 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum n\u00e3o obrigat\u00f3rio<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o: Ver HCG<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Idade gestacional Valores de hCG (mUI\/mL)<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">\u00a001 semana 5 &#8211; 50<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">02 semanas 50 &#8211; 500<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">03 semanas 100 &#8211; 10.000<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">04 semanas 1000 &#8211; 30.000<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">05 semanas 3500 &#8211; 115.000<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">6 &#8211; 8 semanas 12.000 &#8211; 270.000<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">12 semanas 15.000 &#8211; 220.000<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">DADOS ESTATISTICOS DE DESEMPENHO DO TESTE<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Obs: &gt;25,0mUI\/mL sugestivo de gravidez. Outras condi\u00e7\u00f5es clinicas podem apresentar valores elevados.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Uso de Pregnyl pode levar resultado falso positivo<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Considera\u00e7\u00f5es :<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Valores inferiores aos valores de refer\u00eancia n\u00e3o devem ser considerados isoladamente para exclus\u00e3o de gravidez, sugerindo, a crit\u00e9rio M\u00e9dico, a repeti\u00e7\u00e3o ap\u00f3s 7 (sete) dias, quando houver persist\u00eancia de suspeita cl\u00ednica.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Valores superiores aos valores de refer\u00eancia : sugestivo de gravidez. Por\u00e9m outras condi\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas tamb\u00e9m podem apresentar valores elevados.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Leve o laudo para interpreta\u00e7\u00e3o do(a) M\u00e9dico(a).<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">HELICOBACTER PYLORI &#8211; Anticorpos IgG<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material: soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo: Campylobacter<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo: Quimioluminesc\u00eancia<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado: 5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum n\u00e3o obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: avalia\u00e7\u00e3o diagn\u00f3stica de gastrite ativa cr\u00f4nica e \u00falcera p\u00e9ptica; controle de tratamento destas patologias. O Helicobacter pylori \u00e9 uma bact\u00e9ria Gram-negativa espiral microaerof\u00edlica, reconhecida como causa prim\u00e1ria da gastrite cr\u00f4nica em humanos. Na aus\u00eancia de condi\u00e7\u00f5es como s\u00edndrome de Zollinger-Ellison ou uso de medicamentos associados a dano g\u00e1strico, seu achado \u00e9 essencial no estabelecimento deste diagn\u00f3stico. Assim, a tentativa da erradica\u00e7\u00e3o deste agente faz parte do tratamento destes pacientes. Este diagn\u00f3stico \u00e9 mais bem realizado pelo uso de endoscopias (procedimento invasivo, caro e para alguns pacientes desagrad\u00e1vel). O uso de um marcador sorol\u00f3gico pode auxiliar na exclus\u00e3o de diagn\u00f3stico (confirmando achados endosc\u00f3picos) ou no acompanhamento de tratamento e recidivas (como uma esp\u00e9cie de triagem para a endoscopia). Muitos indiv\u00edduos apresentam positividade para anti-H. pylori, mesmo que n\u00e3o haja manifesta\u00e7\u00e3o cl\u00ednica para gastrite e \u00falcera. Mesmo com sucesso terap\u00eautico de curto prazo, as viradas sorol\u00f3gicas ocorrem em per\u00edodos longos, havendo necessidade de espa\u00e7amento de pelo menos tr\u00eas meses entre as datas de an\u00e1lise, o que faz com que sua interpreta\u00e7\u00e3o seja cautelosa. \u00c0s vezes s\u00e3o necess\u00e1rios anos para a soronegativa\u00e7\u00e3o, a despeito do sucesso terap\u00eautico.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">N\u00e3o Reagente : &lt; ou = a 0,90 U\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Inconclusivo : 0,91 a 1,09 U\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Reagente\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 : &gt; ou = a 1,10 U\/mL<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">HELICOBACTER PYLORI &#8211; Anticorpos IgM<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material: soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo: Campylobacter<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo: ELISA<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado: 5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum n\u00e3o obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: avalia\u00e7\u00e3o diagn\u00f3stica de gastrite ativa cr\u00f4nica e \u00falcera p\u00e9ptica; controle de tratamento destas patologias. O Helicobacter pylori \u00e9 uma bact\u00e9ria Gram-negativa espiral microaerof\u00edlica, reconhecida como causa prim\u00e1ria da gastrite cr\u00f4nica em humanos. Na aus\u00eancia de condi\u00e7\u00f5es como s\u00edndrome de Zollinger-Ellison ou uso de medicamentos associados a dano g\u00e1strico, seu achado \u00e9 essencial no estabelecimento deste diagn\u00f3stico. Assim, a tentativa da erradica\u00e7\u00e3o deste agente faz parte do tratamento destes pacientes. Este diagn\u00f3stico \u00e9 mais bem realizado pelo uso de endoscopias (procedimento invasivo, caro e para alguns pacientes desagrad\u00e1vel). O uso de um marcador sorol\u00f3gico pode auxiliar na exclus\u00e3o de diagn\u00f3stico (confirmando achados endosc\u00f3picos) ou no acompanhamento de tratamento e recidivas (como uma esp\u00e9cie de triagem para a endoscopia). Muitos indiv\u00edduos apresentam positividade para anti-H. pylori, mesmo que n\u00e3o haja manifesta\u00e7\u00e3o cl\u00ednica para gastrite e \u00falcera. Mesmo com sucesso terap\u00eautico de curto prazo, as viradas sorol\u00f3gicas ocorrem em per\u00edodos longos, havendo necessidade de espa\u00e7amento de pelo menos tr\u00eas meses entre as datas de an\u00e1lise, o que faz com que sua interpreta\u00e7\u00e3o seja cautelosa. \u00c0s vezes s\u00e3o necess\u00e1rios anos para a soronegativa\u00e7\u00e3o, a despeito do sucesso terap\u00eautico.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Reagente\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 :\u00a0 &gt; 20,0 U\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">N\u00e3o Reagente :\u00a0 &lt; 20,0 U\/mL<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">HEMAT\u00d3CRITO<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:Sangue total com EDTA<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:Ht<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Automatizado<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:2 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum n\u00e3o obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: avalia\u00e7\u00e3o de anemias, perda sangu\u00ednea, policitemia. O hemat\u00f3crito \u00e9 uma medida que tende a traduzir o percentual em volume de sangue ocupado pelos eritr\u00f3citos, sendo proporcional \u00e0 quantidade de hemoglobina presente. \u00c9 um teste r\u00e1pido e objetivo, sendo bastante utilizado em servi\u00e7os de emerg\u00eancia, especialmente para avaliar a necessidade transfusional. Valores aumentados: policitemias prim\u00e1rias e secund\u00e1rias. Valores diminu\u00eddos: anemias em geral, perdas sangu\u00edneas, hemodilui\u00e7\u00e3o. Resultados falsamente aumentados: presen\u00e7a de crioaglutininas, leucocitose extrema e presen\u00e7a de macroplaquetas (equipamentos automatizados); anisopoiquilocitose (t\u00e9cnicas de centrifuga\u00e7\u00e3o). Resultados falsamente diminu\u00eddos: microcitose extrema, hem\u00f3lise in vitro, presen\u00e7a de autoaglutininas. Ap\u00f3s perda sangu\u00ednea aguda e importante, os n\u00edveis de hemat\u00f3crito geralmente diminuem em algumas horas, podendo gerar alguma confus\u00e3o em sua interpreta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">35,5 a 53,7 %<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\"><b>** Valores sujeitos a mudan\u00e7a de acordo com sexo e idade**<\/b><\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">HEMOCULTURA<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:sangue total<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:Cultura de sangue<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Identifica\u00e7\u00e3o por T\u00e9cnicas Manuais e\/ou Automatizadas.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:15 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta .:Coletar o material em meio de cultura apropriado. Enviar no pr\u00f3prio meio. Podem ser realizadas coletas seriadas de acordo com o m\u00e9dico. <b>Se houver febre e o uso de antibi\u00f3ticos devem ser informados ao Laborat\u00f3rio.<\/b><\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: isolamento, identifica\u00e7\u00e3o e determina\u00e7\u00e3o de perfis de sensibilidade a antibi\u00f3ticos de agentes causadores de bacteremia. A hemocultura comp\u00f5e uma das an\u00e1lises de laborat\u00f3rio de grande utilidade, especialmente em casos de febre de origem obscura. Seu valor se baseia em apontar especificamente o germe circulante. Existem vari\u00e1veis que condicionam a sensibilidade e a confiabilidade do m\u00e9todo: requisi\u00e7\u00e3o (n\u00famero e momento da tomada de amostras &#8211; quanto maior a amostragem, maior a sensibilidade; os melhores momentos s\u00e3o durante ou logo ap\u00f3s os picos febris, se houverem), coleta (a assepsia do local de coleta deve criteriosamente realizada) e execu\u00e7\u00e3o da an\u00e1lise. As hemoculturas podem ser realizadas para uma s\u00e9rie de microorganismos; o solicitante deve considerar isto no momento da requisi\u00e7\u00e3o, especificando os microorganismos que necessitam de cobertura (exemplo: hemocultura para germes comuns, fungos, germes anaer\u00f3bios, micobact\u00e9rias). A libera\u00e7\u00e3o de um resultado negativo pode levar at\u00e9 7 dias. A partir de sinais de positividade, relat\u00f3rios parciais s\u00e3o passados ao solicitante. Resultados positivos: bacteremias em geral, endocardites e sepses. Virtualmente qualquer organismo, mesmo os organismos de flora normal, pode causar bacteremia. Os resultados positivos devem ser interpretados com cautela, devido \u00e0 possibilidade de contamina\u00e7\u00e3o. O encontro de positividade em pelo menos duas tomadas de amostra permite mais confiabilidade \u00e0 hemocultura positiva. Bacilos Gram-negativos, anaer\u00f3bios e fungos devem ser inicialmente interpretados como pat\u00f3genos, at\u00e9 prova em contr\u00e1rio. Resultados negativos: n\u00e3o implicam necessariamente em aus\u00eancia de bacteremia, devido \u00e0 possibilidade de presen\u00e7a de fatores inibidores, como uso de antibi\u00f3tico, por exemplo.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Cultura negativa<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">HEMOGLOBINA GLICADA (A1C)<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:Sangue total com EDTA<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:Hemoglobina glicada, Glicohemoglobina, Hb A1<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Cromatografia Liquida de Alta Performance &#8211; HPLC<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:2 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum n\u00e3o necess\u00e1rio.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: monitoramento de controle glic\u00eamico diab\u00e9tico. A glicose liga-se de forma irrevers\u00edvel e n\u00e3o enzim\u00e1tica a uma s\u00e9rie de prote\u00ednas e \u00e0 hemoglobina (por rearranjo de Amadori), que se torna glicosilada. A dosagem da fra\u00e7\u00e3o HbA1c permite a avalia\u00e7\u00e3o de longo prazo do controle glic\u00eamico. O prazo avaliado \u00e9 de cerca de 90 dias; n\u00edveis inferiores a 6,5% s\u00e3o associados a um bom controle glic\u00eamico. A determina\u00e7\u00e3o de HbA1c por cromatografia l\u00edquida de alta press\u00e3o diminuiu em muito a possibilidade de interfer\u00eancias nos resultados.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Hb SA1c : 3,0 a 6,0 %<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">A meta de hemoglobina glicosilada a ser alcan\u00e7ada para um controle efetivo em pacientes diab\u00e9ticos deve ser inferior a 7,0 %.<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">HEMOGLOBINOPATIAS NEONATAIS<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">C\u00f3digo .:HEN<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:papel filtro &#8211; sangue<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:Eletroforese de Hemoglobinas em RN<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Focaliza\u00e7\u00e3o isoel\u00e9trica<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Colher do pezinho uma gota de sangue em papel filtro vazada nos dois lados do papel.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso : As hemoglobinopatias consistem em um conjunto de altera\u00e7\u00f5es na estrutura ou na s\u00edntese da hemoglobina, resultantes de defeitos gen\u00e9ticos, condicionando um aumento da morbidade em condi\u00e7\u00f5es ambientais normais. De uma forma geral, as hemoglobinopatias s\u00e3o classificadas em dois grandes grupos: no primeiro, as altera\u00e7\u00f5es resultam de uma anormalidade estrutural em uma das cadeias da globina, como no caso da doen\u00e7a falciforme; o segundo grupo, que inclui as talassemias, \u00e9 constitu\u00eddo por redu\u00e7\u00e3o na velocidade de produ\u00e7\u00e3o de cadeias de globina ou incapacidade gen\u00e9tica de produzir a cadeia glob\u00ednica. A hemoglobina (Hb) \u00e9 constitu\u00edda de 2 cadeias a (alfa) e de 2 cadeias b (beta).<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:7 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o: Fen\u00f3tipos investigados:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Hb FA : Padr\u00e3o Normal<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Hb FS : Padr\u00e3o Anemia Falciforme<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Hb FAS : Tra\u00e7o Falc\u00eamico<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Hb FC : Padr\u00e3o Hemoglobinopatia C<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Hb FAC : Tra\u00e7o Hemoglobinopatia C<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Hb FSC : Padr\u00e3o Hemoglobinopatia SC<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Hb FAD : Tra\u00e7o Hemoglobinopatia D<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Hb FAE : Tra\u00e7o Hemoglobinopatia E<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Hb FSA : S Beta Talassemia<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Hb AF ou AA : Sugestivo de Transfus\u00e3o ou idade superior a 1 m\u00eas.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Obs. Rec\u00e9m-nascidos transfundidos e prematuros devem repetir a an\u00e1lise das hemoglobinas<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">ap\u00f3s 90 dias.<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">HEMOGRAMA<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:Sangue total com EDTA<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:Hematol\u00f3gico<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Resistividade &#8211; imped\u00e2ncia &#8211; colorim\u00e9trica (medidas eletr\u00f4nicas e f\u00edsicas)<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:2 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum n\u00e3o obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: avalia\u00e7\u00e3o cl\u00ednica geral; avalia\u00e7\u00e3o e diagn\u00f3stico de anemias, policitemias, aplasias medulares, processos infecciosos, leucemias\/leucoses, trombocitose e trombocitopenia. O hemograma \u00e9 uma das an\u00e1lises mais utilizadas na pr\u00e1tica m\u00e9dica, pois seus dados gerais permitem uma avalia\u00e7\u00e3o extensa da condi\u00e7\u00e3o cl\u00ednica do paciente. Embora n\u00e3o seja um teste extremamente sens\u00edvel e espec\u00edfico para determinadas patologias, pode ser encarado como um sinal e\/ou sintoma, integrante da avalia\u00e7\u00e3o inicial do paciente. No hemograma s\u00e3o avaliadas as tr\u00eas s\u00e9ries celulares componentes do sangue: eritr\u00f3citos, leuc\u00f3citos e plaquetas, compondo o eritrograma, leucograma e plaquetograma. No eritrograma, s\u00e3o contados os eritr\u00f3citos, s\u00e3o medidas as concentra\u00e7\u00f5es de hemoglobina e hemat\u00f3crito, s\u00e3o determinados os \u00edndices hematim\u00e9tricos (volume celular m\u00e9dio, concentra\u00e7\u00e3o de hemoglobina corpuscular m\u00e9dia, hemoglobina corpuscular m\u00e9dia), al\u00e9m da determina\u00e7\u00e3o do RDW, que indica a varia\u00e7\u00e3o do tamanho dos eritr\u00f3citos. No leucograma, os leuc\u00f3citos s\u00e3o contados em termos gerais, sendo classificados em uma contagem relativa em diferentes popula\u00e7\u00f5es (neutr\u00f3filos, bas\u00f3filos, eosin\u00f3filos, linf\u00f3citos, mon\u00f3citos), segundo suas caracter\u00edsticas citol\u00f3gicas. No plaquetograma, as plaquetas s\u00e3o contadas e seu tamanho m\u00e9dio e varia\u00e7\u00f5es de volume s\u00e3o determinados (MPV e PDW). Todas estas an\u00e1lises s\u00e3o seguidas por microscopia ap\u00f3s colora\u00e7\u00e3o para avalia\u00e7\u00e3o das caracter\u00edsticas e\/ou altera\u00e7\u00f5es morfol\u00f3gicas de cada s\u00e9rie. Estes dados em conjunto permitem indicativos diagn\u00f3sticos que, quando cruzados com outros dados e\/ou resultados, s\u00e3o de extrema import\u00e2ncia cl\u00ednica.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Leuc\u00f3citos:de 0 a 1 mes: 11.000 a 19.000<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Segmentados:de 0 a 1 mes: 38 a 76 &#8211; 4.180 a 14.440<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Linf\u00f3citos:de 0 a 1 mes: 26 a 36 &#8211; 2.860 a 6.840<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Mon\u00f3citos:de 0 a 1 mes: 0 a 12 &#8211; 0 a 2.280<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Eosin\u00f3filos:de 0 a 1 mes: 1 a 3 &#8211; 110 a 570<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Bas\u00f3filo:de 0 a 1 mes: 0 a 3 &#8211; 0 a 570<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Hem\u00e1cias:de 0 a 1 mes: 4,90 a 5,1<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Hemoglobina: de 0 a 1 mes: 18,0 a 19,5<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Hemat\u00f3crito:de 0 a 1 mes: 49,0 a 54,0<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">VCM: de 0 a 1 mes: 100,0 a 105,0<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">HCM: de 0 a 1 mes: 36,7 a 38,2<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Conc. HCM: de 0 a 1 mes: 36,1 a 36,7<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">RDW: 12,0 a 14,5<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">VPM: 7,0 a 10,0<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Blastos: 0<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Metamiel\u00f3citos: 0<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Miel\u00f3citos: 0<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Pr\u00e9-Miel\u00f3citos: 0<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Bast\u00f5es:de 0 a 1 mes: 1 a 5 &#8211; 74 a 300<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Linf\u00f3citos At\u00edpicos: 0<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">de 1 mes a 2 anos: 8.000 a 12.000<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">de 1 mes a 2 anos: 17 a 45 &#8211; 1.360 a 5.400<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">de 1 mes a 2 anos: 41 a 71 &#8211; 3.280 a 3.520<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">de 1 mes a 2 anos: 0 a 4 &#8211; 0 a 480<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">de 1 mes a 2 anos: 2 a 4 &#8211; 160 a 480<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">de 1 mes a 2 anos: 0 a 3 &#8211; 0 a 360<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">de 1 mes a 2 anos: 4,50 a 5,0<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">de 1 mes a 2 anos: 12,0 a 15,0<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">de 1 mes a 2 anos: 35,0 a 42,0<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">de 1 mes a 2 anos: 77,7 a 89,3<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">de 1 mes a 2 anos: 26,6 a 31,9<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">de 1 mes a 2 anos: 34,2 a 35,7<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">de 1 mes a 2 anos: 1 a 5 &#8211; 74 a 300<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">de 2 a 5 anos: 5.000 a 10.000<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">de 2 a 5 anos: 28 a 55 &#8211; 1.400 a 5.500<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">de 2 a 5 anos: 35 a 65 &#8211; 1.750 a 6.500<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">de 2 a 5 anos: 0 a 12 &#8211; 0 a 1.200<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">de 2 a 5 anos: 0 a 4 &#8211; 0 a 400<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">de 2 a 5 anos: 0 a 3 &#8211; 0 a 300<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">de 2 a 5 anos: 4,50 a 5,3<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">de 2 a 5 anos: 11,2 a 12,5<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">de 2 a 5 anos: 35,0 a 38,0<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">de 2 a 5 anos: 80,0 a 97,0<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">de 2 a 5 anos: 25,5 a 30,5<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">de 2 a 5 anos: 31,9 a 38,8<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">de 2 a 5 anos: 1 a 5 &#8211; 100 a 400<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">acima de 5 anos: 4.600 a 10.200<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">acima de 5 anos: 30 a 60 &#8211; 1.380 a 6.120<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">acima de 5 anos: 25 a 45 &#8211; 1.150 a 4.590<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">acima de 5 anos: 0 a 12 &#8211; 0 a 1.224<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">acima de 5 anos: 0 a 7 &#8211; 0 a 714<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">acima de 5 anos: 0 a 2 &#8211; 0 a 204<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">acima de 5 anos: 4,04 a 6,5<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">acima de 5 anos: 12,2 a 18,1<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">acima de 5 anos: 35,5 a 53,7<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">acima de 5 anos: 80,0 a 97,0<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">acima de 5 anos: 27,0 a 31,2<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">acima de 5 anos: 31,8 a 35,4<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">acima de 5 anos: 1 a 5 &#8211; 150 a 600<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Plaquetas: 150.000 a 450.000<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">HEPATITE A &#8211; Anti &#8211; HVA IgG<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:Anti-HAV IgG<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Eletroquimioluminesc\u00eancia<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum n\u00e3o obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico diferencial de hepatites. A presen\u00e7a de anticorpos anti-HVA IgG indica contato passado com o HVA. A presen\u00e7a de anticorpos anti-HVA IgM, acompanhada de cl\u00ednica compat\u00edvel, \u00e9 evid\u00eancia de hepatite por HVA. O anticorpo IgM aparece em processos de hepatite A pr\u00f3ximo da \u00e9poca do in\u00edcio dos sintomas, desaparecendo em torno de 3-6 meses depois. Teste n\u00e3o reagente para IgM e reagente para IgG indica contato passado, com conseq\u00fcente imunidade. Contudo, a eleva\u00e7\u00e3o de t\u00edtulos IgG em dois testes consecutivos marca processo infeccioso n\u00e3o agudo atual. Anticorpos IgG permanecem em t\u00edtulos constantes ou decrescentes por anos. A presen\u00e7a de anticorpos anti-HVA (IgG ou IgM) n\u00e3o exclui o diagn\u00f3stico de outras hepatites, como as causadas por HBV ou HCV. Interferentes: vacina\u00e7\u00e3o para HVA.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">N\u00e3o reagente : aus\u00eancia de anticorpos<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Reagente : presen\u00e7a de anticorpos<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">HEPATITE A &#8211; Anti &#8211; HVA IgM<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:Anti-HAV IgM<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Eletroquimioluminesc\u00eancia<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum n\u00e3o obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Ver Hepatite A &#8211; Anti &#8211; HVA IgG.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">N\u00e3o reagente : aus\u00eancia de anticorpos<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Reagente : presen\u00e7a de anticorpos<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">HEPATITE B &#8211; HBeAg<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:HBe<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Eletroquimioluminesc\u00eancia<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum n\u00e3o obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico diferencial, acompanhamento e progn\u00f3stico de infec\u00e7\u00e3o por hepatite B; avalia\u00e7\u00e3o do potencial infectante. O HBeAg ocorre em hepatites agudas, logo ap\u00f3s o aparecimento do HBsAg, durante seu per\u00edodo mais infeccioso (per\u00edodo de sua positividade, em torno de 3-8 semanas). Em processos cr\u00f4nicos, a despeito de positividade para HBsAg, a presen\u00e7a de HbeAg tende a negativar em algumas semanas ou meses. \u00c9 um marcador de replica\u00e7\u00e3o viral.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">N\u00e3o reagente :aus\u00eancia do ant\u00edgeno<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Reagente :presen\u00e7a do ant\u00edgeno<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">HEPATITE B &#8211; HBsAg<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:Ant\u00edgeno Austr\u00e1lia<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Quimioluminesc\u00eancia<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum n\u00e3o obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico diferencial, acompanhamento e progn\u00f3stico de infec\u00e7\u00e3o por hepatite B; triagem sorol\u00f3gica de doadores de sangue e de \u00f3rg\u00e3os. A presen\u00e7a de HBsAg reagente indica contato recente com o v\u00edrus ou infec\u00e7\u00e3o cr\u00f4nica. O HBsAg e o HBeAg s\u00e3o os melhores marcadores da capacidade infectante. Pode ser detectado cerca de 1-7 semanas ap\u00f3s o aparecimento dos sintomas. A persist\u00eancia de reatividade para HBsAg por mais de 6 meses define o estado de portador cr\u00f4nico. \u00c9 poss\u00edvel a ocorr\u00eancia de falso-positivos alguns dias ap\u00f3s a vacina\u00e7\u00e3o para hepatite B.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">N\u00e3o reagente:aus\u00eancia de ant\u00edgeno<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Reagente :presen\u00e7a do ant\u00edgeno<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Considera\u00e7\u00e3o :<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Em caso de resultado Reagente, a crit\u00e9rio cl\u00ednico, sugere-se realiza\u00e7\u00e3o de exame por Biologia Molecular (HBV &#8211; DNA).<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">HEPATITE B &#8211; Anti &#8211; HBc Total<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:Anticorpos anti Core &#8211; Anti-HBc IgG<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Eletroquimioluminesc\u00eancia<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum n\u00e3o obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico diferencial de hepatites; acompanhamento de infec\u00e7\u00e3o pelo HBV (em conjunto com outros marcadores virais); teste de triagem para doadores de sangue (por apresentar o potencial de detectar contato pr\u00e9vio com o HBV durante a \\\\\\&#8221;janela negativa\\\\\\&#8221; do HBV). O anti-HBc \u00e9 um anticorpo dirigido contra as prote\u00ednas do core ou nucleocaps\u00eddeo do HBV. A presen\u00e7a de anti-HBc IgM documenta processo de infec\u00e7\u00e3o recente ou aguda pelo HBV. A imunidade IgG para anti-HBc tende a durar muitos anos (\u00e0s vezes por toda a vida), sendo excelente marcador de contato anterior com o v\u00edrus. Uma vez que a vacina\u00e7\u00e3o para HBV somente confere imunidade de anti-HBs, a presen\u00e7a de anti-HBc documenta exposi\u00e7\u00e3o passada ao v\u00edrus. T\u00edtulos expressivos de anti-HBc IgM diferenciam entre um quadro agudo e a exacerba\u00e7\u00e3o de um caso cr\u00f4nico de hepatite B. O uso diagn\u00f3stico deste marcador \u00e9 melhorado quando participa de um painel de marcadores sorol\u00f3gicos de hepatites. Rea\u00e7\u00f5es fracamente reagentes sem outras anormalidades podem ser devidas a rea\u00e7\u00f5es falso-positivas.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">N\u00e3o reagente : aus\u00eancia de anticorpos<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Reagente : presen\u00e7a de anticorpos<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">HEPATITE B &#8211; Anti &#8211; HBc IgM<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:Anticorpos anti Core (M)<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Eletroquimioluminesc\u00eancia<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum n\u00e3o obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico de hepatite B. De maneira geral a presen\u00e7a de anticorpos IgM indica um processo de infec\u00e7\u00e3o recente ou aguda. Anticorpos IgM espec\u00edficos do v\u00edrus foram detectados na maioria das infec\u00e7\u00f5es virais agudas e s\u00e3o um marcadores seguros de doen\u00e7as agudas. As concentra\u00e7\u00f5es de IgM anti-HBc aumentam rapidamente em pacientes com uma infec\u00e7\u00e3o aguda. Concentra\u00e7\u00f5es elevadas de IgM anti-HBc IgM foram detectadas em paciente com infec\u00e7\u00e3o aguda por v\u00edrus da hepatite B. De um modo geral, o ant\u00edgeno de superf\u00edcie da hepatite B (HBsAg) tamb\u00e9m est\u00e1 presente como marcador sorol\u00f3gico em uma infec\u00e7\u00e3o aguda, embora haja casos nos quais n\u00e3o foi detectado. Na fase de convalescen\u00e7a, a IgM anti-HBc persiste ap\u00f3s o desaparecimento de HBsAg e diminui lentamente com o tempo. Na aus\u00eancia de informa\u00e7\u00f5es sobre outros marcadores do v\u00edrus da hepatite B (HBV), considera-se que um indiv\u00edduo com concentra\u00e7\u00f5es detect\u00e1veis de IgM anti-HBc pode estar infetado com o HBV ou j\u00e1 pode estar recuperado desta infec\u00e7\u00e3o. A IgM antiHBc tamb\u00e9m pode estar presente em paciente com infec\u00e7\u00e3o viral cr\u00f4nica por v\u00edrus da hepatite B. As concentra\u00e7\u00f5es, neste caso, s\u00e3o geralmente inferiores \u00e0quelas associadas com infec\u00e7\u00f5es agudas e podem aumentar ou diminuir com a agrava\u00e7\u00e3o da enfermidade. \u00c9 dif\u00edcil diferenciar entre a fase aguda e a fase cr\u00f4nica das infec\u00e7\u00f5es por v\u00edrus da hepatite B somente com o aux\u00edlio de marcadores vir\u00f3ticos que normalmente est\u00e3o presentes, como, por exemplo, HBsAg, anti-HBs, HBeAg, antiHBe e anti-HBc, j\u00e1 que quase todos estes marcadores est\u00e3o presentes em ambas as fases. Visto que h\u00e1 uma correla\u00e7\u00e3o elevada entre as concentra\u00e7\u00f5es elevadas de IgM anti-HBc e a infec\u00e7\u00e3o aguda por v\u00edrus de hepatite B, a an\u00e1lise para detectar a IgM anti-HBc poderia servir como auxiliar para distinguir uma hepatite aguda causada pelo HBV de infec\u00e7\u00f5es causadas por outros agentes, como, por exemplo, a hepatite A, a hepatite C ou o v\u00edrus delta.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">N\u00e3o reagente : aus\u00eancia de anticorpos<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Reagente : presen\u00e7a de anticorpos<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">HEPATITE B &#8211; Anti &#8211; HBe<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:Anticorpos anti-E da hepatite B<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Eletroquimioluminesc\u00eancia<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum n\u00e3o obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico diferencial, acompanhamento e progn\u00f3stico de infec\u00e7\u00e3o por hepatite B; confirma\u00e7\u00e3o do per\u00edodo de convalescen\u00e7a ap\u00f3s o desaparecimento do HBsAg (em conjunto com o anti-HBc). O aparecimento de anti-HBe em pacientes previamente reagentes para HBeAg indica um menor risco de infectividade. O n\u00e3o aparecimento de positividade para este marcador pode indicar atividade viral ou cronicidade da doen\u00e7a. Embora pacientes cr\u00f4nicos possam ser ou n\u00e3o positivos para HBeAg ou para anti-HBe, os pacientes positivos para anti-HBe s\u00e3o menos infectantes. Os anticorpos anti-HBe podem persistir por anos, embora costumeiramente desapare\u00e7am mais cedo do que os anti-HBc ou anti-HBs. O anti-HBe n\u00e3o deve ser utilizado como \u00fanico marcador viral para HBV. Interferentes: uso de contraste radiol\u00f3gico iodado, medicamentos \u00e0 base de anticorpos murinos.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">N\u00e3o reagente : aus\u00eancia de anticorpos<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Reagente : presen\u00e7a de anticorpos<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">HEPATITE B &#8211; Anti &#8211; HBs<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:Anti -HBsAg<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Eletroquimioluminesc\u00eancia<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum n\u00e3o obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico diferencial, acompanhamento e progn\u00f3stico de infec\u00e7\u00e3o por hepatite B; avalia\u00e7\u00e3o de imunidade em indiv\u00edduos sujeitos a risco de cont\u00e1gio com HBV; avalia\u00e7\u00e3o de efic\u00e1cia do protocolo de imuniza\u00e7\u00e3o para HBV. Os anticorpos anti-HBs est\u00e3o presentes ap\u00f3s vacina\u00e7\u00e3o para hepatite B (isoladamente ou em conjunto com outros marcadores). A presen\u00e7a de anti-HBs n\u00e3o \u00e9 um indicador absoluto de infec\u00e7\u00e3o por HBV resolvida, nem de prote\u00e7\u00e3o de infec\u00e7\u00e3o futura. T\u00edtulos baixos de anti-HBs n\u00e3o conferem imunidade. Alguns trabalhos t\u00eam documentado que indiv\u00edduos com t\u00edtulos entre 10 e 50 U de anti HBs estariam sujeitos a contamina\u00e7\u00e3o pelo VHB. Interferentes: uso recente de gamaglobulina hiper imune para HBV.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">N\u00e3o reagente : at\u00e9 10,0 mUI\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Obs:resultados entre 10,0 a 100,0 mUI\/mL devem ser confirmados com um segundo teste ap\u00f3s 30 dias.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Habitualmente pacientes imunes apresentam resultados maiores que 100,0 mUI\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Limite de Detec\u00e7\u00e3o: 2,0 mUI\/mL<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">HEPATITE C &#8211; Anti &#8211; HCV<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:Anti-HCV<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Quimioluminesc\u00eancia<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum n\u00e3o obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico diferencial de hepatites cr\u00f4nicas; triagem (unidades de sangue, receptores e doadores de \u00f3rg\u00e3os, acidentes em trabalhadores de sa\u00fade, pacientes submetidos \u00e0 di\u00e1lise, contato \u00edntimo, parenteral ou sexual com pessoas reconhecidamente contaminadas pelo HCV, crian\u00e7as de m\u00e3es infectadas); avalia\u00e7\u00e3o de crioglobulinemia mista essencial, glomerulonefrites proliferativa e porfiria cut\u00e2nea tarda. A presen\u00e7a de anticorpos anti-HCV indica contato anterior com o v\u00edrus HCV. Esta condi\u00e7\u00e3o deve ser confirmada com m\u00e9todos posteriores (RIBA, PCR-RNA quantitativo\/qualitativo e bi\u00f3psia) e correlacionada com dados cl\u00ednicos e de fun\u00e7\u00e3o hep\u00e1tica no estabelecimento de quadro patol\u00f3gico por HCV. O HCV \u00e9 um dos agentes infecciosos mais relatados em quadros p\u00f3s-transfusionais. A infec\u00e7\u00e3o por HCV pode variar desde quadros assintom\u00e1ticos at\u00e9 quadros de carcinoma hepatocelular ou cirrose hep\u00e1tica. Resultados falso-positivos: doen\u00e7as reumatol\u00f3gicas (em pacientes que desenvolvem anticorpos anti-BSA &#8211; albumina bovina), uso de imunoglobulinas intravenosas, paraproteinemias, presen\u00e7a de anticorpos anti-idi\u00f3tipos. Resultados falso-negativos: infec\u00e7\u00e3o aguda recent\u00edssima, imunossupress\u00e3o, imunoincompet\u00eancia, m\u00e1 conserva\u00e7\u00e3o das amostras.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">N\u00e3o reagente : aus\u00eancia de anticorpos<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Reagente : presen\u00e7a de anticorpos<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Considera\u00e7\u00e3o :<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Em caso de resultado Reagente, a crit\u00e9rio cl\u00ednico, sugere-se realiza\u00e7\u00e3o de exame confirmat\u00f3rio por Biologia Molecular (HCV &#8211; RNA).<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">HEPATITE C &#8211; Quantifica\u00e7\u00e3o + Genotipagem<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:Plasma com PPT BD<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:HCV &#8211; GENOTIPAGEM<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:PCR em Tempo Real &#8211; Abbott Real Time PCR \/ RT-PCR e Sequenciamento Autom\u00e1tico de cDNA<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:12 dia(s)<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">N\u00e3o Detectado<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">A genotipagem do HCV \u00e9 usada no progn\u00f3stico e indica\u00e7\u00e3o do tratamento. Pacientes\u00a0 infectados com gen\u00f3tipos 1 e 4 com carga viral elevada necessitam de tratamento mais prolongado do que outros gen\u00f3tipos.(seg. Confer\u00eancia Internacional de Consenso &#8211; fevereiro de 1999.)<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">HEPATITE D<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:Hepatite Delta<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:ELISA<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum n\u00e3o obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico da hepatite delta. Infec\u00e7\u00f5es com o v\u00edrus delta (HDV) s\u00e3o sempre vistas em associa\u00e7\u00e3o com v\u00edrus da hepatite B (HBV), podendo aparecer como uma infec\u00e7\u00e3o simult\u00e2nea ou como uma superexposi\u00e7\u00e3o a um caso de hepatite B cr\u00f4nica (o v\u00edrus delta \u00e9 um v\u00edrus RNA que necessita da presen\u00e7a do HBV para que ocorra a replica\u00e7\u00e3o). O diagn\u00f3stico sorol\u00f3gico depende do achado do ant\u00edgeno ou da presen\u00e7a do anticorpo anti-HDV. A simult\u00e2nea avalia\u00e7\u00e3o de anti-HBc IgM poder\u00e1 ajudar a diferenciar a co-infec\u00e7\u00e3o presente da superinfec\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">N\u00e3o reagente : Aus\u00eancia de Anticorpos da Hepatite Delta<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Reagente : Presen\u00e7a do Anticorpo da Hepatite Delta<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">HERPES 1e 2 &#8211; Anticorpos IgG<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Quimioluminesc\u00eancia<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum necess\u00e1rio.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico de herpes tipo 1 e 2. ( tipo 1 ; face e tronco e tipo 2 infec\u00e7\u00f5es da genit\u00e1lia, por\u00e9m ambos podem infectar qualquer \u00e1rea da pele ou das mucosas).Aproximadamente 85% dos adultos apresentam evid\u00eancia sorol\u00f3gica de infec\u00e7\u00f5es por herpes simples do tipo 1 (SV-1), mais freq\u00fcentemente adquiridas assintomaticamente durante a inf\u00e2ncia. Ocasionalmente, infec\u00e7\u00f5es prim\u00e1rias podem se manifestar como uma gengivoestomatite severa. A seguir, o indiv\u00edduo pode apresentar surtos recorrentes autolimitados, provocados pela exposi\u00e7\u00e3o \u00e0 luz solar, por cirurgia orofacial, por febre ou uma infec\u00e7\u00e3o viral. As infec\u00e7\u00f5es pelo herpes simples v\u00edrus apresentam-se como desafios, cada vez maiores, para diversas \u00e1reas da medicina, por serem dotadas de v\u00e1rias peculiariedades. Dentre elas, citam-se a capacidade do v\u00edrus permanecer em lat\u00eancia por longos per\u00edodos de tempo, podendo sofrer reativa\u00e7\u00e3o peri\u00f3dica, gerando doen\u00e7a cl\u00ednica ou sub-cl\u00ednica. O herpes simples v\u00edrus \u00e9 comumente associado a les\u00f5es de membranas mucosas e pele, ao redor da cavidade oral (herpes orolabial) e da genit\u00e1lia (herpes anogenital). O v\u00edrus do herpes simples determina quadros vari\u00e1veis benignos ou graves. H\u00e1 dois tipos de v\u00edrus: o tipo-1, respons\u00e1vel por infec\u00e7\u00f5es na face e tronco, e o tipo-2, relacionado \u00e0s infec\u00e7\u00f5es na genit\u00e1lia e de transmiss\u00e3o geralmente sexual. Entretanto, ambos os v\u00edrus podem infectar qualquer \u00e1rea da pele ou das mucosas. As manifesta\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas s\u00e3o distintas e relacionadas, ao estado imunol\u00f3gico do hospedeiro. A primo-infec\u00e7\u00e3o herp\u00e9tica \u00e9, em geral, sub-cl\u00ednica e passa despercebida; o indiv\u00edduo torna-se portador do v\u00edrus sem apresentar sintomas. Em pequena porcentagem de indiv\u00edduos, a infec\u00e7\u00e3o \u00e9 grave e prolongada, perdurando por algumas semanas. Ap\u00f3s a infec\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria, o v\u00edrus pode ficar em estado de lat\u00eancia em g\u00e2nglios de nervos cranianos ou da medula. Quando reativado por v\u00e1rias causas, o v\u00edrus migra atrav\u00e9s de nervo perif\u00e9rico, retorna \u00e0 pele ou mucosa e produz a erup\u00e7\u00e3o do herpes simples recidivante. O esfrega\u00e7o de Tzank (de ves\u00edcula) \u00e9 positivo para c\u00e9lulas epiteliais gigantes multinucleadas. Os testes imunoenzim\u00e1ticos para pesquisa de anticorpos IgG e IgM s\u00e3o mais sens\u00edveis e diferenciam a fase cr\u00f4nica da aguda.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">N\u00e3o reagente : &lt; 0,9<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Inconclusivo : 0,9 a 1,1<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Reagente : &gt; 1,1<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">HERPES 1e 2 &#8211; Anticorpos IgM<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Quimioluminesc\u00eancia<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum de 8 horas necess\u00e1rio.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico de herpes tipo 1 e 2. ( tipo 1 ; face e tronco e tipo 2 infec\u00e7\u00f5es da genit\u00e1lia, por\u00e9m ambos podem infectar qualquer \u00e1rea da pele ou das mucosas).Aproximadamente 85% dos adultos apresentam evid\u00eancia sorol\u00f3gica de infec\u00e7\u00f5es por herpes simples do tipo 1 (SV-1), mais freq\u00fcentemente adquiridas assintomaticamente durante a inf\u00e2ncia. Ocasionalmente, infec\u00e7\u00f5es prim\u00e1rias podem se manifestar como uma gengivoestomatite severa. A seguir, o indiv\u00edduo pode apresentar surtos recorrentes autolimitados, provocados pela exposi\u00e7\u00e3o \u00e0 luz solar, por cirurgia orofacial, por febre ou uma infec\u00e7\u00e3o viral. As infec\u00e7\u00f5es pelo herpes simples v\u00edrus apresentam-se como desafios, cada vez maiores, para diversas \u00e1reas da medicina, por serem dotadas de v\u00e1rias peculiariedades. Dentre elas, citam-se a capacidade do v\u00edrus permanecer em lat\u00eancia por longos per\u00edodos de tempo, podendo sofrer reativa\u00e7\u00e3o peri\u00f3dica, gerando doen\u00e7a cl\u00ednica ou sub-cl\u00ednica. O herpes simples v\u00edrus \u00e9 comumente associado a les\u00f5es de membranas mucosas e pele, ao redor da cavidade oral (herpes orolabial) e da genit\u00e1lia (herpes anogenital). O v\u00edrus do herpes simples determina quadros vari\u00e1veis benignos ou graves. H\u00e1 dois tipos de v\u00edrus: o tipo-1, respons\u00e1vel por infec\u00e7\u00f5es na face e tronco, e o tipo-2, relacionado \u00e0s infec\u00e7\u00f5es na genit\u00e1lia e de transmiss\u00e3o geralmente sexual. Entretanto, ambos os v\u00edrus podem infectar qualquer \u00e1rea da pele ou das mucosas. As manifesta\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas s\u00e3o distintas e relacionadas, ao estado imunol\u00f3gico do hospedeiro. A primo-infec\u00e7\u00e3o herp\u00e9tica \u00e9, em geral, sub-cl\u00ednica e passa despercebida; o indiv\u00edduo torna-se portador do v\u00edrus sem apresentar sintomas. Em pequena porcentagem de indiv\u00edduos, a infec\u00e7\u00e3o \u00e9 grave e prolongada, perdurando por algumas semanas. Ap\u00f3s a infec\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria, o v\u00edrus pode ficar em estado de lat\u00eancia em g\u00e2nglios de nervos cranianos ou da medula. Quando reativado por v\u00e1rias causas, o v\u00edrus migra atrav\u00e9s de nervo perif\u00e9rico, retorna \u00e0 pele ou mucosa e produz a erup\u00e7\u00e3o do herpes simples recidivante. O esfrega\u00e7o de Tzank (de ves\u00edcula) \u00e9 positivo para c\u00e9lulas epiteliais gigantes multinucleadas. Os testes imunoenzim\u00e1ticos para pesquisa de anticorpos IgG e IgM s\u00e3o mais sens\u00edveis e diferenciam a fase cr\u00f4nica da aguda.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">N\u00e3o reagente : &lt; 0,75<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Inconclusivo : 0,75 a 1,25<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Reagente : &gt; 1,25<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">HIV 1 e 2 &#8211; Anticorpos<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:ELISA<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .: 5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum n\u00e3o necess\u00e1rio<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 O v\u00edrus da imunodefici\u00eancia humana (HIV) \u00e9 isolado de casos de s\u00edndrome de imunodefici\u00eancia adquirida (AIDS), doen\u00e7a que se caracteriza por uma progressiva e fatal deteriora\u00e7\u00e3o do sistema imune. Associados \u00e0 infec\u00e7\u00e3o HIV ocorrem doen\u00e7as oportunistas (pneumocistose, toxoplasmose, candid\u00edase), neoplasias (sarcoma de Kaposi, linfomas B) e complexo demencial. O v\u00edrus entra no organismo na forma livre ou atrav\u00e9s de c\u00e9lulas infectadas; \u00e9 transmitido por via sexual, produtos sang\u00fc\u00edneos e aleitamento, dando in\u00edcio ao processo patog\u00eanico que resultar\u00e1 em morte a longo prazo do indiv\u00edduo. Na viremia inicial, poucas semanas ap\u00f3s a infec\u00e7\u00e3o, h\u00e1 replica\u00e7\u00e3o de v\u00edrus com uma s\u00f3 especialidade, embora a popula\u00e7\u00e3o de v\u00edrus doador seja antigenicamente heterog\u00eanea. Aparecem mutantes e esta popula\u00e7\u00e3o passa a dominar na fase tardia da infec\u00e7\u00e3o. A resposta de anticorpos ocorre quando a viremia inicial diminui e o quadro persiste at\u00e9 o aparecimento da doen\u00e7a. Anticorpos s\u00e3o neutralizantes do agente infeccioso, havendo forte correla\u00e7\u00e3o entre essa atividade e a habilidade de bloquear a intera\u00e7\u00e3o entre gp 120\/160 e CD4. O v\u00edrus pertence ao g\u00eanero Lentivirus, da fam\u00edlia Retroviridae. Ap\u00f3s a penetra\u00e7\u00e3o na c\u00e9lula por fus\u00e3o com a membrana, o core viral se desintegra e o HIV transcreve o seu RNA em DNA atrav\u00e9s da transcriptase reversa. O DNA viral pode permanecer no citoplasma ou integrar-se ao genoma da c\u00e9lula, sob forma de pr\u00f3-v\u00edrus, latente por tempo vari\u00e1vel, replicando toda vez que a c\u00e9lula entra em divis\u00e3o. A acumula\u00e7\u00e3o destas part\u00edculas no citoplasma tem sido associada \u00e0 morte celular isolada. A uni\u00e3o das prote\u00ednas virais e genoma para forma\u00e7\u00e3o de virion se d\u00e1 no citoplasma, liberando-se por brotamento atrav\u00e9s de fus\u00e3o com a membrana celular.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">N\u00e3o reagente : aus\u00eancia de anticorpos do HIV<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Reagente : presen\u00e7a de anticorpos do HIV<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Conforme Portaria n\u00b0 151 de 14\/10\/09 do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Eletroquimioluminesc\u00eancia (ECLIA) Roche: Pesquisa simult\u00e2nea de Ant\u00edgeno p24 e anticorpos para HIV-1 incluindo grupo O e para HIV-2.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Quimioluminesc\u00eancia (CLIA) Abbott: Pesquisa simult\u00e2nea de Ant\u00edgeno p24 e anticorpos de HIV-1 (grupos M e O) e de HIV-2.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">MEIA Abbott &#8211; Ant\u00edgeno recombinantes : env. HIV 1 grupo M, env. HIV 1 &#8211; grupo O, n\u00facleo HIV 1 e env. HIV 2 e pesquisa de pept\u00eddeos sint\u00e9ticos correspondentes ao envelope do HIV-1 e do envelope do HIV-2.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Obs1: resultados reagentes dever\u00e3o ser confirmados com outros exames complementares (WB e PCR)e cl\u00ednicos p\/ confirmar o diagn\u00f3stico laboratorial.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Obs2: No caso de Resultados N\u00e3o Reagentes ou Indeterminados, persistindo a suspeita cl\u00ednica de infec\u00e7\u00e3o pelo HIV, uma nova amostra dever\u00e1 ser coletada,30(trinta) dias ap\u00f3s a data de coleta desta amostra.<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\"><span lang=\"\\&quot;\\\\&quot;EN-US\\\\&quot;\\&quot;\">HIV &#8211; WESTERN &#8211; BLOT<\/span><\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\"><span lang=\"\\&quot;\\\\&quot;EN-US\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:soro<\/span><\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\"><span lang=\"\\&quot;\\\\&quot;EN-US\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:Western Bloting<\/span><\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Western blot<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .: 7 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum n\u00e3o obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Ver HIV 1 e 2 &#8211; Anticorpos (2 M\u00e9todos).<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">N\u00e3o Reagente : Aus\u00eancia de bandas;<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Reagente : Presen\u00e7a de, no m\u00ednimo, 2 (duas) bandas dentre as: gp160\/120; gp 41;p24.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Indeterminado: Qualquer outro padr\u00e3o de bandas diferente dos descritos acima.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">A banda espec\u00edfica para HIV-2 ser\u00e1 descrita na observa\u00e7\u00e3o quando presente.<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">HLA B27 &#8211; Detec\u00e7\u00e3o por PCR<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:Sangue total com EDTA<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:Pesquisa do HLA B27 histocompatibilidade<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:PCR (Rea\u00e7\u00e3o em Cadeia p\/ Polimerase) &#8211; Sistema Sybr Green<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum de 8 horas obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 O Complexo Principal de Histocompatibildade Humano (CPH) est\u00e1 localizado no bra\u00e7o curto do cromossomo 6 ocupando um segmento de aproximadamente 3.500 Kb. O CPH humano \u00e9 constitu\u00eddo por 3 agrupamentos principais de genes designados de regi\u00f5es de classe I, de classe II e de classe III. Os produtos dos genes de classe I e classe II s\u00e3o expressos na superf\u00edcie de uma variedade de c\u00e9lulas e s\u00e3o chamados de mol\u00e9culas ou ant\u00edgenos do CPH. Na regi\u00e3o de classe I est\u00e3o os genes estruturais para as mol\u00e9culas HLA de classe I cl\u00e1ssicas HLA-A, B e C, al\u00e9m dos genes n\u00e3o cl\u00e1ssicos HLA-E, F e G. A combina\u00e7\u00e3o dos alelos de cada um dos loci de um \u00fanico cromossomo \u00e9 denominado hapl\u00f3tipo sendo transmitida \u00e0 descend\u00eancia como uma unidade atrav\u00e9s de heran\u00e7a mendeliana simples. Cada indiv\u00edduo pode herdar uma das quatro poss\u00edveis combina\u00e7\u00f5es dos hapl\u00f3tipos materno e paterno. Com base nesta heran\u00e7a h\u00e1 25% de chance de 2 irm\u00e3os compartilharem o mesmo hapl\u00f3tipo, e desta forma serem HLA id\u00eanticos, 50% de chance de compartilharem um hapl\u00f3tipo (haploid\u00eanticos) e 25% de chance de apresentarem 2 hapl\u00f3tipos distintos, e desta forma serem HLA incompat\u00edveis. Os ant\u00edgenos HLA de classe I e II s\u00e3o glicoprote\u00ednas que diferem quanto a sua estrutura, distribui\u00e7\u00e3o tissular e fun\u00e7\u00e3o. As mol\u00e9culas HLA de classe I apresentam pept\u00eddios end\u00f3genos para os linf\u00f3citos T CD8+ (citot\u00f3xicos) e desta forma participam da fase efetora da resposta imune.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">N\u00e3o Detectado<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">HOMOCISTE\u00cdNA<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:soro ou plasma<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Quimioluminesc\u00eancia<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum de 8 horas obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico e monitoramento de casos de homocistin\u00faria; marcador independente de risco para aterosclerose cerebral e coronariana. A homociste\u00edna \u00e9 um amino\u00e1cido que cont\u00e9m enxofre, estando no soro na forma livre e conjugada. Estudos recentes mostram que valores moderadamente elevados s\u00e3o marcadores independentes para aterosclerose e tromboembolismo, associados a doen\u00e7as cardiovasculares, perif\u00e9ricas e cerebrais. Os pacientes com hiperhomocisteinemia tamb\u00e9m est\u00e3o associados a maior risco relativo para trombose venosa profunda. A hiperhomocistin\u00faria (caracterizada pela presen\u00e7a de altas concentra\u00e7\u00f5es de homociste\u00edna na urina) est\u00e1 inclu\u00edda no grupo de erros inatos do metabolismo. A doen\u00e7a \u00e9 associada com anormalidades vasculares, esquel\u00e9ticas, oculares e centrais. Estes pacientes est\u00e3o sujeitos a alto risco relativo para o desenvolvimento de embolia pulmonar, acidente vascular cerebral e infarto do mioc\u00e1rdio. Os n\u00edveis de homociste\u00edna s\u00e9rica podem estar aumentados em resposta a tabagismo e defici\u00eancia de folatos e vitamina B12.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Homem : 4,0 a 12,0 umol\/L<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Mulher : 4,0 a 10,0 umol\/L<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Obs : Um grande n\u00famero de medicamentos podem interagir com o metabolismo da homociste\u00edna\u00a0 aumentando significativamente os seus n\u00edveis.<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">HORM\u00d4NIO DO CRESCIMENTO HUMANO &#8211; HGH<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:Soro Congelado<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:HGH, GH, horm\u00f4nio somatotr\u00f3fico ou somatotrofina<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Quimioluminesc\u00eancia<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:7 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: avalia\u00e7\u00e3o do crescimento; diagn\u00f3stico de gigantismo e acromegalia. O horm\u00f4nio de crescimento (HGH) \u00e9 um polipept\u00eddio produzido na hip\u00f3fise anterior, que estimula a produ\u00e7\u00e3o de somatomedinas pelo f\u00edgado, atuando sobre o crescimento. A secre\u00e7\u00e3o do HGH \u00e9 puls\u00e1til, ocorrendo cerca de oito picos di\u00e1rios em jovens; nos adultos, esses picos s\u00e3o raros. Nos casos de suspeita de defici\u00eancia de HGH, podem ser realizados testes de est\u00edmulo (p\u00f3s-exerc\u00edcio, atensina, clonidina, insulina, glucagon, L-Dopa). Pode ocorrer libera\u00e7\u00e3o de HGH em condi\u00e7\u00f5es fisiol\u00f3gicas ap\u00f3s stress, exerc\u00edcio f\u00edsico e sono. Interferentes: stress +.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Homens: at\u00e9 3,0 ng\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Mulheres: at\u00e9 8,0 ng\/mL<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">HORM\u00d4NIO FOL\u00cdCULO ESTIMULANTE &#8211; FSH<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:FSH, Gonadotrofina hipofis\u00e1ria<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Quimioluminesc\u00eancia<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum n\u00e3o necess\u00e1rio.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico de dist\u00farbios da fun\u00e7\u00e3o gonadal; diagn\u00f3stico de tumores pituit\u00e1rios; diagn\u00f3stico e acompanhamento de quadros de infertilidade. O horm\u00f4nio fol\u00edculo estimulante (FSH ou folitropina), \u00e9 uma glicoprote\u00edna produzida pela gl\u00e2ndula pituit\u00e1ria anterior. Sua produ\u00e7\u00e3o \u00e9 regulada pelo GnRH (horm\u00f4nio hipotal\u00e2mico liberador de gonadotropina). Nas mulheres, o FSH estimula o crescimento folicular, prepara os fol\u00edculos ovarianos para a a\u00e7\u00e3o do LH e aumenta a libera\u00e7\u00e3o LH-induzida de estrog\u00eanio. Nos homens, o FSH estimula o desenvolvimento testicular e dos t\u00fabulos semin\u00edferos, al\u00e9m de estar envolvido nos est\u00e1gios iniciais da espermatog\u00eanese. Em mulheres ap\u00f3s a menopausa, a secre\u00e7\u00e3o diminu\u00edda de estradiol resulta em aumento nos n\u00edveis de FSH e LH. A insufici\u00eancia prim\u00e1ria testicular tamb\u00e9m resulta em aumento dos n\u00edveis de FSH e LH. A secre\u00e7\u00e3o de FSH e LH ocorre de forma intermitente, em resposta ao GnRH. Em mulheres, sua concentra\u00e7\u00e3o varia no curso do ciclo menstrual, atingindo picos no per\u00edodo ovulat\u00f3rio. Assim, a interpreta\u00e7\u00e3o de uma \u00fanica determina\u00e7\u00e3o pode ser dificultada. Valores aumentados: menopausa, hipogonadismo prim\u00e1rio, tumores secretores de gonadotropinas pituit\u00e1rias, aplasia de c\u00e9lulas germinais, alcoolismo, castra\u00e7\u00e3o, s\u00edndrome de Turner, s\u00edndrome de Klinefelter, puberdade precoce. Valores diminu\u00eddos: hipogonadismo secund\u00e1rio ou terci\u00e1rio, anorexia nervosa, hemocromatose, doen\u00e7a pituit\u00e1ria ou hipotal\u00e2mica, hiperprolactinemia, hiperplasia adrenal cong\u00eanita, uso de estrog\u00eanios e androg\u00eanios.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Mulheres<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Fase folicular : 2,50 a 10,20 mUI\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Meio do ciclo : 3,40 a 33,40 mUI\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Fase lutea : 1,50 a 9,10 mUI\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Posmenopausa : 23,00 a 116,00 mUI\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Homens : 1,60 a 8,00 mUI\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Menina Menino<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">0 a 9 anos :0,50 a 4,50 &lt; 3,00 mUI\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">10 a 13 anos :0,40 a 6,50 0,30 a 4,00 mUI\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">14 a 17 anos :0,80 a 8,50 0,40 a 7,40 mUI\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Limite de detec\u00e7\u00e3o: 0,3 mUI\/ml<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">HORM\u00d4NIO LUTEINIZANTE &#8211; LH<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:LH, Gonadotrofina hipofis\u00e1ria<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Quimioluminesc\u00eancia<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum n\u00e3o obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: investiga\u00e7\u00e3o de infertilidade (distin\u00e7\u00e3o entre hipogonadismo prim\u00e1rio ou secund\u00e1rio a defici\u00eancia hipotal\u00e2mica\/pituit\u00e1ria); identifica\u00e7\u00e3o de ovula\u00e7\u00e3o em dist\u00farbios menstruais. O horm\u00f4nio luteinizante (LH) \u00e9 uma glicoprote\u00edna produzida pela gl\u00e2ndula pituit\u00e1ria anterior. Sua produ\u00e7\u00e3o \u00e9 regulada pelo GnRH (horm\u00f4nio hipotal\u00e2mico liberador de gonadotropina). Nas mulheres, o LH estimula a produ\u00e7\u00e3o de ester\u00f3ides ovarianos e a ovula\u00e7\u00e3o. Nos homens, controla a secre\u00e7\u00e3o de testosterona a partir das c\u00e9lulas de Leidig. Nas mulheres as concentra\u00e7\u00f5es de LH s\u00e3o baixas durante a fase folicular do ciclo menstrual, aumentando at\u00e9 um pico no meio do ciclo para causar a ovula\u00e7\u00e3o, caindo a n\u00edveis baixos durante a fase folicular. Ap\u00f3s a menopausa, os n\u00edveis de LH sobem para valores altos, a exemplo de homens castrados. Valores aumentados: hipogonadismo prim\u00e1rio, menopausa, fase l\u00fatea do ciclo menstrual, tumores produtores de GnRH, doen\u00e7a do ov\u00e1rio polic\u00edstico. Valores diminu\u00eddos: hipogonadismo secund\u00e1rio (insufici\u00eancia hipotal\u00e2mica, se responder a est\u00edmulo com GnRH; insufici\u00eancia pituit\u00e1ria, se n\u00e3o houver resposta).<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Mulheres<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Fase folicular : 1,90 a 12,50 mUI\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Fase ovulat\u00f3ria : 8,70 a 76,30 mUI\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Fase lutea : 0,50 a 16,90 mUI\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Pos-menopausa : 15,90 a 54,00 mUI\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Contraceptivos : 0,70 a 5,60 mUI\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Homens 17 a 70 anos : 1,50 a 9,30 mUI\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Crian\u00e7a<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">1 a 7 anos: Masculino &lt;0.10 mUI\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Feminino &lt;0.45 mUI\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">8 a 9 anos: Masculino &lt;0.44 mUI\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Feminino &lt;3.36 mUI\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">10 a 11 anos: Masculino &lt;2.28 mUI\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Feminino &lt;5.65 mUI\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">12 a 14 anos: Masculino 0.31 a 5,29 mUI\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Feminino &lt;11.00 mUI\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">15 a 17 anos: Masculino 0,15 a 5,33 mUI\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Feminino &lt;15.80 mUI\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Limite de detec\u00e7\u00e3o: 0,07 mUI\/mL<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">HTLV I\/II &#8211; Anticorpos<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Quimioluminesc\u00eancia<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:7 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum n\u00e3o obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: rastreamento das infec\u00e7\u00f5es pelo v\u00edrus HTLV 1 e 2. Os v\u00edrus HTLV 1 e 2 s\u00e3o pertencentes \u00e0 fam\u00edlia dos Retrovirus, n\u00e3o estando associados a infec\u00e7\u00f5es pelo HIV. Em 95% dos casos ocorre infec\u00e7\u00e3o desprovida de altera\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas. Nos 5% restantes, pode haver evolu\u00e7\u00e3o para leucemia de c\u00e9lulas T (em adultos), parapresia tropical esp\u00e1stica e doen\u00e7as cr\u00f4nicas musculares. Os testes enzim\u00e1ticos n\u00e3o distinguem entre HTLV 1 e HTLV 2. Existe a necessidade de confirma\u00e7\u00e3o posterior da positividade por Wertern-Blot.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">N\u00e3o reagente : Aus\u00eancia de anticorpos<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Obs.: Sugere-se, a crit\u00e9rio m\u00e9dico, que os resultados reagentes e inconclusivos sejam confirmados com Western Blot para HTLV I e II.<\/p>\n<p><a name=\"I\"><\/a><\/p>\n<h2>Exames &#8211; I<\/h2>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">IgE ESPEC\u00cdFICO<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Fluoresc\u00eancia Enzim\u00e1tica (FEIA)\/Immunocap<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum de 4h ou conforme orienta\u00e7\u00e3o m\u00e9dica.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: detec\u00e7\u00e3o de poss\u00edveis respostas al\u00e9rgicas a v\u00e1rias subst\u00e2ncias espec\u00edficas ambientais, de natureza animal ou vegetal ou mesmo sint\u00e9tica, respirat\u00f3rias ou alimentares; diagn\u00f3stico diferencial de eczema at\u00f3pico, alergias respirat\u00f3rias e asma. A imunoglobulina E \u00e9 uma classe de anticorpos que medeia uma variedade de rea\u00e7\u00f5es de hipersensibilidade, por degranula\u00e7\u00e3o de bas\u00f3filos e mast\u00f3citos. A presen\u00e7a de IgE espec\u00edfica para determinado al\u00e9rgeno, em quantidades superiores ao referencial, pode estar associada a um aumento de risco relativo para o desenvolvimento de sintomas de hipersensibilidade mediada por IgE, principalmente em indiv\u00edduos at\u00f3picos. Os n\u00edveis de IgE espec\u00edfica nem sempre est\u00e3o associados \u00e0 severidade dos quadros.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">**Varia\u00a0 de acordo com o pat\u00f3geno**<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">IGFBP-3 &#8211; Prote\u00edna ligadora IGF-I tipo 3<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:IGFBP &#8211; 3, IGF- I tipo 3<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Quimioluminesc\u00eancia<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum de 8 horas<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: avalia\u00e7\u00e3o de v\u00e1rias situa\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas (atraso no crescimento, acromegalia, estado nutricional). A secre\u00e7\u00e3o de GH (horm\u00f4nio do crescimento) flutua ao longo do dia, tendo uma meia vida de 15 a 20 minutos. As concentra\u00e7\u00f5es de IGFBP-3 t\u00eam uma varia\u00e7\u00e3o di\u00e1ria muito pequena, podendo oferecer informa\u00e7\u00e3o mais segura e \u00fatil. Os n\u00edveis de IGFBP-3 s\u00e3o menos dependentes da idade, sendo mais altos em crian\u00e7as jovens que os n\u00edveis de IGF-1. Isto permite uma melhor diferencia\u00e7\u00e3o entre os n\u00edveis normais e subnormais. As dosagens de IGFBP-3 s\u00e3o \u00fateis tamb\u00e9m para monitorar a efic\u00e1cia do tratamento por defici\u00eancia de GH. Uma combina\u00e7\u00e3o das dosagens de IGFBP-3 e IGF-1 pode prover uma melhor avalia\u00e7\u00e3o quanto \u00e0 avalia\u00e7\u00e3o de estatura baixa em crian\u00e7as. Valores aumentados: acromegalia. Valores diminu\u00eddos: atraso no crescimento, estado nutricional.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Idade(anos): Homem(ng\/mL) : Mulher(ng\/mL)<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">0 a 1 : 1030,0 a 3090,0 : 1030,0 a 3090,0<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">2 a 7 : 1100,0 a 4230,0 : 1100,0 a 4230,0<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">8 a 11 : 1250,0 a 7060,0 : 2060,0 a 7740,0<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">12 a 18 : 1820,0 a 7060,0 : 1800,0 a 7740,0<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">19 a 30 : 1730,0 a 7380,0 : 2050,0 a 7600,0<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">31 a 40 : 1730,0 a 7260,0 : 1730,0 a 7260,0<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">41 a 70 : 2020,0 a 4310,0 : 2020,0 a 4310,0<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">71 ou mais: 2698,0 a 5688,0 : 2462,0 a 5274,0<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">IGG &#8211; 1 &#8211; Subclasse de IgG<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:IgG1<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Nefelometria<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum de 8 horas<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: avalia\u00e7\u00e3o de infec\u00e7\u00f5es repetidas por bact\u00e9rias; suspeita de imunodefici\u00eancias. Em adultos normais, a IgG constitui 75% das imunoglobulinas. Dentro da classe de IgG, est\u00e3o as concentra\u00e7\u00f5es das 4 subdivis\u00f5es de classe: IgG1, 60-70%; IgG2, 14-20%; IgG3, 4-8%; e IgG4, 2-6%. A IgG \u00e9 a \u00fanica classe de imunoglobulina que atravessa a barreira da placenta em humanos, sendo a respons\u00e1vel pela prote\u00e7\u00e3o do rec\u00e9m-nascido durante os primeiros meses de vida. As subdivis\u00f5es de classe n\u00e3o s\u00e3o dotadas igualmente desta propriedade; a IgG2 \u00e9 transferida mais lentamente que as outras. As subdivis\u00f5es de classe fixam complemento na ordem seguinte de efici\u00eancia descendente: IgG3, IgG1, IgG2, e IgG4. A IgG4 n\u00e3o pode fixar complemento pelo caminho cl\u00e1ssico, mas pode ser ativada no caminho alternado. Existem evid\u00eancias recentes de que muitas infec\u00e7\u00f5es podem ocorrer devido ao fracasso na produ\u00e7\u00e3o das propor\u00e7\u00f5es normais das subdivis\u00f5es de classe, particularmente a IgG2. A defici\u00eancia de IgG2 est\u00e1 relacionada com o aumento da susceptibilidade a infec\u00e7\u00f5es bacterianas, sendo freq\u00fcentemente associada com baixos n\u00edveis de IgG4 e defici\u00eancia seletiva de IgA. As concentra\u00e7\u00f5es s\u00e9ricas diminu\u00eddas de IgG2 ou IgG3 t\u00eam sido relacionadas a infec\u00e7\u00f5es recorrentes do trato respirat\u00f3rio. Alguns autores relataram a defici\u00eancia de IgG3 em adultos, associada a quadros de infec\u00e7\u00e3o pulmonar.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Idade IgG1<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">0 a 1 m\u00eas 240-1060 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">1 a 4 meses 180-670 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">4 a 6 meses 180-700 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">6 a 12 meses 200-770 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">1 a 1,5 anos 250-820 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">1,5 a 2 anos 290-850 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">2 a 3 anos 320-900 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">3 a 4 anos 350-940 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">4 a 6 anos 370-1000 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">6 a 9 anos 400-1080 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">9 a 12 anos 400-1150 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">12 a 18 anos 370-1280 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Adultos 490-1140 mg\/dL<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">IGG &#8211; 2 &#8211; Subclasse de IgG<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:IgG2<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Nefelometria<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum de 8 horas<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: avalia\u00e7\u00e3o de infec\u00e7\u00f5es repetidas por bact\u00e9rias; suspeita de imunodefici\u00eancias. Em adultos normais, a IgG constitui 75% das imunoglobulinas. Dentro da classe de IgG, est\u00e3o as concentra\u00e7\u00f5es das 4 subdivis\u00f5es de classe: IgG1, 60-70%; IgG2, 14-20%; IgG3, 4-8%; e IgG4, 2-6%. A IgG \u00e9 a \u00fanica classe de imunoglobulina que atravessa a barreira da placenta em humanos, sendo a respons\u00e1vel pela prote\u00e7\u00e3o do rec\u00e9m-nascido durante os primeiros meses de vida. As subdivis\u00f5es de classe n\u00e3o s\u00e3o dotadas igualmente desta propriedade; a IgG2 \u00e9 transferida mais lentamente que as outras. As subdivis\u00f5es de classe fixam complemento na ordem seguinte de efici\u00eancia descendente: IgG3, IgG1, IgG2, e IgG4. A IgG4 n\u00e3o pode fixar complemento pelo caminho cl\u00e1ssico, mas pode ser ativada no caminho alternado. Existem evid\u00eancias recentes de que muitas infec\u00e7\u00f5es podem ocorrer devido ao fracasso na produ\u00e7\u00e3o das propor\u00e7\u00f5es normais das subdivis\u00f5es de classe, particularmente a IgG2. A defici\u00eancia de IgG2 est\u00e1 relacionada com o aumento da susceptibilidade a infec\u00e7\u00f5es bacterianas, sendo freq\u00fcentemente associada com baixos n\u00edveis de IgG4 e defici\u00eancia seletiva de IgA. As concentra\u00e7\u00f5es s\u00e9ricas diminu\u00eddas de IgG2 ou IgG3 t\u00eam sido relacionadas a infec\u00e7\u00f5es recorrentes do trato respirat\u00f3rio. Alguns autores relataram a defici\u00eancia de IgG3 em adultos, associada a quadros de infec\u00e7\u00e3o pulmonar.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Idade IgG2<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">0 a 1 m\u00eas 87-410 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">1 a 4 meses 38-210 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">4 a 6 meses 34-210 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">6 a 12 meses 34-230 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">1 a 1,5 anos 38-240 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">1,5 a 2 anos 45-260 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">2 a 3 anos 52-280 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">3 a 4 anos 63-300 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">4 a 6 anos 72-340 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">6 a 9 anos 85-410 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">9 a 12 anos 98-480 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">12 a 18 anos 106-610 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Adultos 150-640 mg\/dL<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">IGG &#8211; 3 &#8211; Subclasse de IgG<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .: IgG3<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Nefelometria<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum de 8 horas<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: avalia\u00e7\u00e3o de infec\u00e7\u00f5es repetidas por bact\u00e9rias; suspeita de imunodefici\u00eancias. Em adultos normais, a IgG constitui 75% das imunoglobulinas. Dentro da classe de IgG, est\u00e3o as concentra\u00e7\u00f5es das 4 subdivis\u00f5es de classe: IgG1, 60-70%; IgG2, 14-20%; IgG3, 4-8%; e IgG4, 2-6%. A IgG \u00e9 a \u00fanica classe de imunoglobulina que atravessa a barreira da placenta em humanos, sendo a respons\u00e1vel pela prote\u00e7\u00e3o do rec\u00e9m-nascido durante os primeiros meses de vida. As subdivis\u00f5es de classe n\u00e3o s\u00e3o dotadas igualmente desta propriedade; a IgG2 \u00e9 transferida mais lentamente que as outras. As subdivis\u00f5es de classe fixam complemento na ordem seguinte de efici\u00eancia descendente: IgG3, IgG1, IgG2, e IgG4. A IgG4 n\u00e3o pode fixar complemento pelo caminho cl\u00e1ssico, mas pode ser ativada no caminho alternado. Existem evid\u00eancias recentes de que muitas infec\u00e7\u00f5es podem ocorrer devido ao fracasso na produ\u00e7\u00e3o das propor\u00e7\u00f5es normais das subdivis\u00f5es de classe, particularmente a IgG2. A defici\u00eancia de IgG2 est\u00e1 relacionada com o aumento da susceptibilidade a infec\u00e7\u00f5es bacterianas, sendo freq\u00fcentemente associada com baixos n\u00edveis de IgG4 e defici\u00eancia seletiva de IgA. As concentra\u00e7\u00f5es s\u00e9ricas diminu\u00eddas de IgG2 ou IgG3 t\u00eam sido relacionadas a infec\u00e7\u00f5es recorrentes do trato respirat\u00f3rio. Alguns autores relataram a defici\u00eancia de IgG3 em adultos, associada a quadros de infec\u00e7\u00e3o pulmonar.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Idade IgG3<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">0 a 1 m\u00eas 14-55 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">1 a 4 meses 14-70 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">4 a 6 meses 15-80 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">6 a 12 meses 15-97 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">1 a 1,5 anos 15-107 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">1,5 a 2 anos 15-113 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">2 a 3 anos 14-120 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">3 a 4 anos 13-126 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">4 a 6 anos 13-133 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">6 a 9 anos 13-142 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">9 a 12 anos 15-149 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">12 a 18 anos 18-163 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Adultos 20-110 mg\/dL<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">IGG &#8211; 4 &#8211; Subclasse de IgG<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:IgG4<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Nefelometria<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum de 8 horas<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: avalia\u00e7\u00e3o de infec\u00e7\u00f5es repetidas por bact\u00e9rias; suspeita de imunodefici\u00eancias. Em adultos normais, a IgG constitui 75% das imunoglobulinas. Dentro da classe de IgG, est\u00e3o as concentra\u00e7\u00f5es das 4 subdivis\u00f5es de classe: IgG1, 60-70%; IgG2, 14-20%; IgG3, 4-8%; e IgG4, 2-6%. A IgG \u00e9 a \u00fanica classe de imunoglobulina que atravessa a barreira da placenta em humanos, sendo a respons\u00e1vel pela prote\u00e7\u00e3o do rec\u00e9m-nascido durante os primeiros meses de vida. As subdivis\u00f5es de classe n\u00e3o s\u00e3o dotadas igualmente desta propriedade; a IgG2 \u00e9 transferida mais lentamente que as outras. As subdivis\u00f5es de classe fixam complemento na ordem seguinte de efici\u00eancia descendente: IgG3, IgG1, IgG2, e IgG4. A IgG4 n\u00e3o pode fixar complemento pelo caminho cl\u00e1ssico, mas pode ser ativada no caminho alternado. Existem evid\u00eancias recentes de que muitas infec\u00e7\u00f5es podem ocorrer devido ao fracasso na produ\u00e7\u00e3o das propor\u00e7\u00f5es normais das subdivis\u00f5es de classe, particularmente a IgG2. A defici\u00eancia de IgG2 est\u00e1 relacionada com o aumento da susceptibilidade a infec\u00e7\u00f5es bacterianas, sendo freq\u00fcentemente associada com baixos n\u00edveis de IgG4 e defici\u00eancia seletiva de IgA. As concentra\u00e7\u00f5es s\u00e9ricas diminu\u00eddas de IgG2 ou IgG3 t\u00eam sido relacionadas a infec\u00e7\u00f5es recorrentes do trato respirat\u00f3rio. Alguns autores relataram a defici\u00eancia de IgG3 em adultos, associada a quadros de infec\u00e7\u00e3o pulmonar.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Idade IgG4<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">0 a 1 m\u00eas 4-55 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">1 a 4 meses &lt;3-36 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">4 a 6 meses &lt;3-23 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">6 a 12 meses &lt;3-43 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">1 a 1,5 anos &lt;3-62 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">1,5 a 2 anos &lt;3-79 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">2 a 3 anos &lt;3-106 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">3 a 4 anos &lt;3-127 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">4 a 6 anos &lt;3-158 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">6 a 9 anos &lt;3-189 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">9 a 12 anos 3-210 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">12 a 18 anos 4-230 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Adultos 8-140 mg\/dL<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Imunofenotipagem para Linf\u00f3citos T CD3 e B CD19<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:Sangue total com EDTA<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:Timo dependentes e bursa dependentes<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Imunofenotipagem por Plataforma \u00danica<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:7 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum de 4 horas.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Monitoramento das popula\u00e7\u00f5es de linfocitos T e B em doen\u00e7as autoimunes, imunodefici\u00eancias, infec\u00e7\u00f5es virais e em Sindromes linfoproliferativas.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Idade CD3(mm) CD3% CD19(mm) CD19%<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">0-11m: 2170-6500 58-85 430-3300 11-45<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">12-23m: 1460-5440 53-81 430-3300 11-45<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">2-14anos: 724-2409 63-84 89-523 7-24<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Adultos: 812-2318 60-85 90-680 6-19<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Imunofenotipagem para Linf\u00f3citos T CD3\/Subpopula\u00e7\u00e3o CD4 -CD8<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:Sangue total com EDTA<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:CD4, CD8 e CD3<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Imunofenotipagem por Plataforma \u00danica<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:7 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum de 8 horas<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: Avalia\u00e7\u00e3o do estado imunol\u00f3gico do Paciente com imunodefici\u00eancia e auxilio no acompanhamento terap\u00eautico. Teste \u00fatil na avalia\u00e7\u00e3o das imunodefici\u00eancias nas quais ocorrem altera\u00e7\u00f5es de linf\u00f3citos T supressores e T auxiliadores, como por exemplo na AIDS, na qual o v\u00edrus HIV \u00e9 especificamente citot\u00f3xico para as c\u00e9lulas CD4, provocando uma redu\u00e7\u00e3o progressiva de seu n\u00famero e conseq\u00fcente redu\u00e7\u00e3o do \u00edndice CD4\/CD8.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Idade CD4(mm3) CD4% CD8(mm3) CD8% Rela\u00e7\u00e3o 0,90 a 4,00<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">0-11m: 1580-4850 38-62 680-2470 16-34 0,9 a 4,0<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">12-23m: 1020-3600 31-54 570-2230 16-38 0,9 a 4,0<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">2-14anos: 398-1535 33-57 139-1015 14-39 0,9 a 4,0<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Adultos: 535-2480 35-62 255-1720 17-43 0,9 a 4,0<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Idade CD3(mm3) CD3% Rela\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">0 &#8211; 11m: 2170-6500 58-85 0,9 a 4,0<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">12 &#8211; 23m: 1460-5440 53-81 0,9 a 4,0<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">2 -14anos: 724-2409 63-84 0,9 a 4,0<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Adultos: 812-2318 60-85 0,9 a 4,0<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">IMUNOGLOBULINA A (IgA) &#8211; Secretora<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:Saliva<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Nefelometria<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Coletar saliva em frasco est\u00e9ril. \u00a0Em jejum<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico das defici\u00eancias cong\u00eanitas ou adquiridas de IgA; avalia\u00e7\u00e3o de infec\u00e7\u00f5es respirat\u00f3rias de repeti\u00e7\u00e3o. A IgA \u00e9 encontrada na l\u00e1grima, suor, saliva, leite, colostro e em secre\u00e7\u00f5es br\u00f4nquicas e gastrointestinais, constituindo 15% das imunoglobulinas s\u00e9ricas. Na eletroforese, migra na regi\u00e3o entre beta e gama. A defici\u00eancia seletiva de IgA \u00e9 o dist\u00farbio de imunodefici\u00eancia prim\u00e1ria mais comum, sendo caracterizada pela aus\u00eancia de IgA s\u00e9rica com n\u00edveis normais de IgG e IgM; sua preval\u00eancia \u00e9 de cerca de 1:700 a 1:500 indiv\u00edduos. A maioria dos pacientes \u00e9 assintom\u00e1tica, por\u00e9m alguns podem apresentar infec\u00e7\u00f5es freq\u00fcentes e recorrentes, tipicamente envolvendo os seios paranasais, br\u00f4nquios e pulm\u00f5es. Alguns casos de defici\u00eancia de IgA podem entrar em remiss\u00e3o espontaneamente. Na defici\u00eancia associada da subclasse IgG2, a sinusite recorrente e as infec\u00e7\u00f5es bronco-pulmonares s\u00e3o comuns. Pacientes com uma defici\u00eancia combinada de subclasses de IgG e IgA devem ser avaliados para respostas antic\u00f3rpicas funcionais a imuniza\u00e7\u00e3o com ant\u00edgenos glicoprot\u00e9icos.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">3,5 a 36,8 mg\/dL<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">IMUNOGLOBULINA A &#8211; IgA<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:IgA<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Imunoturbidimetria<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum no m\u00ednimo de 4h.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Ver Imunoglobulina A (IgA) &#8211; Secretora.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">0 a 1 ano : 0,0 a 83,0 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">1 a 3 anos : 20,0 a 100,0 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">4 a 6 anos : 27,0 a 195,0 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">7 a 9 anos : 34,0 a 305,0 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">10 a 11 anos : 53,0 a 204,0 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">12 a 13 anos : 58,0 a 358,0 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">14 a 15 anos : 47,0 a 249,0 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">16 a 19 anos : 61,0 a 348,0 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">&gt; 19 anos : 40,0 a 350,0 mg\/dL<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">IMUNOGLOBULINA D &#8211; IgD<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:IgD<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Imunodifus\u00e3o radial<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:7 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum de 4 horas.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: avalia\u00e7\u00e3o de mieloma por IgD. Alguns mielomas podem causar eleva\u00e7\u00f5es extremas na IgD.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">1,0 a 4,5 mg\/dL<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">IMUNOGLOBULINA E &#8211; IgE<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:IgE s\u00e9rico<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Imunol\u00f3gico n\u00e3o competitivo<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum no m\u00ednimo de 4h.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: avalia\u00e7\u00e3o de processos al\u00e9rgicos (asma, rinite, dermatite); acompanhamento de parasitoses intestinais. A imunoglobulina E \u00e9 uma classe de anticorpos que medeia uma variedade de rea\u00e7\u00f5es de hipersensibilidade, por degranula\u00e7\u00e3o de bas\u00f3filos e mast\u00f3citos. A presen\u00e7a de IgE espec\u00edfica para determinado al\u00e9rgeno, em quantidades superiores ao referencial, pode estar associada a um aumento de risco relativo para o desenvolvimento de sintomas de hipersensibilidade mediada por IgE, principalmente em indiv\u00edduos at\u00f3picos. Nos processos al\u00e9rgicos, predominam os sintomas alimentares na inf\u00e2ncia e os respirat\u00f3rios no adulto. Valores aumentados: bronquites, mieloma, s\u00edndrome de hiper IgE, aspergilose, filariose pulmonar, s\u00edndrome de Wiskott-Aldrch.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">At\u00e9 um ano : &lt; 15,0 UI\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">1 a 5 anos : &lt; 60,0 UI\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">6 a 9 anos : &lt; 98,0 UI\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">10 a 15 anos : &lt; 200,0 UI\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">&gt; 15 anos : &lt; 160,0 UI\/mL<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">IMUNOGLOBULINA G &#8211; IgG<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:IgG<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Imunoturbidimetria<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum no m\u00ednimo de 4h.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: avalia\u00e7\u00e3o da defici\u00eancia da imunidade (humoral, cong\u00eanita, adquirida ou transit\u00f3ria). Valores aumentados: infec\u00e7\u00f5es cr\u00f4nicas, mieloma m\u00faltiplo.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">0 a 1 ano : 231,0 a 1411,0 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">1 a 3 anos : 453,0 a 916,0 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">4 a 6 anos : 504,0 a 1464,0 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">7 a 9 anos : 572,0 a 1474,0 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">10 a 11 anos : 698,0 a 1560,0 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">12 a 13 anos : 759,0 a 1549,0 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">14 a 15 anos : 716,0 a 1711,0 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">16 a 19 anos : 549,0 a 1584,0 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">&gt; 19 anos : 700,0 a 1600,0 mg\/dL<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">IMUNOGLOBULINA M &#8211; IgM<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:IgM<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Imunoturbidimetria<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .: 5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum no m\u00ednimo de 4h.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: avalia\u00e7\u00e3o da defici\u00eancia da imunidade humoral; diagn\u00f3stico e acompanhamento terap\u00eautico da macroglobulinemia de Waldenstron. Valores aumentados: infec\u00e7\u00f5es agudas. Valores diminu\u00eddos: s\u00edndrome de Wiskott-Aldrich (ocorre aumento da s\u00edntese de IgA).<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">0 a 1 ano : 0,0 a 145,0 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">1 a 3 anos : 19,0 a 146,0 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">4 a 6 anos : 24,0 a 210,0 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">7 a 9 anos : 31,0 a 208,0 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">10 a 11 anos : 31,0 a 179,0 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">12 a 13 anos : 35,0 a 239,0 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">14 a 15 anos : 20,0 a 188,0 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">16 a 19 anos : 23,0 a 259,0 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">&gt; 19 anos : 50,0 a 300,0 mg\/dL<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">\u00cdNDICE DE HOMA &#8211; BETA<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Quimioluminesc\u00eancia<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum obrigat\u00f3rio ou conforme orienta\u00e7\u00e3o m\u00e9dica. Deve ser sempre acompanhada de determina\u00e7\u00e3o de glicemia.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico de insulinoma; avalia\u00e7\u00e3o de hipoglicemias. A insulina \u00e9 um horm\u00f4nio pept\u00eddeo, sintetizado e secretado pelas c\u00e9lulas beta das ilhotas de Langerhans do p\u00e2ncreas. Seu efeito espec\u00edfico est\u00e1 relacionado ao aproveitamento da glicose e \u00e0 diminui\u00e7\u00e3o desta nos n\u00edveis sang\u00fc\u00edneos.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">De 167,0 a 175,0<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">\u00cdNDICE DE HOMA &#8211; IR<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Quimioluminesc\u00eancia<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum obrigat\u00f3rio ou conforme orienta\u00e7\u00e3o m\u00e9dica. Deve ser sempre acompanhada de determina\u00e7\u00e3o de glicemia.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico de insulinoma; avalia\u00e7\u00e3o de hipoglicemias. A insulina \u00e9 um horm\u00f4nio pept\u00eddeo, sintetizado e secretado pelas c\u00e9lulas beta das ilhotas de Langerhans do p\u00e2ncreas. Seu efeito espec\u00edfico est\u00e1 relacionado ao aproveitamento da glicose e \u00e0 diminui\u00e7\u00e3o desta nos n\u00edveis sang\u00fc\u00edneos.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">IMC at\u00e9 25 Kg\/m2: 0,4 a 2,9<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">IMC 25 a 30 Kg\/m2: 0,4 a 4,3<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">IMC &gt; 30 Kg\/m2: 0,7 a 8,2<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">\u00c9 considerado como resist\u00eancia Insul\u00ednica se:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">HOMA-IR &gt; 4,65 ou HOMA-IR &gt;3,60 e \u00edndice de massa corporal &gt; 27,5 kg\/m2.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Estes crit\u00e9rios apresentam uma sensibilidade de 77% e especificidade de 88,4%.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">STERN,S. E. et al. <span lang=\"\\&quot;\\\\&quot;EN-US\\\\&quot;\\&quot;\">Idetenfication of individuals with insulin resistence using routine clinicalmeasurement . <\/span>Diabetes 54, 333 &#8211; 339 (2005).<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">INSULINA<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Eletroquimioluminesc\u00eancia<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum obrigat\u00f3rio ou conforme orienta\u00e7\u00e3o m\u00e9dica. Deve ser sempre acompanhada de determina\u00e7\u00e3o de glicemia.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico de insulinoma; avalia\u00e7\u00e3o de hipoglicemias. A insulina \u00e9 um horm\u00f4nio pept\u00eddeo, sintetizado e secretado pelas c\u00e9lulas beta das ilhotas de Langerhans do p\u00e2ncreas. Seu efeito espec\u00edfico est\u00e1 relacionado ao aproveitamento da glicose e \u00e0 diminui\u00e7\u00e3o desta nos n\u00edveis sang\u00fc\u00edneos.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">2,6 a 24,9 uUI\/mL<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">INSULINA &#8211; Curva<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Eletroquimioluminesc\u00eancia<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta .:Ap\u00f3s jejum de 8 horas, coletar as amostras\u00a0 para dosagem de \u00a0insulina nos intervalos determinados pelo m\u00e9dico assistente.<b>O paciente dever\u00e1 permanecer no Laborat\u00f3rio durante a realiza\u00e7\u00e3o do exame.<\/b><\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico de insulinoma; avalia\u00e7\u00e3o de hipoglicemias. A insulina \u00e9 um horm\u00f4nio pept\u00eddeo, sintetizado e secretado pelas c\u00e9lulas beta das ilhotas de Langerhans do p\u00e2ncreas. Seu efeito espec\u00edfico est\u00e1 relacionado ao aproveitamento da glicose e \u00e0 diminui\u00e7\u00e3o desta nos n\u00edveis sang\u00fc\u00edneos.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Basal : 2,6 a 24,9 uUI\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Considerado patologico segundo Bittar R.:Insulinemia de jejum acima de 50,0 uUI\/mL.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Soma das insulinemias da 2\u00aa e 3\u00aa hora maior que 60,0 uUI\/mL.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">&#8211; N\u00e3o existem valores de Refer\u00eancia estabelecidos para os n\u00edveis de insulina p\u00f3s-prandiais. A interpreta\u00e7\u00e3o desses resultados deve ser feita pelo m\u00e9dico assistente, baseado nas caracter\u00edsticas de cada paciente.<\/p>\n<p><a name=\"L\"><\/a><\/p>\n<h2>Exames &#8211; L<\/h2>\n<p>LACTATO DESIDROGENASE &#8211; LDH<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:LDH, Dehidrogenase l\u00e1ctica<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Enzim\u00e1tico<\/p>\n<p>Resultado .:2 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum n\u00e3o obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Valores aumentados: prolifera\u00e7\u00e3o de c\u00e9lulas neopl\u00e1sicas, infarto do mioc\u00e1rdio, anemias hemol\u00edticas, anemias megalobl\u00e1sticas, infarto pulmonar, choque e hip\u00f3xia intensos, doen\u00e7as hep\u00e1ticas (hepatite, alcoolismo). Interferentes: hem\u00f3lise +, lipemia -.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Soro ou Plasma: 200 a 480 U\/L a 37\u00b0C.<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>LEISHMANIA &#8211; Pesquisa<\/p>\n<p>Material .:secre\u00e7\u00e3o de ferida<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Microscopia &#8211; GIEMSA<\/p>\n<p>Resultado .:5 dias<\/p>\n<p>Coleta: Em \u00falcera cut\u00e2nea o material deve ser obtido por \\\\\\&#8217;curetagem\\\\\\&#8217; junto \u00e0 derme e nas bordas da les\u00e3o. Medica\u00e7\u00e3o t\u00f3pica interfere, deve ser suspenso o medicamento 2 dias antes da coleta.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico da leishmaniose (principalmente em \u00falcera cut\u00e2neas). Devido \u00e0 baixa sensibilidade da pesquisa direta, \u00e9 importante associar a rea\u00e7\u00e3o de Montenegro e a sorologia para o diagn\u00f3stico da Leishmaniose.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Negativo<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>LEPTINA<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Enzimaimunoensaio<\/p>\n<p>Resultado .:5 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum de 12 horas.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 A leptina \u00e9 um horm\u00f4nio pept\u00eddico , produzido principalmente pelos adip\u00f3citos ou c\u00e9lulas gordurosas, sendo que sua concentra\u00e7\u00e3o varia de acordo com a quantidade de tecido adiposo. Na obesidade, os n\u00edveis de leptina est\u00e3o aumentados. Al\u00e9m de seu conhecido efeito sobre o controle do apetite, evid\u00eancias atuais demonstram que a leptina est\u00e1 envolvida no controle da massa corporal, reprodu\u00e7\u00e3o, angiog\u00eanese, imunidade, cicatriza\u00e7\u00e3o e fun\u00e7\u00e3o cardiovascular.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Mulheres de peso normal : at\u00e9 15,1 ng\/mL<\/p>\n<p>Homens de peso normal : 2,0 a 5,63 ng\/mL<\/p>\n<p>Obesos : IMC &gt; 27 : 7,02 a 55,04 ng\/mL<\/p>\n<p>IMC &#8211; Indice de massa corporal<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>LEPTOSPIROSE &#8211; Anticorpos IgG (IF)<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Doen\u00e7a de Weil<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Imunofluorescencia Indireta<\/p>\n<p>Resultado .:5 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum de 8 horas<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico sorol\u00f3gico de infec\u00e7\u00f5es por Leptospira sp. A sorologia para o diagn\u00f3stico \u00e9 de grande import\u00e2ncia, uma vez que as manifesta\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas da doen\u00e7a s\u00e3o polim\u00f3rficas, dificultando, na maioria das vezes, a confirma\u00e7\u00e3o diagn\u00f3stica. Os anticorpos IgM s\u00e3o detectados 4 a 5 dias ap\u00f3s os sintomas cl\u00ednicos, podendo permanecer durante meses. O diagn\u00f3stico de leptospirose se baseia na hist\u00f3ria, no quadro cl\u00ednico e nos resultados dos exames laboratoriais solicitados. O hemograma pode mostrar anemia, leucocitose com desvio \u00e0 esquerda e trombocitopenia. Aumento na CPK (creatinina fosfoquinase) associada \u00e0 quadro cl\u00ednico sugestivo, pode ser considerado forte evid\u00eancia de leptospirose.O diagn\u00f3stico \u00e9 confirmado com duas amostras de soro colhidas com intervalo de 15 dias, verificando-se um aumento de 4 vezes no t\u00edtulo da primeira para a segunda amostra. Os sintomas da leptospirose aparecem entre dois e trinta dias ap\u00f3s a infec\u00e7\u00e3o, sendo o per\u00edodo de incuba\u00e7\u00e3o m\u00e9dio de dez dias. Febre alta, sensa\u00e7\u00e3o de mal estar, dor de cabe\u00e7a constante e acentuada, dor muscular intensa, cansa\u00e7o e calafrios est\u00e3o entre as manifesta\u00e7\u00f5es da doen\u00e7a. A partir do terceiro dia de doen\u00e7a pode surgir icter\u00edcia (olhos amarelados) nos enfermos que apresentam casos mais graves (cerca de 10%). Nesse grupo, aparecem manifesta\u00e7\u00f5es hemorr\u00e1gicas (equimoses, sangramentos em nariz, gengivas e pulm\u00f5es) e o funcionamento inadequado dos rins, o que causa diminui\u00e7\u00e3o do volume urin\u00e1rio e, \u00e0s vezes, an\u00faria total . Alguns autores recomendam, para a imunfluoresc\u00eancia indireta, um t\u00edtulo de 1\/100 como cut off , com sensibilidade maior que 95% (2,3)e consideram a IFI como o teste ideal para o diagn\u00f3stico na fase aguda da doen\u00e7a.Usando um cut off de 1\/400 ou mais, h\u00e1 um significante aumento da sensibilidade e especificidade para o diagn\u00f3stico laboratorial da leptospirose(3).\u00a0Bibliografia -1. Joshi S, Bal A, Bharadwaj R, Kumbhar R, Kagal A, Arjunwadkar V. Role of IgM specific indirect immunofluorescence assay in diagnosing an outbreak of leptospirosis. Indian J Pathol Microbiol ;45(1):75-7,2002. 2.Appassakij H, Silpapojakul K, Wansit R, Woodtayakorn J. Evaluation of the immunofluorescent antibody test for the diagnosis of human leptospirosis. Am J Trop Med Hyg ;52(4):340-3,1995. 3.Pradutkanchana S, Pradutkanchana J, Khuntikij P. Detection of IgM specific antibody using indirect immunofluorescent assay for diagnosis of acute leptospirosis.\u00a0J Med Assoc Thai ;86(7):641-6,2003.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>N\u00e3o reagente : t\u00edtulos inferior a 1\/100<\/p>\n<p>Reagente: &gt; ou = a 1\/100<\/p>\n<p>O isotipo de anticorpo anti Leptospira predominante \u00e9 a IgM e pode permanecer positivo<\/p>\n<p>por v\u00e1rios meses (at\u00e9 12-18 meses). O isotipo IgG \u00e9 raramente detectado e n\u00e3o \u00e9 considerado um bom marcador para o diagn\u00f3stico.<\/p>\n<p>Os anticorpos do tipo IgM podem ser detectados 5 dias ap\u00f3s os sintomas (sensibilidade de 70%) e ap\u00f3s 2 semanas (sensibilidade &gt; 95%).<\/p>\n<p>Referencia<\/p>\n<p>Pradutkanchana S, Pradutkanchana J, Khuntikij P.Detection of IgM specific antibody using indirect immunofluorescent assay for diagnosis of acuteleptospirosis.\u00a0J Med Assoc Thai ;86(7):641-6,2003.<\/p>\n<p>Metodologia desenvolvida e validada pelo Alvaro Centro de An\u00e1lises e Pesquisas Cl\u00ednicas.<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>LEPTOSPIROSE &#8211; Anticorpos IgM (IF)<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Doen\u00e7a de Weil<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Imunofluorescencia Indireta<\/p>\n<p>Resultado .:5 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum de 8 horas<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico sorol\u00f3gico de infec\u00e7\u00f5es por Leptospira sp. A sorologia para o diagn\u00f3stico \u00e9 de grande import\u00e2ncia, uma vez que as manifesta\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas da doen\u00e7a s\u00e3o polim\u00f3rficas, dificultando, na maioria das vezes, a confirma\u00e7\u00e3o diagn\u00f3stica. Os anticorpos IgM s\u00e3o detectados 4 a 5 dias ap\u00f3s os sintomas cl\u00ednicos, podendo permanecer durante meses. O diagn\u00f3stico de leptospirose se baseia na hist\u00f3ria, no quadro cl\u00ednico e nos resultados dos exames laboratoriais solicitados. O hemograma pode mostrar anemia, leucocitose com desvio \u00e0 esquerda e trombocitopenia. Aumento na CPK (creatinina fosfoquinase) associada \u00e0 quadro cl\u00ednico sugestivo, pode ser considerado forte evid\u00eancia de leptospirose.O diagn\u00f3stico \u00e9 confirmado com duas amostras de soro colhidas com intervalo de 15 dias, verificando-se um aumento de 4 vezes no t\u00edtulo da primeira para a segunda amostra. Os sintomas da leptospirose aparecem entre dois e trinta dias ap\u00f3s a infec\u00e7\u00e3o, sendo o per\u00edodo de incuba\u00e7\u00e3o m\u00e9dio de dez dias. Febre alta, sensa\u00e7\u00e3o de mal estar, dor de cabe\u00e7a constante e acentuada, dor muscular intensa, cansa\u00e7o e calafrios est\u00e3o entre as manifesta\u00e7\u00f5es da doen\u00e7a. A partir do terceiro dia de doen\u00e7a pode surgir icter\u00edcia (olhos amarelados) nos enfermos que apresentam casos mais graves (cerca de 10%). Nesse grupo, aparecem manifesta\u00e7\u00f5es hemorr\u00e1gicas (equimoses, sangramentos em nariz, gengivas e pulm\u00f5es) e o funcionamento inadequado dos rins, o que causa diminui\u00e7\u00e3o do volume urin\u00e1rio e, \u00e0s vezes, an\u00faria total . Alguns autores recomendam, para a imunfluoresc\u00eancia indireta, um t\u00edtulo de 1\/100 como cut off , com sensibilidade maior que 95% (2,3)e consideram a IFI como o teste ideal para o diagn\u00f3stico na fase aguda da doen\u00e7a.Usando um cut off de 1\/400 ou mais, h\u00e1 um significante aumento da sensibilidade e especificidade para o diagn\u00f3stico laboratorial da leptospirose(3).\u00a0Bibliografia -1. Joshi S, Bal A, Bharadwaj R, Kumbhar R, Kagal A, Arjunwadkar V. Role of IgM specific indirect immunofluorescence assay in diagnosing an outbreak of leptospirosis. Indian J Pathol Microbiol ;45(1):75-7,2002. 2.Appassakij H, Silpapojakul K, Wansit R, Woodtayakorn J. Evaluation of the immunofluorescent antibody test for the diagnosis of human leptospirosis. Am J Trop Med Hyg ;52(4):340-3,1995. 3.Pradutkanchana S, Pradutkanchana J, Khuntikij P. Detection of IgM specific antibody using indirect immunofluorescent assay for diagnosis of acute leptospirosis.\u00a0J Med Assoc Thai ;86(7):641-6,2003.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>N\u00e3o reagente : t\u00edtulos inferior a 1\/100<\/p>\n<p>Reagente: &gt; ou = a 1\/100<\/p>\n<p>O isotipo de anticorpo anti Leptospira predominante \u00e9 a IgM e pode permanecer positivo por v\u00e1rios meses (at\u00e9 12-18 meses). O isotipo IgG \u00e9 raramente detectado e n\u00e3o \u00e9 considerado um bom marcador para o diagn\u00f3stico.<\/p>\n<p>Os anticorpos do tipo IgM podem ser detectados 5 dias ap\u00f3s os sintomas (sensibilidade de 70%) e ap\u00f3s 2 semanas (sensibilidade &gt; 95%).<\/p>\n<p>Referencia<\/p>\n<p>Pradutkanchana S, Pradutkanchana J, Khuntikij P.Detection of IgM specific antibody using indirect immunofluorescent assay for diagnosis of acute leptospirosis.\u00a0J Med Assoc Thai ;86(7):641-6,2003.<\/p>\n<p>LIPASE<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Enzim\u00e1tico<\/p>\n<p>Resultado .:2 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum de 8 horas obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico de pancreatites. A lipase tem sensibilidade e especificidade maior que a amilase para o diagn\u00f3stico de pancreatites (em parotidites n\u00e3o est\u00e1 aumentada). No l\u00edquido asc\u00edtico, a lipase pode apresentar n\u00edveis elevados em pancreatites em atividade. Valores aumentados: pancreatites (permanece elevada mais tempo que a amilase em fase aguda de pancreatite), cistos ou pseudocistos pancre\u00e1ticos, peritonites.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Inferior a 60,0 U\/L<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>L\u00cdPIDES TOTAIS<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Resultado .:2 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum de 8 horas obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: sem valor diagn\u00f3stico isoladamente.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>400,0 a 1000,0 mg\/dL<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>LIPOPROTE\u00cdNA &#8211; Lp(a)<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:LP (a)<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Nefelometria<\/p>\n<p>Resultado .:5 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum obrigat\u00f3rio de 12 horas.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico precoce de doen\u00e7a coronariana e estenose da art\u00e9ria cerebral. A Lp(a) contribui com menos de 15% do colesterol total. Muitos indiv\u00edduos com n\u00edveis de colesterol aceit\u00e1veis (normais) podem ter altos n\u00edveis de LP(a). Valores aumentados: arteriosclerose coronariana precoce e infarto. Interferentes: biofosfonatos +, ciclosporina A +, diur\u00e9ticos +, levotiroxina +, simvastatina +, captopril -, estr\u00f3genos conjugados -, estr\u00f3genos -, niacina -, levotiroxina -.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>Valores inferiores a 30,0 mg\/dL<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>LISTERIOSE &#8211; Sorologia<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Sorologia para List\u00e9ria<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Soroaglutina\u00e7\u00e3o (Gruber-Widal)<\/p>\n<p>Resultado .:5 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum n\u00e3o obrigat\u00f3rio<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico de meningites e septicemias; triagem de causas de abortamento. A Listeria monocytogenes \u00e9 um bacilo gram-positivo n\u00e3o esporulado, anaer\u00f3bio facultativo, que pode ser corado pelo Gram. No LCR, \u00e9 encontrada a n\u00edvel intra ou extracelular, podendo ser confundida com pneumococo, estreptococo e, se excessivamente descorada, com hem\u00f3filos. Para triagem de causas de abortamento, recomenda-se a cultura do material vaginal coletado ap\u00f3s o aborto. Quando o resultado sorol\u00f3gico para Listeria monocytogenes \u00e9 positivo, recomenda-se repetir o teste com uma nova coleta (1 ou 2 semanas ap\u00f3s), para avaliar o aumento dos t\u00edtulos.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>S\u00e3o considerados normais t\u00edtulos at\u00e9 1\/160 O resultado de uma amostra n\u00e3o e\\\\\\&#8217; conclusivo. Solicitar novo exame apos 30 dias.<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>LITIO S\u00c9RICO<\/p>\n<p>C\u00f3digo .:LITIO<\/p>\n<p>Material .:soro<\/p>\n<p>Sin\u00f4nimo .:Litemia<\/p>\n<p>M\u00e9todo .:Imunoenzim\u00e1tico Colorim\u00e9trico<\/p>\n<p>Resultado .:4 dias<\/p>\n<p>Coleta: Jejum de 8 horas obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: monitoramento dos n\u00edveis de l\u00edtio em pacientes medicados com carbonato de l\u00edtio (monitoriza\u00e7\u00e3o terap\u00eautica do l\u00edtio).O L\u00edtio na forma de carbonato de l\u00edtio \u00e9 usado como agente psicoativo no tratamento de doen\u00e7as depressivas. A terapia de l\u00edtio demanda uma monitoriza\u00e7\u00e3o di\u00e1ria dos seus n\u00edveis at\u00e9 que a dosagem seja apropriada. Baixos n\u00edveis de l\u00edtio no soro (quando em tratamento) est\u00e3o associados a reten\u00e7\u00e3o do l\u00edtio e altas dosagens com a elimina\u00e7\u00e3o. A toxicidade do l\u00edtio ocorre quando os n\u00edveis sangu\u00edneos se tornam superiores a 1,5mEq\/L, podendo ser grave com n\u00edveis superiores a 2,0 mEq\/L. Os sintomas de intoxica\u00e7\u00e3o por l\u00edtio incluem n\u00e1useas, v\u00f4mitos, diarr\u00e9ia, sonol\u00eancia, fraqueza, ataxia, vis\u00e3o borrada, poliuria, confus\u00e3o estupor, convuls\u00f5es e coma.<\/p>\n<p>Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p>N\u00edveis terap\u00eauticos: 0,60 a 1,20 mEq\/L<\/p>\n<p>Pass\u00edvel de intoxica\u00e7\u00e3o: 1,20 a 1,50 mEq\/L (ap\u00f3s 12 horas da \u00faltima dose).<\/p>\n<p>N\u00edveis t\u00f3xicos: acima de 1,50 mEq\/L (ap\u00f3s 12 horas da \u00faltima dose).<\/p>\n<p><a name=\"M\"><\/a><\/p>\n<h2>Exames &#8211; M<\/h2>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">MACONHA &#8211; CANABIN\u00d3IDES &#8211; THC<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:urina<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:Pesquisa de maconha<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Imunoenzim\u00e1tico Colorim\u00e9trico<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta .:Coletar a 1\u00ba urina da manh\u00e3 no Laborat\u00f3rio, (<b>coleta de<\/b> <b>amostra assistida por testemunha<\/b>)<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: detec\u00e7\u00e3o de drogas de abuso.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Negativo<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">MACROPROLACTINA<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:PRL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Quimioluminesc\u00eancia, precipita\u00e7\u00e3o com PEG<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .: 5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum n\u00e3o necess\u00e1rio.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: A pesquisa de macroprolactina \u00e9 importante em todos os casos em que n\u00edveis elevados de prolactina forem encontrados, especialmente nos pacientes oligo ou assintom\u00e1ticos. Assim, procedimentos proped\u00eauticos de alto custo e risco para o paciente podem ser evitados. A prolactina \u00e9 um horm\u00f4nio bastante heterog\u00eaneo e, do ponto de vista de peso molecular, existem tr\u00eas formas principais em circula\u00e7\u00e3o: mon\u00f4mero de 23kDa, d\u00edmero (big prolactin) de 45kDa e macroprolactina (big-big prolactin) de peso molecular acima de 150kDa. Em condi\u00e7\u00f5es normais ou em pacientes com hiperprolactinemia sintom\u00e1tica, predomina em circula\u00e7\u00e3o a forma monom\u00e9rica. A macroprolactina \u00e9 constitu\u00edda, na maioria dos casos, por uma associa\u00e7\u00e3o entre uma mol\u00e9cula de prolactina e uma de IgG, o que leva a uma meia-vida mais longa e atividade biol\u00f3gica menor. A pesquisa da macroprolactina \u00e9 feita por m\u00e9todo de precipita\u00e7\u00e3o com polietilenoglicol (PEG) e estudo da recupera\u00e7\u00e3o ap\u00f3s a precipita\u00e7\u00e3o. Se a recupera\u00e7\u00e3o p\u00f3s precipita\u00e7\u00e3o \u00e9 inferior a 30%, considera-se que h\u00e1 predomin\u00e2ncia de formas de alto PM (macroprolactina). Se a recupera\u00e7\u00e3o \u00e9 superior a 65%, predominam as formas monom\u00e9ricas. Nos casos de recupera\u00e7\u00e3o intermedi\u00e1ria, \u00e9 necess\u00e1rio utilizar a cromatografia do soro em coluna de filtra\u00e7\u00e3o para caracteriza\u00e7\u00e3o mais apurada. Interferentes: bloqueadores do receptor de dopamina, antidepressivos, drogas para tratamento de hiperprolactinemia e neurol\u00e9pticos. Bibliografia: GLEZER, Andrea, D\\\\\\&#8217;ALVA, Catarina Brasil, BRONSTEIN, Marcello Delano et al. Macroprolactina e incidentaloma hipofis\u00e1rio. Arq Bras Endocrinol Metab, Mar.\/Apr. 2001, vol.45, no.2, p.190-198. VIEIRA, Jos\u00e9 Gilberto H. Macroprolactinemia. Arq Bras Endocrinol Metab, Feb. 2002, vol.46, no.1, p.45-50.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Maior que 60% :Aus\u00eancia de macroprolactina<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Entre 30% e 60%:Intermedi\u00e1ria<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Menor que 30% :Presen\u00e7a de macroprolactina (big)<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">MAGN\u00c9SIO<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:Mg, magnesemia<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Colorim\u00e9trico<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:2 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum de 8 horas.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: avalia\u00e7\u00e3o de dist\u00farbios hidro-eletrol\u00edticos. O magn\u00e9sio \u00e9 um importante \u00edon ativador, participando da fun\u00e7\u00e3o de v\u00e1rias enzimas envolvidas nas rea\u00e7\u00f5es de transfer\u00eancia de fosfato, exercendo efeitos fisiol\u00f3gicos no sistema nervoso (atua diretamente na jun\u00e7\u00e3o mioneural). Cerca de 50% do magn\u00e9sio corp\u00f3reo total encontra-se no estado insol\u00favel no osso. Apenas 5% est\u00e3o presentes como c\u00e1tions extracelulares; os restantes 45% est\u00e3o contidos nas c\u00e9lulas, como c\u00e1tions intracelulares. A concentra\u00e7\u00e3o plasm\u00e1tica normal \u00e9 de 1,5 a 2,5 mEq\/L, com cerca de um ter\u00e7o ligado \u00e0 prote\u00edna e dois ter\u00e7os existindo como c\u00e1tion livre. A excre\u00e7\u00e3o do \u00edon magn\u00e9sio ocorre via renal. A presen\u00e7a de concentra\u00e7\u00f5es alteradas de magn\u00e9sio no plasma provoca altera\u00e7\u00f5es associadas com o c\u00e1lcio. A hipermagnesemia suprime a secre\u00e7\u00e3o do PTH, com conseq\u00fcente hipocalcemia. A deple\u00e7\u00e3o severa e prolongada de magn\u00e9sio prejudica a secre\u00e7\u00e3o de PTH resultando em hipocalcemia. A hipomagnesemia tamb\u00e9m pode alterar a resposta ao PTH no \u00f3rg\u00e3o alvo. Valores aumentados: terapia diur\u00e9tica, hiperaldosteronismo, hiperparatireoidismo, hipertireoidismo, s\u00edndrome de Bartter, hipercalcemia, transplante de rim. Valores diminu\u00eddos: diarr\u00e9ia cr\u00f4nica, desvio do intestino delgado, abuso de laxantes, desnutri\u00e7\u00e3o, alcoolismo. Interferentes: aminoglicos\u00eddeos +, anfotericina B +.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Soro ou plasma&#8230;1,6 a 2,4 mg\/dL<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">MAGN\u00c9SIO URIN\u00c1RIO &#8211; 24h<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:urina 24 horas<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Colorim\u00e9trico<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:3 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Desprezar a primeira urina da manh\u00e3, colher toda a urina durante todo o dia e noite, inclusive a 1\u00ba do dia seguinte. Usar frasco de \u00e1gua mineral ou do pr\u00f3prio laborat\u00f3rio. N\u00e3o ser\u00e1 aceita urina colhida em frasco de refrigerante. Deixar refrigerado.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Ver Magn\u00e9sio.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Urina&#8230;..32 a 150 mg\/24h (varia com a alimenta\u00e7\u00e3o)<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">MANGAN\u00caS S\u00c9RICO<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:soro &#8211; tubo trace<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:Mangan\u00eas s\u00e9rico<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Espectrofotometria de Absor\u00e7\u00e3o At\u00f4mica com Forno de Grafite<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:8 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum n\u00e3o obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: avalia\u00e7\u00e3o da toxicidade ao mangan\u00eas. A toxicidade pelo mangan\u00eas ocorre com mineiros, trabalhadores de fundi\u00e7\u00e3o, soldadores, cer\u00e2mica, verniz. Valores aumentados: hepatite aguda, infarto do mioc\u00e1rdio. Valores diminu\u00eddos: fenilceton\u00faria, malforma\u00e7\u00e3o \u00f3ssea (alguns pacientes). A defici\u00eancia de mangan\u00eas n\u00e3o \u00e9 uma ocorr\u00eancia comum, pois as fontes alimentares prev\u00eaem uma provis\u00e3o adequada deste elemento essencial.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">At\u00e9 2,9 ug\/L<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">MANGAN\u00caS URIN\u00c1RIO PR\u00c9 JORNADA<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:Urina pr\u00e9-jornada de trabalho<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:Mangan\u00eas urinario<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:ICP-MS<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:7 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Coletar 50,0 mL de urina em frasco est\u00e9ril.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: avalia\u00e7\u00e3o da toxicidade ao mangan\u00eas. A toxicidade pelo mangan\u00eas ocorre com mineiros, trabalhadores de fundi\u00e7\u00e3o, soldadores, cer\u00e2mica, verniz. Valores aumentados: hepatite aguda, infarto do mioc\u00e1rdio. Valores diminu\u00eddos: fenilceton\u00faria, malforma\u00e7\u00e3o \u00f3ssea (alguns pacientes). A defici\u00eancia de mangan\u00eas n\u00e3o \u00e9 uma ocorr\u00eancia comum, pois as fontes alimentares preveem uma provis\u00e3o adequada deste elemento essencial.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">At\u00e9 8,0 ug\/L.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">IBMP*: 20 ug\/L<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">*\u00cdndice Biol\u00f3gico M\u00e1ximo Permitido.<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">MERC\u00daRIO SANG\u00dc\u00cdNEO<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:sangue total c\/ Heparina<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:ICP-MS<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:8 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum n\u00e3o obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: avalia\u00e7\u00e3o da intoxica\u00e7\u00e3o por merc\u00fario. A intoxica\u00e7\u00e3o por merc\u00fario \u00e9 capaz de causar ansiedade, tremores, les\u00f5es neurol\u00f3gicas, cegueira, surdez, doen\u00e7as gastrointestinais (v\u00f4mitos, diarr\u00e9ias, perda de peso), doen\u00e7as renais, coma e at\u00e9 morte. A inala\u00e7\u00e3o representa a principal via de absor\u00e7\u00e3o nas exposi\u00e7\u00f5es ocupacionais. No Brasil, \u00e9 comum a intoxica\u00e7\u00e3o nos garimpos de ouro.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">At\u00e9 1 ug\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Exposi\u00e7\u00e3o Significativa ao Merc\u00fario Org\u00e2nico:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Maior que 5,0 ug\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Exposi\u00e7\u00e3o Significativa ao Merc\u00fario Inorg\u00e2nico:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Maior que 20 ug\/dL<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">MERC\u00daRIO URIN\u00c1RIO PR\u00c9 JORNADA<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:Urina pr\u00e9-jornada de trabalho<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:ICP-MS<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:8 dia(s)<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Coletar urina de pr\u00e9 jornada de trabalho em frasco de coleta de urina limpo e sem aditivo<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">VR*: at\u00e9 5,0 ug\/g de creatinina.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">IBMP**: At\u00e9 33,0 ug\/g de creatinina.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">*Valor de Refer\u00eancia para pacientes n\u00e3o expostos.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">**\u00cdndice Biol\u00f3gico M\u00e1ximo Permitido (NR-7).<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">METAHEMOGLOBINA &#8211; MHB<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:Sangue total com EDTA<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:MHB<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .: Espectrofotom\u00e9trico (Co-ox\u00edmetro)<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:7 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Coletar preferencialmente a v\u00e1cuo. Envi\u00e1-la imediatamente ao laborat\u00f3rio refrigerada. N\u00c3O CONGELAR A AMOSTRA. A amostra tem estabilidade de 5 dias.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: avalia\u00e7\u00e3o da toxicidade por nitrito; avalia\u00e7\u00e3o de pacientes com cianose; aux\u00edlio ao diagn\u00f3stico de policitemia vera.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">VR*: at\u00e9 2% da hemoglobina total.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">IBMP**: at\u00e9 5% da hemoglobina total.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">*Valor de Refer\u00eancia para pacientes n\u00e3o expostos.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">**\u00cdndice Biol\u00f3gico M\u00e1ximo Permitido (NR-7).<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">METANEFRINAS TOTAIS E FRA\u00c7\u00d5ES<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:urina 24 horas<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Cromatografia L\u00edquida de Alto Desempenho (HPLC)<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:8 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Coleta: Desprezar a primeira urina da manh\u00e3, colher toda a urina durante todo o dia e noite, inclusive a 1\u00ba do dia seguinte. Usar frasco de \u00e1gua mineral ou do pr\u00f3prio laborat\u00f3rio. N\u00e3o ser\u00e1 aceita urina colhida em frasco de refrigerante. Deixar refrigerado. Preferencialmente n\u00e3o realizar no per\u00edodo menstrual. Em casos excepcionais e nos de urg\u00eancia, pode ser realizada a coleta de urina menstruada utilizando-se um tamp\u00e3o vaginal. &#8211; Tr\u00eas (3) dias antes do in\u00edcio da coleta e no quarto dia, quando a coleta da urina ser\u00e1 iniciada, o paciente dever\u00e1 abster-se de qualquer subst\u00e2ncia que contenha: Caf\u00e9, Ch\u00e1, Chocolate, Amendoim, Vanilina, Vitaminas, Refrigerantes, Nozes, Baunilha, Abacate, Banana, Ameixa, Berinjela, Tomate, Kiwi, Abacaxi, Sorvete, Manga. \u00a0Os pacientes devem, tamb\u00e9m, abster-se de fumo, refrigerantes com cola e bebidas alco\u00f3licas nestes 4 dias. Durante estes quatro (4) dias o paciente dever\u00e1 alimentar-se de: P\u00e3o, Manteiga, Ovos, A\u00e7\u00facar, Leite integral, Arroz, Carne, \u00c1gua a vontade. &#8211; Algumas medica\u00e7\u00f5es podem alterar o resultado do exame. Evite o uso de medicamentos durante o per\u00edodo de dieta e coleta de material. Medicamentos prescritos s\u00f3 devem ser suspensos a crit\u00e9rio do m\u00e9dico assistente.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico e avalia\u00e7\u00e3o de feocromocitoma; diagn\u00f3stico de tumores produtores de catecolaminas; diagn\u00f3stico de hipotens\u00e3o postural. As catecolaminas s\u00e3o sintetizadas nas c\u00e9lulas cromafins do sistema nervoso simp\u00e1tico (epinefrina pela medula adrenal e norepinefrina e dopamina pela medula adrenal e neur\u00f4nios simp\u00e1ticos p\u00f3s-ganglionares). Circulam no plasma em formas livres e ligadas a prote\u00ednas (albumina, globulinas e lipoprote\u00ednas). As catecolaminas plasm\u00e1ticas exibem consider\u00e1vel grau de variabilidade fisiol\u00f3gica (stress, por exemplo). Conseq\u00fcentemente, as amostras devem ser obtidas de pacientes em posi\u00e7\u00e3o supina e algum tempo ap\u00f3s a venipuntura. As dosagens plasm\u00e1ticas podem ser realizadas ap\u00f3s estimula\u00e7\u00e3o. Em pacientes com hipertens\u00e3o parox\u00edstica, a sensibilidade do teste pode ser aumentada iniciando a coleta ap\u00f3s o epis\u00f3dio. O padr\u00e3o de catecolaminas difere segundo a forma de tumor: feocromocitomas geralmente produzem norepinefrina e epinefrina; paragangliomas secretam norepinefrina e neuroblastomas tamb\u00e9m produzem dopamina. As metanefrinas urin\u00e1rias s\u00e3o consideradas o melhor teste de triagem para feocromocitoma. Os n\u00edveis de catecolaminas e metanefrinas podem ser interpretados em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 concentra\u00e7\u00e3o de creatinina da amostra. As catecolaminas s\u00e3o excretadas na urina na forma intacta ou como metab\u00f3litos (metanefrinas e \u00e1cido vanilmand\u00e9lico). Valores aumentados: feocromocitoma, ganglioneuromas, neuroblastomas, stress severo, hipoglicemia, certos medicamentos (metildopa, isoproterenol, nitratos, minoxidil, hidralazina), tabagismo, consumo de caf\u00e9. Valores diminu\u00eddos: hipotens\u00e3o postural, s\u00edndrome Shy-Drager e disautonomia familiar.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Metanefrina Totais : at\u00e9 1000,0 ug\/24h<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Metanefrina: at\u00e9 320,0 ug\/24h<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Normetanefrina: at\u00e9 390,0 ug\/24h<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">METANOL URIN\u00c1RIO<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:urina<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:\u00c1lcool metilico (metanol)<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Cromatografia Gasosa<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta .: .:Coletar a 1\u00ba urina da manh\u00e3 no Laborat\u00f3rio, (<b>coleta de<\/b> <b>amostra assistida por testemunha<\/b>)<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Coletar urina de final de jornada de trabalho ou aleat\u00f3ria em frasco de coleta de urina limpo e sem aditivo. Enviar a amostra congelada para o laborat\u00f3rio.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: avalia\u00e7\u00e3o da intoxica\u00e7\u00e3o por metanol (atrav\u00e9s de combust\u00edveis, solventes, tintas, resinas, corantes, etc.). Este \u00e1lcool, muito mais t\u00f3xico que o etanol, \u00e9 convertido a formalde\u00eddo e \u00e1cido f\u00f3rmico, causando danos \u00e0 retina (levando \u00e0 cegueira), al\u00e9m de causar acidose metab\u00f3lica.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">VR*: at\u00e9 5,0 mg\/L.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">IBMP**: at\u00e9 15,0 mg\/L.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">*Valor de Refer\u00eancia para pacientes expostos.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">**\u00cdndice Biol\u00f3gico M\u00e1ximo Permitido (NR-7).<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">METIL ETIL CETONA<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:urina do final da jornada de trabalho<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Cromatografia Gasosa<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Coletar urina de final de jornada de trabalho ou aleat\u00f3ria em frasco de coleta de urina limpo e sem aditivo. Ap\u00f3s a coleta manter o frasco bem fechado e refrigerado<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: indicador de avalia\u00e7\u00e3o das exposi\u00e7\u00f5es ocupacionais. A principal a\u00e7\u00e3o da metil etil cetona no organismo \u00e9 a depress\u00e3o do sistema nervoso central, produzindo narcose.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">I.B.M.P : 2,00 mg\/L<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo desenvolvido \\\\\\&#8217;in house\\\\\\&#8217; pelo Alvaro Centro de An\u00e1lises e Pesquisas Cl\u00ednicas.<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">MICOL\u00d3GICO &#8211; Pesquisa<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:Diversos<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:Pesq. de fungos, leveduras, pesq. de dermat\u00f3fitos<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Clarifica\u00e7\u00e3o Direta e Colora\u00e7\u00e3o de Gram.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:3 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Depende do material. Raspado de pele, unha, cabelo, secre\u00e7\u00f5es, liquor. Enviar em frasco est\u00e9ril.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico de infec\u00e7\u00f5es f\u00fangicas. A pesquisa \u00e9 realizada atrav\u00e9s de microscopia direta (ap\u00f3s tratamento do material e\/ou colora\u00e7\u00e3o).<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Negativa<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">MICROALBUMIN\u00daRIA &#8211; 24h<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:urina 24 horas<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:Microprotein\u00faria 24 hroas<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Imunoturbidimetria<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Desprezar a primeira urina da manh\u00e3, colher toda a urina durante todo o dia e noite, inclusive a 1\u00ba do dia seguinte. Usar frasco de \u00e1gua mineral ou do pr\u00f3prio laborat\u00f3rio. N\u00e3o ser\u00e1 aceita urina colhida em frasco de refrigerante. Deixar refrigerado.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: acompanhamento de diabetes mellitus. Considera-se a presen\u00e7a de microalbumin\u00faria quando a excre\u00e7\u00e3o urin\u00e1ria \u00e9 maior que 30 mg\/24 horas; n\u00edveis maiores que 300 mg\/24 horas indicam a presen\u00e7a de macroalbumin\u00faria. A presen\u00e7a de microalbumin\u00faria em diab\u00e9ticos indica comprometimento renal; quando os n\u00edveis forem menores que 300 mg\/24 horas \u00e9 poss\u00edvel reverter ou retardar o progn\u00f3stico do dano renal. Grandes volumes urin\u00e1rios em pacientes diab\u00e9ticos podem causar resultados falsamente negativos. Nestes casos \u00e9 aconselh\u00e1vel dosar os n\u00edveis de microalbumina, em amostras coletadas pela manh\u00e3, repetindo a an\u00e1lise com intervalo de 2 semanas.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Normal : &lt; 30,0 mg\/24h<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">MICROALBUMIN\u00daRIA &#8211; Amostra isolada<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:urina &#8211; amostra isolada<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:Microprotein\u00faria<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Imunoturbidimetria<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .: 5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Coletar amostra isolada. Exerc\u00edcios f\u00edsicos podem aumentar a excre\u00e7\u00e3o de albumina.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: acompanhamento de diabetes mellitus. Considera-se a presen\u00e7a de microalbumin\u00faria quando a excre\u00e7\u00e3o urin\u00e1ria \u00e9 maior que 30 mg\/24 horas; n\u00edveis maiores que 300 mg\/24 horas indicam a presen\u00e7a de macroalbumin\u00faria. A presen\u00e7a de microalbumin\u00faria em diab\u00e9ticos indica comprometimento renal; quando os n\u00edveis forem menores que 300 mg\/24 horas \u00e9 poss\u00edvel reverter ou retardar o progn\u00f3stico do dano renal. Grandes volumes urin\u00e1rios em pacientes diab\u00e9ticos podem causar resultados falsamente negativos. Nestes casos \u00e9 aconselh\u00e1vel dosar os n\u00edveis de microalbumina, em amostras coletadas pela manh\u00e3, repetindo a an\u00e1lise com intervalo de 2 semanas.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Normal: &lt; 26,0 mg\/g de creatinina<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">MONONUCLEOSE &#8211; Anticorpos heter\u00f3filos<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:Sorologia para o v\u00edrus Epstein baar, Paul Bunnel<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Aglutina\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:3 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum n\u00e3o obrigat\u00f3rio<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico da mononucleose infecciosa; pesquisa de anticorpos heter\u00f3filos. Os anticorpos heter\u00f3filos reagem com ant\u00edgenos de superf\u00edcie de eritr\u00f3citos de carneiro e cavalo, mas n\u00e3o com ant\u00edgenos de c\u00e9lulas renais de cobaia. Estes anticorpos est\u00e3o presentes em cerca de 90% dos pacientes com mononucleose infecciosa (MI), durante algum momento da evolu\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a. Os t\u00edtulos de anticorpos heter\u00f3filos diminuem ap\u00f3s a fase aguda da mononucleose infecciosa, podendo ser detectados at\u00e9 9 meses ap\u00f3s o in\u00edcio da doen\u00e7a. A presen\u00e7a de anticorpos heter\u00f3filos em crian\u00e7as pode dar resultados falso negativos em at\u00e9 40% dos casos (em adultos at\u00e9 10%). Por esta raz\u00e3o o uso da pesquisa de anticorpos espec\u00edficos passa a ser rotina no diagn\u00f3stico laboratorial de MI. A confirma\u00e7\u00e3o do diagn\u00f3stico \u00e9 feita com a pesquisa de anticorpos espec\u00edficos da classe IgM contra o ant\u00edgeno do v\u00edrus caps\u00eddeo (VCA). Estes anticorpos s\u00e3o detectados 1 a 2 semanas ap\u00f3s a infec\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">N\u00e3o reagente : aus\u00eancia de anticorpos<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Reagente : presen\u00e7a de anticorpos<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Pesquisa de anticorpos heterofilos associados a mononucleose infecciosa.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">*** Outros testes dispon\u00edveis em nossa rotina ***<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">a. Anticorpos anti EB (IgG e IgM) &#8211; ELISA<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Obs: Em crian\u00e7a \u00e9 frequente a aus\u00eancia de anticorpos heterofilos (Monotest e Paul Bunnel) e<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Rea\u00e7\u00f5es positivas para Epstein baar (ELISA)<\/p>\n<p><a name=\"N\"><\/a><\/p>\n<h2>Exames &#8211; N<\/h2>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">N\u00cdQUEL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:urina do final da jornada de trabalho<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:ICP-MS<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:15 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Coletar urina<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico de intoxica\u00e7\u00e3o por n\u00edquel. Os sinais cl\u00ednicos associados \u00e0 intoxica\u00e7\u00e3o por n\u00edquel s\u00e3o: dispn\u00e9ia, cianose (ind\u00edcio de gravidade), hipertermia, tosse, tontura, mal-estar generalizado, v\u00f4mito, n\u00e1useas, pulso r\u00e1pido, colapso, zumbidos, asfixia, apn\u00e9ia, c\u00e2ncer pulmonar (casos cr\u00f4nicos), dermatite (casos cr\u00f4nicos), necrose cerebral, taquicardia, parada card\u00edaca, edema agudo e necrose pulmonar.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">At\u00e9 23 ug\/L<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">IBMP*: At\u00e9 60 ug\/L<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">*\u00cdndice Biol\u00f3gico M\u00e1ximo Permitido.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">VR antigo: at\u00e9 2,0 ug\/g creatinina<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">IBMP*: at\u00e9 30,0 ug\/g de creatinina.<\/p>\n<p><a name=\"O\"><\/a><\/p>\n<h2>Exames &#8211; O<\/h2>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">OSMOLARIDADE URIN\u00c1RIA<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Material .:urina<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:Osmolalidade<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">M\u00e9todo .:Osmometria de press\u00e3o de vapor<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Resultado .:5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Coleta: Coletar urina amostra isolada, de 24 horas ou 12 horas ap\u00f3s restri\u00e7\u00e3o h\u00eddrica.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Avalia\u00e7\u00e3o eletrol\u00edtica e balan\u00e7o h\u00eddrico .Avalia\u00e7\u00e3o da capacidade de concentra\u00e7\u00e3o e dilui\u00e7\u00e3o urin\u00e1ria. S\u00edndrome da secre\u00e7\u00e3o inadequada de Horm\u00f4nio Antidiur\u00e9tico (ADH) e diabetes ins\u00edpidus. Valores baixos ap\u00f3s restri\u00e7\u00e3o h\u00eddrica s\u00e3o observados nas diabetes insipidus hipotal\u00e2mico-hipofis\u00e1rio ou renal. Valores elevados podem ser resultantes de hiponatremia, desidrata\u00e7\u00e3o, hipercalcemia, terapia com manitol, engest\u00e3o de etanol, metanol ou etileno glicol. Elevados n\u00edveis de osmolaridade no soro com dosagem de s\u00f3dio normal sugerem poss\u00edvel hiperglicemia, uremia, ou alcoolismo. Baixos n\u00edveis tamb\u00e9m podem ser observados na hiperhidrata\u00e7\u00e3o secund\u00e1ria, hiponatremia, sindrome da secre\u00e7\u00e3o inadequada de ADH com carcinoma de pulm\u00f5es.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Adultos e Crian\u00e7as (24h) : 50 a 1200 mOsmol\/Kg<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Recem-nascidos (0 a 30 dias): 50 a 645 mOsmol\/Kg<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Amostra isolada(randomica) : 50 a 1400 mOsmol\/Kg<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Ap\u00f3s restri\u00e7\u00e3o h\u00eddrica(12h) : &gt; 850 mOsmol\/Kg<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">OSTEOCALCINA<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Material .:Plasma heparinizado<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">M\u00e9todo .:Quimioluminesc\u00eancia<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Resultado .:5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Coleta: Jejum n\u00e3o necess\u00e1rio.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: classifica\u00e7\u00e3o e monitoramento do tratamento da osteoporose. A osteocalcina \u00e9 um marcador espec\u00edfico de \\&#8221;turn over\\&#8221; \u00f3sseo, sendo o maior e o principal componente prot\u00e9ico n\u00e3o col\u00e1geno do osso. Seus n\u00edveis variam com a idade: elevados na inf\u00e2ncia e puberdade (com pico durante o estir\u00e3o puberal), apresentando decl\u00ednio na fase adulta, com aumento na menopausa. Durante a gesta\u00e7\u00e3o, seus n\u00edveis tornam-se n\u00e3o detect\u00e1veis nos primeiros meses, reaparecendo 48 horas antes do parto. O diagn\u00f3stico precoce de osteoporose diminui os riscos de fratura. Valores aumentados: atividade osteobl\u00e1stica aumentada. Valores diminu\u00eddos: atividade osteobl\u00e1stica diminu\u00edda.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Mulheres saud\u00e1veis:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">&#8211; Pr\u00e9 Menopausa &gt; 20 anos 11,0 a 43,0 ng\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">&#8211; P\u00f3s Menopausa 15,0 a 46,0 ng\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Homens saud\u00e1veis:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">&#8211; 18 a 30 anos 24,0 a 70,0 ng\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">&#8211; 30 a 50 14,0 a 42,0 ng\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">&#8211; &gt; 50 anos 14,0 a 46,0 ng\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">A reconhecida varia\u00e7\u00e3o dos n\u00edveis de osteocalcina, relacionada \u00e0 instabilidade ap\u00f3s a coleta, determina cuidados especiais na coleta e no armazenamento das amostras.<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">OXCARBAZEPINA<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Material .:soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:Trileptal<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">M\u00e9todo .:Cromatografia L\u00edquida de Alto Desempenho (HPLC)<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Resultado .:8 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Coleta: &#8211; Jejum m\u00ednimo de 4 horas. O material devera ser coletado de 30 a 60 minutos antes da pr\u00f3xima administra\u00e7\u00e3o ou a crit\u00e9rio m\u00e9dico.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: monitoramento terap\u00eautico. A oxcarbazepina (Trileptal) \u00e9 um composto cong\u00eanere da carbamazepina, com efic\u00e1cia id\u00eantica, apresentando menos rea\u00e7\u00f5es e efeitos colaterais.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Faixa Terap\u00eautica: 13 a 30 mg\/L<\/p>\n<p><a name=\"P\"><\/a><\/p>\n<h2>Exames &#8211; P<\/h2>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">PAPANICOLAOU &#8211; Citopatol\u00f3gico<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:Citopatol\u00f3gico<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:Citopatologico vaginal onc\u00f3tico e microflora<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Colora\u00e7\u00e3o de Papanicolaou<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:15 dias \u00fateis<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Confeccionar 1 l\u00e2minas e enviar ao laborat\u00f3rio. Devem ser enviados dados cl\u00ednicos do paciente. Deve ser tomado cuidado com a fixa\u00e7\u00e3o do material (deve ser colhido e imediatamente imerso em alcool 95%)<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia:\u00a0 Negativo para c\u00e9lulas neopl\u00e1sicas<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">PARASITOL\u00d3GICO \u2013 1 amostra<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:Fezes &#8211; \u00a0Amostra \u00fanica<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:Pesquisa de helmintos e protozo\u00e1rios nas fezes<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Hoffman, Baerman, Wilis &amp; Faust<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:\u00a0 2 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Coletar fezes frescas<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico de infesta\u00e7\u00e3o por parasitas intestinais. Existem basicamente duas categorias de parasitas intestinais: os protozo\u00e1rios e os helmintos. Todos iniciam seu processo de infesta\u00e7\u00e3o por ingest\u00e3o de cistos, ovos ou formas maduras a partir de alimentos e \u00e1gua contaminados ou processamento de alimentos com m\u00e3os e materiais contaminados. Cada parasita apresenta caracter\u00edsticas particulares de infec\u00e7\u00e3o e processos fisiopatol\u00f3gicos espec\u00edficos. A preval\u00eancia e a incid\u00eancia das parasitoses parecem estar associadas \u00e0s condi\u00e7\u00f5es s\u00f3cio-econ\u00f4micas da popula\u00e7\u00e3o avaliada. Geralmente a solicita\u00e7\u00e3o de exame parasitol\u00f3gico \u00e9 realizada como rotina ou a partir de apresenta\u00e7\u00e3o de sintomas gastrointestinais (dor abdominal, diarr\u00e9ia, gases, etc.). A simples presen\u00e7a de alguns parasitas n\u00e3o justifica o quadro patol\u00f3gico (Entamoeba coli, Endolimax nana, Iodamoeba butschlii e outros menos freq\u00fcentes), enquanto outros sempre merecem tratamento (embora alguns autores sustentem que devem ser tratados todos os pacientes que apresentem qualquer parasita detect\u00e1vel nas fezes). Clinicamente, \u00e9 necess\u00e1ria apenas a qualifica\u00e7\u00e3o ou indica\u00e7\u00e3o de presen\u00e7a\/aus\u00eancia de parasitas nas fezes, n\u00e3o havendo a exig\u00eancia da quantifica\u00e7\u00e3o de parasitas (mesmo de Taenia sp ou Schistosoma sp), dada a n\u00e3o uniformidade do bolo fecal, bem como a inutilidade do dado. Amostras isoladas de fezes que resultam negativas para a presen\u00e7a de parasitas devem ser repetidas. Especialmente em casos de infesta\u00e7\u00e3o por Giardia sp, algumas vezes \u00e9 necess\u00e1ria a avalia\u00e7\u00e3o de at\u00e9 6 amostras, para perceber a presen\u00e7a de seus cistos ou trofozo\u00edtos (no caso da giard\u00edase e da ameb\u00edase existem an\u00e1lises de imunodetec\u00e7\u00e3o de ant\u00edgenos nas fezes, melhorando a sensibilidade do teste). As parasitoses podem estabelecer quadros m\u00f3rbidos especialmente importantes em sujeitos imunocomprometidos, sendo \u00e0s vezes necess\u00e1ria a solicita\u00e7\u00e3o de pesquisa espec\u00edfica para Cryptosporidium sp e outros microspor\u00eddios.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Aus\u00eancia de helmintos e protozo\u00e1rios na amostra examinada<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">PARASITOL\u00d3GICO &#8211; 3 Amostras<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:fezes<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:Pesquisa de helmintos e protozo\u00e1rios nas fezes<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Hoffman, Baerman, Wilis &amp; Faust<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .: 2 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta .:Coletar 3 amostras de fezes<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico de infesta\u00e7\u00e3o por parasitas intestinais. Existem basicamente duas categorias de parasitas intestinais: os protozo\u00e1rios e os helmintos. Todos iniciam seu processo de infesta\u00e7\u00e3o por ingest\u00e3o de cistos, ovos ou formas maduras a partir de alimentos e \u00e1gua contaminados ou processamento de alimentos com m\u00e3os e materiais contaminados. Cada parasita apresenta caracter\u00edsticas particulares de infec\u00e7\u00e3o e processos fisiopatol\u00f3gicos espec\u00edficos. A preval\u00eancia e a incid\u00eancia das parasitoses parecem estar associadas \u00e0s condi\u00e7\u00f5es s\u00f3cio-econ\u00f4micas da popula\u00e7\u00e3o avaliada. Geralmente a solicita\u00e7\u00e3o de exame parasitol\u00f3gico \u00e9 realizada como rotina ou a partir de apresenta\u00e7\u00e3o de sintomas gastrointestinais (dor abdominal, diarr\u00e9ia, gases, etc.). A simples presen\u00e7a de alguns parasitas n\u00e3o justifica o quadro patol\u00f3gico (Entamoeba coli, Endolimax nana, Iodamoeba butschlii e outros menos freq\u00fcentes), enquanto outros sempre merecem tratamento (embora alguns autores sustentem que devem ser tratados todos os pacientes que apresentem qualquer parasita detect\u00e1vel nas fezes). Clinicamente, \u00e9 necess\u00e1ria apenas a qualifica\u00e7\u00e3o ou indica\u00e7\u00e3o de presen\u00e7a\/aus\u00eancia de parasitas nas fezes, n\u00e3o havendo a exig\u00eancia da quantifica\u00e7\u00e3o de parasitas (mesmo de Taenia sp ou Schistosoma sp), dada a n\u00e3o uniformidade do bolo fecal, bem como a inutilidade do dado. Amostras isoladas de fezes que resultam negativas para a presen\u00e7a de parasitas devem ser repetidas. Especialmente em casos de infesta\u00e7\u00e3o por Giardia sp, algumas vezes \u00e9 necess\u00e1ria a avalia\u00e7\u00e3o de at\u00e9 6 amostras, para perceber a presen\u00e7a de seus cistos ou trofozo\u00edtos (no caso da giard\u00edase e da ameb\u00edase existem an\u00e1lises de imunodetec\u00e7\u00e3o de ant\u00edgenos nas fezes, melhorando a sensibilidade do teste). As parasitoses podem estabelecer quadros m\u00f3rbidos especialmente importantes em sujeitos imunocomprometidos, sendo \u00e0s vezes necess\u00e1ria a solicita\u00e7\u00e3o de pesquisa espec\u00edfica para Cryptosporidium sp e outros microspor\u00eddios.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Aus\u00eancia de helmintos e protozo\u00e1rios na amostra examinada<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">PARATORM\u00d4NIO &#8211; Mol\u00e9cula intacta<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:Soro Congelado<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:PTH, Horm\u00f4nio da Paratire\u00f3ide<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Eletroquimioluminesc\u00eancia<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado: \u00a05 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum obrigat\u00f3rio, prefer\u00eancia pela manh\u00e3.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico diferencial das hipercalcemias, hiperparatireoidismo prim\u00e1rio, hiperparatireoidismo secund\u00e1rio, hipoparatireoidismo e pseudohipoparatireoidismo. Habitualmente, a avalia\u00e7\u00e3o do PTH \u00e9 feita em conjunto com a dosagem de c\u00e1lcio s\u00e9rico (diagn\u00f3stico de hiperparatireoidismo prim\u00e1rio), com paratorm\u00f4nio (PTH) elevado e c\u00e1lcio s\u00e9rico discretamente elevado. Por\u00e9m, outras causam de hipercalcemias podem exibir PTH em n\u00edveis baixos. No hipoparatireoidismo s\u00e3o encontrados valores diminu\u00eddos de c\u00e1lcio s\u00e9rico, em conjunto com PTH n\u00e3o detect\u00e1vel ou em concentra\u00e7\u00f5es muito baixas. Quando o PTH estiver aumentado, o diagn\u00f3stico prov\u00e1vel \u00e9 de pseudohipoparatireoidismo. Nas investiga\u00e7\u00f5es etiol\u00f3gicas de lit\u00edase renal, a dosagem do PTH pode diagnosticar um hiperparatireoidismo. \u00c9 importante observar que muitos pacientes com insufici\u00eancia renal cr\u00f4nica (principalmente pacientes em hemodi\u00e1lise), podem apresentar elevados n\u00edveis de PTH, sem um quadro cl\u00ednico correspondente. A maioria destes pacientes n\u00e3o tem doen\u00e7a \u00f3ssea que justifique valores elevados de PTH. \u00c9 prov\u00e1vel que estes pacientes tenham predomin\u00e2ncia de formas n\u00e3o biol\u00f3gicas ativas, que s\u00e3o medidas pelos ensaios de PTH intacto.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">15,0 a 65,0 pg\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">N\u00edveis baixos de PTH podem tamb\u00e9m estar associados a n\u00e3o separa\u00e7\u00e3o imediata do plasma ou soro, ou ao n\u00e3o congelamento dos mesmos antes da realiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">PARVOV\u00cdRUS B 19 &#8211; Anticorpos IgG<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Imunoensaio enzimatico<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:7 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Coletar soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico do parvov\u00edrus B19. O parvov\u00edrus B19 \u00e9 um DNA v\u00edrus, capaz de causar uma grande variedade de patologias (desde um eritema at\u00e9 les\u00e3o grave de medula \u00f3ssea ou morte fetal). Os anticorpos IgM s\u00e3o detect\u00e1veis cerca de 2 semanas ap\u00f3s contamina\u00e7\u00e3o (anticorpos IgG &#8211; cerca de 3 semanas).<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">N\u00e3o reagente: &lt; 10 U\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Inconclusivo: 10,1 a 12 U\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Reagente: &gt; ou igual a 12,1 U\/mL<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">PARVOV\u00cdRUS B 19 &#8211; Anticorpos IgM<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Imunoensaio enzimatico<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .: 7 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Coletar soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico do parvov\u00edrus B19. O parvov\u00edrus B19 \u00e9 um DNA v\u00edrus, capaz de causar uma grande variedade de patologias (desde um eritema at\u00e9 les\u00e3o grave de medula \u00f3ssea ou morte fetal). Os anticorpos IgM s\u00e3o detect\u00e1veis cerca de 2 semanas ap\u00f3s contamina\u00e7\u00e3o (anticorpos IgG &#8211; cerca de 3 semanas).<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">N\u00e3o reagente : &lt; 10 U\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Inconclusivo: 10 a 12 U\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Reagente : &gt; ou igual a 12,1 U\/mL<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">PEPT\u00cdDEO C<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:Soro Congelado<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Eletroquimioluminesc\u00eancia<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .: 7 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum de 8 horas obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: distin\u00e7\u00e3o entre tumores secretores de insulina e diabetes tipo 1 e 2; avalia\u00e7\u00e3o da reserva insul\u00ednica pancre\u00e1tica. O pept\u00eddeo-C \u00e9 uma cadeia de 31 amino\u00e1cidos, com massa molecular de aproximadamente 3020 daltons. Metabolicamente inerte, ele se origina nas c\u00e9lulas beta pancre\u00e1ticas, como um produto da clivagem enzim\u00e1tica da pr\u00f3-insulina a insulina. Valores aumentados: insulinoma, diabetes do tipo 2. Valores diminu\u00eddos: administra\u00e7\u00e3o de insulina ex\u00f3gena, diabetes do tipo 1. Avalia\u00e7\u00e3o da reserva insul\u00ednica pancre\u00e1tica: em muitas circunst\u00e2ncias cl\u00ednicas, pode ser interessante determinar a exist\u00eancia ou n\u00e3o de uma reserva secretora de insulina. Tal informa\u00e7\u00e3o pode ter import\u00e2ncia, no que concerne \u00e0 estrat\u00e9gia terap\u00eautica a ser adotada em rela\u00e7\u00e3o a determinado paciente, em especial aqueles em uso de insulina, em que se antev\u00ea a possibilidade de substitui\u00e7\u00e3o terap\u00eautica. A medida do pept\u00eddeo C, em condi\u00e7\u00f5es basais ou ap\u00f3s est\u00edmulo, \u00e9 considerada o melhor m\u00e9todo para estudo da reserva insul\u00ednica pancre\u00e1tica, por n\u00e3o sofrer interfer\u00eancias.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">1,1 a 4,4 ng\/ml<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Obs : valor m\u00e9dio 1,6 ng\/mL .Amostras coletadas antes da dose de insulina(em diab\u00e9ticos),com<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">valor inferior a 0,8 ng\/mL indica reserva pancre\u00e1tica funcional comprometida.<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Pesquisa de Fungos<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:Diversos<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:Bacterioscopia de fungos<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Clarifica\u00e7\u00e3o Direta e Colora\u00e7\u00e3o de Gram.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Depende do material. Raspado de pele, unha, cabelo, secre\u00e7\u00f5es, liquor.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico de infec\u00e7\u00f5es f\u00fangicas. A pesquisa \u00e9 realizada atrav\u00e9s de microscopia direta (ap\u00f3s tratamento do material e\/ou colora\u00e7\u00e3o).<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Negativa<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">POT\u00c1SSIO<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:Soro p\/ NACLK<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Eletrodo Seletivo<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:2 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum de 8 horas obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: avalia\u00e7\u00e3o do equil\u00edbrio hidro-eletrol\u00edtico. O pot\u00e1ssio corp\u00f3reo corresponde a 50 mEq\/kg (&gt;95% intracelular). Uma defici\u00eancia de 4-5 mEq\/Kg ocorre para cada redu\u00e7\u00e3o de 1 mEq\/L da concentra\u00e7\u00e3o de pot\u00e1ssio s\u00e9rico, abaixo de um n\u00edvel de 4 mEq\/L. A hipocalemia pode ser devida a redu\u00e7\u00e3o da ingest\u00e3o, troca de pot\u00e1ssio no interior da c\u00e9lula, perda de pot\u00e1ssio renal ou extra-renal ou uma combina\u00e7\u00e3o destes fatores. Valores aumentados: infus\u00e3o r\u00e1pida de vitamina K. Valores diminu\u00eddos: v\u00f4mitos prolongados, diarr\u00e9ia, acidose tubular renal, insufici\u00eancia renal, s\u00edndrome de Fanconi, aldosteronismo prim\u00e1rio ou secund\u00e1rio, s\u00edndrome de Cushing, administra\u00e7\u00e3o de ACTH, cortisona ou testosterona. Interferentes: bloqueadores adren\u00e9rgicos +, \u00e1cido aminocapr\u00f3ico +, angiotensina +, agentes antineopl\u00e1sicos +, cefaloridina +, ciclosporina +, digoxina +, epinefrina +, heparina +, l\u00edtio+, manitol +, metilcilina +, agentes antiinflamat\u00f3rios +, penicilina +, tetraciclina +, adren\u00e9rgicos -, aminoglicos\u00eddeos -, aspirina -, anfotericina -, carbenicilina -, diur\u00e9ticos -.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">3,5\u00a0 a 5,3 mEq\/L<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">POT\u00c1SSIO URIN\u00c1RIO &#8211; 24h<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:urina 24 horas<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Eletrodo Seletivo<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:2 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Coleta: Desprezar a primeira urina da manh\u00e3, colher toda a urina durante todo o dia e noite, inclusive a 1\u00ba do dia seguinte. Usar frasco de \u00e1gua mineral ou do pr\u00f3prio laborat\u00f3rio. N\u00e3o ser\u00e1 aceita urina colhida em frasco de refrigerante. Deixar refrigerado.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: avalia\u00e7\u00e3o do equil\u00edbrio hidro-eletrol\u00edtico. O pot\u00e1ssio corp\u00f3reo corresponde a 50 mEq\/kg (&gt;95% intracelular). Uma defici\u00eancia de 4-5 mEq\/Kg ocorre para cada redu\u00e7\u00e3o de 1 mEq\/L da concentra\u00e7\u00e3o de pot\u00e1ssio s\u00e9rico, abaixo de um n\u00edvel de 4 mEq\/L. A hipocalemia pode ser devida a redu\u00e7\u00e3o da ingest\u00e3o, troca de pot\u00e1ssio no interior da c\u00e9lula, perda de pot\u00e1ssio renal ou extra-renal ou uma combina\u00e7\u00e3o destes fatores. Valores aumentados: infus\u00e3o r\u00e1pida de vitamina K. Valores diminu\u00eddos: v\u00f4mitos prolongados, diarr\u00e9ia, acidose tubular renal, insufici\u00eancia renal, s\u00edndrome de Fanconi, aldosteronismo prim\u00e1rio ou secund\u00e1rio, s\u00edndrome de Cushing, administra\u00e7\u00e3o de ACTH, cortisona ou testosterona. Interferentes: bloqueadores adren\u00e9rgicos +, \u00e1cido aminocapr\u00f3ico +, angiotensina +, agentes antineopl\u00e1sicos +, cefaloridina +, ciclosporina +, digoxina +, epinefrina +, heparina +, l\u00edtio+, manitol +, metilcilina +, agentes antiinflamat\u00f3rios +, penicilina +, tetraciclina +, adren\u00e9rgicos -, aminoglicos\u00eddeos -, aspirina -, anfotericina -, carbenicilina -, diur\u00e9ticos -.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">25,0 a 125,0 mEq\/24h<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">PR\u00d3-CALCITONINA<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:Pro calcitonina<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Quimioluminesc\u00eancia<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:7 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum de 8 horas obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: A Pr\u00f3Calcitonina, e o pr\u00f3 pept\u00eddeo da calcitonina, hormonalmente inativo, com um peso molecular de 12,6 kD. Dado que, em indiv\u00edduos com metabolismo normal, a procalcitonina \u00e9 eliminada em n\u00edveis indetect\u00e1veis (&lt; 0,1 ng\/mL) pelos indiv\u00edduos saud\u00e1veis. Nas infec\u00e7\u00f5es graves por bacterias, fungos e parasitas, bem como na sepses, o t\u00edtulo s\u00e9rico da procalcitonina pode ultrapassar os 500 ng\/mL. As c\u00e9lulas sangu\u00edneas mononucleares s\u00e3o entre outras, atualmente consideradas como local da s\u00edntese da pr\u00f3 calcitonina em condi\u00e7\u00f5es de resposta inflamat\u00f3ria sist\u00eamica. Avalia\u00e7\u00f5es clinicas em v\u00e1rios campos especializados da medicina demostraram que a pro calcitonina constitui um excelente par\u00e2metro para: &#8211; Diagn\u00f3stico precoce de infec\u00e7\u00f5es bacterianas e mic\u00f3ticas generalizadas e de sepses; &#8211; Avaliar a gravidade e prognosticar o resultado de infec\u00e7\u00f5es sist\u00eamicas, da sepses e de insufici\u00eancia de m\u00faltiplos \u00f3rg\u00e3os; &#8211; Vigiar o desenvolvimento de infec\u00e7\u00f5es em doentes de alto risco, por exemplo ap\u00f3s cirurgia ou transplante de \u00f3rg\u00e3os, em caso de imunossupress\u00e3o ou em doentes poli traumatizados; &#8211; Diagn\u00f3stico diferencial entre infec\u00e7\u00e3o sist\u00eamica e doen\u00e7a inflamat\u00f3ria aguda; &#8211; Diagn\u00f3stico diferencial entre infec\u00e7\u00e3o bacteriana e viral;<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Indiv\u00edduos normais : &lt; 0,5 ng\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">V\u00e1rias infec\u00e7\u00f5es bacterianas, sepses, insufici\u00eancia m\u00faltipla de \u00f3rg\u00e3os : &gt; 2,0 ng\/mL<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">PROGESTERONA<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Quimioluminesc\u00eancia<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum n\u00e3o obrigat\u00f3rio. Anotar dia do ciclo menstrual. De prefer\u00eancia entre 20\u00ba ao 24\u00ba dia do ciclo.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico da ovula\u00e7\u00e3o; avalia\u00e7\u00e3o funcional do corpo l\u00fateo; monitoramento da terapia de substitui\u00e7\u00e3o da progesterona. A progesterona \u00e9 um horm\u00f4nio ester\u00f3ide produzido pelo ov\u00e1rio, placenta (durante a gravidez) e c\u00f3rtex adrenal. Os n\u00edveis de progesterona, caracteristicamente baixos durante a fase folicular, aumentam nitidamente durante a fase l\u00fatea dos ciclos menstruais normais, alcan\u00e7ando o pico m\u00e1ximo 5-10 dias depois do pico de LH. Valores aumentados: ovula\u00e7\u00e3o (segunda metade do ciclo). Valores diminu\u00eddos: disfun\u00e7\u00e3o de fase l\u00fatea.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Mulheres:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">0 a 14 anos (Pr\u00e9-Puberes): at\u00e9 1,00 ng\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Fase Folicular: 0,21 a 1,40 ng\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Fase L\u00fatea: 3,34 a 25,56 ng\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">P\u00f3s menopausa: at\u00e9 0,73 ng\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Gestantes:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">1\u00batrimestre: 11,22 a 90,0 ng\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">2\u00batrimestre: 25,55 a 89,40 ng\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">3\u00batrimestre: 48,40 a 422,50 ng\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Masculino:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">0 a 9 anos (Pr\u00e9-Puberes): at\u00e9 1,00 ng\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Adultos: 0,28 a 1,22 ng\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Limite de Detec\u00e7\u00e3o: 0,21 ng\/mL<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">PROLACTINA<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:PRL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Quimioluminesc\u00eancia<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum de 4 horas.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: avalia\u00e7\u00e3o de tumores hipofis\u00e1rios (prolactinomas) e controle p\u00f3s-tratamento; anormalidades hipotal\u00e2micas; estudos de infertilidade, amenorr\u00e9ia, galactorr\u00e9ia e impot\u00eancia. A prolactina \u00e9 formada por 198 amino\u00e1cidos, sendo estruturalmente similar ao GH. \u00c9 secretada atrav\u00e9s das c\u00e9lulas lactotr\u00f3ficas da hip\u00f3fise anterior (amamentar \u00e9 o est\u00edmulo prim\u00e1rio para libera\u00e7\u00e3o de prolactina). Valores aumentados: tumores hipofis\u00e1rios, doen\u00e7as hipotal\u00e2micas, hipotireoidismo, tumores ect\u00f3picos, amenorr\u00e9ia, galactorr\u00e9ia, gravidez, insufici\u00eancia renal cr\u00f4nica, trauma de mama, hipotireoidismo prim\u00e1rio, drogas, causas idiop\u00e1ticas. A detec\u00e7\u00e3o da presen\u00e7a de macroprolactina em todos os soros que apresentam resultados superiores a 30 ug\/L (teste de precipita\u00e7\u00e3o do polietilenoglicol) \u00e9 uma boa pr\u00e1tica para evitar tratamentos e outros exames desnecess\u00e1rios, pois nestes casos, os pacientes n\u00e3o apresentam tumores ou outras altera\u00e7\u00f5es funcionais. Intereferentes : Fenotiazidas podem elevar a prolactina e levodopa, dopamina, cromocriptina e hormonios tiroideanos podem suprimir a secre\u00e7\u00e3o de prolactina. Recomenda-se a dosagem de TSH ap\u00f3s ou juntamente com a dosagem de prolactina para excluir hipotiroidismo.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Idade\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 :\u00a0 Homem\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 :\u00a0\u00a0 Mulher<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">\u00a01 a 11 meses: 0,3 a 28,9\u00a0 :\u00a0 0,2 a 29,0\u00a0 ng\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">\u00a01 a 3\u00a0 anos : 3,3 a 13,2\u00a0 :\u00a0 1,0 a 17,0\u00a0 ng\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">\u00a04 a 6\u00a0 anos : 0,8 a 16,9\u00a0 :\u00a0 1,6 a 13,1\u00a0 ng\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">\u00a07 a 9\u00a0 anos : 1,0 a 11,6\u00a0 :\u00a0 0,3 a 12,9\u00a0 ng\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">10 a 12 anos : 0,9 a 12,9\u00a0 :\u00a0 1,9 a\u00a0 9,6\u00a0 ng\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">13 a 15 anos : 1,6 a 16,6\u00a0 :\u00a0 3,0 a 14,4\u00a0 ng\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Adultos\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 : 2,1 a 17,7\u00a0 :\u00a0 2,8 a 29,2\u00a0 ng\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Gr\u00e1vidas\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 :\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 :\u00a0 3,2 a 318,0 ng\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">\u00a0ATEN\u00c7\u00c3O:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">A metodologia utilizada n\u00e3o detecta macroprolactina podendo haver diverg\u00eancia de resultado<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">entre outras metodologias.<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">PROLACTINA &#8211; Pool<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:PRL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Quimioluminesc\u00eancia<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum de 4 horas.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: avalia\u00e7\u00e3o de tumores hipofis\u00e1rios (prolactinomas) e controle p\u00f3s-tratamento; anormalidades hipotal\u00e2micas; estudos de infertilidade, amenorr\u00e9ia, galactorr\u00e9ia e impot\u00eancia. A prolactina \u00e9 formada por 198 amino\u00e1cidos, sendo estruturalmente similar ao GH. \u00c9 secretada atrav\u00e9s das c\u00e9lulas lactotr\u00f3ficas da hip\u00f3fise anterior (amamentar \u00e9 o est\u00edmulo prim\u00e1rio para libera\u00e7\u00e3o de prolactina). Valores aumentados: tumores hipofis\u00e1rios, doen\u00e7as hipotal\u00e2micas, hipotireoidismo, tumores ect\u00f3picos, amenorr\u00e9ia, galactorr\u00e9ia, gravidez, insufici\u00eancia renal cr\u00f4nica, trauma de mama, hipotireoidismo prim\u00e1rio, drogas, causas idiop\u00e1ticas. A detec\u00e7\u00e3o da presen\u00e7a de macroprolactina em todos os soros que apresentam resultados superiores a 30 ug\/L (teste de precipita\u00e7\u00e3o do polietilenoglicol) \u00e9 uma boa pr\u00e1tica para evitar tratamentos e outros exames desnecess\u00e1rios, pois nestes casos, os pacientes n\u00e3o apresentam tumores ou outras altera\u00e7\u00f5es funcionais. Intereferentes : Fenotiazidas podem elevar a prolactina e levodopa, dopamina, cromocriptina e hormonios tiroideanos podem suprimir a secre\u00e7\u00e3o de prolactina. Recomenda-se a dosagem de TSH ap\u00f3s ou juntamente com a dosagem de prolactina para excluir hipotiroidismo.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Idade\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Homem\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0Mulher<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">\u00a01 a 11 meses\u00a0 0,3 a 28,9\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 0,2 a 29,0\u00a0 ng\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">\u00a01 a 3\u00a0 anos\u00a0\u00a0 3,3 a 13,2\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 1,0 a 17,0\u00a0 ng\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">\u00a07 a 9\u00a0 anos\u00a0\u00a0 1,0 a 11,6\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 0,3 a 12,9\u00a0 ng\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">\u00a04 a 6\u00a0 anos\u00a0\u00a0 0,8 a 16,9\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 1,6 a 13,1\u00a0 ng\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">10 a 12 anos\u00a0\u00a0 0,9 a 12,9\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 1,9 a\u00a0 9,6\u00a0 ng\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">13 a 15 anos\u00a0\u00a0 1,6 a 16,6\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 3,0 a 14,4\u00a0 ng\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Adultos\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 2,1 a 17,7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 2,8 a 29,2\u00a0 ng\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Gr\u00e1vidas\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 3,2 a 318,0 ng\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Amostras(3) coletadas em intervalos de 20 minutos) ap\u00f3s 30 minutos de repouso.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">ATEN\u00c7\u00c3O:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">A partir do dia 17\/03\/11 a metodologia usada n\u00e3o detecta macroprolactina podendo ter diverg\u00eancia de resultado com outras metodologias.<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">PROTE\u00cdNA BENCE JONES &#8211; Pesquisa<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:urina jato medio<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:Cadeias livres de imunoglobulinas<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Precipita\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .: 3 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Desprezar a primeira urina da manh\u00e3, colher toda a urina durante todo o dia e noite, inclusive a 1\u00ba do dia seguinte. Usar frasco de \u00e1gua mineral ou do pr\u00f3prio laborat\u00f3rio. N\u00e3o ser\u00e1 aceita urina colhida em frasco de refrigerante. Deixar refrigerado.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico de s\u00edndromes mielomatosas. A prote\u00edna de Bence Jones \u00e9 uma imunoglobulina, composta por d\u00edmero de cadeias leves (kappa ou lambda) de baixo peso molecular, sintetizada por plasm\u00f3citos, com uma cl\u00e1ssica caracter\u00edstica de solubilidade (coagula\u00e7\u00e3o entre 40\u00baC-60\u00baC e solubiliza\u00e7\u00e3o a 100\u00baC). \u00c9 produzida em grande quantidade, excedendo a capacidade de metabolismo pelo rim, com conseq\u00fcente perda pela urina. A produ\u00e7\u00e3o prolongada desta prote\u00edna leva a uma les\u00e3o tubular com insufici\u00eancia renal. O percentual de pacientes que apresentam prote\u00edna de Bence Jones na urina varia para cada patologia: 70% no mieloma m\u00faltiplo, 30% na macroglobulinemia de Waldenstr\u00f6m, 20% nas doen\u00e7as linfoproliferativas malignas e 10 % nas gamopatias monoclonais benignas. Sua presen\u00e7a pode ser detectada tamb\u00e9m em percentuais vari\u00e1veis, na amiloidose prim\u00e1ria. A t\u00e9cnica eletrofor\u00e9tica \u00e9 o m\u00e9todo de escolha para a identifica\u00e7\u00e3o desta prote\u00edna, visto que, tomando como exemplo o mieloma m\u00faltiplo, 70 a 80% dos casos podem ser identificados com a sua utiliza\u00e7\u00e3o, contra apenas 50% dos casos com a utiliza\u00e7\u00e3o do m\u00e9todo de aquecimento.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Negativa : Aus\u00eancia de prote\u00ednas<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">PROTE\u00cdNA C REATIVA<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Aglutina\u00e7\u00e3o em l\u00e1tex<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:2 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum de 8 horas recomend\u00e1vel.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: marcador de fase aguda de processos infecciosos ou inflamat\u00f3rios; seguimento terap\u00eautico das doen\u00e7as reum\u00e1ticas em geral. \u00a0A concentra\u00e7\u00e3o plasm\u00e1tica aumenta em doen\u00e7as do col\u00e1geno, neoplasias, p\u00f3s-operat\u00f3rio, infarto do mioc\u00e1rdio e em doen\u00e7as infecciosas agudas (pielonefrite aguda) e cr\u00f4nicas. Na febre reum\u00e1tica, o seu reaparecimento pode sugerir regulariza\u00e7\u00e3o do processo.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Valor de Refer\u00eancia:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">&lt; 6,0 mg\/dL<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">PROTEINA C REATIVA ULTRA SENS\u00cdVEL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Imunoturbidimetria<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum de 8 horas recomend\u00e1vel.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: marcador de fase aguda de processos infecciosos ou inflamat\u00f3rios; seguimento terap\u00eautico das doen\u00e7as reum\u00e1ticas em geral. fator de risco isolado de risco coronariano. A concentra\u00e7\u00e3o plasm\u00e1tica aumenta em doen\u00e7as do col\u00e1geno, neoplasias, p\u00f3s-operat\u00f3rio, infarto do mioc\u00e1rdio e em doen\u00e7as infecciosas agudas (pielonefrite aguda) e cr\u00f4nicas. Na febre reum\u00e1tica, o seu reaparecimento pode sugerir regulariza\u00e7\u00e3o do processo; nas vasculites sist\u00eamicas, pode servir de par\u00e2metro para acompanhamento do tratamento. Estudos prospectivos tem demonstrado que a prote\u00edna C reativa (PCR) pode ser usada para predizer o futuro evento cardiovascular. M\u00e9todos com alta sensibilidade s\u00e3o usados para este prop\u00f3sito. Concentra\u00e7\u00f5es aumentadas de PCR precedem em anos, antecipando o primeiro evento coronariano ou cerebral em indiv\u00edduos de alto risco. A PCR \u00e9 usualmente dosada nos laborat\u00f3rios cl\u00ednicos por imunonefelometria ou imunoturbidimetria ,m\u00e9todos reprodut\u00edveis, capazes de medir a PCR com limites de detec\u00e7\u00e3o baixos . Muito embora este limite de detec\u00e7\u00e3o seja adequado para a tradicional utiliza\u00e7\u00e3o cl\u00ednica da PCR monitorando uma infec\u00e7\u00e3o, torna-se in\u00fatil para predizer risco coronariano e doen\u00e7a cerebrovascular, em popula\u00e7\u00e3o aparentemente normal. A grande maioria dos estudos originais que examinaram a utilidade cl\u00ednica para predizer o futuro enfarto do mioc\u00e1rdio tem usado o PCR ultra-sens\u00edvel. Este ensaio \u00e9 capaz de medir concentra\u00e7\u00f5es de PCR at\u00e9 0,05 mg\/dL. Estudos demonstraram que mulheres aparentemente normais com concentra\u00e7\u00f5es de PCR &gt;0,21 mg\/dL tem 3 vezes maior probabilidade de enfarto do mioc\u00e1rdio e 2 vezes risco de doen\u00e7a arterial perif\u00e9rica, quando comparadas com outro grupo com concentra\u00e7\u00f5es de PCR &lt;0,55 mg\/L (ou &lt;0,055<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Risco Doen\u00e7a Cardiovascular<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Risco baixo: &lt; 0,10 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Risco m\u00e9dio: 0,10 a 0,30 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Risco alto : &gt; 0,30 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\"><span lang=\"\\&quot;\\\\&quot;EN-US\\\\&quot;\\&quot;\">(Recomenda\u00e7\u00e3o CDC\/AHA 2003)<\/span><\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\"><span lang=\"\\&quot;\\\\&quot;EN-US\\\\&quot;\\&quot;\">Myers G, Kimberly M. C reactive protein. Progress toward standardizing measurement for cardiovascular Disease Risk (Clinical Lab.<\/span>News, october 2004)<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Prova inflamatoria<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Normal : &lt; 0,50 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">RN &#8211; Cord\u00e3o Umbilical : &lt; 0,06 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Do 4\u00b0 dia a 1 m\u00eas de vida : &lt; 0,16 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Limite de detec\u00e7\u00e3o da t\u00e9cnica: 0,01 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Obs.: Para convers\u00e3o do valor obtido para Unidades Internacionais (mg\/L), multiplicar esse resultado pelo fator 10.<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">PROTE\u00cdNA URIN\u00c1RIA &#8211; 24h<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:urina 24 horas<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Colorimetrico<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .: 3 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Desprezar a primeira urina da manh\u00e3, colher toda a urina durante todo o dia e noite, inclusive a 1\u00ba do dia seguinte. Usar frasco de \u00e1gua mineral ou do pr\u00f3prio laborat\u00f3rio. N\u00e3o ser\u00e1 aceita urina colhida em frasco de refrigerante. Deixar refrigerado.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: avalia\u00e7\u00e3o de doen\u00e7as renais. A protein\u00faria n\u00e3o \u00e9 uma doen\u00e7a; trata-se de um marcador cl\u00ednico, indicando a exist\u00eancia de uma anormalidade renal evidente. Quando causada por doen\u00e7a renal ou sist\u00eamica, \u00e9 acompanhada por outras anormalidades cl\u00ednicas tais como: creatinina s\u00e9rica elevada, sedimento urin\u00e1rio anormal, evid\u00eancia de enfermidade sist\u00eamica (febre, erup\u00e7\u00e3o da pele, vasculite). Principais raz\u00f5es para o desenvolvimento de protein\u00faria: protein\u00faria funcional (processo benigno originado por agressores fisiol\u00f3gicos ou psicol\u00f3gicos, tais como enfermidades agudas, exerc\u00edcios, estresse emocional e uma entidade bem descrita denominada \\\\\\&#8221;protein\u00faria ortost\u00e1tica\\\\\\&#8221;); superprodu\u00e7\u00e3o de prote\u00ednas plasm\u00e1ticas filtr\u00e1veis circulantes (prote\u00ednas de Bence Jones, associadas com mieloma m\u00faltiplo); protein\u00faria glomerular (resultante de anormalidades na membrana basal glomerular); protein\u00faria tubular (ocorre como resultado de reabsor\u00e7\u00e3o defeituosa das prote\u00ednas filtradas normalmente no t\u00fabulo proximal, tendo como causas a presen\u00e7a de necrose tubular aguda, les\u00e3o t\u00f3xica por chumbo ou aminoglicos\u00eddeos e altera\u00e7\u00f5es metab\u00f3licas heredit\u00e1rias, como doen\u00e7a de Wilson e s\u00edndrome de Fanconi).<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">24,0 a 141,0 mg\/24 h<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">PROTE\u00cdNAS TOTAIS e FRA\u00c7\u00d5ES<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:PTF, Albumina\/Globulina<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Enzim\u00e1tico\/automatizado<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:2 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum de 4 horas.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: avalia\u00e7\u00e3o das hipoproteinemias e hiperproteinemias. Valores aumentados: hiperimunoglobulinemias, gamopatia policlonal, gamopatias monoclonal. Valores diminu\u00eddos: perda prot\u00e9ica, s\u00edndrome nefr\u00f3tica, doen\u00e7a cr\u00f4nica do f\u00edgado, desnutri\u00e7\u00e3o, agamaglobulinemia.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Prote\u00ednas totais : 6,5 a 8,0 g\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Albumina : 3,5 a 5,2 g\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Globulinas : 2,2 a 4,2 g\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Rela\u00e7\u00e3o A\/G : &gt; 1.0<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">PROVA COPROL\u00d3GICA FUNCIONAL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:fezes<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:Coprol\u00f3gico Funcional<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Diversos<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .: 5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: \u00c9 necess\u00e1ria a realiza\u00e7\u00e3o de dieta pr\u00e9via durante 3 dias. OBSERVA\u00c7\u00c3O: Durante os dias de dieta n\u00e3o \u00e9 permitido o uso de medicamentos, bebidas alco\u00f3licas ou gasosas (refrigerantes, \u00e1gua com g\u00e1s, etc.). A suspens\u00e3o do uso de medicamentos somente deve ser feito atrav\u00e9s de orienta\u00e7\u00e3o m\u00e9dica. DIETA PELA MANH\u00c3 E LANCHE DA TARDE o 1 copo de leite (com ou sem caf\u00e9) e a\u00e7\u00facar. o Algumas fatias de p\u00e3o torrado com manteiga. ALMO\u00c7O o 1 ovo quente ou cozido o 1 bife de carne tenra e magra, mal passada na grelha ou chapa. o \u00c0 vontade: arroz, pur\u00ea de batatas, caldo de feij\u00e3o ou feij\u00e3o bem amassado. o 1 banana e 1 fatia de queijo fresco ou requeij\u00e3o. JANTAR A mesma dieta do almo\u00e7o mais uma sopa de macarr\u00e3o (pobre em gorduras) com cenouras cozidas e bem picadas COLETA DO MATERIAL Ap\u00f3s a dieta, coletar no recipiente todo o volume da primeira evacua\u00e7\u00e3o, obtida no 4\u00ba dia. A quantidade m\u00ednima para a realiza\u00e7\u00e3o do exame \u00e9: Adultos e crian\u00e7as com mais de 2 anos: 20g de fezes (correspondem ao volume de 2 colheres de sopa); Crian\u00e7as at\u00e9 2 anos: 22g de fezes (correspondem ao volume de 2 colheres de sopa bem cheias). Obs.: Se o paciente sofrer de constipa\u00e7\u00e3o intestinal talvez seja necess\u00e1rio prolongar os dias de regime para 5 ou 6, de acordo com a orienta\u00e7\u00e3o m\u00e9dica.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: estudo das fun\u00e7\u00f5es digestivas. O estudo compreende a pesquisa de leuc\u00f3citos, fungos, ovos de helmintos, cistos de protozo\u00e1rios, larvas, res\u00edduos alimentares, pH, desvios da flora bacteriana e outras rea\u00e7\u00f5es qu\u00edmicas. Interferentes: Fezes envelhecidas, mal conservadas ou cujos res\u00edduos n\u00e3o correspondem ao do regime prescrito. Contamina\u00e7\u00e3o com urina ou com \u00e1gua do vaso sanit\u00e1rio. Regime diferente do preconizado. Ingest\u00e3o de alimentos n\u00e3o especificados.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Consist\u00eancia\/aspecto : fezes formadas<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">pH : &gt; 7.0<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sangue Oculto : ausente<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Leuc\u00f3citos : ausente<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Fungos : ausente<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Detritos vegetais : ausentes ou raros<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Tecido conjuntivo : ausente<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Gorduras neutras : &lt; 100 got\u00edculas p\/campo<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Amido amorfo\/cristais : ausentes ou raros<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">C\u00e9lulas diger\u00edveis : ausente<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Res\u00edduos macrosc\u00f3picos: ausente<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Ovos de helmintos e larvas : ausente<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Cistos de protozo\u00e1rios : ausente<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">PSA TOTAL\/LIVRE<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:PSAL\/PSAT, Ant\u00edgeno Prost\u00e1tico Espec. Livre \/Total<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:ELISA\/ Eletroquimioluminesc\u00eancia<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum n\u00e3o necess\u00e1rio. Orienta\u00e7\u00e3o &#8211; Fatores pr\u00e9 anal\u00edticos que interferem no resultado:; Cistoscopia, toque retal, ejacula\u00e7\u00e3o , bi\u00f3psia de pr\u00f3stata,massagem prost\u00e1tica,prostatites, ultrassonografia transretal, reten\u00e7\u00e3o urin\u00e1ria. Uso de medicamentos: finasteride ,andr\u00f3genos,dutasteride , suposit\u00f3rios e saw palmetto.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diferencia\u00e7\u00e3o entre HBP (hiperplasia benigna da pr\u00f3stata) e c\u00e2ncer de pr\u00f3stata. O uso da dosagem de PSA livre\/PSA total pode reduzir o n\u00famero de bi\u00f3psias desnecess\u00e1rias em pacientes com n\u00edveis de PSA total entre 4,0 e 10,0 ng\/mL. N\u00edveis &gt;25% (0.25): sugestivo de hipertrofia benigna. N\u00edveis &lt;16% (0.16): sugestivo de carcinoma. Bibliografia: Catalona WJ, Partin AW, Slawin KM, et al, \\\\\\&#8217;Use of Percentage of Free Prostate-Specific Antigen to Enhance Differentiation of Prostate Cancer From Benign Prostatic Disease. A Prospective Multicenter Clinical Trial,\\\\\\&#8217; JAMA, 1998, 279(19):1542-7. O PSA \u00e9 uma prote\u00edna seminal com fun\u00e7\u00f5es enzim\u00e1ticas, produzido pela pr\u00f3stata, gl\u00e2ndulas periuretrais e periretal. Embora presente em altas concentra\u00e7\u00f5es em fluidos seminais, o PSA est\u00e1 presente em concentra\u00e7\u00f5es muito baixas na circula\u00e7\u00e3o do homem saud\u00e1vel. Fisiologicamente, a maioria do PSA presente na circula\u00e7\u00e3o est\u00e1 ligado \u00e0 antiquimotripsina (ACT) e alfa-2-macroglobulina, inibidores das serina-proteases; somente uma pequena fra\u00e7\u00e3o de PSA encontra-se livre na forma circulante. Esta condi\u00e7\u00e3o de associa\u00e7\u00e3o a outras prote\u00ednas provavelmente contribui com a meia vida elevada do composto na circula\u00e7\u00e3o (2 a 3 dias). O PSA, devido \u00e0 sua produ\u00e7\u00e3o fisiol\u00f3gica muito particularmente associada \u00e0 pr\u00f3stata, \u00e9 utilizado como mol\u00e9cula marcadora de volume prost\u00e1tico, uma vez que suas concentra\u00e7\u00f5es tendem a refletir o volume do \u00f3rg\u00e3o. A associa\u00e7\u00e3o do uso do PSA rotineiramente e do toque retal est\u00e1 contribuindo para o estabelecimento de diagn\u00f3stico de HPB (Hiperplasia Benigna da Pr\u00f3stata) e c\u00e2ncer de pr\u00f3stata precocemente, o que facilita o tratamento e confere \u00edndices de sobreviv\u00eancia progressivamente melhores aos indiv\u00edduos afetados. Indiv\u00edduos com PSA alterado devem ser investigados com ultra-sonografia transretal, bi\u00f3psia e outros m\u00e9todos, conforme indica\u00e7\u00e3o cl\u00ednica. At\u00e9 recentemente, o ponto de corte para homens normais era de 0,0 a 4,0 ng\/mL. Valores acima deste patamar deveriam ser investigados, podendo tipicamente representar HPB, c\u00e2ncer de pr\u00f3stata ou prostatites agudas (geralmente acompanhadas de sintomas cl\u00ednicos t\u00edpicos e percept\u00edveis). A diferencia\u00e7\u00e3o de patologias \u00e9, desta forma importante. S\u00e3o utilizadas v\u00e1rias estrat\u00e9gias diferenciais, posto que o tratamento \u00e9 diverso em cada caso. O uso da determina\u00e7\u00e3o de percentual de PSA livre e bi\u00f3psia prost\u00e1tica \u00e9 a mais freq\u00fcente. Valores superiores a 10 ng\/mL s\u00e3o mais freq\u00fcentemente associados a c\u00e2ncer de pr\u00f3stata, embora outras causas (especialmente prostatites) possam ocorrer. A determina\u00e7\u00e3o do PSA isoladamente n\u00e3o possui \u00edndices de especificidade e sensibilidade que permitam a utiliza\u00e7\u00e3o do teste isoladamente como marcador de c\u00e2ncer de pr\u00f3stata. Valores considerados normais podem ser encontrados em pacientes com c\u00e2ncer de pr\u00f3stata (at\u00e9 20%) e valores considerados aumentados podem n\u00e3o estar associados a c\u00e2ncer. Portanto, \u00e9 mais \u00fatil a associa\u00e7\u00e3o de dados do PSA com outros marcadores para o estabelecimento dos diagn\u00f3sticos (ultra-som transretal, toque retal, bi\u00f3psia prost\u00e1tica, avalia\u00e7\u00e3o cl\u00ednica, associa\u00e7\u00e3o de dados &#8211; PSA velocidade, que marca a varia\u00e7\u00e3o de PSA em dosagens seriadas ou PSA densidade, que associa o valor do PSA ao volume da pr\u00f3stata no USTR). Discute-se atualmente o estreitamento da faixa de normalidade em fun\u00e7\u00e3o da idade ,no entanto o uso desta tabela \u00e9 controverso e os m\u00e9dicos em geral (urologistas) preferem os valores de refer\u00eancia para todas as idades. Abaixo a tabela por idade , usada por alguns profissionais : &lt; 40 anos\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 &lt; 2.5 ng\/mL 40 a 50 anos\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 0-2.5 ng\/mL 51 a 60 anos\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 0-3.5 ng\/mL 61 a 70 anos\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 0-4.5 ng\/mL &gt; 70 anos\u00a0\u00a0 0-6.5 ng\/mL Bibliografia: Caplan A, Kratz A. Prostate-specific antigen and the early diagnosis of prostate cancer. <span lang=\"\\&quot;\\\\&quot;EN-US\\\\&quot;\\&quot;\">Am J Clin Pathol. 2002;117(Suppl 1):S104-S108 Dew T, Coker C, Saadeh F, et al. Influence of investigative and operative procedures on serum prostate-specific antigen concentration. <\/span>Ann Clin Biochem. 1999;36(Pt3):340-346<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">PSA TOTAL : Masculino &#8211; Inferior a 4,0 ng\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Feminino &#8211; Inferior a 0,003 ng\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">PSA Livre : Inferior a 0,88 ng\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Limite m\u00e1ximo de detec\u00e7\u00e3o: 50,0 ng\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\"><span lang=\"\\&quot;\\\\&quot;EN-US\\\\&quot;\\&quot;\">Catalona WJ, Partin AW, Slawin KM, et al,<\/span><\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">JAMA, 1998, 279(19):1542-7<\/p>\n<p><a name=\"R\"><\/a><\/p>\n<h2>Exames &#8211; R<\/h2>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">RELA\u00c7\u00c3O PROTE\u00cdNA\/CREATININA URIN\u00c1RIA<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Material .:urina &#8211; amostra isolada<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">M\u00e9todo .:Colorimetrico<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Resultado .: 3 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Coleta: Coletar amostra isolada de urina. Preferencialmente a primeira amostra da manh\u00e3.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 fUso: avalia\u00e7\u00e3o da perda prot\u00e9ica urin\u00e1ria; indicador de doen\u00e7a renal. Habitualmente indiv\u00edduos normais n\u00e3o apresentam protein\u00faria. Pequenas quantidades de prote\u00edna na urina (&lt;0,05 a 0,10) podem ser encontradas, devido a interferentes: acetaminofen, aminofilina, aminopirina, aspirina, anfotericina B, ampicilina, bacitracina, bromato, captopril, carbamazepina, cefaloridina, cefalotina, corticoster\u00f3ides, ciclosporina, gentamicina, ferro, kanamicina, metilcilina, oxacilina, fenito\u00edna, rifampicina, tobramicina, tetraciclina, vancomicina, vitamina D, vitamina K.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Protein\u00faria: 1,0 a 15,0 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Rela\u00e7\u00e3o Prote\u00edna\/Creatinina: Normal &lt; 0,2<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Creatinina Urin\u00e1ria: 63,0 a 250,0 mg\/dL<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">RENINA<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Material .:plasma com EDTA<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:Quantifica\u00e7\u00e3o de Renina<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">M\u00e9todo .:Quimioluminesc\u00eancia<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Resultado .:7 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Coleta: Perman\u00eancia de 2 h em p\u00e9 (parado ou andando) antes da coleta, a n\u00e3o ser que existam instru\u00e7\u00f5es especiais do m\u00e9dico. \u00a0Se solicitado em repouso, o cliente dever\u00e1 permanecer no lab por 30 min. deitado antes da coleta. Enviar o material congelado.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico diferencial da hipertens\u00e3o arterial; diferencia\u00e7\u00e3o entre aldosteronismo prim\u00e1rio e secund\u00e1rio; monitoramento da terapia com mineralocortic\u00f3ides; seguimento de portadores de defeito da 21-hidroxilase em tratamento. Valores diminu\u00eddos: hiperaldosteronismo prim\u00e1rio. Valores aumentados: hipertens\u00e3o renovascular.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Valor de Refer\u00eancia (5\u00ba &#8211; 95\u00ba Percentil):<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Em p\u00e9: 4,4 a 46,1 uUI\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Em Repouso: 2,8 a 39,9 uUI\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Pode apresentar valores diminuidos em pacientes em uso de adrenergicos, angiotensina,AAS, clonidina, corticoides ou com dieta normal de sodio.<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">RETICUL\u00d3CITOS &#8211; Contagem<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Material .:Sangue total com EDTA<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">M\u00e9todo .:Automatizado<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Resultado .:2 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Coleta: Jejum n\u00e3o obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico diferencial das anemias; controle terap\u00eautico. Valores aumentados: anemia hemol\u00edtica, anemia por perda de sangue, in\u00edcio da terap\u00eautica espec\u00edfica de algumas anemias (defici\u00eancia de ferro ou anemia megalobl\u00e1stica). Valores diminu\u00eddos: anemia apl\u00e1stica, anemia ferropriva e megalobl\u00e1stica antes do tratamento.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">0,5 a 1,5 %<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">ROTAV\u00cdRUS &#8211; Pesquisa<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Material .:fezes<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:V\u00edrus da Gastroenterite infantil<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">M\u00e9todo .:Imunocromatogr\u00e1fico<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Resultado .:5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Coleta: Colher fezes frescas.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">\u00a0Interpreta\u00e7\u00e3o: Uso: diagn\u00f3stico de gastroenterite viral. Os rotav\u00edrus s\u00e3o a principal causa mundial de gastroenterites com desidrata\u00e7\u00e3o em crian\u00e7as. O diagn\u00f3stico precoce atrav\u00e9s da detec\u00e7\u00e3o do rotav\u00edrus nas fezes evita o uso desnecess\u00e1rio de antibi\u00f3ticos e orienta medidas epidemiol\u00f3gicas. Os rotav\u00edrus podem tamb\u00e9m causar infec\u00e7\u00e3o em adultos. A doen\u00e7a \u00e9 geralmente moderada, com casos tamb\u00e9m ocorrendo entre viajantes, de forma epid\u00eamica, ap\u00f3s contato com a \u00e1gua.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Reagente : presen\u00e7a do antigeno<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">N\u00e3o reagente : aus\u00eancia do antigeno<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Pesquisa do antigeno rotavirus p\/ imunoensaio<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">RUBEOLA AVIDEZ &#8211; Anticorpos IgG<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Material .:soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:Avidez Rubeola<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">M\u00e9todo .:ELISA<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Resultado .:5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Coleta: Jejum obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: complementa\u00e7\u00e3o para o diagn\u00f3stico da fase aguda da rubeola.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">&lt; 30% : Fase aguda<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">&gt; 50% : Fase cronica<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">(Avidez de anticorpos IgG anti rubeola)<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">RUB\u00c9OLA &#8211; Anticorpos IgG<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Material .:soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:Sorologia para rub\u00e9ola<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">M\u00e9todo .:ELISA<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Resultado .:5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Coleta: Jejum de 4h.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: avalia\u00e7\u00e3o pr\u00e9-natal de mulheres. A presen\u00e7a de anticorpos da classe IgG indica imunidade adquirida natural ou artificialmente. A infec\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria p\u00f3s-natal pelo v\u00edrus da rub\u00e9ola \u00e9 geralmente uma doen\u00e7a ligeira, auto-limitada, caracterizada por um exantema maculopapular, febre, mal-estar e linfoadenopatia. Em contraste com as infec\u00e7\u00f5es p\u00f3s-natais, as infec\u00e7\u00f5es prim\u00e1rias pr\u00e9-natais podem ter efeitos devastadores. As infec\u00e7\u00f5es intra-uterinas podem prejudicar gravemente o feto, principalmente se a infec\u00e7\u00e3o ocorrer durante os primeiros quatro meses de gesta\u00e7\u00e3o. A crian\u00e7a congenitamente infectada pode exibir uma ou mais de uma s\u00e9rie de deforma\u00e7\u00f5es conhecidas coletivamente como S\u00edndrome da Rub\u00e9ola Cong\u00e9nita (SRC). Entre estas se encontram baixo peso \u00e0 nascen\u00e7a, cataratas, surdez, doen\u00e7as card\u00edacas cong\u00e9nitas e atraso mental. A Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade (OMS) conduziu um estudo a n\u00edvel mundial sobre a rub\u00e9ola, a SRC e a vacina\u00e7\u00e3o contra a rub\u00e9ola em 1995 e 1996. Observaram uma incid\u00eancia de SRC de 60 a 220 casos com 100000 nados vivos durante surtos epid\u00e9micos em pa\u00edses em desenvolvimento, uma taxa semelhante \u00e0s dos pa\u00edses industrializados antes da vacina\u00e7\u00e3o. Tanto a imunidade ao v\u00edrus da rub\u00e9ola adquirida naturalmente como a adquirida por vacina\u00e7\u00e3o, associada \u00e0 persist\u00eancia dos anticorpos, mostraram que protegem da rub\u00e9ola cl\u00ednica em caso de nova infec\u00e7\u00e3o. A utiliza\u00e7\u00e3o generalizada de vacinas de grande efic\u00e1cia e seguran\u00e7a reduziu drasticamente a incid\u00eancia da rub\u00e9ola e da SRC nos Estados Unidos. Apesar desta redu\u00e7\u00e3o, continuam a haver surtos de rub\u00e9ola. O n\u00famero de casos de rub\u00e9ola comunicados anualmente \u00e0 delega\u00e7\u00e3o regional da OMS para a Europa tem permanecido razoavelmente est\u00e1vel ao longo da \u00faltima d\u00e9cada, com 304320 casos registados durante 2003. Estas ocorr\u00eancias revelam a necessidade de continuar a vigil\u00e2ncia serol\u00f3gica para identificar indiv\u00edduos suscept\u00edveis e reduzir o risco potencial de SRC. A presen\u00e7a de pelo menos 10 Unidades Internacionais (UI) de anticorpos por ml de amostra \u00e9 indicativa de exposi\u00e7\u00e3o passada ao v\u00edrus da rub\u00e9ola. N\u00edveis de anticorpos inferiores a 10 UI\/ml podem n\u00e3o ser suficientes para proteger da doen\u00e7a cl\u00ednica ap\u00f3s a exposi\u00e7\u00e3o ao v\u00edrus da rub\u00e9ola.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">N\u00e3o Reagente : Inferior a 5,0 UI\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Inconclusivo : Entre 5,0 e 10,0 UI\/mL*<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Reagente : Superior a 10,0 UI\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">* Para resultados inconclusivos, sugere-se confirma\u00e7\u00e3o em nova amostra, a crit\u00e9rio m\u00e9dico. Valores muito baixos para conferir imunidade efetiva.<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">RUB\u00c9OLA &#8211; Anticorpos IgM<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Material .:soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:Sorologia para rub\u00e9ola<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">M\u00e9todo .:ELISA<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Resultado .:5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Coleta: Jejum de 4h.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico de infec\u00e7\u00e3o aguda de rub\u00e9ola. A rub\u00e9ola \u00e9 uma doen\u00e7a sist\u00eamica, transmitida por inala\u00e7\u00e3o de got\u00edculas infectantes. \u00c9 moderadamente contagiosa; um ataque geralmente confere imunidade permanente. O quadro cl\u00ednico da rub\u00e9ola \u00e9 de dif\u00edcil distin\u00e7\u00e3o entre outras doen\u00e7as virais. O diagn\u00f3stico definitivo pode ser obtido apenas pelo isolamento do v\u00edrus ou por testes sorol\u00f3gicos. A principal import\u00e2ncia da rub\u00e9ola consiste no seu efeito devastador sobre o feto no \u00fatero. A infec\u00e7\u00e3o durante gravidez, particularmente no primeiro trimestre, pode resultar em morte fetal ou a \\&#8221;s\u00edndrome de rub\u00e9ola\\&#8221;, um espectro de defeitos cong\u00eanitos que incluem catarata, surdez, glaucoma, doen\u00e7a de cora\u00e7\u00e3o cong\u00eanita, e retardamento mental. Aproximadamente 10-20% dos rec\u00e9m-nascidos infectados no \u00fatero n\u00e3o sobrevivem al\u00e9m do primeiro ano de vida. O aparecimento de anticorpos IgG e IgM est\u00e1 associado com o aparecimento dos primeiros sintomas da doen\u00e7a. Os anticorpos IgM se tornam detect\u00e1veis em poucos dias ap\u00f3s o come\u00e7o dos sinais cl\u00ednicos, atingindo o pico m\u00e1ximo ap\u00f3s 7 a 10 dias. Anticorpos do tipo IgM no soro de um rec\u00e9m nascido sugerem infec\u00e7\u00e3o cong\u00eanita, uma vez que os mesmo n\u00e3o atravessam a barreira placent\u00e1ria. Em gestantes com n\u00edveis baixos de IgM, sem hist\u00f3ria cl\u00ednica da doen\u00e7a, deve-se utilizar o teste de avidez de IgG. Se a infec\u00e7\u00e3o for aguda, os anticorpos s\u00e3o de baixa avidez (menor que 40%); se a infec\u00e7\u00e3o ocorreu h\u00e1 mais de 3 ou 4 meses, a avidez ser\u00e1 maior que 60%. \u00c9 poss\u00edvel, para comprovar a fase aguda, realizar uma pesquisa do v\u00edrus por PCR no l\u00edquido amni\u00f3tico.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">N\u00e3o Reagente : Inferior ao cut-off<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Infec\u00e7\u00e3o Recente : Superior a absorb\u00e2ncia do cut-off<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Obs.: Pacientes com resultados entre 1,0 e 3,0 UI\/mL, \u00e9 poss\u00edvel o uso do teste de Avidez de IgG para auxiliar na diferencia\u00e7\u00e3o entre reativa\u00e7\u00e3o de infec\u00e7\u00e3o pregressa ou infec\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria.<\/p>\n<p><a name=\"R\"><\/a><\/p>\n<h2>Exames &#8211; S<\/h2>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">SANGUE OCULTO &#8211; Pesquisa com anticorpos monoclonais<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:fezes<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:Sangue oculto nas fezes<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .: Imunocromatogr\u00e1fico<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .: 3 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: \u00c9 necess\u00e1rio seguir uma dieta durante os 3 dias anteriores ao exame: 1.N\u00e3o ingerir carne vermelha (carne de vaca ou de porco) ou derivados como caldos, extratos e molhos. 2. Evitar os seguintes vegetais e frutas: nabo, rabanete, br\u00f3colis, couve-flor, cogumelo, alcachofra, ma\u00e7\u00e3, laranja, banana e uvas. 3.N\u00e3o ingerir bebidas alco\u00f3licas. 4.Evitar alimentos que resultem em res\u00edduos s\u00f3lidos, contendo part\u00edculas duras. Comer alimentos pastosos e l\u00edquidos, de f\u00e1cil digest\u00e3o. Evitar, ainda, uma dieta farta. 5.Suspender toda e qualquer medica\u00e7\u00e3o \u00e0 base de ferro e vitaminas, assim como drogas anti-inflamat\u00f3rias e aspirina. Quando utilizados por prescri\u00e7\u00e3o m\u00e9dica, a interrup\u00e7\u00e3o dever\u00e1 ser determinada pelo m\u00e9dico. 6.Escovar os dentes com cuidado, usando escova de cerdas macias, evitando traumatizar as gengivas: por menores que sejam, poss\u00edveis sangramentos, mesmo n\u00e3o vis\u00edveis, alteram o resultado do exame. 7.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 N\u00e3o \u00e9 recomendado amostras de pacientes com sangramento proveniente de hemorroidas ou menstrua\u00e7\u00e3o. 8.N\u00e3o usar purgantes ou laxantes antes da coleta. COLETA &#8211; Ap\u00f3s os 3 dias de dieta preparat\u00f3ria, obter a amostra de fezes retirada de qualquer evacua\u00e7\u00e3o. &#8211; Evitar o contato da amostra com urina ou \u00e1gua do vaso sanit\u00e1rio.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: aux\u00edlio ao diagn\u00f3stico de les\u00f5es da mucosa gastrointestinal. Causas mais freq\u00fcentes de sangramento das por\u00e7\u00f5es baixas do trato digestivo: colite, carcinoma de c\u00f3lon, diverticulite. Causas de sangramento gastrointestinal superior: gastrite, c\u00e2ncer g\u00e1strico, \u00falcera p\u00e9ptica, varizes esofagianas. Interferentes (resultados falso-positivos): \u00e1cido acetilsalic\u00edlico, \u00e1cido asc\u00f3rbico, salicilatos, ester\u00f3ides, ferro, dieta inadequada (carnes).<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Negativo : aus\u00eancia de hemoglobina humana<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">SARAMPO &#8211; Anticorpos IgG<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:Sorologia para sarampo<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:ELISA<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum n\u00e3o necess\u00e1rio.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Ver Sarampo &#8211; Anticorpos IgM.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">N\u00e3o reagente: &lt; 0,9<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Inconclusivo: = 0,9<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Reagente: &gt; ou = 1,0<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">SARAMPO &#8211; Anticorpos IgM<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:Sorologia para sarampo<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:ELISA<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .: 5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum n\u00e3o necess\u00e1rio.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico diferencial de exantema virais; avalia\u00e7\u00e3o da efic\u00e1cia da vacina\u00e7\u00e3o. O diagn\u00f3stico cl\u00ednico de sarampo torna-se dif\u00edcil em alguns casos. Algumas formas at\u00edpicas podem aparecer em indiv\u00edduos, que permanecem suscet\u00edveis ao v\u00edrus do sarampo (por causa de insucesso da vacina ou devido a n\u00e3o imuniza\u00e7\u00e3o). Para o diagn\u00f3stico da infec\u00e7\u00e3o aguda, o exame mais indicado \u00e9 a pesquisa de anticorpos IgM espec\u00edficos. Aproximadamente 10 dias ap\u00f3s o rush cut\u00e2neo e outros sintomas cl\u00ednicos, os pacientes apresentam rea\u00e7\u00e3o (anticorpos do tipo IgM) positiva, podendo persistir at\u00e9 12 meses ap\u00f3s a infec\u00e7\u00e3o (IgM residual). A distin\u00e7\u00e3o entre fase aguda recente e contamina\u00e7\u00e3o anterior pode ser feita observando-se os n\u00edveis (decr\u00e9scimo) de anticorpos IgM. Atrav\u00e9s dos n\u00edveis de anticorpos IgG tamb\u00e9m \u00e9 poss\u00edvel fazer o diagn\u00f3stico da infec\u00e7\u00e3o, obtendo-se duas coletas com intervalo de 7 dias e observando um aumento dos n\u00edveis de anticorpos maior que 50% entre as duas semanas, constatando a soroconvers\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">N\u00e3o reagente: &lt; 0,9<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Inconclusivo: = 0,9<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Reagente: &gt; ou = a 1,0<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">SEL\u00caNIO S\u00c9RICO<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:soro &#8211; tubo trace<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Espectrometria de Absor\u00e7\u00e3o At\u00f4mica com Forno de Grafite<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .: 15 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum de 8 horas obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: exposi\u00e7\u00e3o industrial t\u00f3xica (pigmentos, equipamentos eletr\u00f4nicos, semicondutores, fungicidas, f\u00e1bricas de vidro). Valores diminu\u00eddos: nutri\u00e7\u00e3o parenteral, gravidez, cirrose hep\u00e1tica, cardiomiopatia.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">20 a 190 ug\/L<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">SEROTONINA<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:Soro &#8211; Refrigerado<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:5 HT &#8211; 5-Hidroxitriptamina<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Cromatografia L\u00edquida de Alto Desempenho (HPLC)<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:9 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Coletar soro. Seguir as instru\u00e7\u00f5es a seguir : O paciente n\u00e3o deve ingerir, na v\u00e9spera e no dia da coleta do exame, os seguintes Alimentos: caf\u00e9, ch\u00e1, chocolate, mate, refrigerante, abacate, abacaxi, ameixa, banana, berinjela, pickles, kiwi, manga, nozes, tomate, alimentos aromatizados com baunilha e bebidas alco\u00f3licas.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico de tumores carcin\u00f3ides. 5-hidroxitriptamina ou serotonina (5-HT) \u00e9 uma indolamina produto da hidroxila\u00e7\u00e3o e carboxila\u00e7\u00e3o do amino\u00e1cido L-Triptofano na seguinte seq\u00fc\u00eancia bioqu\u00edmica: L-Triptofano- L-50H Triptofano &#8211; 5-OHTriptamina ou Serotonina. O teste mais empregado habitualmente \u00e9 o 5-hidr\u00f3xi-indol-ac\u00e9tico na urina. Quando os valores encontrados s\u00e3o lim\u00edtrofes ou normais e h\u00e1 forte evid\u00eancia de s\u00edndrome carcin\u00f3ide, est\u00e1 indicada a dosagem da serotonina. O \u00e1cido 5-hidr\u00f3xi-indol-ac\u00e9tico \u00e9 o maior metab\u00f3lito da serotonina. Na s\u00edndrome carcin\u00f3ide e em especial nos tumores carcin\u00f3ides abdominais metast\u00e1ticos , apresenta valor &gt; 400 ng\/ml. Pode tamb\u00e9m estar associado a Neoplasias End\u00f3crinas M\u00faltiplas, tipos I e II. Pequeno Aumento em algumas doen\u00e7as como: Dumping S\u00edndrome, Obstru\u00e7\u00e3o Intestinal Aguda, Fibrose c\u00edstica, Infarto agudo do mioc\u00e1rdio, Spru n\u00e3o tropical. Diminu\u00edda : Depress\u00e3o severa, Doen\u00e7a de Parkinson ,S\u00edndrome de Down, fenilceton\u00faria n\u00e3o tratada, Interferentes : l\u00edtio,morfina, reserpina, imipramina, fenotiazida, metildopa, ACTH, levodopa, acetaminofen, inibidores da MAO. <span lang=\"\\&quot;\\\\&quot;EN-US\\\\&quot;\\&quot;\">Bibliografia :Tagari PC, et al. Simplified determination of serotonin in plasma by liquid chromatography with electrical detection. <\/span>Clin Chem; 30:131-135,1984.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">117,5 a 193,3 ng\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">* A unidade ug\/L \u00e9 equivalente a ng\/mL.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interferentes : aumentam a serotonina acetaminofen, aminofilina, cafe\u00edna, diazepan,<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">efedrina, fenobarbital, reserpina, fenacetina.<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">SEXAGEM FETAL (AMOSTRA MATERNA)<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:Plasma com PPT BD<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:PCR (Rea\u00e7\u00e3o em Cadeia da Polimerase) em Tempo Real &#8211; Sistema TaqMan<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:10 dias \u00fateis<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Preencher \u00a0question\u00e1rio e termo de consentimento (Determ Sexo Fetal Vers\u00e3o 6). Importante: a coleta dever\u00e1 ser feita a partir da 8\u00aa semana de gesta\u00e7\u00e3o. \u00a0N\u00e3o coletar de pacientes que tenham recebido transfus\u00f5es sangu\u00edneas nos \u00faltimos 4 meses. Pacientes em uso de anti-coagulantes como enoxaparina (Clexane), heparina (Liquemine), varfarina (Marevan) n\u00e3o devem fazer o exame, pela chance de inibi\u00e7\u00e3o da rea\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Este teste se baseia na identifica\u00e7\u00e3o de partes do cromossomo Y (gene DYS14) em c\u00e9lulas fetais na circula\u00e7\u00e3o materna pela t\u00e9cnica de PCR em tempo real. Como apenas indiv\u00edduos do sexo masculino possuem esse cromossomo dentro de suas c\u00e9lulas, sua presen\u00e7a indica um menino e sua aus\u00eancia indica uma menina. O teste n\u00e3o detecta gravidez, assim, se uma mulher que n\u00e3o estiver gr\u00e1vida fizer o teste, este apontar\u00e1 resultado de menina, pois apenas identificar\u00e1 a aus\u00eancia de DNA masculino. Este teste n\u00e3o \u00e9 recomendado em mulheres que foram transplantadas ou receberam transfus\u00e3o sangu\u00ednea, pois j\u00e1 foi demonstrado que c\u00e9lulas do doador de sangue podem se implantar no receptor e com isso interferir no resultado (produzir um resultado falso masculino). Para g\u00eameos id\u00eanticos (chamados de univitelinos) o resultado \u00e9 v\u00e1lido para ambos os beb\u00eas. Para g\u00eameos fraternos (presen\u00e7a de duas placentas) o encontro de DNA masculino significa que ao menos um dos g\u00eameos \u00e9 menino. Se o resultado do teste for menina, indica que ambas as g\u00eameas s\u00e3o meninas. Em gesta\u00e7\u00e3o gemelar pode acontecer a perda de apenas um dos fetos. Neste caso pode ocorrer resultado falso positivo se o feto vi\u00e1vel for feminino e o feto que n\u00e3o sobreviveu for masculino. Isto porque a placenta do feto que n\u00e3o sobreviveu pode permanecer vi\u00e1vel por um per\u00edodo prolongado e o DNA fetal detectado nesse teste prov\u00e9m da placenta. Em aproximadamente 5% dos casos pode haver resultado inconclusivo. Nestes casos, a conduta adequada \u00e9 a solicita\u00e7\u00e3o de uma nova coleta 2-3 semanas depois, para uma certeza maior no resultado.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">\u00cdndice de acerto do teste de determina\u00e7\u00e3o do sexo fetal pela an\u00e1lise molecular do plasma materno de acordo com o g\u00eanero apontado.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Total Masc. Fem. Acertos FP* FN* Sensib.302 143 159 298 00 04 97,2%<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Obs.: A sensibilidade do m\u00e9todo \u00e9 diretamente proporcional \u00e0 idade gestacional.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">*FP : Falso Positivos<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">*FN : Falso Negativos<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Referencia<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Clinical Chemistry (47) 10: 1856-1858 (2001)<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Observa\u00e7\u00f5es :<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">&#8211; Este exame n\u00e3o pode ser manuseado por pessoas do sexo masculino, pois pode alterar o resultado final da an\u00e1lise.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">&#8211; Em oito semanas de gesta\u00e7\u00e3o a sensibilidade do m\u00e9todo \u00e9 de 90%.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">&#8211; Detec\u00e7\u00e3o do marcador DYS14 sugere feto do sexo masculino.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">&#8211; N\u00e3o detec\u00e7\u00e3o do marcador DYS14 sugere feto do sexo feminino.<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">S\u00d3DIO<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:Natremia<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Eletrodo seletivo<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:2 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum n\u00e3o obrigat\u00f3rio. Hem\u00f3lise interfere no resultado, assim como medicamentos a base de corticoster\u00f3ides, metildopa, bicarbonato de s\u00f3dio e anti- hipertensivos.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: avalia\u00e7\u00e3o do equil\u00edbrio hidro-eletrol\u00edtico. Valores aumentados: perda excessiva de \u00e1gua atrav\u00e9s da pele, pulm\u00f5es e rins (diabetes insipidus, acidose diab\u00e9tica, s\u00edndrome de Cushing, coma, doen\u00e7a hipotal\u00e2mica). Valores diminu\u00eddos: diarr\u00e9ia, v\u00f4mitos, abuso de diur\u00e9ticos, pielonefrite cr\u00f4nica, acidose metab\u00f3lica, acidose tubular renal, diurese osm\u00f3tica, insufici\u00eancia adrenocortical prim\u00e1ria e secund\u00e1ria. Interferentes: ester\u00f3ides anabolizantes +, andr\u00f3genos +, carbenicilina +, clonidina +, corticoster\u00f3ides +, estr\u00f3genos +, metildopa +, anticoncepcionais orais +, fenilbutazona +, reserpina +, bicarbonato de s\u00f3dio +, aminoglicos\u00eddeos -, anfotericina B -, angiotensina -, captopril -, carbamazepina -, diur\u00e9ticos -, manitol -, alopurinol -, agentes antiinflamat\u00f3rios -, vasopressina -.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">135,0 a 145,0 mEq\/L<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">S\u00d3DIO URIN\u00c1RIO &#8211; 24h<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:urina 24 horas<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:Na urin\u00e1rio<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Eletrodo seletivo<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:3 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Desprezar a primeira urina da manh\u00e3, colher toda a urina durante todo o dia e noite, inclusive a 1\u00ba do dia seguinte. Usar frasco de \u00e1gua mineral ou do pr\u00f3prio laborat\u00f3rio. N\u00e3o ser\u00e1 aceita urina colhida em frasco de refrigerante. Deixar refrigerado.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o: Ver s\u00f3dio<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">40,0 a 220,0 mEq\/24h<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">SOMATOMEDINA C &#8211; IGF &#8211; 1<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:SM &#8211; C (IGF-I)<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Quimioluminesc\u00eancia<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum n\u00e3o necess\u00e1rio.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso:Diagn\u00f3stico de acromegalia, avalia\u00e7\u00e3o de hipopituitarismo e les\u00f5es hipotal\u00e2micas em crian\u00e7as, diagn\u00f3stico de Dwarfismo e resposta a terapia. Crit\u00e9ro de cura de acromegalia (retorno aos n\u00edveis normais) p\u00f3s cirurgia(1). Avalia\u00e7\u00e3o de crian\u00e7as com dist\u00farbio de crescimento (diagn\u00f3stico de baixa estatura), juntamente com dosagens de GH e outras provas. Em pacientes com defici\u00eancia do horm\u00f4nio de crescimento (nanismo hipofis\u00e1rio), seus valores encontram-se muito abaixo do normal. Em casos de baixa estatura podemos encontrar n\u00edveis baixos, nem sempre indicativos de hipossomatotrofismo. A somatomedina C \u00e9 um \u00edndice sens\u00edvel de nutri\u00e7\u00e3o de um indiv\u00edduo, o que deve ser levado em conta quando se utiliza sua dosagem para o diagn\u00f3stico da baixa estatura. Habitualmente usa-se a interpreta\u00e7\u00e3o dos n\u00edveis de somatomedina C levando-se em considera\u00e7\u00e3o a idade \u00f3ssea. A somatomedina C \u00e9 um excelente marcador na acromegalia, tanto no diagn\u00f3stico como na monitora\u00e7\u00e3o terap\u00eautica. Valores baixos confirmam a defici\u00eancia de GH. N\u00edveis n\u00e3o detect\u00e1veis concomitantes com n\u00edveis elevados de GH s\u00e3o caracter\u00edsticos da s\u00edndrome de Laron.<span lang=\"\\&quot;\\\\&quot;EN-US\\\\&quot;\\&quot;\">1.Arita K, Kurisu K, Tominaga A, Sugiyama K, Eguchi K.Slow Postoperative Decline in Blood Concentration of Insulin-like Growth Factor-1 (IGF-1) in Acromegalic Patients.Endocr J. 2005 Feb;52(1):125-30.<\/span><\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Unidade de Refer\u00eancia: ng\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">15 dias a 1 ano : 55,0 a 327,0<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">2 anos : 51,0 a 303,0 3 anos : 49,0 a 289,0<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">4 anos : 49,0 a 283,0 5 anos : 50,0 a 286,0<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">6 anos : 52,0 a 297,0 7 anos : 57,0 a 316,0<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">8 anos : 64,0 a 345,0 9 anos : 74,0 a 388,0<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">10 anos: 88,0 a 452,0 11 anos : 111,0 a 551,0<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">12 anos: 143,0 a 693,0 13 anos : 183,0 a 850,0<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">14 anos: 220,0 a 972,0 15 anos : 237,0 a 996,0<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">16 anos: 226,0 a 903,0 17 anos : 193,0 a 731,0<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">18 anos: 163,0 a 584,0 19 anos : 141,0 a 483,0<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">20 anos: 127,0 a 424,0<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">21 a 25 anos : 116,0 a 358,0<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">26 a 30 anos : 117,0 a 329,0<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">31 a 35 anos : 115,0 a 307,0<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">36 a 40 anos : 109,0 a 284,0<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">41 a 45 anos : 101,0 a 267,0<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">46 a 50 anos : 94,0 a 252,0<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">51 a 55 anos : 87,0 a 238,0<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">56 a 60 anos : 81,0 a 225,0<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">61 a 65 anos : 75,0 a 212,0<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">66 a 70 anos : 69,0 a 200,0<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">71 a 75 anos : 64,0 a 188,0<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">76 a 80 anos : 59,0 a 177,0<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">81 a 85 anos : 55,0 a 166,0<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">SUBCLASSES de IgG Humana<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:IgG1, IgG2, IgG3 e IgG4<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Nefelometria<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum de 8 horas<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: avalia\u00e7\u00e3o de infec\u00e7\u00f5es repetidas por bact\u00e9rias; suspeita de imunodefici\u00eancias. Em adultos normais, a IgG constitui 75% das imunoglobulinas. Dentro da classe de IgG, est\u00e3o as concentra\u00e7\u00f5es das 4 subdivis\u00f5es de classe: IgG1, 60-70%; IgG2, 14-20%; IgG3, 4-8%; e IgG4, 2-6%. A IgG \u00e9 a \u00fanica classe de imunoglobulina que atravessa a barreira da placenta em humanos, sendo a respons\u00e1vel pela prote\u00e7\u00e3o do rec\u00e9m-nascido durante os primeiros meses de vida. As subdivis\u00f5es de classe n\u00e3o s\u00e3o dotadas igualmente desta propriedade; a IgG2 \u00e9 transferida mais lentamente que as outras. As subdivis\u00f5es de classe fixam complemento na ordem seguinte de efici\u00eancia descendente: IgG3, IgG1, IgG2, e IgG4. A IgG4 n\u00e3o pode fixar complemento pelo caminho cl\u00e1ssico, mas pode ser ativada no caminho alternado. Existem evid\u00eancias recentes de que muitas infec\u00e7\u00f5es podem ocorrer devido ao fracasso na produ\u00e7\u00e3o das propor\u00e7\u00f5es normais das subdivis\u00f5es de classe, particularmente a IgG2. A defici\u00eancia de IgG2 est\u00e1 relacionada com o aumento da susceptibilidade a infec\u00e7\u00f5es bacterianas, sendo freq\u00fcentemente associada com baixos n\u00edveis de IgG4 e defici\u00eancia seletiva de IgA. As concentra\u00e7\u00f5es s\u00e9ricas diminu\u00eddas de IgG2 ou IgG3 t\u00eam sido relacionadas a infec\u00e7\u00f5es recorrentes do trato respirat\u00f3rio. Alguns autores relataram a defici\u00eancia de IgG3 em adultos, associada a quadros de infec\u00e7\u00e3o pulmonar.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Idade IgG1 IgG2 IgG3 IgG4<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">0 a 1 m\u00eas 240-1060 87-410 14-55 4-55 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">1 a 4 meses 180-670 38-210 14-70 &lt;3-36 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">4 a 6 meses 180-700 34-210 15-80 &lt;3-23 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">6 a 12 meses 200-770 34-230 15-97 &lt;3-43 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">1 a 1,5 anos 250-820 38-240 15-107 &lt;3-62 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">1,5 a 2 anos 290-850 45-260 15-113 &lt;3-79 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">2 a 3 anos 320-900 52-280 14-120 &lt;3-106 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">3 a 4 anos 350-940 63-300 13-126 &lt;3-127 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">4 a 6 anos 370-1000 72-340 13-133 &lt;3-158 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">6 a 9 anos 400-1080 85-410 13-142 &lt;3-189 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">9 a 12 anos 400-1150 98-480 15-149 3-210 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">12 a 18 anos 370-1280 106-610 18-163 4-230 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Adultos 490-1140 150-640 20-110 8-140 mg\/dL<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">SUBST\u00c2NCIAS REDUTORAS &#8211; Pesquisa<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:fezes<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Enzim\u00e1tico &#8211; Benedict<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:3 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Coletar fezes recentes em frasco coletor.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico das defici\u00eancias enzim\u00e1ticas (principalmente lactase), onde a m\u00e1 absor\u00e7\u00e3o dos diferentes a\u00e7\u00facares determina o aparecimento de subst\u00e2ncias redutoras nas fezes, al\u00e9m da perda no pH das mesmas. Os a\u00e7\u00facares n\u00e3o absorvidos s\u00e3o avaliados como subst\u00e2ncias redutoras.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Negativa<\/p>\n<p><a name=\"T\"><\/a><\/p>\n<h2>Exames &#8211; T<\/h2>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">T3 &#8211; TRIIODOTIRONINA<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Material .:soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:T3<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">M\u00e9todo .:Quimioluminesc\u00eancia<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Resultado .:5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Coleta: Jejum n\u00e3o necess\u00e1rio.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico do hipotireoidismo e hipertireoidismo. A triiodotironina (T3) \u00e9 formada a partir do T4 nos tecidos perif\u00e9ricos (aproximadamente 80%), sendo tamb\u00e9m sintetizada (20%) pelas c\u00e9lulas foliculares da gl\u00e2ndula tire\u00f3ide. Interferentes: preservativos orais +, estr\u00f3genos +, andr\u00f3genos -, prednisona -, dexametasona -, cortic\u00f3ides -, defici\u00eancia de iodo -.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Cord\u00e3o umbilical : 15,0 a 100,0 ng\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">0 a 6 dias : 100,0 a 270,0 ng\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">1 semana a 1 ano : 105,0 a 245,0 ng\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">2 a 5 anos : 105,0 a 269,0 ng\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">6 a 10 anos : 94,0 a 241,0 ng\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">&gt; 11 anos : 94,0 a 240,0 ng\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Adulto : 60,0 a 215,0 ng\/dL<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">T3 &#8211; TRIIODOTIRONINA LIVRE<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Material .:soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:T3L, Free T3, FT3<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">M\u00e9todo .:Quimioluminesc\u00eancia<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Resultado .:5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Coleta: Jejum n\u00e3o necess\u00e1rio.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico do hipotireoidismo e hipertireoidismo. Aproximadamente 0,5% do T3 circula na forma livre (n\u00e3o ligada \u00e0s prote\u00ednas), sendo considerado a fra\u00e7\u00e3o biologicamente ativa.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">2,00 a 4,40 pg\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Limite de detec\u00e7\u00e3o : 0,2 pg\/mL<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">T3 &#8211; TRIIODOTIRONINA REVERSO<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Material .:soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">M\u00e9todo .:ELISA<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Resultado .:8 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Coleta: Jejum de 4 horas. Coletar soro.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: Formado, em sua grande maioria, em uma pequena parcela tir\u00f3ide e na maioria parte pela metaboliza\u00e7\u00e3o perif\u00e9rica do T4, n\u00e3o apresentando fun\u00e7\u00e3o biol\u00f3gica conhecida. Sua determina\u00e7\u00e3o est\u00e1 indicada em pacientes com doen\u00e7a grave sistemica, onde o T3 e T4 est\u00e3o diminu\u00eddos e o T3 Reverso est\u00e1 aumentado.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">13,5 a 50,2 ng\/dL<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">T4 &#8211; TIROXINA<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Material .:soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:Tetraiodotironina, tiroxina, T4 total<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">M\u00e9todo .:Quimioluminesc\u00eancia<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Resultado .:5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Coleta: Jejum n\u00e3o necess\u00e1rio.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico do hipertireoidismo e hipotireoidismo. A tiroxina (T4) \u00e9 produzida exclusivamente pela tire\u00f3ide, circulando ligada a prote\u00ednas carreadoras (TBG &#8211; Thyroid binding globulin 75%, TGPA 15% e albumina 10%). A medida de T4 total \u00e9 um procedimento comum para avaliar o estado da tir\u00f3ide de um paciente. Na atualidade, a dosagem de T4 total est\u00e1 sendo praticamente substitu\u00edda pela dosagem dos n\u00edveis de T4 livre. Valores aumentados: hipertireoidismo. Valores diminu\u00eddos: hipotireoidismo. Diversas outras condi\u00e7\u00f5es fisiol\u00f3gicas e patol\u00f3gicas n\u00e3o associadas diretamente \u00e0 fun\u00e7\u00e3o tireoidiana podem interferir diretamente na dosagem de T4: insufici\u00eancia renal, cirrose, hepatites, c\u00e2ncer, infec\u00e7\u00e3o, inflama\u00e7\u00e3o severa, doen\u00e7as psiqui\u00e1tricas. Interferentes: amiodarona +, anfetaminas +, hero\u00edna +, levodopa +, metadona +, propanolol +, tireotrofina +, TRH +, aminosalic\u00edlico -, androg\u00eanicos -, anticonvulsivantes -, corticoster\u00f3ides -, aspirina -, etionamida -, furosemida -, l\u00edtio -, penicilina -, fenilbutazona -, propiltiuracil -, reserpina -, butazona -, rifampicina -, sulfonamidas -, triiodotironina<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">cord\u00e3o umbilical : 6,0 a 15,0 ug\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">1 a 6 dias : 14,0 a 28,4 ug\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">7 dias a 3 meses : 8,1 a 15,7 ug\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">4 meses a 5 anos : 5,6 a 14,9 ug\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">6 anos a 15 anos : 4,6 a 12,7 ug\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Adultos : 4,8 a 13,7 ug\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Limite de detec\u00e7\u00e3o : 0,3 ug\/dL<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">T4 &#8211; TIROXINA LIVRE<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Material .:soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:Tiroxina livre<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">M\u00e9todo .:Quimioluminesc\u00eancia<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Resultado .:5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Coleta: Jejum n\u00e3o necess\u00e1rio.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico do hipertireoidismo e hipotireoidismo. O T4 livre corresponde a 0,02-0,04% do T4 total, estando precocemente elevado nas fases iniciais do hipertireoidismo, quando os n\u00edveis de T4 e T3 totais est\u00e3o ainda dentro dos limites de normalidade. Valores aumentados: hipertireoidismo. Valores diminu\u00eddos: hipotireoidismo.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">0,70 a 1,80 ng\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Limite de detec\u00e7\u00e3o : 0,1 ng\/dL<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">T4 &#8211; TIROXINA NEONATAL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Material .:papel filtro &#8211; sangue<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">M\u00e9todo .:Imunofluorim\u00e9trico<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Resultado .: 5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Coleta: Coletar sangue total em papel filtro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico precoce do hipotireoidismo cong\u00eanito. Doen\u00e7a causada pela produ\u00e7\u00e3o deficiente dos horm\u00f4nios da tire\u00f3ide. Neste caso podem ocorrer defici\u00eancias f\u00edsicas e mentais em graus variados.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Superior a 6,0 ug\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Faixa lim\u00edtrofe: de 4,5 a 5,9 ug\/dL *<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">* Repeti\u00e7\u00e3o em nova amostra de papel de filtro a crit\u00e9rio m\u00e9dico.<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">TEMPO DE ATIVIDADE DE PROTROMBINA<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Material .:plasma citratado<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:TAP<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">M\u00e9todo .:Fibr\u00f4metro e coagul\u00f4metro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Resultado .: 2 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Coleta: N\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio jejum. Informar se o paciente faz uso de algum tipo de anticoagulante.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: controle terap\u00eautico de anticoagulantes orais; avalia\u00e7\u00e3o da fun\u00e7\u00e3o hep\u00e1tica e desordens de coagula\u00e7\u00e3o. Devido \u00e0s diferen\u00e7as de sensibilidade das tromboplastinas obtidas em diferentes fontes, \u00e9 recomendada uma padroniza\u00e7\u00e3o, utilizando-se uma tromboplastina de refer\u00eancia mundial (INR &#8211; International Normalization Ratio). Os pacientes que utilizam anticoagulantes orais, em fase est\u00e1vel de anticoagula\u00e7\u00e3o, podem ser monitorados de um modo mais racional e seguro, utilizando este par\u00e2metro.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Atividade de protrombina: 70% a 100%<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">RNI : 2,0 a 3,0 Anticoagula\u00e7\u00e3o convencional<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">RNI : 2,5 a 3,5 Coagula\u00e7\u00e3o intensiva<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">RNI &#8211; Intervalo de Ref\u00earencias(Alvos Terapeuticos)<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\"><span lang=\"\\&quot;EN-US\\&quot;\">Recomenda\u00e7\u00f5es do American College of Physicians, National Heart Lung and Blood Institute for Haematology.<\/span><\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\"><span lang=\"\\&quot;EN-US\\&quot;\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">TEMPO DE COAGULA\u00c7\u00c3O<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Material .:sangue total sem anticoagulante<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">M\u00e9todo .:Duke<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Resultado .:2 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Coleta: Jejum n\u00e3o obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Ver Tempo de Sangramento e Coagula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">4 a 10 minutos<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">TEMPO DE SANGRAMENTO<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Material .:sangue venoso<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:TS<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">M\u00e9todo .:Duke<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Resultado .:2 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Coleta: Jejum n\u00e3o obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Ver Tempo de Sangramento e Coagula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">At\u00e9 2 minutos<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">TEMPO DE TROMBOPLASTINA PARCIAL ATIVADO<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Material .:plasma citratado<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:TTPA<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">M\u00e9todo .:Fibr\u00f4metro e coagul\u00f4metro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Resultado .:2 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Coleta: N\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio Jejum. Informar se o paciente faz uso de algum tipo de anticoagulante. Enviar o plasma separado e refrigerado.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: monitoramento da terapia com heparina; triagem para defeitos da coagula\u00e7\u00e3o (via intr\u00ednseca). Isoladamente, \u00e9 o melhor teste para detectar problemas na coagula\u00e7\u00e3o, obtendo resultados anormais em 90% dos casos. Valores aumentados: defici\u00eancias de um ou mais fatores (I &#8211; fibrinog\u00eanio, II &#8211; protrombina, V &#8211; fator l\u00e1bil, VIII, IX, X, XI e XII).<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">At\u00e9 44 segundos<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">TEMPO DE TROMBINA<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Material .:plasma citratado<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:TT<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">M\u00e9todo .:Fibr\u00f4metro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Resultado .:7 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Coleta: Colher com seringa pl\u00e1stica ou Vacutainer e separar o plasma logo ap\u00f3s a coleta. Manter Congelado.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico e monitoramento da coagula\u00e7\u00e3o intravascular disseminada (CIVD); controle de terap\u00eautica hepar\u00ednica e fibrinol\u00edtica. Valores aumentados (geralmente acima de 30 segundos): presen\u00e7a de heparina circulante, presen\u00e7a de produtos de degrada\u00e7\u00e3o da fibrina, deple\u00e7\u00e3o de fibrinog\u00eanio, disfibrinogenemia, doen\u00e7as hep\u00e1ticas, paraprote\u00ednas.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">at\u00e9 22 segundos<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">TESTE DE PATERNIDADE [M\u00c3E, FILHO (A) E SUP. PAI]<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Material .:Sangue total com EDTA<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:Investiga\u00e7\u00e3o de V\u00ednculo Gen\u00e9tico de Filia\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">M\u00e9todo .:PCR &#8211; STR &#8211; Sequenciador ABI<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Resultado .:15 dias \u00fateis<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Coleta: Coletar sangue total com EDTA de todas as partes participantes do teste. Caso a m\u00e3e tenha menos que 18 anos encaminhar com o material uma declara\u00e7\u00e3o do respons\u00e1vle por ela. Quando o filho n\u00e3o for registrado em nome do suposto pai, \u00e9 necess\u00e1rio uma declara\u00e7\u00e3o do respons\u00e1vel legal. Quando o filho n\u00e3o tiver registro deve ser encaminhado a declara\u00e7\u00e3o de nascido vivo.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Interpreta\u00e7\u00e3o: O Laborat\u00f3rio Alvaro emprega em suas an\u00e1lises o DNA gen\u00f4mico extra\u00eddo de leuc\u00f3citos presentes no sangue dos examinandos (Suposto Pai, M\u00e3e e Filho (a)). Para cada indiv\u00edduo determina-se os seus dois alelos de cada um dos treze locos em estudo. Na identifica\u00e7\u00e3o de cada loco de microssat\u00e9lite utiliza-se a tecnologia da PCR (Polymerase Chain Reaction, Rea\u00e7\u00e3o em Cadeia pela Polimerase) que amplifica os locos e promove a marca\u00e7\u00e3o destes utilizando-se oligonucleot\u00eddeos marcados com grupos fluorescentes de quatro cores diferentes. Os alelos amplificados e marcados s\u00e3o analisados em sequenciador autom\u00e1tico ABI-PRISM Genetic Analizer (sistema validado pelo TWGDAM) e seus tamanhos em pares de bases (bp) s\u00e3o determinados por meio de compara\u00e7\u00e3o com padr\u00f5es previamente obtidos de DNA de comprimento conhecido. Posteriormente todos os dados s\u00e3o calculados estatisticamente com base em tabelas de freq\u00fc\u00eancias al\u00e9licas determinadas experimentalmente numa amostra representativa da popula\u00e7\u00e3o. Nos casos de inclus\u00e3o de paternidade alcan\u00e7a-se uma certeza maior do que 99,99% e nos casos de exclus\u00e3o de paternidade a certeza \u00e9 de 100%.<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">TESTE DE TOLER\u00c2NCIA A GLICOSE<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Material .:Soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:Curva glic\u00eamica<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">M\u00e9todo .:Enzim\u00e1tico<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Resultado .:2 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Coleta: Ap\u00f3s jejum de oito horas, realizar pun\u00e7\u00e3o venosa. \u00a0Coletar a amostra basal para dosagem de glicose. Administrar via oral 75 gramas de glicose para adultos e 1,75 g\/Kg de peso para crian\u00e7as (m\u00e1ximo de 75 g). Colher amostra ap\u00f3s 120 minutos da ingest\u00e3o de glicose. Para gestantes colher nos tempos 0 (basal), 30, 60, 90 e 120 minutos. OBS : quando a glicemia de jejum for superior ou igual a 126 mg\/dL o teste \u00e9 dispens\u00e1vel. Se em pelo menos duas ocasi\u00f5es j\u00e1 apresentaram estes resultados, indica diagn\u00f3stico de diabetes<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Exame auxiliar no diagn\u00f3stico de diabetes mellitus<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Glicemia basal entre 75 e 99 mg\/dL, glicemia inferior a 140 mg\/dL aos 120 minutos.<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">TESTE DO PEZINHO &#8211; BASICO<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Material .:papel filtro &#8211; sangue<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">M\u00e9todo .:Diversos<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Resultado .:10 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Coleta: Colher do pezinho uma gota de sangue em papel filtro vazada nos dois lados do papel. Deixar secar e envolver em papel alum\u00ednio. * Coletar a amostra do calcanhar (conforme os procedimentos de coleta) preenchendo todos os c\u00edrculos frente e verso;<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Diagn\u00f3stico de defici\u00eancias de amino\u00e1cidos e detec\u00e7\u00e3o de doen\u00e7as cong\u00eanitas.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Fenilalanina (PKU)<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">At\u00e9 3,5 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Limite de detec\u00e7\u00e3o : 0,6 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">TSH<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">At\u00e9 7 dias : At\u00e9 15,0 uUI\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Ap\u00f3s 7 dias : At\u00e9 10,0 uUI\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Limite de detec\u00e7\u00e3o : 1,00 uUI\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Hemoglobinopatias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Hb FA &#8211; Padr\u00e3o Normal<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Hb FS &#8211; Padr\u00e3o Anemia Falciforme<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Hb FAS &#8211; Tra\u00e7o Falc\u00eamico<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Hb FC &#8211; Padr\u00e3o Hemoglobina C<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Hb FSC &#8211; Padr\u00e3o Hemoglobina SC<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Hb FAC &#8211; Tra\u00e7o Hemoglobinopatia C<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Hb FAD &#8211; Tra\u00e7o Hemoglobina D<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Hb FAE &#8211; Tra\u00e7o Hemoglobina E<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Hb FSA &#8211; S Beta Talassemia<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Hb AF &#8211; Sugestivo de Transfus\u00e3o<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Obs: Recem-nascidos transfundidos devem repetir a an\u00e1lise das hemoglobinas ap\u00f3s 90 dias.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Tripsina Imunorreativa (IRT)<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">2 a 14 dias : At\u00e9 90,0 ng\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Ap\u00f3s 14 dias : at\u00e9 70,0 ng\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Valores acima de 140,0 ng\/mL s\u00e3o sugestivos de Fibrose C\u00edstica.<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">TESTE DO PEZINHO &#8211; PERFIL AMPLIADO<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Material .:papel filtro &#8211; sangue<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">M\u00e9todo .:Diversos<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Volume Lab. .:Papel embebido em sangue total<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Resultado .:10 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Coleta: Colher do pezinho uma gota de sangue em papel filtro vazada nos dois lados do papel. Deixar secar e envolver em papel alum\u00ednio. * Coletar a amostra do calcanhar (conforme os procedimentos de coleta) preenchendo todos os c\u00edrculos frente e verso;<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Diagn\u00f3stico de defici\u00eancias de amino\u00e1cidos e detec\u00e7\u00e3o de doen\u00e7as cong\u00eanitas.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Fenilalanina &#8211; PKU : Menor que 3,5 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Cromatografia aminoacidos :Normal<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Hemoglobinopatias :Negativa<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">TSH &#8211; Neonatal At\u00e9 7 dias: &lt; 15uUI\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">TSH &#8211; Neonatal Ap\u00f3s 7 dias: &lt; 10 uUI\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">T4 &#8211; Neonatal 6,0 a 17,5 ug\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">17 Hidroxiprogesterona : Menor que 40,0 ng\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Aten\u00e7\u00e3o: Novos valores de refer\u00eancia para 17OH<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">a partir de 15\/07\/09:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">17 Hidroxiprogesterona: At\u00e9 15,0 ng\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Tripsina Imunoreativa: de 2 a 14 dias at\u00e9 90 ng\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">ap\u00f3s 14 dias at\u00e9 70ng\/mL<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">TESTOSTERONA BIODISPON\u00cdVEL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Material .:soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:Testosterona biodispon\u00edvel<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">M\u00e9todo .:Quimioluminesc\u00eancia<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Resultado .:5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Coleta: Jejum n\u00e3o necess\u00e1rio.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: avalia\u00e7\u00e3o do hirsutismo; diagn\u00f3stico de tumores virilizantes; diagn\u00f3stico do hipogonadismo masculino; avalia\u00e7\u00e3o de precocidade sexual idiop\u00e1tica; avalia\u00e7\u00e3o de pseudopuberdade precoce. Valores aumentados: hirsutismo idiop\u00e1tico (eleva\u00e7\u00e3o discreta em mulheres), ov\u00e1rios polic\u00edsticos, viriliza\u00e7\u00e3o, tumores ovarianos virilizantes (n\u00edveis muito elevados). Valores diminu\u00eddos: hipogonadismo de origem testicular.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Testosterona Biodispon\u00edvel<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Feminino:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Pr\u00e9 p\u00faberes:Sem valor de refer\u00eancia definido<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Mulheres adultas:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Fase folicular : 4,4 a 39,0 ng\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Meio do ciclo : 7,1 a 55,0 ng\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Fase l\u00fatea : 4,1 a 44,0 ng\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">P\u00f3s menopausa : 4,4 a 48,0 ng\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Masculino:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Abaixo de 17 anos:Sem valor de refer\u00eancia definido<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">17 a 40 anos : 82 a 626 ng\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">41 a 60 anos : 58 a 436 ng\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">acima de 60 anos: 43 a 424 ng\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Testosterona Total<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Homens adultos : 241,0 a 827,0 ng\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Meninos Pr\u00e9-p\u00faberes*: Inferior a 30,0 ng\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Mulheres Adultas : 14,0 a 76,0 ng\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Meninas Pr\u00e9-p\u00faberes : Inferior a 25,0 ng\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">* Exceto meninos abaixo de 1 ano.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">** Novo limite m\u00ednimo de Detec\u00e7\u00e3o: 12,0 ng\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Testosterona Livre<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Feminino:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Pr\u00e9- p\u00faberes: Sem valor de refer\u00eancia definido<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Menacme:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Fase folicular : 0,18 a 1,68 ng\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Meio do ciclo : 0,3 a 2,34 ng\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Fase l\u00fatea : 0,17 a 1,87 ng\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">P\u00f3s- menopausa : 0,19 a 2,06 ng\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Masculino:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Abaixo de 17 anos:Sem valor de refer\u00eancia definido<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">17 a 40 anos : 3,4 a 24,6 ng\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">41 a 60 anos : 2,67 a 18,3 ng\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Acima de 60 anos : 1,86 a 19,0 ng\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">SHBG<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">MULHERES pr\u00e9-menopausa : 27,8 a 146 nmol\/L<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">MULHERES p\u00f3s-menopausa : 12,0 a 166 nmol\/L<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">HOMENS : 17,3 a 65,8 nmol\/L<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">TESTOSTERONA LIVRE<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Material .:soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">M\u00e9todo .:Calculada<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Resultado .:5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Coleta: Jejum n\u00e3o necess\u00e1rio.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: avalia\u00e7\u00e3o da fra\u00e7\u00e3o ativa da testosterona; avalia\u00e7\u00e3o do hirsutismo em mulheres (principalmente quando os n\u00edveis de testosterona total est\u00e3o normais). Valores aumentados: hirsutismo (mais de 30% das mulheres com hirsutismo apresentam testosterona total com n\u00edveis normais), tumor virilizante de adrenal, s\u00edndrome do ov\u00e1rio polic\u00edstico. Valores diminu\u00eddos: hipogonadismo.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Feminino:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Pr\u00e9- p\u00faberes: Sem valor de refer\u00eancia definido<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Menacme:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Fase folicular : 0,18 a 1,68 ng\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Meio do ciclo : 0,3 a 2,34 ng\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Fase l\u00fatea : 0,17 a 1,87 ng\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">P\u00f3s- menopausa : 0,19 a 2,06 ng\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Masculino:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Abaixo de 17 anos: Sem valor de refer\u00eancia definido<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">17 a 40 anos : 3,4 a 24,6 ng\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">41 a 60 anos : 2,67 a 18,3 ng\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Acima de 60 anos : 1,86 a 19,0 ng\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">OBS: Testosterona Livre Calculada atrav\u00e9s da dosagem de Testosterona Total, SHBG e, com associa\u00e7\u00e3o da constante Albumina-Testosterona em uma concentra\u00e7\u00e3o m\u00e9dia estimada de 4,3 g\/dL de Albumina.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Amostras de gestantes e pacientes em uso de contraceptivos orais e drogas anti-epil\u00e9ticas podem ter valor aumentado para SHBG o que pode resultar em valores baixos para a Testosterona Livre<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Refer\u00eancia Bibliogr\u00e1fica:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\"><span lang=\"\\&quot;EN-US\\&quot;\">VERMEULEN A, VERDONCL L, KAUFMAN JM. A critical evaluation of simple methods for the stimulation of free testosterone in serum. J Clin Endoclinol Metabol 1999;84:3666-3672.<\/span><\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\"><span lang=\"\\&quot;EN-US\\&quot;\">VIEIRA JH, FERRER CF, CHIRINGHELLO MT, TACHIBANAT, HAUACHE OM. Definition of normal range for free testosterone (FT) calculated from total testosterone (TT) anda sex hormone &#8211; bindinhg globulin<\/span><\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\"><span lang=\"\\&quot;EN-US\\&quot;\">(SHBG). Clin Chem 2002;48(6):Suppl A114.<\/span><\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\"><span lang=\"\\&quot;EN-US\\&quot;\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">TESTOSTERONA TOTAL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Material .:soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:Testosterona<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">M\u00e9todo .:Quimioluminesc\u00eancia<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Resultado .:5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Coleta: Jejum n\u00e3o necess\u00e1rio.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: avalia\u00e7\u00e3o do hirsutismo; diagn\u00f3stico de tumores virilizantes; diagn\u00f3stico do hipogonadismo masculino; avalia\u00e7\u00e3o de precocidade sexual idiop\u00e1tica; avalia\u00e7\u00e3o de pseudopuberdade precoce. Valores aumentados: hirsutismo idiop\u00e1tico (eleva\u00e7\u00e3o discreta em mulheres), ov\u00e1rios polic\u00edsticos, viriliza\u00e7\u00e3o, tumores ovarianos virilizantes (n\u00edveis muito elevados). Valores diminu\u00eddos: hipogonadismo de origem testicular.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Homens adultos : 241,0 a 827,0 ng\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Meninos Pr\u00e9-p\u00faberes*: Inferior a 30,0 ng\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Mulheres Adultas : 14,0 a 76,0 ng\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Meninas Pr\u00e9-p\u00faberes : Inferior a 25,0 ng\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">* Exceto meninos abaixo de 1 ano.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">* Novo limite m\u00ednimo de Detec\u00e7\u00e3o: 12,0 ng\/dL<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">TIREOGLOBULINA<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Material .:soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:TG, HTG<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">M\u00e9todo .:Quimioluminesc\u00eancia<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Resultado .:5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Coleta: Jejum de 8 horas ogrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: avalia\u00e7\u00e3o e acompanhamento de carcinomas; monitoramento do tratamento de pacientes tireoidectomizados. A tireoglobulina \u00e9 uma glicoprote\u00edna produzida pelas c\u00e9lulas acinares tireoidianas, sendo o principal componente do col\u00f3ide dos fol\u00edculos tireoidianos. Valores aumentados: tumor papil\u00edfero, tumor folicular, tireoidites autoimunes, doen\u00e7a de Graves. Ap\u00f3s tireoidectomia total, valores menores que 6 ng\/mL s\u00e3o indicativos de aus\u00eancia de tecido remanescente. \u00c9 importante fazer a determina\u00e7\u00e3o dos anticorpos anti tireoglobulina juntamente com a dosagem da Tireoglobulina . Caso sejam positivos , falseiam o resultado da Tireoglobulina s\u00e9rica e este exame est\u00e1 contra indicado.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Normais : 2,0 a 60,0 ng\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Tiroidectomizados e em terap\u00eautica com horm\u00f4nios tiroideanos : &lt; 2,0 ng\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Sensibilidade do m\u00e9todo: 0,1 ng\/mL.<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">TIROSINA<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Material .:Plasma heparinizado<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">M\u00e9todo .:Cromatografia Liquida de Alta Performance &#8211; HPLC<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Volume Lab. .:2.0 mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Resultado .:30 dias \u00fateis<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Coleta: Jejum de 4 horas.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: avalia\u00e7\u00e3o de anomalias heredit\u00e1rias ou metab\u00f3licas.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Tirosina : At\u00e9 3,0 mg%<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">TOPIRAMATO<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Material .:soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:Topamax<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">M\u00e9todo .:Imunoensaio de Fluoresc\u00eancia Polarizada (FPIA)<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Resultado .:26 dias \u00fateis<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Coleta: Jejum n\u00e3o necess\u00e1rio.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 &#8211; Este exame \u00e9 \u00fatil para o acompanhamento de indiv\u00edduos que fazem uso de topiramato, um medicamento utilizado no tratamento de epilepsia, enxaqueca e de algumas doen\u00e7as psiqui\u00e1tricas, como o dist\u00farbio bipolar. A monitoriza\u00e7\u00e3o da terap\u00eautica com topiramato permite a individualiza\u00e7\u00e3o do tratamento e, com isso, a otimiza\u00e7\u00e3o dos resultados.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Valores terap\u00eauticos: 6,0 a 74,0 mcmol\/L<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">NOTA: Para converter mcmol\/L para mg\/L dividir pelo fator de 2,95.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">TOXOPLASMOSE &#8211; Anticorpos IgG<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Material .:soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">M\u00e9todo .:ELISA<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Resultado .:5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Coleta: Jejum de 8 horas obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico da toxoplasmose; triagem pr\u00e9-natal; verifica\u00e7\u00e3o do estado imune da gestante. Os anticorpos anti-Toxoplasma classe IgG apresentam t\u00edtulos elevados durante a fase aguda da toxoplasmose, mantendo-se por longo tempo e declinando a t\u00edtulos mais baixos, permanecendo por toda a vida com varia\u00e7\u00f5es pequenas. A pesquisa de anticorpos IgG isoladamente n\u00e3o \u00e9 indicada para o diagn\u00f3stico laboratorial da toxoplasmose. Em casos especiais, podem ser avaliados os resultados quando as pesquisas sorol\u00f3gicas s\u00e3o realizadas em diferentes dias (sorologia pareada), considerando-se um aumento significativo de n\u00edveis de anticorpos entre as duas amostras. Pela t\u00e9cnica (MEIA), \u00edndice &gt;10.0 U \u00e9 considerado positivo; juntamente com anticorpos da classe IgM negativos indica infec\u00e7\u00e3o pregressa. Em gestantes, o diagn\u00f3stico laboratorial assume import\u00e2ncia vital (pela possibilidade de les\u00e3o intra-uterina do feto e principalmente por n\u00e3o apresentarem sintomas da doen\u00e7a); um resultado positivo para anticorpos IgG e negativo para anticorpos IgM \u00e9 suficiente para tranq\u00fcilizar o obstetra, tratando-se de uma infec\u00e7\u00e3o pregressa. Gestantes soronegativas para anticorpos IgG e IgM ser\u00e3o consideradas de alto risco, devendo ser acompanhadas com exames em intervalos de 3 em 3 meses.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">N\u00e3o Reagente : &lt; 9,0 UI\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Inconclusivo : Entre 9,0 e 11,0 UI\/mL*<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Reagente : IgG &gt; 11,0 UI\/mL &#8211; sugere infec\u00e7\u00e3o pregressa.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">*Devido ao baixo n\u00edvel de anticorpos IgG nos Resultados INCONCLUSIVOS sugerimos an\u00e1lise mensal de acompanhamento (pesquisa de anticorpos IgG).<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Observar que o resultado n\u00e3o \u00e9 conclusivo quanto a presen\u00e7a de anticorpos IgG , principalmente se a paciente \u00e9 gestante. \u00c9 importante informar que a solicita\u00e7\u00e3o de avidez de IgG n\u00e3o \u00e9 aconselh\u00e1vel nesse caso, pois ela dever ser realizada somente nos casos em que o indiv\u00edduo apresenta os 2 anticorpos positivos (IgG e IgM).<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">TOXOPLASMOSE &#8211; Anticorpos IgM<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Material .:soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">M\u00e9todo .:ELISA<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Resultado .:5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Coleta: Jejum de 8 horas obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico da fase aguda da toxoplasmose. O diagn\u00f3stico laboratorial da toxoplasmose atrav\u00e9s da pesquisa de anticorpos contra o parasita \u00e9 classicamente usado na pr\u00e1tica m\u00e9dica. A presen\u00e7a de anticorpos anti IgM, at\u00e9 os \u00faltimos anos, era considerada fase aguda da doen\u00e7a. Com o advento de t\u00e9cnicas imunoenzim\u00e1ticas mais sens\u00edveis, detecta-se anticorpos IgM no soro por longo tempo, ocasionalmente por meses ou anos. Existem v\u00e1rios marcadores de infec\u00e7\u00e3o recente que podem auxiliar no diagn\u00f3stico da toxoplasmose, entre eles o teste de avidez de IgG, anticorpos IgA e IgE e a pesquisa do ant\u00edgeno atrav\u00e9s de t\u00e9cnicas de PCR (no sangue ou l\u00edquido amni\u00f3tico). Os resultados pela t\u00e9cnica imunoenzim\u00e1tica (MEIA) podem significar infec\u00e7\u00e3o recente, quando os \u00edndices forem maiores que 3.0 (anticorpos IgM). O diagn\u00f3stico laboratorial da toxoplasmose em gestantes, por n\u00e3o apresentarem sinais cl\u00ednicos da doen\u00e7a (em mais de 90% dos casos), tem uma import\u00e2ncia vital (na presen\u00e7a de anticorpos IgM, \u00e9 importante realizar v\u00e1rios ensaios para elucidar a fase da infec\u00e7\u00e3o).<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">N\u00e3o Reagente : Inferior ao cut-off<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Reagente : Maior do que a absorb\u00e2ncia do cut-off<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">*Em casos onde haja \u00edndice baixo de anticorpos IgM , \u00e9 poss\u00edvel o uso do teste de Avidez para IgG como aux\u00edlio na diferencia\u00e7\u00e3o entre reativa\u00e7\u00e3o de infec\u00e7\u00e3o regressa e infec\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria.<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">TOXOPLASMOSE AVIDEZ &#8211; Anticorpos IgG<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Material .:soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:Avidez Toxoplasmose<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">M\u00e9todo .:Quimioluminesc\u00eancia<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Resultado .:5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Coleta: Jejum de 8 horas obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: complementa\u00e7\u00e3o para o diagn\u00f3stico da fase aguda da toxoplasmose. O diagn\u00f3stico da toxoplasmose baseado somente na presen\u00e7a de anticorpos IgM pode levar a terapias desnecess\u00e1rias, n\u00e3o sendo o melhor marcador de infec\u00e7\u00e3o recente aguda (a presen\u00e7a de IgM pode ser sinal de uma infec\u00e7\u00e3o antiga sem conseq\u00fc\u00eancias para o feto). A positividade de anticorpos antitoxoplasma do tipo IgM na fase aguda da toxoplasmose foi um indicador muito usado no diagn\u00f3stico, por\u00e9m, com a alta sensibilidade das t\u00e9cnicas existentes, sabe-se hoje que estes anticorpos podem persistir durante muito tempo. Alguns autores fizeram estudos acompanhando pacientes ap\u00f3s a fase aguda de toxoplasmose, detectando anticorpos IgM at\u00e9 2 anos ap\u00f3s a fase inicial. O teste de avidez \u00e9 baseado na intensidade com que os anticorpos IgG espec\u00edficos permanecem ligados ao ant\u00edgeno de toxoplasma. A alta avidez ( &gt; 35%) \u00e9 caracter\u00edstica de infec\u00e7\u00e3o passada (adquirida h\u00e1 mais de 4 meses); a baixa avidez ( &lt; 30%) \u00e9 caracter\u00edstica de infec\u00e7\u00e3o aguda ou recente.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">&lt; 30% : Avidez Baixa<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">30 a 35% : Avidez Moderada<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">&gt; 35% : Avidez Elevada<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Avidez baixa sugere infec\u00e7\u00e3o recente adquirida a menos de 4 meses. Avidez moderada n\u00e3o exclui uma infec\u00e7\u00e3o recente.Avidez elevada pode excluir que a infec\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria foi adquirida menos de 4 meses antes.O diagn\u00f3stico de doen\u00e7as infecciosas n\u00e3o deve basear-se no resultado de um \u00fanico teste, mas deve ser analisado com outros meios de diagn\u00f3stico e dados cl\u00ednicos.<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">TRAB &#8211; ANTICORPO ANTI RECEPTOR DE TSH<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Material .:Soro Congelado<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:Anticorpo Anti-inibidor de TSH<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">M\u00e9todo .:Eletroquimioluminesc\u00eancia<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Resultado .:5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Coleta: Jejum de 8 horas.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: avalia\u00e7\u00e3o, diagn\u00f3stico e acompanhamento de doen\u00e7a de Graves. Os anticorpos anti-receptores de TSH s\u00e3o dirigidos contra ep\u00edtopos do receptor de TSH. Existem duas classes de TRAB potencialmente associadas a dist\u00farbios da tire\u00f3ide: (a) anticorpos tireoestimuladores, causadores do hipertireoidismo de Graves, e (b) anticorpos bloqueadores, que impedem a liga\u00e7\u00e3o do TSH. Estes anticorpos podem ser encontrados sozinhos ou em conjunto em doen\u00e7a de Graves e em raros casos de tireoidite de Hashimoto. Sua determina\u00e7\u00e3o \u00e9 \u00fatil na predi\u00e7\u00e3o de recidivas ap\u00f3s tratamento e tamb\u00e9m no diagn\u00f3stico de hipertireoidismo neonatal.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Positivo : Acima de 1,75 UI\/L<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Normal : at\u00e9 1,75 UI\/L<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">TRANSFERRINA<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Material .:soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:Siderofilina<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">M\u00e9todo .:Imunoturbidimetria<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Resultado .:5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Coleta: Jejum de 8 horas obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: avalia\u00e7\u00e3o do metabolismo do ferro (especialmente na investiga\u00e7\u00e3o das anemias microc\u00edticas e da hemocromatose). A transferrina \u00e9 a principal beta globulina, respons\u00e1vel pelo transporte dos \u00edons f\u00e9rricos dos dep\u00f3sitos de ferro intracelulares ou da ferritina mucosa para a medula \u00f3ssea, onde os precursores dos eritr\u00f3citos e dos linf\u00f3citos possuem receptores de transferrina nas suas superf\u00edcies. Varia\u00e7\u00f5es ocorrem em suas concentra\u00e7\u00f5es em resposta \u00e0 defici\u00eancia de ferro e com doen\u00e7as cr\u00f4nicas, retornando ao normal ap\u00f3s o tratamento. Normalmente apenas um ter\u00e7o da transferrina plasm\u00e1tica encontra-se sob a forma saturada. Sua concentra\u00e7\u00e3o se correlaciona com a capacidade total de liga\u00e7\u00e3o do ferro (TIBC). As estrat\u00e9gias atuais para avaliar a hemocromatose incluem as determina\u00e7\u00f5es do ferro e da transferrina (por imunoensaio nefelom\u00e9trico), com o c\u00e1lculo do percentual de satura\u00e7\u00e3o como melhor \u00edndice para a identifica\u00e7\u00e3o de casos previamente n\u00e3o reconhecidos. Interferentes: estr\u00f3genos +, anticoncepcionais orais +, corticoster\u00f3ides -, testosterona -, corticotrofina -, dextran -.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">HOMEM : 215 &#8211; 365 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">MULHER: 250 &#8211; 380 mg\/dL<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">TRIGLIC\u00c9RIDES<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Material .:soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">M\u00e9todo .:Enzim\u00e1tico \/ automatizado<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Resultado .:2 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Coleta: Jejum obrigat\u00f3rio de 12 a 14 horas.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico e acompanhamento de dislipidemias; avalia\u00e7\u00e3o de amostras lip\u00eamicas no laborat\u00f3rio. Os triglicer\u00eddeos s\u00e3o mol\u00e9culas compostas de uma mol\u00e9cula de glicerol com tr\u00eas mol\u00e9culas de \u00e1cidos graxos, que podem ser saturados ou insaturados. Os triglicer\u00eddeos ocorrem em animais e vegetais; em humanos podem ser provenientes de fontes ex\u00f3genas, por ingest\u00e3o ou end\u00f3genas por s\u00edntese primariamente hep\u00e1tica. T\u00eam como fun\u00e7\u00e3o permitir ao organismo a estocagem de mol\u00e9culas com longas cadeias de carbono, \u00fateis em processos de forma\u00e7\u00e3o de energia em estados de jejum prolongado. Estas mol\u00e9culas altamente energ\u00e9ticas constituem 95% das gorduras estocadas nos tecidos, sendo transportadas no plasma nas lipoprote\u00ednas (VLDL, quilom\u00edcrons e LDL). Quando os triglicer\u00eddeos s\u00e3o metabolizados, seus \u00e1cidos graxos s\u00e3o liberados, havendo fornecimento de energia, enquanto sua por\u00e7\u00e3o glicerol \u00e9 reciclada para a forma\u00e7\u00e3o de outros triglicer\u00eddeos. A manuten\u00e7\u00e3o dos n\u00edveis plasm\u00e1ticos de triglicer\u00eddeos depende de uma s\u00e9rie de fatores metab\u00f3licos e org\u00e2nicos, sendo reconhecido que, ap\u00f3s a ingest\u00e3o de gorduras, suas concentra\u00e7\u00f5es encontram-se em n\u00edveis elevados. As concentra\u00e7\u00f5es s\u00e9ricas de triglicer\u00eddeos devem ser avaliadas levando-se em considera\u00e7\u00e3o que seus n\u00edveis s\u00e3o extremamente vari\u00e1veis, sendo que determina\u00e7\u00f5es separadas por um ou dois dias podem resultar muito diferentes. Portanto, valores elevados devem ser confirmados em ocasi\u00f5es posteriores. Os n\u00edveis de triglicer\u00eddeos n\u00e3o s\u00e3o normalmente encarados como fatores independentes de risco para doen\u00e7a card\u00edaca coronariana. Valores aumentados: dislipidemias (defici\u00eancia de lipoprote\u00edna lipase, defici\u00eancia de Apo-CII, hipertrigliceridemia familiar, disbetalipoproteinemias), doen\u00e7as hep\u00e1ticas, xantomas, pancreatites, s\u00edndrome nefr\u00f3tica, doen\u00e7as de estocagem, hipotireoidismo, diabetes mellitus, alcoolismo, gota, gravidez, doen\u00e7as agudas, uso de certos medicamentos (contraceptivos orais, estrog\u00eanios em altas dosagens, betabloqueadores, hidroclorotiazida, ester\u00f3ides anabolizantes, corticoster\u00f3ides). Certos valores est\u00e3o associados a algumas condi\u00e7\u00f5es (at\u00e9 250, n\u00e3o associado a nenhum estado patol\u00f3gico; 250-500, associado \u00e0 doen\u00e7a vascular perif\u00e9rica; superior a 500, associado a risco de pancreatites; superior a 1000, associado a hiperlipidemias, especialmente tipo I e V, risco de pancreatites; superior a 5000, associado a xantoma eruptivo, arco corneal, lipemia retinal e hepatoesplenomegalia). Valores diminu\u00eddos: abetalipoproteinemias, desnutri\u00e7\u00e3o, altera\u00e7\u00e3o em h\u00e1bitos diet\u00e9ticos recentes (especialmente regimes), perda de peso recente, exerc\u00edcio vigoroso e uso de medicamentos (bloqueadores de receptores alfa-1). Hipertrigliceridemia est\u00e1 associada com o uso de diur\u00e9ticos (tiazidicos) e beta adren\u00e9rgicos.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">02 a 9 anos : at\u00e9 100,0 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">10 a 19 anos : at\u00e9 130,0 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">&gt; 19 anos<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">\u00d3timo : &lt; 150,0 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Lim\u00edtrofe : 150,0 a 199,0 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Alto : 200,0 a 499,0 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Muito Alto : &gt; 499,0 mg\/dL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">SegIII Diretrizes Brasileiras sobre Dislipidemias. (Sociedade Brasileira de Cardiologia 2001)<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Considera\u00e7\u00e3o :<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Esta determina\u00e7\u00e3o pode sofrer grande variabilidade biol\u00f3gica, devendo ser avaliada a necessidade de confirma\u00e7\u00e3o pelo(a) M\u00e9dico(a).<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">TROPONINA CARDIACA &#8211; T<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Material .:soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:Subunidade inibidora da actina (actinomiosina)<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">M\u00e9todo .:Eletroquioluminesc\u00eancia<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Resultado .: 5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Coleta: Jejum n\u00e3o obrigat\u00f3rio.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico do infarto do mioc\u00e1rdio A troponina \u00e9 um complexo de tr\u00eas prote\u00ednas, que regula a intera\u00e7\u00e3o da miosina com a actina no processo contr\u00e1til: a troponina T (liga o complexo a tropomiosina), a troponina C (liga o c\u00e1lcio no in\u00edcio da contra\u00e7\u00e3o) e a troponina I (um inibidor que bloqueia a concentra\u00e7\u00e3o na aus\u00eancia do c\u00e1lcio). No infarto do mioc\u00e1rdio, o aumento da troponina card\u00edaca ocorre em paralelo com o CKMB (por\u00e9m com valores muito mais elevados). Este aumento \u00e9 prolongado, permitindo a detec\u00e7\u00e3o do infarto do mioc\u00e1rdio mesmo 14 dias ap\u00f3s o in\u00edcio dos sintomas. A troponina I aumenta 4 a 6 horas ap\u00f3s o infarto do mioc\u00e1rdio, retornando aos n\u00edveis normais somente 10 a 14 dias ap\u00f3s o in\u00edcio dos sintomas. A associa\u00e7\u00e3o entre troponina I, mioglobina e CKMB forma um perfil satisfat\u00f3rio para o diagn\u00f3stico e o monitoramento do infarto do mioc\u00e1rdio. Em casos de enfarte agudo do mioc\u00e1rdio, os n\u00edveis de troponina T no soro aumentam cerca de 3 a 4 horas ap\u00f3s a ocorr\u00eancia de sintomas card\u00edacos, podendo permanecer elevados at\u00e9 14 dias.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">0,1 ng\/mL recomendado como o valor cl\u00ednico limiar (Em 1951 indiv\u00edduos saud\u00e1veis analisados<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">em 99% os valores foram inferioes a 0,01 ng\/mL o valor mais elevado foi de 0,037 ng\/mL)<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">TSH &#8211; HORM\u00d4NIO TIREOESTIMULANTE &#8211; Ultrasensivel<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Material .:soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:TSH, tireotropina , tireotrofina<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">M\u00e9todo .:Quimioluminesc\u00eancia<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Resultado .:5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Coleta: Jejum n\u00e3o necess\u00e1rio.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico do hipotireoidismo prim\u00e1rio. O TSH \u00e9 um horm\u00f4nio glicoprot\u00e9ico, secretado pelas c\u00e9lulas tireotr\u00f3ficas do l\u00f3bulo anterior da gl\u00e2ndula pituit\u00e1ria, que estimula a tir\u00f3ide a liberar T3 e T4, sendo controlado pelos n\u00edveis s\u00e9ricos destes \u00faltimos e pelo TRH hipotal\u00e2mico. Com o emprego dos ensaios ultra-sens\u00edveis que chegam a n\u00edveis de sensibilidade de 0,01mU\/L, a dosagem de TSH teve sua utilidade ampliada. Pode ser considerado o melhor exame isolado para a investiga\u00e7\u00e3o de hipotireoidismo e hipertireoidismo. Na maioria dos pacientes com hipotireoidismo prim\u00e1rio, os resultados de TSH s\u00e3o marcadamente elevados (3 a 100 vezes o normal). Os resultados de um ensaio sens\u00edvel para TSH que est\u00e3o dentro dos intervalos de refer\u00eancia excluem a disfun\u00e7\u00e3o tireoidiana. No hipotireoidismo subcl\u00ednico o TSH est\u00e1 elevado; o T4 livre, o T4 total e o T3 podem apresentar n\u00edveis normais. Nas mulheres com mais de 50 anos de idade a preval\u00eancia de hipotireoidismo subcl\u00ednico \u00e9 de 15 &#8211; 20%. Vari\u00e1veis fisiol\u00f3gicas que alteram os n\u00edveis de TSH: gravidez, idade, ritmo circadiano. Em alguns momentos na gravidez, o HCG compete com o TSH (funcionando como TSH), passando a dirigir a tire\u00f3ide. N\u00e3o \u00e9 incomum encontrar, no primeiro e segundo meses da gravidez, TSH suprimido e T4 livre elevado com HCG &gt;100.000 unidades. Interferentes: dopamina -, cortic\u00f3ides -, carbamazepina -, triiodotironina -, amiodarona +, clomifene +, haloperidol +, fenotiazidas +, morfina +, propiltiuracil +, TRH.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">1\u00aasemana de vida : at\u00e9 25,000 uUI\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">2\u00aasemana a 11 meses : 0,800 a 6,300 uUI\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">1 a 5 anos : 0,700 a 6,000 uUI\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">6 a 10 anos : 0,600 a 5,400 uUI\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">11 a 15 anos : 0,500 a 4,900 uUI\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Adultos : 0,500 a 5,000 uUI\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Limite de detec\u00e7\u00e3o : 0,008 uUI\/ml<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">TSH &#8211; NEONATAL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Material .:papel filtro &#8211; sangue<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">M\u00e9todo .:Imunofluorim\u00e9trico<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Resultado .:5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Coleta: Colher uma gota de sangue em papel filtro (Schleicher &amp; Schuell) vazada nos dois lados do papel.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico precoce do hipotireoidismo cong\u00eanito. Ver Caderno Especial &#8211; Teste do Pezinho. Estima-se que o hipotireoidismo neonatal ocorra em cerca de um em cada 3.500 a 4.000 nascimentos. O tratamento do hipotireoidismo no primeiro m\u00eas de vida elimina o desenvolvimento do retardo mental no paciente. Se o TSH estiver elevado, complementa-se o diagn\u00f3stico com T4 livre. Ocasionalmente s\u00e3o observados resultados falso &#8211; positivos em prematuros ou crian\u00e7as severamente estressadas.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">At\u00e9 7 dias: Inferior a 15 uUI\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;MsoNormal\\&quot;\">Ap\u00f3s 7 dias: Inferior a 10 uUI\/mL<\/p>\n<p><a name=\"U\"><\/a><\/p>\n<h2>Exames &#8211; U<\/h2>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">UREIA<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:Nitrog\u00eanio ur\u00e9ico<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Enzim\u00e1tico\/automatizado<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:2 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum n\u00e3o necess\u00e1rio.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: avalia\u00e7\u00e3o da fun\u00e7\u00e3o renal. A ur\u00e9ia \u00e9 uma das principais subst\u00e2ncias nitrogenadas do organismo, sendo sintetizada no f\u00edgado a partir de CO2 e am\u00f4nia, provenientes da deamina\u00e7\u00e3o de amino\u00e1cidos. O composto \u00e9 o principal produto de excre\u00e7\u00e3o do metabolismo prot\u00e9ico. Ap\u00f3s sua s\u00edntese, \u00e9 liberada na corrente sangu\u00ednea, seguindo at\u00e9 os rins, onde \u00e9 filtrada ao plasma pelos glom\u00e9rulos. A maioria da ur\u00e9ia filtrada \u00e9 excretada na urina, por\u00e9m at\u00e9 40% pode ser reabsorvida por difus\u00e3o passiva durante a passagem pelos t\u00fabulos renais. A quantidade reabsorvida depende do fluxo urin\u00e1rio e do estado de hidrata\u00e7\u00e3o do indiv\u00edduo. Pequenas quantidades de ur\u00e9ia s\u00e3o excretadas pelo trato gastrointestinal e pele. Os n\u00edveis plasm\u00e1ticos de ur\u00e9ia s\u00e3o mantidos por um equil\u00edbrio entre perfus\u00e3o e fun\u00e7\u00e3o renal, conte\u00fado prot\u00e9ico da dieta e catabolismo prot\u00e9ico. A ur\u00e9ia, embora menos espec\u00edfica para fun\u00e7\u00e3o renal do que a creatinina, \u00e9 mais sens\u00edvel a altera\u00e7\u00f5es iniciais da fun\u00e7\u00e3o renal, sendo importante marcador nestas condi\u00e7\u00f5es. Valores aumentados: insufici\u00eancia renal aguda ou cr\u00f4nica, insufici\u00eancia card\u00edaca congestiva, desidrata\u00e7\u00e3o severa, choque, catabolismo prot\u00e9ico aumentado (hemorragia no trato gastrointestinal, infarto agudo do mioc\u00e1rdio, stress, neoplasmas, ingest\u00e3o excessiva de prote\u00ednas), perda muscular, uso de medicamentos (tetraciclinas com uso de diur\u00e9ticos, por exemplo). Valores diminu\u00eddos: gravidez (segundo trimestre), diminui\u00e7\u00e3o do consumo de prote\u00ednas, uso de reposi\u00e7\u00e3o de fluidos intravenosa, insufici\u00eancia hep\u00e1tica severa, inf\u00e2ncia, SIADH, acromegalia, desnutri\u00e7\u00e3o, certos medicamentos (horm\u00f4nios anabolizantes, cloranfenicol, estreptomicina).<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">15,0 a 40,0 mg\/dL<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">UR\u00c9IA URIN\u00c1RIA &#8211; 24h<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:urina 24 horas<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Enzim\u00e1tico\/ automatizado<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:3 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Desprezar a primeira urina da manh\u00e3, colher toda a urina durante todo o dia e noite, inclusive a 1\u00ba do dia seguinte. Usar frasco de \u00e1gua mineral ou do pr\u00f3prio laborat\u00f3rio. N\u00e3o ser\u00e1 aceita urina colhida em frasco de refrigerante. Deixar refrigerado.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: avalia\u00e7\u00e3o da fun\u00e7\u00e3o renal. A ur\u00e9ia \u00e9 filtrada livremente pelos glom\u00e9rulos. No rim normal, 40% a 80% da ur\u00e9ia \u00e9 reabsorvida passivamente pelo t\u00fabulo renal. Esta difus\u00e3o \u00e9 dependente do fluxo urin\u00e1rio: quando o fluxo \u00e9 menor do que 2 mL\/min, uma propor\u00e7\u00e3o maior \u00e9 reabsorvida. Conseq\u00fcentemente o clearence de ur\u00e9ia pode subestimar a taxa de filtra\u00e7\u00e3o glomerular. A produ\u00e7\u00e3o de ur\u00e9ia tamb\u00e9m depende de in\u00fameras vari\u00e1veis n\u00e3o-renais, como a dieta e s\u00edntese hep\u00e1tica, tornando-a de pouca utilidade como medida da taxa de filtra\u00e7\u00e3o glomerular. \u00c9 mais utilizada na avalia\u00e7\u00e3o dos compostos urin\u00e1rios nitrogenados n\u00e3o prot\u00e9icos, sendo medida da taxa de produ\u00e7\u00e3o de ur\u00e9ia.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">26,0 a 43,0 g\/24 h<\/p>\n<p><a name=\"V\"><\/a><\/p>\n<h2>Exames &#8211; V<\/h2>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">VAN\u00c1DIO<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:soro &#8211; tubo trace<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Espectrofotometria de Absor\u00e7\u00e3o At\u00f4mica<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:27 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum de 8 horas<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: avalia\u00e7\u00e3o do grau de exposi\u00e7\u00e3o ao van\u00e1dio. A toxicidade pelo van\u00e1dio em humanos est\u00e1 quase sempre associada a processos industriais. Os efeitos da toxicidade pelo van\u00e1dio incluem irrita\u00e7\u00e3o das mucosas dos olhos, nariz, garganta e trato respirat\u00f3rio.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">&lt; 10 mcg\/L<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">VARICELA ZOSTER &#8211; Anticorpos IgG<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:Herpes zoster, catapora<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Quimioluminesc\u00eancia<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum de 8 horas<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico de varicela zoster. A varicela zoster (mais conhecida como catapora) e o herpes zoster s\u00e3o duas manifesta\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas conhecidas, que podem ser produzidas por um agente etiol\u00f3gico comum, o v\u00edrus varicela-zoster. O herpes zoster \u00e9 essencialmente uma doen\u00e7a de adultos (na maioria dos casos presente em pacientes com mais de 50 anos). A varicela geralmente acontece em crian\u00e7as, sendo caracterizada por febre e exantema generalizado. Embora a maioria dos casos de varicela ou zoster seja clinicamente inequ\u00edvoca, a sorologia pode ser \u00fatil no diagn\u00f3stico diferencial de outros exantemas, ou ainda quando a infec\u00e7\u00e3o apresentar complica\u00e7\u00f5es incomuns, como a hepatite. A presen\u00e7a de anticorpos da classe IgM ou aumento significativo de t\u00edtulos de anticorpos IgG entre duas amostras coletadas em intervalos de 2 semanas sugere infec\u00e7\u00e3o recente.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">N\u00e3o reagente<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">VARICELA ZOSTER &#8211; Anticorpos IgM<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:Herpes zoster, catapora<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Quimioluminesc\u00eancia<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum de 8 horas<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico de varicela zoster. A varicela zoster (mais conhecida como catapora) e o herpes zoster s\u00e3o duas manifesta\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas conhecidas, que podem ser produzidas por um agente etiol\u00f3gico comum, o v\u00edrus varicela-zoster. O herpes zoster \u00e9 essencialmente uma doen\u00e7a de adultos (na maioria dos casos presente em pacientes com mais de 50 anos). A varicela geralmente acontece em crian\u00e7as, sendo caracterizada por febre e exantema generalizado. Embora a maioria dos casos de varicela ou zoster seja clinicamente inequ\u00edvoca, a sorologia pode ser \u00fatil no diagn\u00f3stico diferencial de outros exantemas, ou ainda quando a infec\u00e7\u00e3o apresentar complica\u00e7\u00f5es incomuns, como a hepatite. A presen\u00e7a de anticorpos da classe IgM ou aumento significativo de t\u00edtulos de anticorpos IgG entre duas amostras coletadas em intervalos de 2 semanas sugere infec\u00e7\u00e3o recente.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">N\u00e3o reagente<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">VASOPRESSINA &#8211; (Horm\u00f4nio Antidiur\u00e9tico &#8211; ADH)<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:plasma com EDTA<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:Hormonio anti-diur\u00e9tico, ADH<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Radioimunoensaio<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum de 8 horas<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico diferencial de diabetes insipidus. A vasopressina, tamb\u00e9m conhecida como horm\u00f4nio antidiur\u00e9tico (ADH), possui duas fun\u00e7\u00f5es fisiol\u00f3gicas importantes. Ela possui efeitos vasopressores (mediados pela contra\u00e7\u00e3o dos m\u00fasculos lisos arteriais) e antidiur\u00e9ticos (mediados pela promo\u00e7\u00e3o da reabsor\u00e7\u00e3o renal de \u00e1gua pelos ductos coletores corticais). Valores aumentados: porfiria intermitente aguda, s\u00edndrome de Guillain Barr\u00e9, tumor cerebral (prim\u00e1rio ou metast\u00e1tico), pneumonia, tuberculose pulmonar, meningite tuberculosa, diabetes insipidus nefrog\u00eanica. Valores diminu\u00eddos: polidipsia psicog\u00eanica, s\u00edndrome nefr\u00f3tica, diabetes insipidus central. Interferentes: fenotiazinas +, alopurinol +, barbituratos +, carbolitium -, fenito\u00edna -.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Hormonio antidiuretico &#8211; ADH<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">At\u00e9 6,7 pg\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Osmolaridade<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Neonatal : &gt; 266,0 mOsm\/Kg<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">1 m\u00eas a 60 anos : 275,0 a 295,0 mOsm\/Kg<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">&gt; 60 anos : 280,0 a 301,0 mOsm\/Kg<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">VDRL &#8211; Lues<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:Wasserman<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Flocula\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:2 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum de 4 horas.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: diagn\u00f3stico e acompanhamento da terap\u00eautica em pacientes com s\u00edfilis. S\u00e3o obtidos t\u00edtulos elevados (&gt;1\/32) nas fases prim\u00e1rias ou secund\u00e1rias da doen\u00e7a, tendendo a se normalizar ap\u00f3s o tratamento. T\u00edtulos baixos (1\/1, 1\/4) podem permanecer ap\u00f3s o tratamento, caracterizando uma cicatriz sorol\u00f3gica. No l\u00edquor, um resultado VDRL reagente quase sempre indica uma infec\u00e7\u00e3o sifil\u00edtica passada ou presente no sistema nervoso central. Resultados positivos devem ser interpretados com cautela, visto que resultados falso-positivos podem ser observados em outras patologias (ex: doen\u00e7as autoimunes) e em algumas condi\u00e7\u00f5es fisiol\u00f3gicas (ex. gravidez). Esta condi\u00e7\u00e3o \u00e9 mais rara quando se utilizam testes trepon\u00eamicos.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">N\u00e3o reagente<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">VHS &#8211; VELOCIDADE DE HEMOSSEDIMENTA\u00c7\u00c3O<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:Sangue total com EDTA<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:VHS<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Hemossedimenta\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:2 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum de 8 horas.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: avalia\u00e7\u00e3o e controle de processos inflamat\u00f3rios e neopl\u00e1sicos. A velocidade de hemossedimenta\u00e7\u00e3o (VHS) \u00e9 diretamente proporcional ao peso agregado celular, e inversamente proporcional \u00e0 \u00e1rea da superf\u00edcie. Os micr\u00f3citos sedimentam com maior lentid\u00e3o que os macr\u00f3citos, que possuem menores rela\u00e7\u00f5es entre \u00e1rea da superf\u00edcie\/volume celular. A VHS tem tr\u00eas est\u00e1gios. Nos primeiros 10 minutos ocorre pouca sedimenta\u00e7\u00e3o (v\u00e3o se formando os rouleaux). Durante cerca de 40 minutos ocorre a sedimenta\u00e7\u00e3o (numa velocidade constante), diminuindo nos 10 minutos finais (as c\u00e9lulas se comprimem no fundo do tubo de ensaio). \u00c9 a medida da velocidade de separa\u00e7\u00e3o entre as hem\u00e1cias e o plasma, que por ser menos denso, favorece a sedimenta\u00e7\u00e3o dos gl\u00f3bulos pela a\u00e7\u00e3o da gravidade. A presen\u00e7a de fatores plasm\u00e1ticos ou eritrocit\u00e1rios pode alterar a velocidade de hemossedimenta\u00e7\u00e3o (estes fatores afetam direta ou indiretamente o grau de empilhamento dos eritr\u00f3citos). O VHS \u00e9 um dos testes laboratoriais mais antigos ainda em uso. Sua utilidade vem decrescendo, \u00e0 medida que foram sendo desenvolvidos m\u00e9todos mais espec\u00edficos de avalia\u00e7\u00e3o das doen\u00e7as. \u00c9 um teste sens\u00edvel, por\u00e9m pouco espec\u00edfico. A VHS tem pouca valia na triagem de pacientes assintom\u00e1ticos para estados de doen\u00e7a; habitualmente a hist\u00f3ria e o exame f\u00edsico ir\u00e3o colocar em evid\u00eancia a causa de VHS elevada. Valores aumentados: doen\u00e7a inflamat\u00f3ria ativa (ex: artrite reumat\u00f3ide), infec\u00e7\u00f5es cr\u00f4nicas, doen\u00e7a do col\u00e1geno, doen\u00e7a neopl\u00e1sica.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">1a Hora : at\u00e9 8 mm<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">VITAMINA A<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:soro cong ambar<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:Retinol<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Cromatografia L\u00edquida de Alto Desempenho (HPLC)<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:17 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum de 8 horas.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: avalia\u00e7\u00e3o de defici\u00eancia de vitamina A. A vitamina A apresenta-se em 3 formas biol\u00f3gicas, tendo cada uma diferente atividade biol\u00f3gica. O precursor maior das formas \u00e9 o beta caroteno, pigmento amarelo encontrado em cenouras e outros vegetais, os chamados caroten\u00f3ides. O n\u00edvel de vitamina A (retinol) no soro \u00e9 um reflexo da quantidade de vitamina A e carotenos ingeridos e absorvidos. Em crian\u00e7as, a car\u00eancia de vitamina A leva a dist\u00farbios de crescimento, altera\u00e7\u00f5es esquel\u00e9ticas, altera\u00e7\u00e3o da mucosa intestinal, xeroftalmia e maior propens\u00e3o para infec\u00e7\u00f5es respirat\u00f3rias. Em adultos, a defici\u00eancia de vis\u00e3o noturna \u00e9 o sintoma mais comum. Excessos de vitamina A podem ser t\u00f3xicos. Valores diminu\u00eddos: hipotireoidismo, doen\u00e7as pancre\u00e1ticas, tuberculose disseminada, s\u00edndrome carcin\u00f3ide, m\u00e1 nutri\u00e7\u00e3o. Interferentes: \u00e1lcool +, anticoncepcionais +, alopurinol -, \u00f3leo mineral -, neomicina -.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">1 a 6 anos: 0,2 &#8211; 0,4 mg\/L<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">7 a 12 anos: 0,3 &#8211; 0,5 mg\/L<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">maiores de 13 anos e adultos: 0,3 &#8211; 0,7 mg\/L<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">VITAMINA B1<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:Sangue Total com EDTA &#8211; Congelado<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:Tiamina<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Cromatografia L\u00edquida de Alto Desempenho (HPLC)<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:17 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: As amostras devem ser coletadas antes do caf\u00e9 da manh\u00e3, pela manh\u00e3 e sem uso de medicamentos antes da coleta.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: avalia\u00e7\u00e3o de defici\u00eancia de vitamina B1. Valores aumentados: leucemias, doen\u00e7a de Hodgkin, policitemia vera. Valores diminu\u00eddos: neoplasias, alcoolismo, dieta deficiente, diabetes, doen\u00e7as cr\u00f4nicas, diarr\u00e9ia prolongada.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">28,0 a 85,0 ug\/L<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Vitamina B1 (Tiamina)<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">VITAMINA B12<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:soro<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:Cianocobalamina<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Quimioluminesc\u00eancia<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .: 5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum n\u00e3o obrigat\u00f3rio. N\u00e3o ingerir \u00e1lcool 24h antes do exame.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: avalia\u00e7\u00e3o da defici\u00eancia de vitamina B12. A vitamina B12 (cobalamina) tem um peso molecular de 1355 daltons. \u00c9 a \u00fanica vitamina sintetizada exclusivamente por microorganismos, sendo estocada primariamente no f\u00edgado sob a forma de adenosilcobalamina. \u00c9 importante na hematopoiese e fun\u00e7\u00e3o neuronal. Valores aumentados: insufici\u00eancia renal cr\u00f4nica, diabetes, insufici\u00eancia card\u00edaca grave, leucemias, alguns carcinomas, doen\u00e7as no f\u00edgado. Valores diminu\u00eddos: defici\u00eancia de vitamina B12, s\u00edndromes de m\u00e1 absor\u00e7\u00e3o, dieta vegetariana, desordens cong\u00eanitas, defici\u00eancia de ferro, defici\u00eancia de folato (\u00e1cido f\u00f3lico).<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">210,0 &#8211; 980,0 pg\/mL<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">VITAMINA B2<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:soro cong ambar<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:B2, Riboflavina<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Cromatografia Liquida da alta performance &#8211; HPLC<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:17 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum m\u00ednimo necess\u00e1rio de 3 horas.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">125 a 300 ng\/mL<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">VITAMINA B6<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:soro cong ambar<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:Piridoxina<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Cromatografia L\u00edquida de Alto Desempenho (HPLC)<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:17 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum de 8 horas<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 A determina\u00e7\u00e3o da vitamina B6, ou piridoxina, \u00e9 \u00fatil no diagn\u00f3stico de defici\u00eancia dessa vitamina, que pode ser decorrente de alcoolismo cr\u00f4nico, desnutri\u00e7\u00e3o, anemia, m\u00e1 absor\u00e7\u00e3o ou uso de certos medicamentos, como a isoniazida. A condi\u00e7\u00e3o pode ocasionar queima\u00e7\u00e3o oral e neuropatias perif\u00e9ricas, tipo s\u00edndromes do t\u00fanel do carpo e do t\u00fanel do tarso. A vitamina B6 \u00e9 um co-fator essencial para diversas enzimas, entre as quais a glicog\u00eanio fosforilase e diversas transaminases e descarboxilases de amino\u00e1cidos.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">3,6 &#8211; 18,0 ug\/L<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">VITAMINA C<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:soro cong ambar<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:\u00c1cido asc\u00f3rbico<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Cromatografia L\u00edquida de Alto Desempenho (HPLC)<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:17 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum de 8 horas<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: avalia\u00e7\u00e3o de defici\u00eancia de vitamina C. O \u00e1cido asc\u00f3rbico (vitamina C) \u00e9 um cofator enzim\u00e1tico necess\u00e1rio para a forma\u00e7\u00e3o de col\u00e1geno e outras prote\u00ednas do tecido conjuntivo. Tamb\u00e9m facilita a absor\u00e7\u00e3o de ferro diet\u00e9tico, estando envolvido em v\u00e1rias outras vias do metabolismo. Valores aumentados: nefrolit\u00edase (oxalato de c\u00e1lcio), uricos\u00faria, aumento da absor\u00e7\u00e3o de ferro. Valores diminu\u00eddos: escorbuto, anemia hipocr\u00f4mica, defici\u00eancia de folato, anemias, gravidez, alcoolismo, hipertireoidismo, doen\u00e7a reum\u00e1tica, c\u00e2ncer. Interferentes: aspirina +, corticotropina +, estr\u00f3genos -, anticoncepcionais -.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">4,6 a 15,0 mg\/L<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">VITAMINA D &#8211; 1,25 DIHIDROXI<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:soro ref ambar<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:Calcitriol,1,25-dihidroxicolecalciferol<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:HPLC<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:5 \u00a0dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum de 8 horas.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: Auxiliar no diagn\u00f3stico de hiperparatiroidismo prim\u00e1rio, hipoparatiroidismo, pseudoparatiroidismo, Os n\u00edveis de 1,25 dihidroxi vitamina D est\u00e1 aumentada na sarcoidose e hiperparatiroidismo. Pode tamb\u00e9m estar elevada nos casos de hipercalcemia associada com linfoma.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">18,0 a 78,0 pg\/mL<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">VITAMINA D &#8211; 25 HIDROXI<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:soro ref ambar<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:Vitamina D Total, vit D3 + D2, metabolito \u00e9 25 OHD<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Eletroquimioluminesc\u00eancia<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .: 5 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum de 8 horas.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: Os n\u00edveis s\u00e9ricos de 25OH-vitamina D3 est\u00e3o diretamente relacionados \u00e0 mineraliza\u00e7\u00e3o \u00f3ssea. Quando os valores est\u00e3o inferiores a 30ng\/mL, h\u00e1 uma diminui\u00e7\u00e3o de absor\u00e7\u00e3o de c\u00e1lcio e aumento de valores de paratorm\u00f4nio (PTH). Recentemente tem sido observado que a vitamina D apresenta interfer\u00eancia em outros mecanismos corporais al\u00e9m daqueles relacionados ao osso. Assim, tem sido observadas algumas formas de c\u00e2ncer e diabetes associados \u00e0 defici\u00eancia de vitamina D (Holick 266-81;Holick 361-68;Hollis 489-94). Ao avaliar estes mecanismos relacionados \u00e0s patologias associadas, observaram-se varia\u00e7\u00f5es nos valores de refer\u00eancia dos n\u00edveis de vitamina D. Estas diferen\u00e7as t\u00eam levado a discuss\u00e3o entre os especialistas de quais seriam os reais valores normais de vitamina D. No \u00faltimo evento Vitamin D Summit Meeting (novembro 7-8,2009, Paris,France), houve um consenso em diversos assuntos relacionados a vit D, especificamente o valor de refer\u00eancia ficou recomendado em 30 a 100 ng\/mL. A Vitamina D3 (Colecalciferol) e D2 (Ergocalciferol) s\u00e3o as formas mais abundantes de Vitamina D existentes no organismo. A vitamina D3 \u00e9 sintetizada na pele a partir do 7-desidrocolesterol em resposta a luz solar. As melhores fontes de nutri\u00e7\u00e3o da D3 s\u00e3o os peixes gordos como salm\u00e3o e a cavala. As fontes de nutri\u00e7\u00e3o da vitamina D2 prov\u00eam de alguns vegetais, leveduras e cogumelos. A dieta vegetariana \u00e9 abundante em vitamina D2. A vitamina D (D3, D2 e metab\u00f3litos) \u00e9 convertida em 25 OH D no figado. A medida da concentra\u00e7\u00e3o de 25-OH D no soro \u00e9 o melhor indicador do estado nutricional da vitamina D.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Defici\u00eancia: at\u00e9 20 ng\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Insufici\u00eancia: de 21 a 29 ng\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sufici\u00eancia: de 30 a 100 ng\/mL<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">NOTA: Valores de 25 hidroxi-vitamina D de 30 a 100 ng\/mL s\u00e3o considerados suficientes por terem apresentado melhor correla\u00e7\u00e3o com a absor\u00e7\u00e3o de c\u00e1lcio, densidade mineral \u00f3ssea e n\u00edveis de PTH.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Valores inferiores a 30 ng\/mL podem ser indicativos de insufici\u00eancia ou defici\u00eancia, devendo ser correlacionados com a cl\u00ednica e com os demais exames laboratoriais de avalia\u00e7\u00e3o do metabolismo do c\u00e1lcio.<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">VITAMINA E<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:soro cong ambar<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:tocoferol<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Cromatografia L\u00edquida de Alto Desempenho (HPLC)<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:18 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum de 8 horas.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 Uso: avalia\u00e7\u00e3o de defici\u00eancia de vitamina E. A vitamina E (alfa tocoferol) \u00e9 uma vitamina lipossol\u00favel que atua como antioxidante, prevenindo danos \u00e0 membrana celular por radicais livres. O teste \u00e9 usado tamb\u00e9m para pacientes com colestase cr\u00f4nica, em nutri\u00e7\u00e3o parenteral prolongada, com doen\u00e7a maligna (em especial aqueles com by pass intestinal cir\u00fargico) e naqueles com s\u00edndromes de m\u00e1 absor\u00e7\u00e3o (fibrose c\u00edstica, pancreatite cr\u00f4nica, carcinoma pancre\u00e1tico). Alguns estudos referem que a vitamina E pode reduzir o risco de doen\u00e7a coronariana. Quando os n\u00edveis de vitamina E est\u00e3o diminu\u00eddos \u00e9 importante fazer uma avalia\u00e7\u00e3o dos lip\u00eddios. Valores diminu\u00eddos: hiper agrega\u00e7\u00e3o plaquet\u00e1ria, hem\u00f3lise. Interferentes: anticonvulsivantes (carbamazepina, fenobarbital, fenito\u00edna) -.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Prematuros: 2,5 &#8211; 3,7 mg\/L<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">1 a 12 anos: 3,0 &#8211; 9,0 mg\/L<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">13 a 19 anos: 6,0 &#8211; 10,0 mg\/L<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">adultos: 5,0 &#8211; 20,0 mg\/L<\/p>\n<hr \/>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">VITAMINA K<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Material .:soro cong ambar<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Sin\u00f4nimo .:filoquinona, fitonadiona<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">M\u00e9todo .:Cromatografia Liquida de Alta Performance &#8211; HPLC<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Resultado .:17 dias<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Coleta: Jejum obrigat\u00f3rio. At\u00e9 1 ano de idade, jejum m\u00ednimo necess\u00e1rio de 3 horas. De 1 a 5 anos de idade, jejum m\u00ednimo necess\u00e1rio de 6 horas. Acima de 5 de idade, jejum m\u00ednimo necess\u00e1rio de 12 horas. N\u00e3o ingerir \u00e1lcool 24 horas antes da coleta do material.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Interpreta\u00e7\u00e3o:\u00a0 &#8211; Este teste \u00e9 indicado para a investiga\u00e7\u00e3o de defici\u00eancia de vitamina K. Por se tratar de uma subst\u00e2ncia lipossol\u00favel, sua absor\u00e7\u00e3o depende da emulsifica\u00e7\u00e3o das gorduras no trato digestivo. V\u00e1rias situa\u00e7\u00f5es podem ser acompanhadas de car\u00eancia de vitamina K, tais como m\u00e1 absor\u00e7\u00e3o intestinal de gorduras, bloqueio do fluxo biliar, vig\u00eancia de antibioticoterapia e per\u00edodo neonatal.<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">Refer\u00eancia .:<\/p>\n<p class=\"\\&quot;\\\\&quot;MsoNormal\\\\&quot;\\&quot;\">0,09 a 2,22 ng\/mL<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A B C D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V W X Y Z Exames &#8211; A &nbsp; ACETILCOLINESTERASE ERITROCIT\u00c1RIA Material .:Sangue total com EDTA M\u00e9todo .:Colorimetrico c\/ <a class=\"more-link\" href=\"https:\/\/oswaldocruz.net\/site\/exames\/\">Leia mais &#8230;<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":6,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-22","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/oswaldocruz.net\/site\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/22","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/oswaldocruz.net\/site\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/oswaldocruz.net\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/oswaldocruz.net\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/oswaldocruz.net\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=22"}],"version-history":[{"count":45,"href":"https:\/\/oswaldocruz.net\/site\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/22\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":168,"href":"https:\/\/oswaldocruz.net\/site\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/22\/revisions\/168"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/oswaldocruz.net\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=22"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}